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Mande Reiki para quem já se foi

014-0582knock-at-the-door-posters.jpg Quando o aluno de Reiki chega ao nível II fica surpreso com a possibilidade de enviar Reiki à distância, tanto para os antepassados como para qualquer pessoa que já atravessou a linha da vida para o outro lado, assim como para si mesmo em outras vidas. Devido a minha formação Kardista-Xamânica-Budista, eu jamais tive dúvida alguma a respeito da continuação da vida do outro lado da linha, mesmo porque o contato com o outro lado nunca foi cortado comigo, desde a infância. Ao ver pessoas ainda incrédulas e duvidosas com relação ao mundo espiritual eu apenas tenho compaixão e sei que elas estão perdendo o precioso tempo. O culto aos antepassados é praticado em várias regiões da Ásia, e por várias seitas e religiões, porque há a certeza de que a prosperidade nesta vida depende do bem-estar espititual de quem já se foi. Ninguém corta os laços familiares apenas saindo de casa, muito menos com quem estiver do outro lado da vida – amigos e inimigos. O ciclo cármico continua, independente da nossa vontade.

Se as pessoas meditassem sobre este assunto não haveria sofrimento nem causariam sofrimento a outras pessoas porque nem tirando a vida de uma pessoa o sofrimento acaba. Muito pelo contrário, quem tira a vida ou inferniza a vida de pessoas que se vão está antecipando o sofrimento que vai enfrentar quando chegar a vez de partir, porque todo mundo morre algum dia. A gente pode tentar ignorar isso como se tenta ignorar que a vida requer constantemente a mudança de pensamentos, hábitos, ações, de conceitos e preconceitos com relação a absolutamente tudo. Você pode ignorar uma informação e até discordar dela por uma razão ou outra da sua própria vida, mas isso não impede que a informação seja correta e exista de verdade. Você pode dizer que tem absoluta certeza de que a lua é só uma ilusão, que ela não existe, mas ela permanece lá independente da sua crença. As crenças só existem na cabeça de quem crer, assim como a realidade da vida não é de acordo com o que a gente pensa e quer que seja.

 O medo da morte precisa ser tratado, com a mesma importância do medo de casar, de ser feliz, de cair da escada, etc. Qualquer tipo de medo só tem o tamanho criado por quem o segura porque tudo é mental. Já recebi inúmeros depoimentos de pessoas que obtiveram mudanças em suas vidas, até na saúde física, simplesmente por enviar Reiki aos antepassados, amigos, inimigos e obsessores. A obsessão tem inúmeras facetas e uma delas é a capacidade de quem obsedia de não aparecer, não demonstrar, de se aproveitar da ignorância e da icredibilidade de quem obsedia. Quem morre e deixa ganchos para resolver fica preso a eles e muitas vezes isso se vira obssessão porque da outra ponta da linha tem a pessoa com a qual quem foi deixou uma pendência. Isso gera doenças, geralmente aquelas que a medicina não consegue detectar ou manda pessoas obsediadas para os manicômios, onde serão medicadas sem a menor necessidade, até adoecerem de verdade. Muitos pacientes em hospitais para loucos são apenas pessoas obsedadas. Por isso que os remédios nem a terapia funcionam.

Nem sempre quem obsedia o faz por maldade. A lei da causa e efeito não é negociável. Ao partir para o outro lado, cada um de nós ficará dentro dos limites das próprias imagens mentais, isto é, de tudo que acredita ou não acredita. É como dormir e sonhar. A gente acorda achando que está vivendo no tempo sonhado. O problema é que quando a gente morre não tem com “acordar”. A gente fica no mundo criado e ou vivenciado por nós mesmos, os nossos pensamentos e crenças, preso esse ninho por uma eternidade até receber a compaixão de uma oração ou de Reiki, não importa de quem. E isso pode não acontecer.

