Dancei três horas na energia de Nanã
13/04/2007 at 17:58 (Xamanismo)
Cheguei em casa no final da tarde sentindo o meu corpo pesado, sonolento, com sinais de contato espiritual urgente. Deixei. Não demorou e estava arrodeado de índios de várias tribos, que nunca vi nesta vida, nem em fotografias. Houve uma conversa boa, agradável, alegre, mas conscientemente não me recordo porque falávamos uma língua que não conheço. Em certo momento, os índios abrem espaço em campo aberto, próximo a uma mata e ouço uma entidade, que não a vejo, chamada Nanã. Ela conversa sobre mim em outra língua para mim desconhecida mas eu compreendo as últimas frases quando ela diz que está enviando uma pessoa para trabalhar comigo. Da mata sai um homem alto, moreno, tímido, inseguro, ainda olhando para tras como se tivesse deixado algo ou alguém. Ouço os tambores tocarem em um ritmo africano que naquele momento era conhecido mas que nesta vida nunca o ouvi. Começamos todos a dançar. Era um ritmo maravilhoso e eu não queria parar até que fui trazido de volta ao meu corpo. Olhei no relógio e ele marcava três horas a mais, embora a sensação fosse de segundos. Não tinha conhecimento de Nanã até esta data, quando pesquisei, com uma amiga, na internete. Há detalhes aqui que não posso revelar. Mais uma vez estou certo que os arquétipos não tem limite de tempo nem de espaço e estão ligados a cada um de nós mesmo sem o nosso conhecimento e consciência. Salve Nanã e seus enviados! Com o meu respeito, salubá! – San Francisco, 13/04/2007

