Arnica Silvestre combate primeiros sinais de L.E.R/D.O.R.T

A solução estoque de Arnica Silvestre, do Floral de Saint Germain, não me surpreende: ela é o que se propõe, combate não só os “ferimentos morais” como contusões. Recomendei a clientes com os primeiros sinais das contusões do trabalho repetitivo mais conhecidas por L.E.R/D.O.R. T. Também tive casos de clientes que abriram o pulso por tentar pegar peso acima da capacidade física e outros com contração dos músculos cervicais mais conhecida como torcicolo. Todos os clientes utilizaram três gotas três vezes ao dia debaixo da língua e duas cotas diretamente nas áreas afetadas. A maioria relata sonhos de perseguição e medo, bem como melhora no sono de um modo geral. Alguns não utilizaram mais nada além do floral durante o período. Para os casos mais graves de L.E.R/D.O.R.T, além da psicoterapia os clientes utizaram ervas junto com o floral de Arnica Silvestre (Solidago microglossa) como complemento, nas mesmas dosagens acima. José Joacir dos Santos é Terapeuta Floral, Psicossomatista, Fitoterapeuta

Sonho com Aveia Selvagem

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Estava na cidade natal com duas namoradas de uma só vez, deitados em um lugar onde o chão era forrado de milho, bem amarelo. Levantei para fazer xixi e o dia estava tão bonito que decidi correr um pouco. Nessa corrida comecei a voar. Era tão interessante a vista lá de cima que decidi continuar a voar. Cruzei oceanos e montanhas.

A força de voar começou a falhar e eu tive que “aterrissar”. A região era muita montanhosa e eu baixei na parte mais baixa. Tentei subir as montanhas e era muito difícil. De repente vi uma casa e decidi pedir ajuda. Logo que entrei percebi que o ambiente era ruim. Só moravam homens na casa. Contei minha história e eles disseram que eu teria que ajudar a eles para poder ser ajudado. A ajuda consistia em consertar uma antena de rádio, que eu não tinha a menor idéia de como fazer. Levado para o lugar do conserto, já existia outro rapaz, meu conhecido (mas que na vida real não o conheço), tentando consertar a antena. A história dele era igual `a minha: havia caído naquele lugar. Disse-me que aquelas pessoas eram perigosas e ele temia ser morto a qualquer momento.

Combinamos de fugir juntos. Consertamos a antena e pelo rádio descobrimos que estávamos na Nigéria. Um dos homens me chama para um quarto e lá descubro que ele quer fazer sexo comigo. O chão do quarto é sujo de sangue e tenho a impressão de que se eu disser não ele me mata. Digo sim e quando ele tira a roupa percebo que é leproso.

Peço licença para ir ao banheiro antes de fazer sexo e corro para o lugar onde está meu conhecido. Digo a ele que o momento de fugir é agora. Saímos os dois correndo em busca do lugar mais alto na montanha na frente da casa. Quando chegamos lá, há um grupo de índios. Um dos índios diz que estava a minha espera para ajudar a voar novamente.

Eu e o amigo somos colocanos na posição para voar. O índio diz que eu não devo temer. Olho para abaixo e o abismo é enorme. Ouço barulho e sei que o pessoal da casa está vindo me pegar. O índio mostra o horizonte montanhoso e diz até onde eu devo voar porque de lá “você estará no caminho de volta”. Jogo-me no abismo e de repente estou voando.

Ouço a voz do índio dando-me coordenadas e dizendo para consertar a posição das mãos para voar. Sigo as instruções e tudo funciona. Agora estou no controle voando plenamente na direção indicada no horizonte, belissimo. Percebo que meu amigo vem atrás também voando. Quando me aproximo do ponto de descer, há uma barreira “eletrônica”.

Vejo outros índios do lado de dentro da barreira. A visão fica turva e eu acordo. Estou na minha cama na posição em que estava voando. Quero voltar ao sonho para tentar descobrir porque a visão ficou turva, mas não consigo. A sensação é que eu não poderia ver o que estava do lado de dentro da barreira eletrônica. O que será que tenho que trabalhar em mim mesmo? Ja tomei este floral outras vezes. José Joacir dos Santos, San Francisco, 07/11/2006

Como os florais mudaram a qualidade da minha vida

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Já na escola primária a gente aprende que a célula tem um núcleo. Para ter um núcleo é preciso que algo ao redor! Dessa forma, o nosso corpo é constituído de uma enorme quantidade de células, unidas em função de uma programação. Existe um perfeito sistema de comunicação, capaz de funcionar na velocidade da luz e de traduzir todo tipo de linguagem – temperatura, odor, sabor, som, toque, tipo e qualidade de matéria etc.

