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Meu pai biológico reencarnou

scan00051.jpgPor josé joacir dos santos

Bonito, jovial, saudável e alegre, meu pai biológico veio, em espírito, até o quarto onde eu estava deitado, acompanhado de outro espírito, uma mulher. Ela conduzia o nosso encontro do mesmo modo que faz um terapeuta. Ela me perguntou se eu sentia que um dos aspectos mais falhos na minha infância teria sido a falta de abraço do pai. Respondi positivamente. Então, meu pai, carinhosamente, se deitou sobre mim e me abraçou profundamente. Também o abracei e ali choramos juntos. A terapeuta disse que ficassemos o tempo que fosse necessário, apesar do tempo espiritual ser muito mais veloz. Ele sentou-se ao meu lado e, de mãos dadas, me convidou para ir com ele até o lugar onde ele deveria reencarnar – eram 4 da manhã do dia 28 de dezembro de 2009. A terapeuta mandou que segurássemos firmemente nas mãos um do outro e voamos pelo espaço, acompanhados e envolto em uma espécie de transporte eletromagnético – não é em um vôo. A gente é transportado. Esses vôos as vezes parecem longos e começa a dar uma sensação de que não terminará, mas, finalmente, pousamos em uma pequena cidade de Minas Gerais, cujo nome tem quatro letras. Caminhamos até a casa onde ele deveria reencarnar. Ele parecia jovem e feliz, contando piadas no estilo que era antes de falecer. Eu estava em estado de êxtase, sem acreditar muito que aquilo estava ocorrendo, mas feliz. Ele andava na frete do grupo, ansioso. Naquele momento, eu tinha muitas perguntas a fazer sobre o processo de reencarnação, porque não se encaixava nos processos convencionais, de acordo com a literatura existente, mas não dava mais tempo. Ele tinha que reencarnar naquele instante. Não sei se voi ele quem escolheu ou se foi forçado a isso, mas o certo é que ele queria concretizar logo e a futura mãe já estava em trabalhos de parto.Ainda era noite naquela cidade mineira – nesta vida ele nunca foi a Minas Gerais. Chegamos na pequena casa de poucos cômodos, mobília simples, tudo muito limpo. Apesar de ser noite e tudo estar escuro, não tínhamos problemas de ver tudo com clareza. Minha curiosidade ascendeu e comecei a olhar os poucos quadros na parede para ver alguma coisa da família mas fui chamado à atenção. Não havia mais tempo e eu só estava ali porque meu pai havia solicitado, do mesmo jeito que ele fez quando faleceu: foi ao meu encontro na Indonésia, três horas depois de falecido, para me acordar e dizer que havia falecido. Meu pai foi levado para o quarto do casal, não houve tempo para abraços e despedidas nem havia motivo para isso. Eu estava muito feliz com aquele momento privilegiado. Não tive acesso e nem sei como isso se processou. Fui levado para fora da casa onde haviam muitos espíritos, todos vestindo branco, ninguém que eu me lembrasse conhecer. Ninguém dirigiu uma só palavra para mim, era como se eu não estivesse ali. Todos estavam em pé, em silêncio, como se estivessem em oração, virados na direção do quarto do casal. De repente ouvi um barulho dentro da casa, e o choro do bebê fez todos os espíritos aplaudirem. Nunca tinha visto ninguém aplaudir um nascimento nem sei porque meu pai teve esse merecimento ou se é assim a cada reencarnação. Fiquei muito emocionado naquele momento. Ninguém teve a permissão de entrar na casa. Fui para o lado da frente da casa, querendo achar o nome da rua, algo assim. A família tinha acordado e pude ver o filho mais velho, de cerca de doze para treze anos, abrindo a porta da frente. O dia estava amanhecendo. O espírito que me conduzia disse, baixinho: seu pai vai ser o quinto filho dessa familia e já está na hora da gente voltar para o seu corpo. Sem que desse tempo de pensar, começamos a voar de volta para minha casa. Dei um última olhada na cidadezinha mineira, que nunca estive nela nesta vida.No caminho de volta, perguntei ao espirito que me conduzia: O senhor é meu mentor? Ele disse: não, sou apenas um condutor de viagens astrais deste tipo. Ele era alto, não tinha roupas nem genitálias e sua cor era meio translúcida – ou eram as “roupas” que eu não conseguia distinguir. Não estávamos em um transporte convencional, como aconteceu várias vezes, mas éramos cercados eletromagneticamente e protegidos. Talvez eu não tivesse a permissão de ver os detalhes desse meio de transporte – mas não posso narrar tudo. Tivemos que baixar em uma região de planície onde haviam outros espíritos e este lugar seria algo como um lugar de transferência. Ali fui entregue a outro condutor. Perguntei o por quê da troca e ele me disse: estou habilitado a para navegar em regiões muito frias da terra nesta época de inverno no norte da terra. Ele bateu levemente nas minhas mãos e senti meu corpo astral adormecer. Ao ser devolvido ao meu corpo físico, o condutor ainda disse: levante e vá ao banheiro para você se firmar no corpo.Esta viagem astral foi um prêmio, um presente que nunca imaginei receber. Todos os meus conhecimentos sobre reencarnação foram resumidos e ao mesmo tempo ampliados. Já tinha a certeza mas nunca imaginei presenciar uma e de uma pessoa tão próxima. Meu pai biológico não era uma pessoa fisicamente próxima, mas depois que faleceu teve outro comportamento e se fez presente muitas vezes na minha vida e até teve o merecimento de mandar recados por médiuns – assim como o meu avô paterno, do lado da minha mãe biológica. Um fato me chamou à atenção: ele escolheu nascer sendo o quinto filho da família, exatamente do jeito que eu nasci, o quinto. É muito cedo para saber se haverá algum desenvolvimento no futuro ou se isso encerra o nosso karma. O futuro dirá.

