Anis mexe com o medo de viver

anis1.jpganis4.jpgÉ possível encontrar pessoas com mais de sessenta anos com “medo de se entregar aos ditames da vida”, a “imaturidade” emocional que pode ser herdada geneticamente, atrelada a pais despreparados, sem educação escolar, cheios de vícios ou ainda a obssessores. Naturalmente que uma pessoa nessa faixa etária, e com essa característica, tem menor probabilidade de realizar o que veio para fazer nesta vida e  terá já acumulado muitos fracassos por não ter tido coragem de enfrenar a vida de frente — há desequilíbrios emocionais que passam de pais para filhos. Geralmente essa pessoa deposita a realização da vida dela, escrita só prá ela, em outras pessoas, quer seja marido, filho e até netos — os outros têm sempre que fazer as coisas pra ela. A escalada é assim: quando o casamento não dá certo, se é que a pessoa casa, então os filhos, se houverem, recebem o peso de ter que fazer e realizar tudo o que deveria ser feito e realizado pelo pai ou mãe. Se o filho não consegue, foge de casa ou faz qualquer outra besteira na vida, então entre os netos são escolhidos quem vai carregar a cruz do avó ou da avó. Isso é horrivel, e você ver muito na política e em todas as profissões, por exemplo, o filho que tem que ser médico porque o pai queria e não teve como realizar; a filha que tem que ser bailarinha porque a mãe nunca pôde ser. Gerações inteiras da mesma família passam uma vida de sofrimento, todos grudados nos problemas emocionais não-enfrentados de uma só pessoa da família, muitas vezes aquela pessoa que é a referência patriarcal ou matriarcal da família é a responsável pelo sucesso ou fracasso de inúmeras vidas que vêm através dela. O que se vê em famílias que vêm do medo de viver  é todo tipo de desastre: pobreza, droga, prostituição, traição, roubo, pessoas problemáticas, suicidas, mortes, etc. Mães que largam a família inteira para seguir um amante ou pais que fazem a mesma coisa, etc. Também é comum em lares onde a violência doméstica, orquestrada por um pai desequilibrado ou uma mãe desequilibrada, faz os filhos crescerem emocionalmente contaminados por muitos medos, inclusive o medo de viver bem e feliz.

