Phyllis fala da relação com Takata

takata-with-cake-2008.jpgtakata-wjhg017.jpgtakatajohn.jpgtakata-teaching-class-011.jpgEm entrevista concedida ao Mestre John Gray, em setembro de 2008, a Mestra Phyllis Furumoto, neta de Takata, fala abertamente do seu temperamento difícil na juventude, de não ter gostado muito de ter sido escolhida como a neta que continuaria o trabalho da avó famosa, da luta interna que travava para aceitar Reiki, e que tinha de obedecer à família porque essa é a tradição dos descendentes de japoneses. Conta que era impaciente e que se irritava quando fazia perguntas e a avó Takata respondia: “deixe o Reiki lhe ensinar”. Por ser jovem quando a avó faleceu, Phyllis se arrepende de não ter passado mais tempo com ela e ouvido tudo o que a avó tinha para ensinar e dizer. A mãe de Phyllis tinha cerca de 12 anos de idade quando foi iniciada, também, por Hayashi, no mesmo período em que Takata estava sendo treinada por Hayashi, mas quando Phyllis nasceu Hayashi já havia falecido. Por isso ela foi iniciada pela avó Takata.  Phyllis diz que a avó sabia que sua mãe não tinha condições de continuar o trabalho e por isso ela foi a escolhida. Ela conta que no início do ano 1900, “havia no Japão um grande debate sobre a cultura japonesa, e a questão principal era: até onde se deveria ensinar os segredos do Japão a estrangeiros ou isolar esses conhecimentos só para japoneses. Diante da sociedade japonesa da época, o Mestre Hayashi se arricou muito ao aceitar Takata como aluna. Até porque ela nem falava japonês fluentemente, não era japonesa e levaria o conhecimento para o Havia (que é território norte-americano). Então, isso significava que ela ia levar esse conhecimento para fora do Japão. Não tenho a menor idéia se ele já pensava em fazer dela uma Mestra Reiki. Mas uma coisa eu tenho certeza: estava claro que Hayashi iria aonde a energia do Reiki fosse (e ele foi ao Hawaii acompanhar o treinamento da aluna Takata). Ao reconhecer minha avó como sua sucessora, ele nos deu um presente e quebrou todos os seus valores sociais com isso, mas tinha a certeza que fazia o que o seu coração mandava que fizesse. Acho que foi um ato de muita coragem de ambos”.  Fotos do arquivo do Mestre John Gray