A luz estará sempre conosco, confie!

s1031191.JPGlindo.JPGs1031223.JPGs1031204.JPGs1031222.JPGs1031230.JPGs1031242.JPGA esperança é prima-irmã da confiança. Não adianta a gente dizer que tem esperança no Ano Novo se lá dentro do coração existe a dúvida, a desconfiança, o medo, a menos-valia, o sentimento de que “prá mim isso não funciona”. As leis naturais do universo são claras, limpas, sem dúvida alguma. Uma vez você abre o seu coração e deixa cair todo o lodo, a conexão com as leis do universo se estabelece e você é amparado, guiado, protegido, banhado de compaixão e perdão. Isso vale para todo ser humano porque Deus, nosso Grande Pai e nossa Grande Mãe, não excluem ninguém. Então, confie! Eu confio que os anos que vão vir serão sempre melhores do que os que já passaram porque é esse o desejo e essa é nossa vocação. Somos todos a imagem e semelhança de Deus e por isso confiamos, sempre! A luz estará sempre conosco, independente do tempo, da idade, das distâncias, das fragilidades internas que cada um de nós precisa e tem que trabalhar. Alegria! O momento é hoje! Festeje!

Vá para o link abaixo e ouça o Mantra de Chenrezig (Avalokiteshvara) cantado por Lama Zopa Rimpoche (Rinpoche). No segundo link tem mais informações sobre Kuan Yin, aproveite.

http://www.youtube.com/watch?v=G4GYELDkLzw

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A distância é uma ilusão: Feliz Natal!

brasilia-03-jan-2003.jpgO principal motivo que me levou a criar este site foi me aproximar das pessoas, em todos os níveis das minhas relações: família, amigos, alunos, clientes e público em geral. Meu coração é enorme e eu amo muita gente, até meus inimigos! Assim posso expressar e transmitir meus conhecimentos e assim contribuir com minha parcela na construção de um mundo melhor. Este site me ensinou que distâncisas são mesmo ilusão, como já dizia o Pequeno Principe. A distância só existe para quem se se distancia. Eu estou aqui, presente, a cada segundo e através deste site estou na vida de você que me procura e encurta as nossas distâncias. Sim, aqui, sou o meu ser eterno de braços abertos. Muito obrigado a você que também contribui e encurta a distância. Um caloroso abraço neste Natal e nas festas de final de ano. Viva a todos nós!