Naturalmente que aqui não estou detalhando uma família ou outra, nem uma pessoa, nem um cliente em especial. Falamos simplesmente de pessoas que têm medo de se entregar à vida e isso pode ter outras implicações, até bem antes, na própria gravidez da mãe, cujo medo pode ter vindo dos pais dela, dos avós e assim por diante – um ciclo não-quebrado e agora transmitido para os filhos ou um filho em particular. Essas pessoas vivem presas ao medo de tudo: do passado, do presente e do futuro. O medo de dar certo; o medo de faltar; o medo do que nem aconteceu nem se sabe se vai acontecer. Todos esses medos podem ser detalhados, especificados e tratados diferentemente de acordo com a história emocional da pessoa, mas podem se juntar em uma pessoa só, exatamente aquela que tem medo da vida – nada faz direito, larga as coisas no meio, muda de profissão constantemente, muda de emprego com frequência, muda de casa, nada é confiável, ninguém é confiável e, naturalmente, esse tipo de pessoa joga a culpa em outras pesssoas, menos nela. Uma pessoa com o medo de se entregar à vida não conseguem ver que o problema está nela mesma e não no mundo, nas pessoas e até em Deus. Sim, muitos culpam Deus e o universo inteiro por nada dar certo na vida porque nada dá certo na vida se a pessoa não entra nos projetos, nas ações, por inteiro, com vontade. Deus só ajuda a quem quer ser ajudado. Se uma pessoa assim chega a chefiar uma repartição ou uma empresa, coitado de quem estiver sob sua liderança. Ela enfernizará a vida de todo mundo. Terá crises de ciúmes e se as pessoas próximas dão sinal de prosperidade ela fará de tudo para emperrar. Dependendo da pessoa, essa energia pode ser realmente muito negativa e até se materializar em lugares e invadir o campo eletromagnetico de quem estiver por perto. Se for no Serviço Público, a coisa fica pior e ninguém anda na carreira, não é promovido, não ganha uma posto melhor de trabalho. Por outro lado, ela vai atrair para a sua vida pessoas com a mesma energia emocional, as vezes no casamento, no trabalho, na rua, na igreja. A prosperidade será uma enorme desconhecida na vida de uma pessoa assim, do mesmo jeito que serão bem conhecidas as doenças, os acidentes, as tragédias. O medo atrai o medo. Nessa história toda entra um aliado muito interessante: o floral Anis, do sistema Saint Germain. O conhecimento popular diz que Anis é “indicado para se ter plenitude na vida” ou para “quando já se possui o conhecimento da causa e se quer acelerar a prática”. É evidente que se o uso do floral for acompanhado por uma terapia, o progresso é muito mais rápido e eficiente. Clientes que se submetem a terapia com esses desequilíbrios emocionais e passam a utilizar Anis têm crises profundas, até físicas: vomitam, ficam de mau humor, querem desistir de tudo, questionam tudo na vida – e isso é uma excelente reação que o terapeuta pode utilizar para dar consciência às deficiências emocionais e assim uma luz ser acesa no final no corredor, apontando para a saúde. Anis fará a quebradeira, e por isso é preciso ter a presença de um terapeuta para ver onde mais precisa ser quebrado, onde há mais lixo emocional a ser jogado fora e com isso utilizar da ferramenta maravilhosa de outros florais do mesmo sistema para avançar no tratamento. Veja que o chá de anis é bom para cólicas estomacais, para quem vomitou muito, para quem se embreagou. Anis é utilizado para quem tem prisão de ventre, gases e esses sistomas estão muito relacionados ao medo. O sistema digestivo segura a emoção do medo. Quem não digere a vida por medo de se entregar pode ter inúmeros problemas relacionados à má digestão e vice-versa.

Um dos pontos turísticos mais visitados da Cidade de San Francisco, no Estado da California, EUA, é a ponte Golden Gate. Infelizmente essa ponte também é portadora de um recorde triste: desde a sua construção, mais de 2000 pessoas cometeram suicídio nela. Pulam na água gelada e morrem. Morando nesta cidade, sempre arranjei uma desculpa para não atravessar essa ponte à pé, como os turistas fazem. Uma amiga me pediu de joelhos para ir com ela e eu fui. Fizemos um trajeto longo e interessante antes de chegar na ponte. Fomos a São Salito e de lá fomos a pé para a ponte, um caminho que os turistas não conhecem muito. Quando chegamos perto da ponte, advinha qual é a erva medicinal que brota naturalmente dos dois lados do caminho? Anis. E em quantidade! Veja que a natureza sabe de tudo e tenta modificar a energia do medo da vida impregnada naquele lugar pelos suicidas.

A Associação dos Terapeutas Florais (ASTEFLOR) está ativa

asteflor.jpg A Associação dos Terapeutas Florais (ASTEFLOR) é dedicada ao terapeuta floral. As inscrições para filiação estão abertas e o valor é um dos menores do país porque a instituição não tem fins lucrativos. O novo endereço de e-mail para contato é: asteflordf@gmail.com      O e-mail anterior foi desativado. O site oficial é: www.asteflor.com (não tem br). Você encontra no site todas as informações de Como se Filiar. Lembre-se que o Terapeuta Floral precisa estar vinculado a uma entidade da classe de Terapia Floral e não a um sindicato cheios de terapias, e que não trabalham por nenhuma. Terapeuta Floral precisa ter os pés no chão para poder ser um bom profissional e isso começa com a legalização junto a ASTEFLOR.