Os centros de energia são os chácras, interligados com todos os sistemas do corpo através dos meridianos. Essa comunicação é feita pelo perfeito sistema telefônico celular vibracional. A vibração se materializa em cor e som. Para compreender isso, visualize uma escola-de-samba, no Sambódromo do Rio de Janeiro, com mais de quatro mil participantes, apresentando o seu show em sintonia com o que o condutor diz ou canta. É um espetáculo harmônico de cor, ritmo e som. Coloque agora um ser humano e uma escola-de-samba lado a lado e você verá que são iguais. Ambos necessitam dos mesmos pré-requisitos. Se um membro da bateria se distrair e errar o ritmo o samba atravessa. Se a mente se distrair e ignorar a proteção do corpo, o indivíduo perde o equilíbrio e se machuca. Cada flor tem seu campo vibracional e isso pode ser medido laboratório.

Cada célula também vibra para se comunicar. Cada órgão do corpo tem sua vibração própria, seu ritmo, sua cor, seu som. Ao se colocar uma gota de água na boca, todo o sistema corporal é informado imediatamente. Tudo o que se come ou se bebe passa por esse sistema de comunicação e o corpo inteiro vibra na sintonia do que se comeu ou se bebeu. Por que será que quando você pisa em uma brasa o corpo inteiro reage?

Por que será que quando você come um pedaço de bolo mofado passa a se sentir mal imediatamente e o impulso é de cuspir? As células simplesmente analisam o conteúdo e dizem que ele é venenoso e prejudicial ao corpo. A gente pode forçar a barra do corpo mas nada fica sem registro. Com uma gota de floral acontece a mesma reação mas a informação que é passada para todo o sistema é diferente: positiva e ampliada.

Como não existe diferença entre a essência humana e a essência das flores, o corpo analisa a gota de floral e imediatamente direciona aquela força energética para a parte do corpo onde a freqüência é baixa e pode ser preenchida com a vinda das flores. Qual é a diferença entre uma mulher grávida e uma mangueira carregada de mangas? Somos todos iguais: humanos, plantas, animais, pedras… Tudo é cor e som. A energia dos órgãos do corpo varia a cada segundo e é vulnerável a tudo o que ocorre dentro e fora dele. O processo é conduzido pelo pensamento, que é transmitido pelas células. Antigamente pensava-se que o cérebro era para ser deixado sozinho, para pensar o que desejasse. Hoje sabemos que não, o cérebro precisa de comandos mentais originados no espírito.

É preciso controlar os pensamentos e conduzi-los para um fluxo positivo de vida. A ciência já admite que esse fluxo positivo é responsável pela imunidade, a imunidade pela alegria, a alegria pela prosperidade e assim há uma cadeia enorme que separa o equilíbrio do desequilíbrio. Já houve o tempo em que os carros eram os culpados pelos acidentes no trânsito. Hoje sabemos que quem conduz o carro positiva ou negativamente é o motorista. O tempo é sempre o responsável pelo nosso processo evolutivo. Houve um tempo em que varria as farmácias de Nova York procurando vitaminas poderosas, aspirinas milagrosas, isso e aquilo. Lia as bulas, ficava impressionado com a atuação descrita e me automedicava, acreditando, por exemplo, que se tomasse vitamina “C” todo dia eu não griparia. Isso me deu uma poderosa gastrite porque o excesso de vitamina danificou a minha flora intestinal.

Depois chegaram as multivitaminas e agora a minha leitura se prendia a quem tinha mais componentes, quem pesava mais, quem poderia ser mais milagrosa e talvez com isso garantir a vida corporal eterna. As vitaminas têm seu valor, mas de acordo com a necessidade física e basicamente o corpo só precisa da quantidade que pode retirar das grutas, legumes, vegetais. Eu não tinha lá essas necessidades afloradas e a espiritualidade começou a me lembrar do meu contrato de projeto de vida aqui na terrinha e passei a sonhar com flores saindo das minhas mãos. Esse sonho se repetiu com freqüência até o dia em que fui iniciado em Reiki-I. Poucos dias depois dessa iniciação, abri um jornal e dei de cara com um anúncio de curso de florais. Não tive dúvidas, liguei e fiz o curso. Depois do curso, experimentei todos os florais do sistema Bach para sentir a vibração de cada um. Tempo depois, experimentaria outros sistemas nacionais e estrageiro, testando cada um. Parei com nas vitaminas e automedicação e nunca mais voltei a esse estágio.