A grande diferença entre o tempo de recebimento entre quem está do lado de cá e quem está do lado de lá é que quem está do lado de cá tem a mente, as crenças e a racionalidade para atrapalhar o recebimento de uma oração ou de Reiki. Acrescente aí os demais fatores mentais e a interferência de obsessores encarnados e desencarnados. Mas quem está do outro lado, isto é, em espírito, recebe imediatamente, assim como recebe as besteiras que você diz e pensa. Na maioria dos casos é como alguém está morrendo de sede e alguém chegar com um copo de água pura. A água desce revitalizando todo o organismo e uma nova esperança de vida ocorre. Do mesmo jeito é com o recebimento de Reiki por antepassados e por quem estiver do outro lado, inclusive obsessores.

Então, quem tiver o nível II de Reiki, mãos ã obra. A sequência é a mesma: 1,3,2,1. Ajude a quem está esperando pela sua boa-vontade e contribua para um mundo melhor, com menos laços cármicos negativos. Amanhã, você pode estar do outro lado com a mesma necessidade.

Surgem mais provas a favor de Jesus

calice.jpg O prestigioso jornal norte-americano The New York Times publica, na edição de 6 de julho, o artigo “Pedra esquenta o debate sobre o Messias e a ressurreição”, assinado por Ethan Bronner. O artigo fala de uma enorme pedra encontrada em escavações próximo ao Mar Morto, dentro do território da Jordância, que traz um longo texto escrito numa língua judia antiga, a qual os historiadores acreditam que tenha sido escrito na era do Rei Herodes, que teria morrido no século IV antes de Cristo. Arqueologistas, químicos, estudiosos do judaismo, professores das mais prestigiadas universidades têm estudado a pedra, que foi comprada por um colecionador sem saber do que se tratava por que o texto está escrito em uma língua não mais utilizada pelos judeus. Uma das maiores autoridades judias, o professor Moshe Bar-Ascher, professor da Academia Israelita da Língua Hebréia e também professor de Aramaico, a língua de Jesus, diz que o texto é autêntico. Outras autoridades dizem que a pedra vai mexer com a crença de muita gente, tanto da comunidade judia (que não valorizou o Messias) quanto dos alguns famáticos cristãos (que ignoram anjos, arcanjos, espíritos, ressurreição, reencarncação), porque, como diz o professor Knokl, catedrático nos estudos bíblicos da Universidade Judia de Jerusalém: “quando Jesus simbolizou, na última seia, o vinho como sendo o seu sangue, ele quis dizer que o sangue derramado traria a redenção para Israel, isto é, não tem a ver com pecado”. Parece que Jesus pensava maior do que seus discípulos até hoje pensam, isto é, a redenção é se libertar de amarras antigas e colocar no lugar o verdadeiro amor (“amai-vos uns aos outros como eu vos amo…”, a paz entre as tribos que brigam até hoje) não o aprisionamento na crença do pecado, na falta de amor.O que essas autoridades acham é que a intenção e a missão do Messias não era separar ninguém em blocos religiosos, mas trazer uma nova versão de amor, esperança, tolerância e prova da ressurreição, isto é, uma mensagem positiva e otimista, completamente contrária ao que é pregado hoje em nome de Jesus pelas seitas e religiões que usam o nome daquele Mestre para ganhar dinheiro e fazer o povo se sentir culpado pela vida, por si mesmos, apavorado com a idéia de morrer, de ir para o inverno, demônios, etc., sem entender que a Biblia não salva ninguém – cada um só salva a si mesmo! O artigo diz que o texto tem fragmentos, talvez ocasionados nas escavações, mas as autoridades dizem que na análise de linha por linha daquilo que é legível dá para ver claramente que se trata de um texto ditado pelo Arcanjo Gabriel, no qual ele fala para um Messias, o qual “em três dias você saberá que o demônio será vencido pela justiça” (a ressurreição). “Em três dias você voltará a viver porque Eu, Gabriel, ordeno isso”. Na minha opinião, essa pedra é mais um achado fantástico. Pena que só os judeus estudam tanto. Ela traz, mais uma vez, a maravilhosa prova da existência do Arcanjo Gabriel, isto é, anjos existem, toda a história de Jesus foi ditada com antecedência para os médiuns, videntes, pessoas dedicadas e bondosas, vestidas de alta sensibilidade até séculos antes do acontecimento. Cada vez mais os achados arqueológicos provam que a manifestação do Pai Celestial, seja lá um ser ou um enorme grupo deles, conduziu todo o processo, inclusive dizendo ao próprio Jesus como tudo deveria acontecer.