Falta confiança em você mesmo?

cerato.jpg Eu só trabalho com os Florais de Bach quando o cliente é do tipo apático, descrente de tudo, preconceituoso, preso a uma religião onde o dinheiro é colocado como senha para entrar no “Reino de Deus” ou aquele tipo que precisa de um time de futebol ou uma droga para viver, etc. Também aquela pessoa sem sal, sem docura, que vive por viver. Eu sei que os Florais de Bach funcionam bem porque eu já tomei todas as 38 essências várias vezes, desde anos atrás, e sempre que vem um cliente com determinado bloqueio emocional eu tomo a essência daquele bloqueio antes do cliente chegar para a consulta. Isso ajuda muito porque quando o cliente está na sua frente há uma troca de energias, como se a fome e a vontade de comer estivessem frente à frente — depois dessa fase, eu passo para os Florais de Saint Germain, que são energeticamente mais profundos.

 

Tinha acabado de receber o telefonema de uma mãe angustiada depois que tinha internado o filho em uma clínica de desintoxicação de drogados. O medo e a desconfiança que ela me passou por telefone foram tão fortes que resolvi me livrar disso imediatamente – esses medos são transmissíveis por telefone. Desta vez tomei a essência pura de Cerato porque essa flor trabalha a insegurança, as “dúvidas de suas decisões, a necessidade de confirmação dos outros, a não-confiança na voz interior”. Virei o vidrinho (dose única, só recomendada a quem sabe o que está fazendo) e fui deitar. Meu organismo é bem sensitivo a tudo que ponho na boca e a resposta veio rápida: sai do corpo. Meu cordão “prateado”, aquele que prende o corpo físico ao corpo espiritual nas viagens astrais, não era nada prateado desta vez. Era multicolorido. Fui arremessado a lugares distantes no passado, lugares onde vivi ou onde tive alguma vivência — e cheguei a admirar a beleza daquele cordão. Chegou a um ponto que parecia que o cordão tinha acabado — como se fosse o final da linha. Senti um puxão enorme e pensei: hora de voltar para o corpo? O cordão puxava com tanta força o meu corpo espiritual que fui inundado com o sentimento de medo, medo que ele se rompesse e eu fosse separado do meu corpo físico para sempre e morresse — insegurança e medo. Sim, um forte sentimento de medo de morrer — falta de confiança no meu próprio conhecimento de que o cordão não se parte. Então, me agarrei no cordão com as duas mãos para não deixar que ele se separasse do meu corpo, como se isso fosse possível – mas naquele momento era esse o grande medo, exatamente por não confiar no processo divino natural que é voltar ao meu corpo. Em certas ocasiões, embora você tenha o conhecimento, a essência humana falha.

Comecei a enviar comandos de “volte para o corpo” para que meu ser obedecesse logo. Naquele instante percebi a essência da flor, a força energética da inteligência universal implantada na flor da essência de Cerato. Ao chegar perto do meu corpo físico, na cama, percebi que estava arrodeado de pessoas querendo se aproveitar da ausência espiritual do meu ser, impregnado pela falta de confiança e medo. Expulsei todo mundo com gritos e empurrões. Voltei definitivamente para o meu corpo físico e “acordei”. Era quase duas da manhã. Foi ao banheiro e meu corpo ainda sentia as vibrações da viagem, como se ao redor do meu umbigo estivesse machucado e bem dolorido. Agarrei o Emergencial de Saint Germain e tomei uma gota, um cópo com água e fui dormir tranquilo.

Alho é forte aliado ao equilíbrio físico

garlic4.jpggarlic3.jpggarlic1.jpg Há muito tempo que alho me chama a atenção. Morei em diferentes continentes e vi que os povos conhecem o alho como um grande aliado do equilíbrio físico. Liguei para alguns órgãos públicos de pesquisa sediados em Brasília e perguntei sobre as propriedades curativas do alho. Não fiquei surpreso com a falta de respostas. O Ministério da Saúde no Brasil não entendeu ainda sua real missão.