Sempre é tempo de perdoar

para-o-site-006.jpgAté eu pensava que as cobranças sobre os nossos erros nesta vida só apareciam quando a gente morria. Agora sei que não. Nos últimos tempos, o universo tem me devolvido, bem na cara, o meu lixo anterior a esta vida. Sim, as imagens vêm nitidamente, como se você tivesse em viagem astral, mas na verdade é o acesso direto aos registros do meu próprio livro espiritual eterno – que todos temos. Talvez tenha essa facilidade porque já estou treinado nas viagens astrais e também pela minha dedicação ao meu próprio desenvolvimento espiritual e como ser humano em geral. A gente é, ao mesmo tempo, advogado e réu. Não existem tribunais fora da gente mesmo, isto é: nem céu nem inferno. A conta vem pra gente mesmo encarar, nitidamente. É como faculdade. A gente sofre, mas quando se diploma e arranja emprego é bom ver o contra-cheque gordo. Espiritualmente não há contra-cheque assim como não faz sentido o tal dízimo cobrado por algumas seitas. Na cobrança do registro individual do universo, a gente é obrigado a visualizar cara-a-cara as besteiras que fez em outras vidas, bem aqui e agora, de carne e osso, e não tem como recusar ou reclamar. É uma brasa quente na mão, que gruda e não tem a quem pedir socorro. Não é fácil viver entre dois mundos nem saber lidar com uma coisa e com a outra sem correr o risco de se perder. É preciso treinar e estudar bastante. De maneira alguma estou aqui reclamando, muito pelo contrário, eu gosto muito porque é uma oportunidade de redimir, perdoar e ser perdoado enquanto tenho a consciência física porque “longe é um lugar que não existe”, isto é, o tempo é hoje mesmo, aqui, agora. Embora o acontecimento tenha sido registrado em outro tempo, quando ele se projeta hoje é porque hoje pode ser resolvido, dissolvido, perdoado, refeito no tempo.Desta vez estava em um grande “convento” budista e era o chefe do ensino. Voltamos do almoço e cada um tinha o direito de tirar um pequeno cochilo, inclusive eu. Quando todos se preparavam, duas senhoras bateram na porta. Alguém foi atenter e todos pararam para ver porque era inesperado. Elas queriam limpar o dormitório. Olharam para mim e uma apontou as teias de aranha no teto. Fiquei surpreso quando vi que nunca tinha me dado conta de tanta sujeira nas paredes e tanta teia de aranha no teto de madeira, alto. Fiz sinal positivo e eu mesmo abri uma das janelas para entrar a claridade. Neste momento, um dos monges veio até a mim, desrespeitoso, agitado, reclamando que tinha o direito de tirar uma soneca naquela hora, a única que tinha. Olhei para ele, fiz sinal com a mão para que ele se calasse, mas não adiantou. Todos olhavam a cena.  Vendo que ele não obedecia, eu coloquei a mão na boca dele, meio agressivo. Neste momento, fui puxado para o meu corpo atual e uma pergunta soava como se uma multidão estivesse gritando: como um chefe tem um comportamento agressivo com um inferior? Olhei no relógio e eram três da manhã. Parecia que o mundo inteiro estava olhando para mim naquele momento, de muito arrependimento. Como de costume, iniciei Reiki à distância para aquele momento, aquelas pessoas e para monge que agredi. E me perdoei por aquela ignorância. O perdão é a única chave que desfaz nó eterno.