O tempo não pára

VIAGEM ASTRAL

Fui chamado a trabalhar fora do corpo. Já havia um grupo de cerca de 50 pessoas esperando no local, ninguém conhecido. O cenário era escuro, úmido, sombrio. Este grupo estava no alto da colina observando o movimento de uma quantidade muito maior de pessoas lá embaixo, numa pequena vila que parecida na Europa. Aproximei-me de dois senhores, vestidos conservadoramente, e perguntei em que tempo estávamos. Eles me responderam com a mesma pergunta. Disse que vinha de 2008. Eles se entreolharam e um respondeu que estávamos em 1729. Qual é a nossa missão? É impedir que um anjo nasça, respondeu. Que anjo? Um deles apontou para algo atrás de mim. Quando olhei, minha visão fez uma espécie de zoom e vi com clareza a multidão na vila unindo forças para trazer um dos anjos do outro lado da luz para esta vida, com a mesma devoção que pessoas trabalham pelo bem.

Eles usavam a energia das pessoas daquela vila para fazer a mãe suportar a energia daquele que iria nascer. A imagem da mãe se confundia com a imagem de quem ia nascer – um ser sem forma definida, ávido por um corpo humano. A mulher havia se tornado apenas um pedaço de carne, nada mais. O espírito original dela havia sido retirado há muito tempo, desde o início do plano de retorno daquele anjo sem luz. Pude compreender que a relação sexual que gerou o bebê não tinha sido nem por amor nem por vontade própria – foi algo animal… A fraqueza espiritual das pessoas envolvidas, e da mulher em particular, facilitaram a ocupação do corpo físico e a expulsão do espirito original. A vila seguia uma religião atrasada e precisava de um líder mais poderoso do que aquele que já atrasava a vida daquelas pessoas. Comecei a rezar mas as orações não tinham efeito. Era preciso que eu firmasse o pensamento no amor e direcionasse para aquele evento. Ao ver todo mundo ocupado, comecei a chamar por todos os anjos que conheço. Cada ser presente neste encontro trabalhava no que sabia fazer, não havia comando e toda conversa era mental, quando necessário. O silêncio envolvia a todos.

O grupo se voltou, quase que orquestrado, para um dos lados e vi que uma figura maravilhosa descia do espaço para ajudar nos trabalhos. Era uma figura de mulher muito conhecida, vestida com um manto azul e branco, deslizando no espaço sem transporte algum, somente uma espécie de aura a envolvia. Fiquei bastante emocionado e fui chamado à atenção: “Não se emocione”, disse uma figura masculina, com muitas ervas medicinais nas mãos, que estava ao meu lado. Por quê? “Porque a emoção diminui a sua corrente vibratória e precisamos estar em harmonia”. Respirei fundo para “reativar” meu corpo físico e controlar a emoção. Era a primeira vez que via seres angelicais evoluídos trabalharem ao lado de seres até encarnados como eu e outras pessoas que ali estavam.

