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Novidades nos sites da Asteflor e da Ametereiki

A Associação dos Mestres e  Terapeutas Reiki  (AmeteReiki) publicou fotos exclusivas do Monte Kurama, onde o Mestre Mikao Usui atingiu a iluminação. Veja em: http://www.mestres.org/fotos-do-monte-kurama

e a Associação dos Terapeutas Florais (ASTEFLOR), publicou monografia sobre a Terapia Floral. Veja em: http://www.asteflor.com/?page_id=497

Shang, a deusa taoísta que perdeu o trono

taoist-temple.jpgA revolução comunista na China em 1948 destruiu templos, escolas, sociedades esotéricas e matou milhares de monges, professores, sábios. Muitos registros milenares foram quimados, mas alguma coisa foi salva e levada para Taiwan e Hong Kong, assim como muita coisa pode ter sido salva e escondida pelo governo comunista como móveis e objetos dos templos, alguns deles colocados à venda na clandestinidade por oficiais corruptos. Bibliotecas tibetanas inteiras foram queimadas. Muita livros milenares do Taoísmo e do Budismo foram salvos e o acesso a eles ainda é muito restrito nos dias de hoje. A pesquisadora Suzanne E. Cahil publicou vários livros sobre o taoísmo pela Standford University Press dos Estados Unidos. Não se sabe como ela teve acesso a tão rico material. No livro “The Queen Mother of the West in Medieval China (Rainha Mãe do Oeste na China Medieval)”, uma das histórias que me chamam à atenção é sobre a entidade que serve nas cerimônias de aparição da Rainha Mãe do Oeste, chamada Shang Yuan Fu Jen. A função dela é de simples arrumadeira e é contada pelo sábio taoista Tu Kuang-Ting, que morreu no ano 933 Antes de Cristo. Shang Yuan Fu Jen, também conhecida por “A Senhora do Supremo Primordial”, uma das categorias mais elevadas para as entidades no taoísmo – no catolicismo seria o mesmo que Santa. Shang atingiu, em uma de suas vidas, a perfeição e por isso atraiu para si os ensinamentos dos seres mais elevados do universo, recebendo deles o que no budismo chamamos de “transmissão”, isto é, sabedoria sagrada direto da fonte — como Moisés, o Patriarca Judeu, recebeu do Senhor. Ela teria seguido o caminho que levou Kuan Yin ao título de Deusa da Compaixão e do Perdão se não fossem os pequenos erros que cometeu, mas grandes demais para a eternidade superior: o primeiro erro foi usar dos seus poderes paranormais em benefício próprio, por exemplo, quando ela encontrava um homem muito sábio, fiel e dedicado às práticas taoistas, chantageava ele para que ele passasse a pertencer a sua “linhagem”. Outro pequeno erro foi “revelar mistérios sagrados para as pessoas erradas”, isto é, iniciantes ou simplesmente pessoas curiosas como aquelas que frequentam um mês as lições de Yoga na India e voltam ao Brasil dizendo-se professores. De posse do conhecimento dos mistérios sagrados, como mantas, simbolos, práticas e meditações, e medicina da longevidade, ela barganhava para adquirir favores pessoais e até para demonstrar seus poderes paranormais. Quando Shang desencarnou e, no período em que aguardava a sua re-inserção no mundo espiritual, apareceu a muita gente, especialmente homens, fazendo promessas e tentando conquistar seguidores, na inocência de que o universo havia tirado os olhos dela. Aquele comportamento depôs contra ela mesma. Ao se confrontar consigo mesma, espiritualmente, antes da ascenção, percebeu os pequenos erros que cometera, passando conhecimento sagrado para as mãos de pessoas despreparadas e pouco comprometidas com os mistérios sagrados. Equiparemos isso a um Mestre Reiki que não tem escrúpulo nem respeito pelos mistérios sagrados do Reiki e promete iniciações à distância para pegar dinheiro das pessoas, já que iniciações não podem ser feitas à distância. Ao se confrontar, ela ficou sabendo que tinha perdido a imortalidade da alma, conquistada com tanto sacrifício em inúmeras reencarnações sofridas na Terra, assim como o direito de reencarnar. Dessa forma ela vive como um ser comum no mundo espiritual, cuja função é a mesma que arrumadeira na corte na Rainha Mãe do Oeste. É tão forte a autopunição que ela sequer é lembrada nos templos e as imagens dela não são fáceis de serem encontradas ou talvez tenha sido queimadas pelos comunistas. Contra ela testemunharam inúmeros transcendentes, inclusive Feng Pu, que viveu até o ano 826 Antes de Cristo. Segundo os escritos deixador por Pu, Shang havia prometido a ele que “se você me seguir, você aumentará a sua longevidade”. Pu não se tornou um seguidor dela mas sim um delator. Naqueles tempos, a proximidade entre o céu e a terra, em termos espiritualistas, era muito grande e os taoístas registravam todos os acontecimentos em livros. Shang havia aprendido os segredos sagrados da imortalidade da alma antes de desencarnar, pela última vez, para poder utilizá-los a seu favor no momento certo, mas a fraqueza de sua alma não conseguiu superar as tentações do mundo e passou muito conhecimento para aqueles que prometiam lhe seguir, sem checar as intenções deles, fazendo, com isso, que conhecimentos sagrados fossem vulgarizados por pessoas despreparadas e descompromissadas com a luz. A função de arrumadeira é tida como um gesto de compaixão da Rainha Mãe do Oeste por aquela que foi completamente banida das esferas elevadas do conhecimento. 