Aos poucos as cores do mundo foram mudando e com elas a relação comigo mesmo. Os florais ativaram a minha memória celulare, corrigiram deficiências vibracionais, energéticas e pude assim trabalhar com leveza minhas emoções. Os chácras entraram no eixo e a harmonia voltou para os meus sistemas vitais. Um belo dia decidi tomar uma multivitamina e tive sensações horríveis de mal-estar. Senti o cheio e o saber daquele belo trabalho sintético, feito em laboratório, mas que meu corpo rejeitou como um ser indesejável. A temperatura elevou-se. O cheiro dos meus pés foi alterado. O estômago sentiu-se incomodado. Joguei, então, no lixo, tudo aquilo que assim me parecia e adotei os florais como coadjuvantes nos meus processos mentais de busca do equilíbrio. Essa parceria tem dado muito certa e ela inclui Reiki e o sistema floral de Saint Germain.

É maravilhoso sentir o fluxo energético das flores e do Reiki pelo corpo inteiro. A minha sensibilidade evoluiu em todos os sentidos e, nos meus 47 anos, tenho a saúde plena. Em meu consultório, é extremamente agradável ver um cliente equilibrar seus processos emocionais com a ajuda dos florais. Sei perfeitamente que cada cliente é um sistema energético único como assim também o é cada flor. Por isso trabalho com vários sistemas florais e procuro atuar com precisão para que cada sorriso equilibrado fortaleça o sistema vibracional do universo que nos acolhe.

José Joacir dos Santos é Psicoterapeuta e Jornalista - jjoacir@yahoo.com

A essência foral depende da vibração do seu criador

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A minha experiência com florais, nos últimos seis anos, tem sido intensa, gratificante, surpreendente e satisfatória. Acompanhei de perto o desenvolvimento emocional de muitas pessoas, seus familiares e animais de estimação. A energia irradiada pelos florais atinge toda a família e quem estiver vivendo na mesma moradia, inclusive os animais.

Por exemplo, a minha gata Isis, da raça Sagrado da Birmânia, era arisca e vivia se escondendo debaixo dos móveis. Com o uso dos florais de Saint German, que ela detestava porque eu tinha que neutralizá-la para poder colocar as gotinhas na boca, a “personalidade” dela desenvolveu-se e se tornou doce, calma, amável e companheira. Já o meu cachorro, da raça Golden Retriever, os florais Healing Herbs eram mais eficientes e ele adorava tomar florais. A nível pessoal, experimentei todos os florais do Sistema de Bach (e Healing Herbs), Saint Germain, Himalaia, Floral de Minas e do floral da Amazônia. Um sistema de cada vez e todos esses têm suas força maravilhosa.

Tive também experiências com outros sistemas mas não tão intensas e significantes quanto foram as com os quatro sistemas acima. Com os florais da Amazônia, de Minas e de Saint Germain não dá para citar casos gratificantes e surpreendentes porque foram inúmeros. A nível pessoal, esses três sistemas trabalharam profundamente os meus sete corpos, especialmente os sutis.

O de Minas me atingia mais pelo corpo físico, a energia Chi que acompanha o sangue, como diz a Medicina Chinesa. É impressionante o resultado obtido com o uso dos Florais de Minas s simultaneamente com acupuntura e massagens. Já o da Amazônia teve mais impacto depois que eu já tinha trabalhado as emoções mais ligadas ao mundo físico. Ele abre portas, janelas, portais.

Eu diria que são graus acima do sistema Bach, energeticamente. Se pudéssemos construir uma escada, colocaria o da Amazônia acima do de Bach, a nível energético e sutil. Cada pessoa tem uma experiência. O sistema de Saint Germain vai além do compreensível. É extremamente sutil. Vai nas memórias de todos os corpos. Não encontrei ainda uma pessoa que não se beneficiasse com o uso de florais.

Há os que têm dificuldade de perceber e/ou têm o conceito equivocado de florais – confundem com o que esperam de remédios. Floral não é remédio nem substitui remédios, mas funciona muito bem como co-adjuvante de remédios, não diria que potencializando-os mas tornando o ambiente físico, mental e emocional da pessoa mais propenso para que o remédio funcione. Mas, isso é para quem necessita de remédios e muito pouca gente necessita de remédios farmacêuticos. No início, quando aparecia um cliente que em nada agredita ou diz não acreditar, eu começava com o sistema Bach. Hoje, não faço mais isso. Vou direto no Saint Germain. Espero ele questionar tudo, inclusive se vale a pena está tomando floral, e se for o caso uso o de Minas e o da Amazônia. Deixo que o sistema atue no corpo denso, nas feridas e traga os sonhos mais traumáticos.Espero os resultados e depois sugiro aqueles que as doenças não são visíveis ou não tratáveis pelos médicos, não tenho dúvida: Saint Germain e Amazônia, um de cada vez.

