Por: José Joacir dos Santos
Asma é uma doença crônica dos pulmões que afeta cerca de 300 milhões de pessoas no mundo inteiro e tem fundo emocional. Embora seja considerada uma doença tratável, cerca de 3000 mortes são registradas por ano só nos Estados Unidos. É também uma das mais comuns doenças que pode ser tratada com acupuntura e fitoterapia. A acupuntura trata diretamente os canais de energia (Qi ou chi), invisíveis, que a Medicina Ocidental (alopática) não conhece. Quando esses canais estão bloqueados, por questões físicas e/ou emocionais, a doença se instala. Como todos os protocolos na Medicinal Oriental, na acupuntura é simples por natureza porque atua holisticamente, tratando o cliente como um todo, sem divisão ou separação entre o corpo, a mente e o espírito (alma e outros sinônimos que a Bíblia traz). Na Medicina Oriental, a asma é considerada apenas um desequilíbrio nos pulmões, rins e estômogo porque esses órgãos trabalham em conjunto e dependem um do outro. Os pontos de acupuntura que correspondem ao tratamento da asma estão próximos aos que tratam rins e estômago. Acupuntura é também usada do mundo inteiro para a prevenção de doenças e é recomendável o tratamento nos primeiros sinais de qualquer manifestação dos pulmões, por exemplo. A Organização Mundial da Saúde aponta a acupuntura como tratamento eficaz e positivo para 40 tipos de doenças antes não comprovadas, entre elas a asma. O Departamento de Anestesia da Universidade de Viena conduziu um estudo e concluiu que 70% dos pacientes com asmas submetidos a intenso tratamento com acupuntura tiveram resultados positivos em 10 semanas. A Universidade de Henan, China, também registra estudos conclusivos e comprovativos da eficiência no tratamento de asma em 75% dos casos. Os estudos também apontam que a duração da inserção da agulha faz diferença, assim como o material empregado nas agulhas e o estilo de vida do paciente.
04/06/2010 ·
05:17 ·
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Por: José Joacir dos Santos
Matéria publicada em 02/06/2010 pela Folha de S. Paulo, assinada por Gabriela Cupani, noticia resultado de estudo sobre a “Vida sexual do Brasileiro”, pela Universidade Federal de São Paulo, na qual foram entrevistadas 7.000 pessoas. Segundo o estudo, “entre os usuários de álcool, cocaína, crack e ecstasy, 47% têm ejaculação precoce, redução de libido e impotência”. “Os principais problemas levantados pelos autores foram ejaculação precoce (39%), diminuição do desejo sexual (19%), dificuldades de ereção (12%), retardo na ejaculação (8%) e dor durante a relação sexual (4%). No início, o viciado tem a ilusão de que as drogas melhoram o desempenho sexual mas com o progresso do vício a “situação se inverte”, e “a longo prazo isso traz prejuízos importantes”, afirma “a psiquiatra Camila Magalhães, coordenadora do centro de informações sobre saúde e álcool do Hospital das Clínicas de São Paulo. “O que ocorre é que as drogas provocam alteração nos neurotransmissores, no cérebro, envolvendo o controle da ejaculação”. Isto é, o uso das drogas corrompem a dilatação das veias e a ereção vira um problema sem solução. Embora haja pouco estudo sobre os danos das drogas no Brasil, quando é feita uma pesquisa o resultado é igual aos já apresentados em outros países, isto é, a droga acaba com a vida dos usuários. A Inglaterra foi o primeiro país europeu a alertar sobre isso. Médiuns já tinham recebido essa informação no inicio dos anos 80 e vários outros continuam a receber essa mesma informação nos dias de hoje. Veja outros artigos neste site. O vício das drogas é, quase sempre, um caminho sem retorno…
02/06/2010 ·
13:26 ·
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Por: José Joacir dos Santos
Há muito tempo, terapeutas têm denunciado que o governo federal fecha os olhos para a chamada “indústria da doença”. Agora, uma corajosa matéria é publicada pelo jornal Folha de de S. Paulo, assinada pela jornalista Cláudia Collucci, com base em fatos oficiais fornecidos por um órgão da classe médica. Segundo a matéria, “dados obtidos com exclusividade pela Folha, vêm de uma pesquisa inédita do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de SP), que avaliou o comportamento médico perante as indústrias de remédios, órteses, próteses e equipamento médico-hospitalar”, dão conta que “80% deles recebem visitas dos propagandistas de medicamento, em média oito por mês”, “93% dos médicos afirmam ter recebido, nos últimos 12 meses, produtos, benefícios ou pagamento da indústria em valores até R$ 500. Outros 37% declaram que ganharam presentes de maior valor, desde cursos a viagens para congressos internacionais”. Segundo a matéria, “para o Cremesp, um terço dos médicos mantém uma “relação contaminada com a indústria farmacêutica e de equipamentos, que ultrapassa os limites éticos”. A matéria, publicada para assinantes exclusivos da Uol, diz que “em 2005, a Folha revelou que, em troca de brindes ou dinheiro, farmácias e drogarias brasileiras auxiliaram a indústria de remédios a vigiar as receitas prescritas por médicos”. “Com acesso a cópias do receituário, representantes dos laboratórios pressionavam os profissionais a indicar seus produtos e os recompensavam por isso”. Com a palavra, a população, que paga por tudo isso e é co-responsável pelo enriquecimento da “indústria da doença”, por ignorar as abordagens multidisciplinares no tratamento das doenças. A matéria foi publicada em 31/05/2010.
31/05/2010 ·
12:24 ·
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Por: José Joacir dos Santos
A homeopatia é uma prática incentivada pelo governo indiano há mais de sessenta anos, e é praticada no país há mais de 150 anos. A Ayurveda (fitoterapia) é praticada há mais de 3000 anos. Numa simples caminhada pelas ruas de Nova Delhi, capital da República da India, você vai encontrar inúmeras farmácias homeopáticas e ayurvedas, onde médicos-homeopatas atendem direto no balção. Difícil é encontrar uma farmácia alopática, aspirina, etc. O governo indiano incentiva as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde Humana, recomendadas pela OMS. A maioria tem cursos superiores de quatro anos, como Ayurveda e Homeopatia, bem como hospitais-escolas e redes de farmácias espalhadas por todo o país. O indiano comum pouco ou nada conhece de remédios químicos alopáticos, encontrados apenas em alguns hospitais. Fitoterápicos são facilmente encontrados, assim como profissionais dessas especialidades, cujos custos são mínimos – se comparados com os praticados no Brasil pela medicina alopática. Um dos principais hospitais públicos e gratuitos do país está em Nova Delhi e faz parte de uma escola superior de homeopatia. Até psiquiatria usa homeopatia e ervas. Há cursos superiores de quatro anos diurnos. Veja o site deles: http://www.delhihomeo.com/
Livros sobre homeopatia são facilmente adquiridos pela internet. Veja alguns: Clinical Homoeopathy, de A. Jayasuriya; Practical Homoeopathy, de Beth Maceoion; The Companion to Homeopathy, de Colin Griffith; Homoeopathic Materia Medica, de P. Ishwardas Tarkas e Ajit k. Kulkarni.
27/05/2010 ·
13:06 ·
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