O Engenheiro Agrônimo Nozomu Makishima, do Serviço de Atendimento ao Cliente do Setor de Hortaliças da Embrapa, apresentou-me um enorme relatório sobre o plantio do alho no Brasil, com detalhes preciosos e da maior importância para agricultores, no qual as cifras de produção já são impressionantes: Minas, por exemplo, produziu, em 1994, nada menos que 14099 toneladas de alho em uma área de 2294 hectares. Paraná e Santa Catarina são grandes produtores.O relatório do Dr. Makishima é rico e fala sobre clima, época do plantio, cultivares, escolha do terreno, irrigação, adubos, nutrientes, calagem, sistema de plantio, colheita, armazenamento, cura das doenças, pragas e inúmeros outros detalhes importantes para agricultores. Ninguém divulga esse trabalho, nem o próprio governo. O povo, que paga impostos e mantém o governo, é ignorado nas suas necessidades de saúde pública, barata, acessível e com raízes culturais regionais. O que mais me impressiona é que a Embrapa não desenvolve pesquisa sobre o uso medicinal das plantas e não há informações nesse sentido sobre o alho. Funcionária da Fundação Nacional de Saúde, FUNASA, não foi capaz de encontrar um pesquisador que falasse sobre este assunto e disse, por telefone, não ter “encontrado na biblioteca” pesquisa sobre o uso do alho nas comunidades indígenas. Parece que algumas fundações brasileiras só existem para constar nos catálogos telefônicos. Por que não empregar pesquisadores? Eu sequer mencionei comunidades indígenas e não entendi de onde ela tirou esse assunto para responder à minha pergunta. Alguém sabe se os índios têm plantações de alho?

Quando será que alguns órgãos que supostamente deveriam dar atenção ao público vão deixar cair a ficha? A operadora de um desses órgãos me pediu nome, telefone, CPF e identidade para depois dizer que “não trabalhamos com esse tipo de pesquisa”. Será que eles ainda não saíram da ditadura militar ou não há quem fiscalize o trabalho deles? Ao contrário da orientação brasileira, os norte-americanos sabem tudo sobre alho, que é uma hortaliça de cultivo mundial. Eles também sabem sobre uma infinidade de plantas brasileiras, disponíveis em cápsulas nas farmácias, com o rótulo “made in USA”. Por quê?

Segundo François Balmé, autor do livro Plantas Medicinais, o alho combate insônia, calos, pressão alta, reumatismos, vermes infantis. Mas este autor não fala de muitas outras plantas brasileiras como o Ipê, popularmente conhecido como antiinflamatório e isso é comum na literatura estrangeira. Eles fingem ignorar as plantas medicinais brasileiras mas os biopiratas são bem pagos e estão em todas as regiões do Brasil. Será que eles não conhecem ou porque não é do interesse dos laboratórios internacionais que o conhecimento popular se amplie? — o buraco é mais embaixo.

O Centro Nacional para Medicina Complementar e Alternativo dos Estados Unidos reconhece o alho como efetivo no combate a certos níveis de câncer. Já o Stanford Center for Research in Disease Prevention (Centro Stanford de Pesquisa e Prevenção de Doenças) do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (The National Institutes of Health), desenvolve pesquisa sobre os efeitos do alho no combate ao colesterol, naturalmente que com a ajuda do Governo Americano. Enfim, a Internet está cheia de artigos sobre alho, mencionando sempre os pesquisadores estrangeiros. Até quando o “Celeiro do Mundo” ficará de braços cruzados?Um dos povos que mais utiliza as propriedades curativas das plantas é o chinês. Você pode entrar em uma farmácia típica em Pequim, Hong Kong ou Taiwan e não achar uma aspirina (porque a maioria nem sabe o que é) mas há incontáveis prateleiras com todo tipo de erva medicinal. Alho é um auxiliar importante na manutenção do equilíbrio físico durante o pesado inverno chinês, onde a temperatura fica entre 5 e 15 graus abaixo de zero, por seis meses. Outro componente importante é a superpopulação. O alho evita que as pessoas adoeçam porque doenças coletivas devastariam a população chinesa.

