Sonhos, Postura, Cores Preferidas e Sabores

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O terapeuta deve acompanhar de perto os sonhos, posturas e cores preferidas pelo cliente. Os sonhos podem retratar o andamento emocional do cliente. Por exemplo, sonhos tristes, pesados, agitados podem estar denunciando uma inflamação interna ainda não registrada pelo cliente. No Ocidente, os sonhos são largamente estudados por profissionais que trabalham com a mente e a emoção.  Sigmund Freud publicou 24 volumes sobre o seu trabalho com psicanálise e um deles, com pouco mais de 40 páginas, é dedicado aos sonhos (On Dreams, publicado em 1952). A psicologia budista registra o estudo dos senhos há mais de dois mil anos. Faz parte da prática médica oriental perguntar ao cliente sobre os seus últimos sonhos. Na psicoterapia isto é fundamental e pode direcionar o psicoterapeuta na lida com os casos. Analisar sonhos e interpretá-los é um exercício que deve ser executado pelo cliente, com a ajuda técnica do terapeuta. Mas, uma coisa é certa: enquanto dormimos, o mundo continua vivo e ativo, inclusive o nosso!

A postura (maneira de sentar, falar, vocabulário utilizado etc.) também revela o desequilíbrio nos chácras e as cores que o cliente escolhe para vestir ou para absorver (frutas) também chamam a atenção para a necessidade do chácra. O corpo é inteligene e pede sempre o que precisa, assim como rejeita o que não precisa, a não ser que o proprietário seja uma pessoa desequilibrada e tenha corrompido seus gostos, vontades, intuições, sentimentos – pessoas que se drogam promovem a confusão interna no sistema de memória celular. O corpo também pede doce, salgado, azedo, o sabor que precisa, muitas vezes de acordo com o balanceamento dos chácras no momento. Um bom livro para se estudar fisiologia dentro da Medicina Tradicional Chinesa (MTC) é: Fluid Physiology and Pathology in Traditional Chinese Medicine, escrito por Steven Clavey — na verdade uma boa tradução de textos antigos orientais — pouca novidade surge na medicina oriental porque o conhecimento é milenar. Na MTC não muito o que ser criado hoje em dia, por isso que não dá para entender o recente interesse da medicina oficial brasileira pela acupuntura, que é invisivel e faz parte do contexto milenar da medicina oriental. Por que milhares de pessoas, há milhares de anos, usando a mesma medicina não é suficiente para convencer alguns intelectuais brasileiros das classes privilegiadas da saúde? De onde eles vieram mesmo?

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