Celular e computador podem provocar desequilíbrios profundos

Nestes tempos de aumento abusivo nas tarifas telefônicas, existem ainda outras boas razões para você ficar longe das ligações telefônicas: irradiações e cargas negativas. Isto mesmo, quem acha que viver grudado ao telefone celular ou fixo é sinal de status não sabe o que está fazendo com a qualidade da própria saúde.

São conhecidos os efeitos da irradiação dos celulares: dores-de-cabeça, falta de concentração, perda de memória, sensação de abafamento ou dormência nos ouvidos e diminuição da audição. Uma importante revista norte-americano noticiou há alguns anos o falecimento da esposa de um dos donos da Motorola daquele país de câncer no ouvido direito e fez a seguinte observação: “exatamente o ouvido que ela mais usava para falar ao celular”.

Os telefones fixos são excelentes transmissores de energias negativas acumuladas nas redes telefônicas, também vindas da internet. São estáticas e não-ionizadas. A voz é um veículo poderoso, para o bem e para o mal. A pessoa que irradia energia negativa pela voz não tem consciência disso e não faz por maldade. Os ouvidos, que fazem parte do sistema de equilíbrio no corpo, captam tudo e jogam na cabeça.

A falta de equilíbrio é percebível quando você começa a se irritar com facilidade, ouvir subidos, ter insônia, sentir cansaço, quebrar ou deixar cair objetos. Imagine o que acontece com quem passa o dia usando celulares e depois chega em casa e vai cozinhar, segurar crianças, brincar com animais e cuidar de plantas!

Existem marcas e modelos com altos e baixos índices de irradiação e os órgãos públicos de saúde em Brasília não disponibilizaram, ainda, informação sobre o assunto para os serviços de atendimento ao público. Há pessoas mais sensíveis a esse tipo de irradiação magnética e o sinal vem no inchaço das mãos e ouvidos ou em problemas com a audição.

Se você colocar as mãos nos ouvidos e ouvir um chiado parecido com um canal de televisão fora do ar então você está com alto nível de irradiação, que também pode ser contraída pelos computadores ligados direto na internet. Há quem pense que pelo fato de usar pouco o celular está livre de irradiação, mas isto não é verdade. Ela começa quando você digita, aumenta quando a ligação se completa e fica no aparelho e nas partes do seu corpo onde o celular entrar em contato. Coloque seu celular junto ao controle remoto do carro e veja o que acontece! Para quem precisa utilizar esses aparelhos tão bonitos e sedutores então a saída é digitar o número, esperar até que comece a chamar, colocar ao ouvido e falar pouco. Isso apenas reduz o nível de contaminação. O ideal é só utilizar o celular quando for extremamente necessário. Dar ou não um celular a criança e adolescente? Onde quer que você mantenha o celular junto ao seu corpo vai afetar aquela área e as mais vulneráveis são o coração e o sexo. A energia de remédios e florais é sugada rapidamente por essas forças. Mulheres grávidas deveriam dar férias aos aparelhinhos.

Crianças e adolescentes são extremamente vulneráveis porque os corpos estão em formação, o que faz com que a absorção seja mais de 50%, segundo o New England Journal of Medicine. Portanto, mais uma vez os pais ficam entre a cruz e a espada: dão um celular para os pimpolhos para facilitar a comunicação e o controle mas estão contribuindo para o desequilíbrio da cabeça do filho. Não é nada confortável você estar em um restaurante, numa reunião ou em outro ambiente onde é preciso o silêncio e ouvir um celular tocar. Isso não só atrapalha como também corta as irradiações positivas dos ambientes e tem o efeito de um rádio ligado. Falar ao telefone e dirigir é um perigo porque você tira as mãos do volante e perde temporariamente os reflexos. A irradiação tira a sua capacidade de perceber, de manobrar e de agir. Pessoas viciadas em celular começam a falar alto como se o volume estivesse baixo ou como se estivesse usando um telefone dos anos 60, quando os recursos da telefonia eram escassos. Já é o processo de irradiação ativo acumulado no ouvido e que provoca a degradação da capacidade auditiva.

