Senhora de Guadalupe

Quando os espanhóis chegaram onde é hoje o México não fizeram diferente dos portugueses no Brasil: converteu muitos índios ao catolicismo. Um certo índio, que desde criança era tido como especial, não só gostou de ser catequizado, mas passou a ver uma certa senhora que ele dizia ser Nossa Senhora. A história se espalhou e ele fez muitos amigos, menos o bispo espanhol encarregado das novas terras. O bispo mandou chamar o índio para uma conversa. Cheio de testemunhas o bispo perguntou: que história é essa que você vê Nossa Senhora? Sim, eu vejo – disse o índio. Então prove, disse o bispo. Neste momento a túnica do índio passou a projetar a imagem de Nossa Senhora, para o espanto da platéia e dele. O bispo então mandou construir uma igreja e lá colocou a túnica exposta. Com o tempo colocaram uma moldura de vidro e hoje está da mesma forma na catedral de Guadalupe. O fim da história estaria pronto se não fosse a curiosidade de alguns cientistas mexicanos depois de 500 anos na colonização espanhola. Foi solicitado e a Igreja Católica aceitou que fosse feito um exame de laboratório na “pintura” da santa, recentemente. O México inteiro tremeu com o resultado do exame. Ao ampliarem a imagem várias vezes para descobrir a “técnica de pintura usada”, os cientistas depararam com algo estranho no olho da santa. Ampliaram a pupila e lá estava a grande surpresa: a pupila dos olhos da Senhora de Guadalupe guarda uma imagem de fotografia da cena do momento em que aconteceu o fenômeno da materialização da pintura na túnica do índio, há mais de 500 anos atrás. Lá está toda a audiência inclusive o índio, que olha de cima para baixo. Quem imaginaria uma fotografia há mais de 500 anos atrás feita em miniatura do tamanho de uma pupila? Esta história foi mostrada no canal de televisão Infinito, inclusive a fotografia ampliada inúmeras vezes. Viva a Senhora de Guadalupe! Viva esse ser universal que se veste de tantas formas e tantos nomes para levar o amor a todo ser humano, de todas as épocas e lugares!

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