Pessoas que trabalham com incorporações, médiuns, reikianos e ou que atuem com qualquer sistema energético de imposição de mãos, assim como médicos ou terapeuta corporais, onde há contato físico com cliente (enfermeiro, massagista) ou com a mente como psicoterapeutas, psicossomatistas, psicólogos, psiquiatras, viciados em maconha e outras drogas, o caminho rápido é o floral de Saint Germain. É importante não misturar os sistemas e esperar, pacientemente, que a energia do floral entre em harmonia com a energia do cliente. É preciso esperar que cada um cumpra a sua tarefa para, depois de uma avaliação, verificar o que pode ser alcançado com outro sistema, ou não. Também é importante que o terapeuta floral tenha outras habilidades, outros conhecimentos e invista nos estudos e treinamentos especializados. Claro, o grande laboratório, antes de qualquer cliente, é si em mesmo. Para um sistema de florais funcionar tem que haver todo um compromentimento desde a região que as flores são colhidas e processadas até as pessoas que o canalizam. Já falei disso em outros textos e nunca é demais comentar que experimentei florais canalizados por criadores que fumam, por exemplo, e não funcionam comigo. Pode ser que funcionem com pessoas nessa mesma vibração. Não quero citar nomes nem marcas mas já tomei florais de alguns sistemas que não funcionam, especialmente os misturados (essência das flores e outros ingredientes, isto é, reinos vibracionalmente diferentes). Se o criador do sistema tem hábitos, vícios extravagantes, é do tipo brigão por qualquer coisa ou tem um ego mal lapidado, não funciona. É fácil encontrar a resposta para essas questões na história da alquimia. Na gastronomia também é assim: o sabor depende da energia de quem faz a comida. Eu tive que sair de uma organização de florais por causa da energia de uma colega, daquele tipo que inferniza a vida de um contra outro para ver o circo pegar fogo e ela parecer a boazinha…

Nenhuma profissão está vacinada contra esse tipo de pessoa. Tudo é energia e, sendo assim, tudo depende da qualidade e da vibração da energia. Cada um de nós carrega em si mesmo diferentes níveis energéticos: herdados, assimilados, forçados, adquiridos com o tempo e a natureza do comportamento mental. Larguei um sistema de floral por causa do comportamento da canalizadora. Ela queria impor conhecimentos e pensamentos sobre mim. Um belo dia, dois dos florais do sistema dela, fechados, originais, apareceram com formas físicas semelhantes a mosquitos. Como, se o vidro era lacrado? Perguntei ao Oráculo e a resposta foi surpreendente: a pessoa está na vibração oposta à luz… Investiguei e constatei que a canalizadora estava envolvida naquele momento em brigas pelo poder, dentro da “indústria” de florais.

Não hesitei e imediatamente doei todos os florais delas ao jardim mais próximo.Todos somos vulneráveis e a qualquer descuido podemos mudar de polaridade. Por isso que há o velho conselho: olhai e vigiai! Já tive vidros de florais explodindo nas minhas mãos, caindo quando levava à boca, sumindo na prateleira… Também já tive clientes que deixaram cair o vidro no ato da compra, que explodiram na bolsa, que perderam etc. Há interferência de todo tipo porque lidamos com energia do universo inteiro e energia não tem distinção: é o que é. Portanto, quem deseja trabalhar nessa seara precisa primeiro trabalhar a própria seara mental, emocional, física e espiritual.

Há sempre muita bagagem emocional a libertar em cada um de nós. Há quem diga que quanto mais há luz mas a sombra se projeta. Isto significa que, quanto mais você se acha iluminado, mas tem o que iluminar porque quem já se iluminou não tem mais o que “achar”. Sombra é a necessidade do confronto, do apego, da projeção do ego. As flores, por si, não compreendem essa linguagem. Como ficaria o leitor usuário de floral nessa história toda? Feliz, porque tem a minha palavra que o caminho dos florais é o da própria luz, da conexão do nosso ser com própria essência, com aquilo que há de mais sagrado e divino dentro de nós. (a imagem que ilustra este artigo é de Populus Balsamifera, do sistema floral Alaskan).

José Joacir dos Santos é terapeuta floral, pós-graduado em Fitoterapia e mestre em Medicina Oriental. E-mail: jjoacir@yahoo.com

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