Quando vão fabricar artefatos pensando no ser humano composto por mente, corpo e espírito? Mão e ouvido inchados Na época da guerra no Timor Leste versus Indonésia, eu estava na Indonésia e participei de um trabalho conjunto de organizações internacionais para acolher timorenses perseguidos e fugitivos de seu país invadido, trabalho esse que faria por qualquer ser humano, independente de nacionalidade, cor, raça etc. Foi um trabalho duro, diuturno. O único meio disponível era telefone celular com conexões internacionais. Dentro de quatro dias a minha mão esquerda estava inchada e a sensação era de que tinha batido ela fortemente contra uma superfície dura. Meu ouvido também inchou bastante e tive crises de falta de apetite, dificuldades para digerir, irritação e gagueira. O toque do telefone provocava sustos. Acreditava que estava sob estresse profundo devido à situação política. Lidava com pessoas que haviam perdido parentes e apareciam na minha vida no meio da noite de pés descalços, em estado de choque, feridas, desorientadas, sem fala. Claro que estava estressado mas estresse não provoca inchaço daquela forma. Passei a mão esquerda sobre uma planta dentro de casa e a planta morreu no dia seguinte. A única maneira que aliviava esses desconfortos era mergulhar na piscina de um amigo e ficar debaixo da água o máximo que podia — não sei por que funcionava. Serviços de saúde desconhecem o assunto

Quando intensifiquei o meu trabalho como terapeuta não tive outra opção a não ser deixar o celular de lado e só utilizá-lo em casos extremos. Há interferência no nível de vibração dos sete centros energéticos do corpo e o único antídoto eficiente que achei foi o Reiki. Antes de qualquer atendimento ou de me trabalhar uso uma mão para fazer Reiki na outra e vice-versa. Depois vou para os ouvidos. Daí é que parto para as posições do resto do corpo e em seguida para o atendimento, mesmo que não vá utilizar o Reiki no cliente. Se eu não remover a irradiação sinto uma barreira formada na minha percepção extra-sensorial, a qual provoca a sensação de cansaço mental e formigamento. Vários clientes reportaram as mesmas sensações. É urgente que cada um de nós pressione os fornecedores sobre o nível de irradiação do celular. Liguei para o serviço de atendimento ao público do Ministério da Saúde (0800-611997), em Brasília, e a operadora não encontrou informações sobre este assunto em seu banco de dados. Depois de insistência, funcionária do setor de Comunicação Social da Agência Nacional de Vigilância Sanitária disse que não era com eles.

Nos Estados Unidos essas listas correm soltas pela internet. As operadoras no Brasil, muito preocupadas com seus lucros, não falam desse problema nos modelos vendidos no país e não consegui essa informação do fornecedor do modelo que uso, o qual deixa minha mão vermelha e o ouvido dolorido. Isso tudo me faz lembrar Marshall McLuhan, mestre da comunicação social e pioneiro no conceito de aldeia global, que nos anos 70 fazia previsões sobre os efeitos da globalização e da modernização das sociedades e era chamado de louco. Hoje vemos que a tecnologia tem nos colocado em patamares avançados, interessantes, indispensáveis, mas não conseguiu criar artefatos que combinem o lucro financeiro e a segurança para a saúde humana. Ele aconselhava desligar a televisão ou mudar de canal quando o assunto fosse de baixo nível educacional, tão presente nos nossos canais de televisão atuais. Acredito que atitude semelhante poderia servir para aparelhos celulares que trazem altos níveis de irradiação. Sem ter a quem recorrer, recomendo o uso de Babosa, floral do sistema de Saint Germain, indicado para todo e qualquer tipo de radioatividade. jjoacir@yahoo.com

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