Durante o inverno Pequim é extremamente poluída e vira um terreno fértil para gripe e doenças respiratórias. O que a população faz? Na primavera, as famílias adquirem alho fresco, descascam e colocam em compotas de vidro com mel de abelha. Quando o inverno chega, cerca de três meses depois, o alho e o mel já se integraram. Com esse processo o alho perde quase todo o cheiro e fica doce. Esta é a sobremesa preferida, gostosa, e que segura a imunidade durante os pesados seis meses de inverno. Quem não come alho fica gripado e adoece quando o frio penetra nos ossos. Há registro também do uso do alho pelos construtores das pirâmides egípcias e neste caso o alho daria força para o pesado trabalho, segundo o Dr. Andrew Weil, norte-americano. Recentemente, soldados norte-americanos foram aconselhados a usar capsulas de alho na guerra do Iraque.

Por que será que a crendice popular afro-brasileira recomenda a exposição de trança de alho contra o olho gordo e a inveja? A espiritualidade é muito sensível a cheiro, odor, sabor. Há um debate em torno de carnes vermelhas e o Mestre Ramatis chega a detalhes tão curiosos sobre isso que ninguém tem coragem de comer um bife suculento depois da leitura de um dos seus livros.É comum o cheio de rosas nos trabalhos mediúnicos como um sinal da sintonia com a espiritualidade elevada. Devido à sutileza dos seus corpos astrais, deve ser muito difícil para um espírito elevado aproximar-se de um corpo impregnado de antibióticos, maconha, carnes vermelhas, vísceras animais, feijoada, álcool etc. Ao mesmo tempo, os espíritos não-evoluídos e presos ao umbral fazem de tudo para incorporar e pedir cachaça, comida, sacrifício de animais etc. Muitos ficam nos bares e outros lugares para literalmente sugar a essência dessas “delícias” terrenas. Parece existir uma relação entre elevado com o cheio bom e atrasado com o cheio ruim, mas nada é rígido nos mundos astrais.Alho exala um forte cheiro, tem um sabor ardido e foi colocado na Terra pela engenharia espacial para trabalhar a imunidade física, cuja proteção estende-se à espiritual. A flor do alho está ligada ao raio azul. Segundo o Dr. Nozomu Makishima, alho é rico em potássio, fósfaro, sulfato de magnésio, zinco, bórax e outros. Para os chineses, é excelente antigripal e eficaz nas doenças respiratórias, o que coincide com as pesquisas de Neide Margonari.Neide Margonari, dos Florais de Saint Germain, diz: “Allium desfaz encantamentos e traz proteção aos ataques de forças psíquicas astrais e vampirismos. É um poderoso desobsessor. O floral Allium devolve a calma, o discernimento, e atua como coadjuvante nos estados de esgotamento físico e psíquico. Combate insônia, hipocondria, hipotensão, anorexia, distúrbios metabólicos, obesidade, menstruação atrasada, gripes fortes, problemas nos rins, degeneração dos vasos sanguíneos, úlceras purulentas, varizes, impinge, etc”. 

É fundamental que abramos os olhos para a junção do conhecimento de forma holística. É preciso quebrar as barreiras dos conservadores de plantão, que bloqueiam o crescimento humano e muitas vezes ignoram que somos corpo, inteligência, espírito, emoção. O corpo físico morre sem o espírito. O espírito sem um corpo não realiza os projetos terrenos.Quando será que sairemos dos postos de saúde com a lista de frutas, verduras, chás, florais, fitoterápicos e produtos homeopáticos, como é na China e na Índia? Quando será que voltaremos ao ser holístico do qual nunca deveríamos ter saído? Precisamos juntar as nossas forças para que possamos avançar no conhecimento abrangente, ilimitado, sem barreiras, para todos como se fôssemos um. A unidade multifacetada como o Sol que nos ilumina. José Joacir dos Santos  é fitoterapeuta. jjoacir@yahoo.com

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