Quando aquela figura feminina chegou ao chão, imediatamente uma espécie de máquina, como se fosse um computador gigante, foi materializada bem perto de onde estávamos. A figura assumiu o controle da máquina e o grupo inteiro aumentou a vibração positiva. Passei a repetir a palavra amor, sem parar, fazendo ela se materializar. Em seguida, a figura feminina chamou alguém para assumir seu lugar no comando da máquina e, antes que eu perguntasse quem era, alguém olhou pra mim e disse: “é um técnico do tempo, que irá desativar a programação do nascimento daquele anjo”. O técnico trazia algo na mão parecendo massa de pizza marron. Colocou sobre a máquina e a “massa” foi transmitida para a barriga da mãe. A mãe se contorcia toda e a massa iniciou o processo de expulsão do feto. Neste momento notei que aqueles lá da vila não sabiam da nossa presença. A mãe começou a abortar o “bebê” que não tinha espírito ainda (era alimentado de fora por aquele que iria ocupar o seu corpo). A vila inteira olhou na nossa direção e um grupo de “guerreiros” avançou para atacar. O cenário era horrível. Aqueles seres assumiram as mais terríveis formas e faces, bem como criaram mentalmente armas de ataque, incluindo fogo –  alguns simplesmente se transformavam em desenhos, como aqueles de pixação das ruas. Notei que uma espécie de proteção de vidro havia sido estabelecida na nossa frente, mas aqueles seres apostavam na fraqueza e possível medo de quem estava do lado de cá, inclusive eu. A intenção era distrair e diminuir a força para que o “bebê” não fosse abortado e o processo revertido. Todo o nosso grupo foi atacado. Um enorme ser com aparência de animal, como se fosse um urso preto grande me atacou. Visualizei minha aura expandida neutralizando ele e pela primeira vez pude ver que controlava a aura pela mente. Imediatamente ele se transformou em um minúsculo mosquito e tentou entrar no meu ser pelos pés, onde eu havia esquecido de expandir a aura para debaixo do chão. Era tudo muito rápido e o barulho ensurdecedor que aquele grupo atacante fazia lembrava uma música eletrônica “tum-tum-tum”.

Quando os mosquitos se multiplicaram em milhares, eu pedi ajuda e fui colocado atrás do grupo de índios. A proteção de vidro se transformou em um enorme emissor de luz dourada e iluminou toda a vila. O corpo da mãe jazia no chão sem vida e sem espírito, e do tal “bebê” só se via a “massa. Os humanos da vila dormiam como se tivessem sido medicados. O grupo atacante evaporou-se no espaço como se todos fossem um só.

Ao voltar ao meu corpo, estava três horas atrasado para ir ao trabalho e havia na minha rua um inesperado engarrafamento.  Geralmente, àquela hora da manhã, a minha rua é calmíssima. Por que a espiritualidade não executou o trabalho sozinha, isto é, chamou pessoas encarnadas como eu? Em 1729, o meu ser estava em transição, havia desencarnado em 1718 e tinha pouca consciência do que havia acontecido. Essas viagens no tempo, tanto passado quanto futuro, independem da condição em que o ser se encontra, encarnado ou não, porque o tempo não pára e somos imortais. O que parece estar acontecendo é que a espiritualidade passou a envolver as pessoas encarnadas nos trabalhos universais de co-criação, co-responsabilidade, co-ação. Sei que não sou o único porque sempre vejo muita gente encarnada nos trabalhos como este. Se meu raciocínio estiver correto, será que o portal de 2012 já começou? José Joacir dos Santos  é  xamã. jjoacir@yahoo.com

Karma

Ou você enfrenta ou é enfrentado

* Por José Joacir dos Santos

Quanto mais estudo o karma mais vejo que tenho muito a estudar. As inúmeras iniciações, regressões, sessões de psicanálise, tratamentos espirituais, a vivência clínica com a história de inúmeros clientes, me ajudaram imensamente, não só abrindo os meus caminhos nesta vida mas também a entender, enfrentar, suavisar e desatar laços karmicos. O mais interessante aspecto é compreender que a quantidade de vidas vividas é maior do que a gente possa imaginar e o lixo acumulado pode ser grande e pesado. Não há outro jeito, a gente é obrigado a voltar e a recomeçar do zero. O velho espírito está preso ao ciclo das reencarnações, que parece infindável. A única certeza que a gente tem é que não tem outro jeito a não ser vivenciar a agonia do trabalho árduo e duro de se enfrentar, todos os dias, e tentar conviver, tentar melhorar e progredir nos inúmeros degraus visíveis e invisíveis desta vida – com tudo e todos que estão atrelados nesse processo individual:  família, colegas de trabalho, pessoas da rua, conhecidos e desconhecidos, visíveis e invisíveis – o mundo é um todo, integral, céu e terra, juntos!