A simbologia dos pássaros e a Rainha Mãe do Oeste

dou-mu.jpgblue-bird.jpgNuma linda tarde de primavera, em Brasília, fui chamado a atenção por Isis e Quasar, meus dois gatos. Eles me olharam e correram para a janela da sala. Ao chegar até a janela, havia sete pássaros azuis voando em ciclo, bem próximo à janela. Nós três ficamos parados olhando aquele belo espetáculo, cuja mensagem só fui entender dias depois: algo muito forte e transformativo iria acontecer em minha vida. Os pássaros assinalavam que era forte, mas que deveria ser mais forte ainda para superar os acontecimentos. Outra vez estava tendo meu tarô sendo traçado por uma taróloga paulista e um pássaro se jogou pela janela quase quebrando o vidro. A mensagem era simples: saia correndo dai, não escute mais nada. E eu sai. Muitas e muitas vezes os pássaros interferiram em momentos da minha vida sem que eu soubesse ser a mando da Rainha Mãe do Oeste. Eles devem fazer isso com muita gente, que sequer presta atenção. Meus gatos foram educados a conviver com pássaros que apareciam na janela, inclusive beija-flores que vinham tomar água com mel, e a pensar que eram seres iguais a eles. Não se deve prender pássaros, de espécie alguma, porque eles fazem parte da transcedência. A Rainha Mãe do Oeste também manda avisos através de animais, terrestres e marítimos, como recentemente aconteceu em San Francisco, estado norte-americano da California: um antigo ponto turístico da cidade era marcado pela presença de centenas de leões-marinhos há décadas. Dia 29 de dezembro de 2009, os animais sumiram e não voltaram ainda. Isso nunca havia acontecido antes. O que será? Para os budistas, se você quer comprar Karma positivo e salvar almas, solte todos os pássaros presos em gaiolas.

Textos antigos, escritos por taoistas em séculos antes de Cristo, descrevem essa relação dos pássaros como mensageiros da Rainha Mãe do Oeste. Em imagens de Kuan Yin pintadas em cavernas na Ásia há sempre três pássaros azuis perto dela. Em imagens portugueses de Nossa Senhora de Fátima aparecem três pássaros.  Todas as histórias de aparição e interferência na Terra por parte da Rainha Mãe do Oeste, também conhecida por Dou Mu ou Mynah, “aquela que é anterior a formação da terra”, há sempre o registro de três pássaros azuis. Eles simbolizam a comunicação além das barreiras do tempo, do espaço e do entendimento humano, como xamãs que transcendem e fazem viagens astrais. A pesquisadora Suzanne Kalil diz que eles seriam a ligação “entre humanos e os mundos divinos, entre a vida e a morte, entre a nobreza e o resto da humanidade, entre amantes separados” sem a vontade própria, entre devotos e santos. O monge taoísta Chuan Tang Shih, escreveu, no ano 3246 Antes de Cristo:

“Vermos um ao outro é difícil; partir também é difícil. O vento do Leste não tem força; mesmo cem flores secam. Casulos de seda da privamera estão prestes a morrer, assim como a vela de cera desmancha-se como cinzas e as nuvens formam templos que o vento também leva. Canto poemas à noite em resposta a meus sentimentos, mas a Lua se mostra distante e fria pela janela. Não há muitos caminhos daqui para o Monte Peng-lai… Oh, pássaros azuis, por favor, olhem ela por mim”.