Já se mede a energia Reiki

aurimetro.jpg Foi de muita utilidade o uso do aurímetro nos últimos cursos de Reiki, tanto antes e depois das iniciações quanto antes e depois das aplicações. Esse pequeno aparelho, mais conhecido por aqueles que trabalham com radiestesia, prova, cientificamente, a expansão do campo eletromagnético de quem é submetido à energia universal da Terapia Reiki. A expansão individual da aura ocorre e o tamanho dela está diretamente relacionado com a história individual de contato e conexão com a luz divina. Pessoas doentes tem a aura reduzida. Se o doente perdeu a fé, a aura pode ser rompida e utilizada pelo lado sem luz. Para exemplificar, utilizamos o aurímetro em pessoas que tinham um campo energético de apenas um metro. Depois da iniciação em Reiki, a pessoa passou a ter quase quatro metros quadrados e raio luminoso, apontado por um simples aurímetro sem possibilidade de fraude porque essa medição foi feita na presença de quinze pessoas. Assim como a energia universal vital da Terapia Reiki, o aurímetro não necessita de parcela alguma de fé. É pura física!Para aqueles que conhecem as orientações do Archanjo Miguel, cuja missão principal é despertar e fortalecer a fé, cabe aqui lembrar a necessidade constante que todo ser humano tem de se vestir da proteção divina, cuja vestimenta principal é a fé. A fé estabelece uma camada de proteção de luz (aura) ao nosso redor, a qual também é recarregada pela prática de terapias energéticas como Reiki, Chama Violeta, entre outras, cuja bateria física é o pensamento positivo. Houve um tempo que se tomava banho aos domingos para ir a missa, mas na era em que vivemos  essa necessidade tem a velocidade da internete. Não dá mais para esperar pelos domingos. A realimentação energética tornou-se uma necessidade vinte e quatro horas e as terapias energéticas se enquadram muito bem nessa urgência, porque o iniciado já traz consigo as ferramentas que precisa: as mãos e os códigos sagrados. Houve também  um tempo em que a imposição de mãos, com a finalidade de transmissão da energia vital, era coisa de “bruxaria”. Quem não lembra que Chico Xavier foi preso? Hoje ninguém consegue mais esconder os registros sobre a imposição das mãos contidos na Bíblia, publicada na internete. Em um dos livros ditados pelo Arcanjo Miguel para os trabalhadores da Ponte para a Liberdade, ele diz: “A fé deve ser adquirida por vós mesmos, através de um trabalho árduo, consciente e persistente”. Ele acrescenta que é a gente mesmo quem busca e se alimenta de fé, isto é, é um processo individual porque é uma opção: a fé eleva o campo eletromagnético do ser humano, trazendo a saúde. A falta de fé conecta o ser humano ao medo e o medo é a expressão da força do outro lado sem luz, doente. “A luz da fé, da proteção e do poder (divino) é vitoriosa”. Que tem fé não tem dúvida, não tem medo e tem o campo eletromagnético protegido contra as sensações negativas do Eu Inferior e seus soldados tão ativos no mundo atual – obsessores, vampiros, trabalhadores da escuridão da noite, traficantes. O Arcanjo Miguel fala que devemos nos vestir, sempre, com o que ele chama de “armadura de luz”. Isso nada mais é do que um campo eletromagnético criado pela mente, fortalecido pela fé e pelo pensamento positivo, que se manifesta em forma de aura, a qual é medida por um aurímetro. Este aparelho pode ser utilizado por qualquer pessoa porque ele só exige que a pessoa o segure firmemente partindo de um ponto onde deseja medir a energia existente. É utilizado também para localizar água no subsolo, achar minas, etc. A energia universal e vital da Terapia Reiki realimenta esse campo eletromagnético de pessoas, plantas, animais, objetos, lugares e tudo o que for canalizado com ela, ampliando, criando limites físicos e até tornando a energia mais densa como a que segura a gema de um ovo. Na medida que o tempo avança, todo ser humano precisa estar amparado na luz, da qual algumas religiões e seitas já se distanciaram há tempos. As pessoas mais sensíveis podem detectar quando igrejas estão sem a energia divina. Os lugares divinos têm brilho, aroma natural, vigor e provocam um bem-estar incalculável e silencioso.

