O mundo não vai acabar. Prepare-se
29/01/2010 at 19:35 (Curiosidades)
Há muito tempo que as previsões sobre o fim do mundo são anunciadas. Várias civilizações passaram por momentos críticos e acreditaram nisso. É verdade que o Planeta Terra está passando por uma reestruturação interna, seguindo o ritmo do Universo. Terremotos, chuvas, inundações, relâmpagos e trovoadas sem chuvas, neve em excesso, deslizamentos de terra, rios que secam, rios que voltam a fluir, tudo isso faz parte dessa reestruturação interna, que nos dias atuais está e ainda ficará mais intensa. Até pouco tempo, cientistas acreditavam que o mar e a terra eram capazes de absorver a poluição, digeri-la, assim como pensavam que nós, humanos, não seríamos afetados. A essa altura, ninguém ouve mais falar daqueles cientistas norte-americanos, apoiados por Bush, que desmentiam o efeito estufa e as mudanças climáticas.
Todas essas mudanças estruturais da terra estão afetando o nosso corpo e as pessoas mais antenadas já sentem disso. Outras, desavisadas, aumentarão as filas hospitalares em vão porque o remédio, há algum tempo, já está vinculado ao que a terra produz diretamente das suas entranhas, daquilo que a mente for capaz de reciclar, reinventar e conectar com o o Universo inteiro. Sim, aqui e ali muitos seres humanos perecerão mas isso não é motivo para pânico. Todo esse ciclo de reestruturação é natural e requer, apenas, precauções e prevenções, inclusive com a alimentação porque a produção de alimento em massa vai sofrer bastante com virus e contaminação. Em termos físicos, doenças e dores que remédios convencionais não servem vão assustar os médicos e fazê-los impotentes. Nos Estados Unidos já é grande o índice de hospitalização de pessoas causada por remédios que não servem para sintomas que antes serviam.
O que fazer? Um dos recursos naturais mais importantes é a água. Mesmo assim, é preciso ter em mente que a água se acomoda de acordo com a mudança física da crosta terrestre. Além disso, a água da Terra sofre forte influência da Lua. Neste momento em que escrevo este texto, a Lua se aproxima muito da Terra e Marte está a caminho. Então, aquele apartamento ou aquela casa linda na beira da praia não é mais um idéia fascinante, assim como não é morar em terras baixas e vulneráveis a enchentes e rios. João Pessoa, na Paraíba, está abaixo do nível do mar, por exemplo. São Paulo já está pagando o preço de ter enterrado rios no meio das cidades. Santa Cararina e Paraná sofrerão mudanças drásticas por causa da alteração do fluxo do vento. Então, as pessoas precisam tomar conta de si mesmas. Não sou geólogo e as informações aqui não vem de nenhum laboratório terrestre. Morar no campo e no interior, em pequenas cidades, é o que os norte-americanos mais ricos estão fazendo, inclusive, com energia solar.
Como cuidar de si mesmo? Diminuir ao máximo a dependência física e de manutenção. Torne-se autosuficiente. Por exemplo, não dependa de fogão a gás, mantenha reservatórios com água potável, reative a velha dispensa com comidas não-pereciveis, verifique se a casa tem boa estrutura física, cheque telhados, construa espaços subterrâneos para emergências, verifique as instalações elétricas e os prédios visinhos, etc. Quem tiver uma terrinha, mantenha animais e fruteiras de toda espécie. A probabilidade de sobrevivência de pessoas que moram em aglomerados urbanos populosos é pouca em casos de desastres naturais. O governo norte-americano está sempre avisando à população para se preparar sozinha e não contar com serviços de ajuda em casos de calamidade. Lugares onde já ocorreram terremotos, inundações e outras mudanças da superfície da terra voltarão a ocorrer com maior intensidade. Devemos nos desesperar? Não! Só ser realistas e ver os sinais dos tempos. Está na hora de ativar hortas no quintal, criar galinhas, peixes e procurar a autosuficiência. O tempo das dependências acabou. Como o governo brasileiro demora a responder a situações de desastres, por falta de uma política preventiva, treinamento de pessoal e logistica, o cidadão precisa se conscientizar de que é com ele mesmo que tem que contar. O mundo não vai acabar, mas mudanças já estão em andamento e nos atingirão em todos os níveis: físico, mental, emocial e espiritual. Você tem em casa um sacola com remédios de primeiros socorros? Tem lista de telefones úteis? Sabe o que fazer em caso de calamidade? Sabe a quem recorrer em caso de calamidade? Tem amizade com vizinhos? Cada pessoa da família sabe o que fazer em caso de emergência? Tem como você se mudar para um lugar mais seguro?