Meu pai biológico reencarnou

scan00051.jpgPor josé joacir dos santos

Bonito, jovial, saudável e alegre, meu pai biológico veio, em espírito, até o quarto onde eu estava deitado, acompanhado de outro espírito, uma mulher. Ela conduzia o nosso encontro do mesmo modo que faz um terapeuta. Ela me perguntou se eu sentia que um dos aspectos mais falhos na minha infância teria sido a falta de abraço do pai. Respondi positivamente. Então, meu pai, carinhosamente, se deitou sobre mim e me abraçou profundamente. Também o abracei e ali choramos juntos. A terapeuta disse que ficassemos o tempo que fosse necessário, apesar do tempo espiritual ser muito mais veloz. Ele sentou-se ao meu lado e, de mãos dadas, me convidou para ir com ele até o lugar onde ele deveria reencarnar – eram 4 da manhã do dia 28 de dezembro de 2009. A terapeuta mandou que segurássemos firmemente nas mãos um do outro e voamos pelo espaço, acompanhados e envolto em uma espécie de transporte eletromagnético – não é em um vôo. A gente é transportado. Esses vôos as vezes parecem longos e começa a dar uma sensação de que não terminará, mas, finalmente, pousamos em uma pequena cidade de Minas Gerais, cujo nome tem quatro letras. Caminhamos até a casa onde ele deveria reencarnar. Ele parecia jovem e feliz, contando piadas no estilo que era antes de falecer. Eu estava em estado de êxtase, sem acreditar muito que aquilo estava ocorrendo, mas feliz. Ele andava na frete do grupo, ansioso. Naquele momento, eu tinha muitas perguntas a fazer sobre o processo de reencarnação, porque não se encaixava nos processos convencionais, de acordo com a literatura existente, mas não dava mais tempo. Ele tinha que reencarnar naquele instante. Não sei se voi ele quem escolheu ou se foi forçado a isso, mas o certo é que ele queria concretizar logo e a futura mãe já estava em trabalhos de parto.Ainda era noite naquela cidade mineira – nesta vida ele nunca foi a Minas Gerais. Chegamos na pequena casa de poucos cômodos, mobília simples, tudo muito limpo. Apesar de ser noite e tudo estar escuro, não tínhamos problemas de ver tudo com clareza. Minha curiosidade ascendeu e comecei a olhar os poucos quadros na parede para ver alguma coisa da família mas fui chamado à atenção. Não havia mais tempo e eu só estava ali porque meu pai havia solicitado, do mesmo jeito que ele fez quando faleceu: foi ao meu encontro na Indonésia, três horas depois de falecido, para me acordar e dizer que havia falecido. Meu pai foi levado para o quarto do casal, não houve tempo para abraços e despedidas nem havia motivo para isso. Eu estava muito feliz com aquele momento privilegiado. Não tive acesso e nem sei como isso se processou. Fui levado para fora da casa onde haviam muitos espíritos, todos vestindo branco, ninguém que eu me lembrasse conhecer. Ninguém dirigiu uma só palavra para mim, era como se eu não estivesse ali. Todos estavam em pé, em silêncio, como se estivessem em oração, virados na direção do quarto do casal. De repente ouvi um barulho dentro da casa, e o choro do bebê fez todos os espíritos aplaudirem. Nunca tinha visto ninguém aplaudir um nascimento nem sei porque meu pai teve esse merecimento ou se é assim a cada reencarnação. Fiquei muito emocionado naquele momento. Ninguém teve a permissão de entrar na casa. Fui para o lado da frente da casa, querendo achar o nome da rua, algo assim. A família tinha acordado e pude ver o filho mais velho, de cerca de doze para treze anos, abrindo a porta da frente. O dia estava amanhecendo. O espírito que me conduzia disse, baixinho: seu pai vai ser o quinto filho dessa familia e já está na hora da gente voltar para o seu corpo. Sem que desse tempo de pensar, começamos a voar de volta para minha casa. Dei um última olhada na cidadezinha mineira, que nunca estive nela nesta vida.No caminho de volta, perguntei ao espirito que me conduzia: O senhor é meu mentor? Ele disse: não, sou apenas um condutor de viagens astrais deste tipo. Ele era alto, não tinha roupas nem genitálias e sua cor era meio translúcida – ou eram as “roupas” que eu não conseguia distinguir. Não estávamos em um transporte convencional, como aconteceu várias vezes, mas éramos cercados eletromagneticamente e protegidos. Talvez eu não tivesse a permissão de ver os detalhes desse meio de transporte – mas não posso narrar tudo. Tivemos que baixar em uma região de planície onde haviam outros espíritos e este lugar seria algo como um lugar de transferência. Ali fui entregue a outro condutor. Perguntei o por quê da troca e ele me disse: estou habilitado a para navegar em regiões muito frias da terra nesta época de inverno no norte da terra. Ele bateu levemente nas minhas mãos e senti meu corpo astral adormecer. Ao ser devolvido ao meu corpo físico, o condutor ainda disse: levante e vá ao banheiro para você se firmar no corpo.Esta viagem astral foi um prêmio, um presente que nunca imaginei receber. Todos os meus conhecimentos sobre reencarnação foram resumidos e ao mesmo tempo ampliados. Já tinha a certeza mas nunca imaginei presenciar uma e de uma pessoa tão próxima. Meu pai biológico não era uma pessoa fisicamente próxima, mas depois que faleceu teve outro comportamento e se fez presente muitas vezes na minha vida e até teve o merecimento de mandar recados por médiuns – assim como o meu avô paterno, do lado da minha mãe biológica. Um fato me chamou à atenção: ele escolheu nascer sendo o quinto filho da família, exatamente do jeito que eu nasci, o quinto. É muito cedo para saber se haverá algum desenvolvimento no futuro ou se isso encerra o nosso karma. O futuro dirá.

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