O Natal ainda faz sentido?

natal.jpgAo longo dos anos, o mundo Ocidental desenvolveu a falsa imagem do Natal conectada com vendas e shoppings enfeitados. O resultado disso em alguns países desenvolvidos foi a perda do verdadeiro sentimento e da mensagem do Natal. Como um bom exemplo de “Maria vai com as outras”, o Brasil está no mesmo caminho porque imita tudo o que vem de fora. Daqui a alguns anos, as novas gerações terão perdido esse sentimento natalino e em consequência disso a mensagem de amor deixada pelo legado de Jesus. Hoje em dia, países ocidentais desenvolvidos, como os Estados Unidos, lutam nas escolas, centros sociais e comunitários para salvar alguma coisa das tradições familiares e da própria cultura, vulgarizada pelo cinema e pela televisão, em nome da modernidade, mas a luta está muito indefinida, a esperança de vitória é muito remota e as ações de guerra são contraditórias — como o prêmio Nobel para o Presidente Obama.Com a crescente globalização, governantes tentam convencer suas populações de rebuscar os valores culturais mais antigos, voltar-se para comunidades, comprar legumes, verduras e frutas cultivadas na vizinhança, fazer festinhas comunitárias, mas a resistência a esses apelos são enormes porque ninguém quer deixar os novos hábitos, como supermercados, e o medo dos vizinhos aumentou. Com os recentes casos de doenças transmitidas por legumes, verduras e frutas importadas de países que não se preocupam muito com poluição e meio-ambiente, entre eles China e Estados Unidos, alguns países, especialmente europeus, tentam salvar o que ainda podem. Mas falta muito educação sobre a consciência ecológica, apesar dos reconhecidos avanços isolados.

Dentro dos EUA, a California se esforça para importar menos e consumir mais o que é produzido no próprio estado, mas ninguém pode, ainda, reagir aos apelos da televisão e da internete, que entram nas casas e se tornam “intimas” de crianças e adolescentes e essa amizade resulta do desrespeito completo pelos costumes e tradições. Não faltam os tiroteios e mortes nas escolas! Todos os anos, inúmeras mortes, assaltos e outras desgraças acontecem na época natalina, praticadas por pessoas vestidas de Papai Noel, um símbolo em extinção da cultura natalina. Também na época natalina ocorrem mortes e acidentes de crianças causados por brinquedos feitos na China, produzidos por pessoas que nunca viram uma criança por perto porque aquele  país asiático tem leis duras sobre o controle de natalidade e inúmeros adultos passam suas vidas inteiras sem o menor contato com crianças.  O Brasil importa, via vizinhos do Mercosul, inúmeros produtos chineses que não são vendidos para países desenvolvidos pela má qualidade, falta de segurança que eles oferecem, pela utilização de materiais polutentes e venenosos, além da suspeita de que a maioria é fabricada por prisioneiros políticos, que na China inclui qualquer pessoas que se manifestar contra qualquer coisa. Além do mais, a China exporta briquedos infantis para o Natal e proíbe sua própria população a festejar eventos religiosos como o Natal. Como podemos comprar produtos com a energia do ódio? 

Onde ficam os valores da cristandade nessa história toda? Quantas famílias ainda se reúnem para ler contos de Natal, historinhas e dividir uma mesa com sorrizo, alegria e confraternização familiar? O que ainda representa o Natal para você? Será que na sua vida ocupada você terá tempo para alguma reflexão sobre a vida, o momento atual e a sua participação no bem-estar do Planeta inteiro?  Ao longo dos anos, a minha arma contra esse desgaste de valores, o encurtamento das distâncias e do tempo tem sido telefone e e-mail, mais isso é muito pouco. Na verdade, eu adoraria poder abraçar as milhares de pessoas e dizer baixinho, no ouvido: Rô, Rô, Rô! – e comer rabanadas no frio do café da manhã.

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