Energia sexual e a iniciação de Reiki

1063820young-buddhist-monk-outside-a-doorway-qinghai-china-posters.jpg Já comentamos várias vezes que a cultura Ocidental tem muitas falhas na educação básica. Isso não quer dizer que a Oriental é perfeita. Numa coisa a Oriental ganha: idade e pesquisa. A Tibetana, por exemplo, com bibliotecas cheias há mais de 25 séculos, é de espantar. Era tão alto o nível educacional no Tibete que eles se fecharam para o mundo até serem invadidos pela China. A cultura Ocidental, nela incluindo a do Brasil, sexo é um assunto onde se pode debater em qualquer lugar, chegando até ao exagero, mas nada vai além da carne, já que sexo não tem nada a ver com o espírito. Falta a profundidade do conhecimento científico aplicado à saúde, que o Taoísmo tem há séculos.  Um país democrático como os EUA, um dos símbolos do Ocidente, sexo dá cadeia e as pessoas são educadas nas escolas e na família a não se tocar, apesar da indústria do sexo ser incentivada pela produção norte-americano no gênero. Na China anterior ao comunismo (1948), os chineses não tinham tempo de falar, só se reproduziam. Na creça deles, quanto mais filhos, melhor! Após a revolução comunista, que a fome bateu na porta, o governo vermelho baixou regras e limitou a um filho por casal. Do contrário… Já no Tibete, nunca houve lei que regulasse isso e o sexo sempre foi utilizado para promover a saúde, mesmo sem a prática como é o caso dos monges. Na Índia, tudo é diferente. As escolas da técnica Tântrica, onde sexo é a base do conhecimento, tomou rumos extremados. Isso produziu a atual superpopulação, o país não produz o suficiente para alimentar a todos, e houve uma misturas de religiões e conhecimentos, que vai da seriedade à anarquia – ao gosto do cliente. Não é uma viagem de turismo de 15 dias que habilita alguém a ensinar Yoga nem Tantra. São anos a fio, vivendo as dificuldades da vida de monge, onde sacrifício pessoal é a palavra de ordem.  Limitando o assunto aqui às implicações da energia sexual às práticas energéticas de saúde, até as artes marciais sabem como fazer isso. No Qiqong, por exemplo, é fundamentamental a utilização da energia sexual para a cura física. Na medicina chinesa e oriental, há tratados sobre o assunto e a prática sexual exagerada provoca a extinção da energia dos rins, chamada de Essência (herdada dos pais e pós-nascimento) causando o aparecimento de cabelos brancos antes do tempo, o encurtamento da vista, dores lombares, problema de joelhos, etc. A abstenção sexual é ensinada nas escolas de Tai Chi, Qiqong e de medicina chinesa baseada no conhecimento vindo dos mosteiros Taoístas e Budistas, os quais são os precussores da medicina oriental, há 25 séculos.  Em termos de transmissão da energia nas iniciações de Reiki, é fundamental a abstenção sexual dias antes dos cursos. Não há nada religioso aqui, a questão é física e quântica. Quando o mestre fecha o circuito do VG, do VC, contrai o VG-01 e fecha o circuito da boca, é nesse momento que o fogo sagrado se habilita a desenhar para sempre os símbolos na memória celular do aluno. Sem isso não há iniciação. É por isso que não existe iniciação à distância. Sem esse fogo, que sob das entranhas sexual do praticante pelos circuitos energéticos das pernas, não há iniciação. Só mestres Reiki sabem do que estou falando… Numa conversa sobre este assunto, um colega disse: “Se for para virar monge, eu saio do Reiki”. Não é bem assim! A vida de monge merece um capítulo à parte e como mestres Reiki estamos longe dela. A Terapia Reiki não exige o celibato porque não é uma religião. A questão é puramente física, de produção desse fogo, que precisa está puro, isto é, sem a impressão digital de outra pessoa. Quem não sabe que a energia sexual é descontrolada? Que se espalha pelo ambiente físico?  E que a gente perde os sentidos quando ocorre o orgasmo? Quem é que não fica até com o cheiro da outra pessoa por dias? Por que não se faz sexo nas igrejas e nos centros espíritas? Sexo tem que ter seu ambiente próprio, além da pessoa certa… Não entra em discussão aqui se sexo é sujo porque sexo não é. Claro, depende do contexto e de quem pratica, mas isso depende da mente de quem pensa. Então, é só uma questão de equilíbrio energético. A gente sabe que a magia negra utiliza o sexo invertido… O mestre precisa ter bastante equilíbrio emocional, físico, espiritual e mental, inclusive entre o trabalho e a vida pessoal. Uma vez na chuva, é preciso se molhar. Claro, essa decisão é muito pessoal. Quando o mestre faz os rituais da técnica certos, todos os seus alunos são beneficiados com a saúde e a prosperidade! Eu sugiro que, se você trabalha com alguma técnica energética e ou com medicina oriental, faça uma viagem a vários países incluindo Nepal, Tibete, Hong Kong e Taiwan. Muitas dessas coisas só ficam claras com a experiência e a vivência, que só o tempo e o amadurecimento dão. Embora você sinta o perfume no ar, você não consegue ver as fórmulas dele. Há muitas dimensões em todos os lados da vida. Um dos livros publicados em português que recomendo aos homens como um começo para estudar o uso da energia sexual medicinalmente é: Segredos Taoístas do Amor, de Mantak Chia e Michael Winn.

TASHI DELEK!

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