Como Utilizar as Tigelas Tibetanas

tigelas-tibetanas.jpg

Usa-se um bastão de madeira para tocar as tigelas. Para acalmar e preparar uma pessoa para meditação põe-se a tigela na palma de uma das mãos e com a outra o bastão.

A respiração é sempre feita com o diafragma. Para o tratamento dos sete chácras, as tigelas são postas ao redor do cliente deitado ou sobre os principais chácras, entre as pernas e ao lado dos ouvidos.

O cliente deve ser coberto com um cobertor leve e de algodão ou seda pura. Pode-se usar maca ou simplesmente uma esteira de palhas de coqueiro no chão.

O importante é que o material não seja sintético. Deve-se usar uma tigela para cada chácra e tocá-las de acordo com o estado emocional e necessidades do cliente, que entra facilmente no estado Alfa – facilitando a penetração da vibração sonora em seus chácras.

As Tingshas são utilizadas no início e término de cerimônias e rituais religiosos. As originais são fabricadas de prata. Está comprovado que o som das Tingshas traz o indivíduo para a sua essência.

Restaura a freqüência vibratória, relaxa e facilita a concentração. Ajuda a recuperar o corpo etéreo. Estudos sobre o corpo etéreo afirmam que ele filtra todas as informações para o ser humano e que é danificado facilmente pelo uso de drogas e medicamentos. Esses instrumentos têm também a capacidade de dissolver energias pesadas que se acumulam pelos ambientes residenciais e ou hospitalares.

Fiz um teste no meu ambiente de trabalho. Aproveitei um momento em que havia muito barulho de pessoas, telefones, máquinas etc. e executei um cd com o som das Tinghas e Tigelas Cantantes. Foi incrível o silêncio do lugar em poucos minutos. Repeti a experiência várias vezes com o mesmo resultado.

Nas pessoas, a aplicação ideal das Tinghas é sobre a cabeça, na altura do chácra da coroa. Bate-se uma Tingsha na outra, segurando ambas pela presilha de couro. Dessa forma também podem ser utilizados os sinos e o Dorge, que representam as energias feminina e masculina, respectivamente. Um instrumento em cada mão.

Estes dois instrumentos requerem treinamento especial dado por experimentado monge budista. É muito importante que seja observado a qualidade o material usado na fabricação dos instrumentos e sua procedência.

Há imitações ruins e ineficientes nas chamadas “feiras do Paraguai”. Diapasão – O Dicionário Aurélio define o Diapasão como o “instrumento gerador de audiofreqüências constituído por uma haste de metal cuja freqüência de vibração pode ser excitada por um impulso, ou por um sistema oscilante acoplado à base”.

Os diapasões são utilizados para emitir as andas harmônicas dos sons primordiais aos sete chácras, dentro de freqüências sonoras previamente estabelecidas nas notas de “A” a “G”. Utilizo os diapasões como instrumento para detectar áreas com freqüência baixa ou desequilíbrio.

Para cada objetivo utilizo um par diferente de diapasões, por exemplo: para conseguir o estado de equilíbrio do cliente e fazê-lo sentir-se bem com ele mesmo aciono os diapasões C-512 e G-384 e coloco próximo aos ouvidos. Bato um no outro e “banho” o cliente com movimentos giratórios por todo os seu corpo, até os pés.

Depois troco os diapasões de mãos e repito o mesmo banho até perceber que os olhos do cliente estão dando sinais do estado de Alfa. Geralmente utilizo os diapasões em conjunto com a aplicação de Reiki. A parceria é a das mais perfeitas e o alinhamento do cliente é conseguido com rapidez.

Os diapasões que utilizo são: A-4267, B-480, C-256 e 512, D-288, E-320, F-3413 e G-384. Os diapasões precisam ser importados dos Estados Unidos. Pratos de bateria – Os pratos de percussão semelhantes aos usados em bandas escolares ou em orquestras são utilizados no Tibete como instrumentos de cerimônias religiosas.

São feitos dos mesmos sete metais das tigelas cantantes e servem para “afastar os espíritos de baixa vibração”. Na musicoterapia os pratos são utilizados juntamente com os exercícios de visualização para os trabalhos de desatamento intencional dos nós que nos ligam aos problemas dos ciclos cármicos.

É importante que o cliente seja orientado sobre o uso dos pratos porque o som é intenso e pode desestabilizar. Também são excelentes no trabalho de limpeza de ambientes e a vibração deles atinge os desequilíbrios do chácra básico.

Os pratos só são usados em conjunto com outros instrumentos e antes de qualquer um por causa da freqüência de ondas sonoras emitidas. O cliente pode sentir tonturas imediatamente após ser submetido ao som intenso dos pratos e por isso é preciso estar atento. Muitos clientes sentem vontade de ir ao banheiro após uma sessão.

Os pratos são excelentes para a Cerimônia do Fogo e da Prosperidade. Os gongos – Os congos são capazes de produzir os sons primordiais e servem para reativar os pontos energéticos do corpo. Pessoas cansadas, esgotadas, com baixa imunidade e que tenham passado por profundo estresse recuperam-se facilmente com sessões de gongos de alta qualidade, feitos para orquestras sofisticadas.

Coloca-se o congo pendurado no teto de forma manipulável. O cliente é colocado próximo ao gongo com os braços para cima. Respira-se profundamente usando o diafragma na medida em que o som aumenta e solta-se o ar pela boca na medida em que o som diminui. O terapeuta inicia os toques no congo até que ele atinja a reprodução de “sinos” ou da tonalidade do OM. Repete-se três vezes no máximo.

O cliente pode sentir tontura após a execução. É recomendável que o cliente sente-se até estar bem e pronto para passar para a execução de outros instrumentos ou para uma sessão de Reiki ou outra terapia.

O terapeuta deve estar bem familiarizado com o uso dos gongos para não “sufocar” o cliente, lembrando sempre que ele também participa da vibração dos instrumentos e os chácras dele também recebem a carga sonora. É um som intenso e a ação é imediata. É recomendável usar apenas três vezes em cada sessão.

Como todos os instrumentos, é preciso estar atento para o material de fabricação que deve ser o de melhor qualidade possível. Evitar que caiam. A queda pode afetar a sonoridade vibracional. O terapeuta deve ser bem treinado porque a sonoridade causa efeitos físicos.

Topo | Página Inicial