Os budistas chamam karma de roda e isso faz muito sentido. Por mais que a gente queira ignorar um aspecto da vida acaba voltando ao ponto inicial: vem através de pessoas, animais e situações.  Você se livra de uma situação, de uma pessoa, e a coisa se repete em outro momento, com outra pessoa e insiste, repetidamente, até que seja enfrentada e dissolvida. Sim, as vezes um nó é tão pequeno que pode ser dissolvido com a mente porque não pode ser palpável. A questão é que, para o  universo karmico, o tamanho não faz diferença alguma: um assassinato ou uma palavra podem ter a mesma importância karmica. Há karma positivos e mesmo assim a gente quer brincar de “normal” as vezes. Por exemplo, depois de um dia pesado no trabalho, sai para caminhar e apreciar o verão. Mal saí do prédio e alguém veio no meu ouvido e disse: preste atenção ao que as pessoas estão falando! Imediatamente passei a ouvir todas as conversas das pessoas que naquela hora iam na mesma direção da rua, saindo do trabalho como eu. Só ouvia palavras pesadas, palavrões, expressão de raiva. Ai a voz voltou e me disse: por que você acha que tem tanto sofrimento no mundo? – Eu não sei e não quero saber, gritei no meio da rua, sem me importar para quem olhasse para mim. Mas eu sabia que aquilo tudo era porque eu teria que escrever sobre este assunto que você está lendo. As vezes os espíritos perdem a noção de que, nesta vida, a gente tem um corpo que cansa, se irrita, dorme, come, faz cocô. Eles simplesmente vem a qualquer hora e lugar e acham que você está sempre disponível – é karma.

Então, a gente não pode se esconder. Tudo e todos estão ligados de alguma forma: a família, os relacionamentos interpessoais, a moça do caixa, o chefe de pessoal, a telefonista, o motorista do ônibus, aquela pessoa quem nem escuta o que você está falando e está pronta para dizer não e com isso atrapalhar a sua carreira, o seu casamento, o seu trabalho e, especialmente, o seu progresso espiritual, mental, emocional. Pois é, aquela colega de trabalho que jura de pés juntos que é sua amiga e tudo o que você confidencia ela espalha para todos os lados. Os lados todos escutam e a sua vida vira um inferno. Aí você desabafa e ela corre ao telefone para espalhar que você está “maus”. Essas pequenas coisas viram um ciclo e se repetem de várias maneiras. A sua irmã, sangue do seu sangue, aquela que dizia estar com você em qualquer situação é a mesma que pega as suas fraquezas e espalha pela familia inteira para barganhar a confiança de todos e se tornar importante como aquela colega do trabalho, sua confidente, que até tem ciúmes de você com os outros colegas de trabalho – e se alimenta da confidencialidade que você nela deposita para preencher aspectos sombrios de sua própria vida, da roda do Karma dela, que também se repete em ciclos, como a sua irmã de sangue.

O ciclo se complica quando você decide casar por dinheiro; roubar; puxar os tapetes de quem estiver no seu caminho; matar alguém ou um animal; passar uma doença sexual sabendo que você é doente; usar o seu cargo político e o dinheiro público para manipular a vida das pessoas a seu belo prazer; inventar uma mentira para prejudicar alguém; achar que você está no topo do mundo e o resto é o resto, etc. Cada ser humano neste planeta está envolvido nesse jogo invisível e isso não depende de acreditar ou não que existe uma lei universal de ação e reação. E, ao que parece, o calderão do karma cada dia ferve mais forte, provocando inundações, furações, terremotos, doenças esquisitas, coisas inusitadas, situações pessoais inesperadas e inimaginadas. Mesmo que você seja como eu, dedicado ao trabalho e aos estudos, a toda hora a sua história celestial bate na porta da memória celular que você carrega em cada sécula do seu corpo. Sim, como íma, a gente é empurrado para a onda eletromagnética do nosso karma, para encontrar não só aqueles relacionados com o seu karma mas também com aqueles que têm frequências semelhantes, por exemplo, quem precisa trabalhar o amor, os problemas mentais, sexuais, materiais, puramente físicos, de ganância, assassinatos coletivos, brigas, ódio e tudo o que é construído pela mente humana desde a idade da pedra até os dias de hoje.

