Chineses curam gripe suína com ervas medicinais

gripe-suina.jpg Médicos do hospital Ditan, em Pequim, disseram a jornalistas locais e estrangeiros que usaram a medicina tradicional chinesa para curar 88 dos 117 pacientes afetados pela gripe suína que aceitaram se submeter a esse tipo de tratamento. Segundo Wang Yuguang, responsável pelo hospital, dos 297 casos confirmados da gripe atendidos no local, 88 foram tratados com ervas, em um tratamento que “não provoca efeitos colaterais e é seguro”. Wang disse que o período de recuperação do paciente com o uso da medicina tradicional chinesa é menor, assim como o custo, de 12 iuanes (€ 1,30), em comparação com o preço do remédio Tamiflu, 56 iuanes (€ 5,80)” (notícia publicada no site da UOL em 24/07/2009).

Enquanto isso, autoridades sanitárias dos Estados Unidos estão lutando para vacinar a população mas faltam vacinas. Inúmeras pessoas já morreram no país inteiro. Grande parte da população norte-americana briga na justiça para não vacinar os filhos, com qualquer tipo de vacina, porque estão condicionados pelas lavagens cerebrais nesse sentido patrocinadas pelos laboratórios farmacênticos e pela “indústria da medicina” porque vacinas diminuem hospitalização e uso de medicamentos, que a “indústria” não quer que aconteça. Durante todo o mês de outubro e até meados de novembro de 2009 filas imensas acontecem na frente de clínicas, constituídas especialmente por latinos e asiáticos, querendo vacina, mas o governo decidiu que as poucas doses que existem são reservadas para médicos e profissionais da “indústria da saúde”, idosos e mulheres grávidas, apesar de ter prometido mais suprimentos de vacina. Isso é um reflexo na luta contra a reforma na saúde que os hospitais e a “indústria da saúde” não quer que aconteça porque eles terão prejuízos. Recentemente um basileiro acometido de forte dor-de-cabeça, com sinais de pressão alta, passou sete horas de observação em um hospital, sem tomar um só medicamento, apenas sentado em uma cadeira, e a conta hospitalar foi de SETE MIL DÓLARES, quase oito!!! (isto é, cerca de 12.180,00 reais). Sem saber o que fazer com o paciente, eles ainda fizeram vários exames, incluindo sangue, urina, etc., e a conta veio em separado de quase mil dólares (cerca de 1.740,00 reais). Agora compreenda porque famílias norte-americanas têm que vender casas, carros e outros bens quando alguém da família fica realmente doente nos Estados Unidos e  precisa dos serviços hospitalares. É um assalto! Apesar dos problemas e deficiências, o sistema brasileiro é único no mundo, de acesso popular.

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