Como saber se a gente está vivendo o karma ou não? É simples: Se há situações que se repetem na vida, isso é karma. Observe, as vezes até palavras se repetem na sua frente! Por exemplo, namorar pessoas com as mesmas características, as vezes mesmo nome, que gosta de fazer as mesmas coisas. Muita gente pensa, erradamente, que, se é karma, tem que permanecer. Não é assim. Se é karma precisa ser desatado. Por exemplo, uma relação afetiva com dor e sofrimento pode ser um karma que precisa ser enfrentado, desatado e as vezes o nó só se desata com a separação. Quem permanece em relações afetivas sofridas está comprando karma negativo porque o amor não causa sofrimento. Se não há amor só há sofrimento. Você pode nascer em  uma família com forte karma e ter que sair dela, ir para longe e utilizar a distância para curar o karma. Hoje há muitas ferramentas disponíveis e Reiki é  uma delas. Já vi muitos karmas serem desatados com Reiki, a partir do segundo nível. Todos os países que eu vivi até hoje haviam conexões karmicas fortíssimas. E elas se estabelecem independentemente da sua vontade. Olhe ao seu redor e veja com os olhos abertos. Nada nesta vida acontece por acaso. Aquela história de destino é história da carochinha e você acredita nela se quizer.

A gente pode vivenciar vários karmas ao mesmo tempo, dependendo de onde a gente coloca o bedelho nesta vida. Vamos dizer que o karma que você está vivenciando é muito pesado e você chora pelos cantos dizendo que Deus lhe abandonou. Pois bem, seja lá o for que você esteja metido, se você realmente quizer sair, você sai. Se tem alguma coisa que parece impossível, vá a luta e peça ajuda. A gente não veio aqui para ser justiceiro nem para viver aprisionado. Mova-se! Lembre-se que 90% dos pastores evangélicos, padres e pais-de-santo não têm educação superior… Quem ler um só livro a vida inteira vira fanático. Há exceções… Procure profissional capacitado, treinado profissionalmente para ouvir e guiar sem preconceitos, castigos e culpas. Há uma quantidade enorme de terapeutas capacitados, que estudam, pesquisam, se atualizam, fazem cursos, etc. Em termos de karma, a grande diferença entre o Cristianismo e o Budismo é a seguinte: no Cristianismo você aprendeu a transferir para Jesus os seus problemas, a sofrer, quem sabe a ser crucificado. E Ele, em sua enorme bondade, escuta tudo – mas é você quem tem que se mover! No Budismo você não entrega os seus problemas a ninguém, muito menos a um guru. Você enfrenta eles porque você é a imagem e semelhança de Deus. Jesus tentou explicar isso, mas pouca gente escutou até hoje e continua fingindo ser o intermediário do Grande Mestre e usa chantagens emocionais como dízimo. Você tem que ir à luta na vida e descobrir os seus karmas positivos para com eles curar o que tiver que ser curado e resgatar o ser espiritual divino que está gravado no fundo da sua alma. Tanto no Budismo como no Cristianismo, se você enfrenta a vida e seus karmas, os Mestres acompanham todos os passos e conspiram a favor. Falta coragem? Bom, você escolhe: vou enfrenta ou se acovarda e o karma é acumulado.

Então, reaja! Pare de copiar os outros, de sintonizar com os outros negativamente, por exemplo, modismos, girias, tatuagens, linguagem do tipo “caracas”, “sacanagem”, preconceitos, idéias e grupos extremas, vícios, prostituição, etc., porque isso é compra de karma. Se você não recebeu uma boa educação familiar, corrija isso e aproveite que você vive em um dos poucos países do mundo onde a educação é gratuita. Ouça a sua canção interior porque ela é única e bela. Liberte-se de quem quer que esteja impedindo essa canção de ser ouvida e projetada para a construção de um ser melhor, em um mundo melhor. “Não tenha medo de nada”, diz a Mãe de Jesus.  (*)José Joacir dos Santos  jjoacir@yahoo.com

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