Reiki reúne as castas na Índia

Fiquei emocionado ao ver 82 pessoas em uma turma de Reiki Nível I, em Nova Delhi, Índia. O mais interessante em um país dividido pelo sistema de castas foi ver médicos, donas-de-casa, engenheiros e pessoas simples, de todas as seitas, castas e religiões, lado a lado em um curso de Reiki, em harmonia, respeito e interesse por esse técnica milenar de saúde pública. Outro detalhe importante: ao contrário dos cursos de Reiki no Brasil, aqui a maioria é do sexo masculino, especialmente os da área de saúde, médicos e enfermeiros. Talvez estejamos, no Brasil, mais avançados em alguns aspectos da técnica mas aqui o público já tem um conhecimento natural sobre chácra e muitos são vegetarianos por opção ou por religião. Sobre reencarnação, acredito que o povo brasileiro hoje já é tão informado quanto o indiano. O respeito pelos mestres Reiki é um nível acima do Brasil e a seriedade nos cursos é de alto nível. Mas, seria uma perda de tempo um brasileiro vir à Índia se iniciar em Reiki porque aqueles filiados à Associação dos Mestres e Terapeutas Reiki têm nível igual ou superior aos mestres tanto norte-americanos da atualidade quanto indianos — apesar do Tibete estar quase do lado. Reiki comprovadamente vem do Tibete.

Prefeitura de Pelotas (RS) legaliza Reiki e outras terapias

A Câmara Municipal de Pelotas (RS) legalizou o uso da Terapia Reiki e outras terapias na Rede Pública do município em 22 de agosto de 2008. Além de Reiki, também foram legalizadas as seguintes terapias: massoterapia, shiatsu, fitoterapia, quiropraxia, floral, acupuntura, do-in, hidroterapia, cromoterapia, aromaterapia, exercícios terapeuticos, iridologia, naturopatia, arteterapia e radiestesia. A nova lei municipal saiu com alguns equívocos, dando exclusividade a algumas instituições (o que é inconstitucional), mas foi um bom começo. Quem sabe o município poderá fazer correções na lei. Veja a íntegra do decreto em:

http://www.mestres.org/historia

A pancreatite que veio da escuridão e do medo

pancreatite.jpg“Na terça-feira viajei por motivo de trabalho. Cumprido o trabalho, sobrou tempo para mim. Nesse dia já vinha fazendo a meditação do “quem sou eu”, de Ramana Maharshi. Assim, à tarde, no hotel, me dediquei a essa meditação e a fazer Reiki em mim. Pude perceber, através de mensagem, o verdadeiro trabalho do artesão espiritual, que é ligar os fios de tudo aquilo que existe, criando uma nova realidade. Enquanto um pedaço de capim tem a consciência somente do que está a sua volta, e a Pedra, da mesma forma, conscientiza-se do mundo a partir do que ela é, o trabalho do artesão espiritual é unificar consciências, aprendizagens, como numa receita de um bolo. Esses foram os pensamentos que, na forma de insight, me ocorreram. Posteriormente, aprofundei no estado do “Quem sou eu” e pude vivenciar o observador, o EU SOU. O artesão espiritual, a partir do EU SOU, unifica os fios da existência, criando novas possibilidade e ampliando a consciência de tudo.Quarta-feira, dia do retorno, foi a vez da meditação para abrir o canal de luz com os 72 anjos da cabala. A meditação correu tudo bem. Comecei a sentir, depois, um certo incômodo abdominal, como se tivesse uma bola de tênis no estômago, acompanhado por tonturas. Minha primeira reação foi entender o que me ocorria como uma intoxicação alimentar, já que na noite de terça-feira tinha estado num restaurante, onde senti que a comida não estava tão boa.No início da tarde, procurei o Hospital “x”. Lá me disseram que poderia ser intoxicação alimentar e me prescreveram um remédio contra parasitas. O quadro se agravou e na quinta-feira, com ânsia de vômito, tontura e dor abnominal fui ao Hospital “y”. Lá me fizeram um hemograma onde constava o índice de lipase acima do normal. A médica falou em suspeita de pancreatite (inflamação no pâncreas).Pedi ajuda ao meu Mestre Reiki e fui orientado a fazer as aplicações de Reiki sobre o local e a tomar suco de limão. Ao fechar os olhos sentia uma energia negra no meu adomem. Seguindo a orientação do meu mestre, enviei o Reiki para essa energia negra. Pedi auxilio a energia dos anjos também. Nessa noite tive um sonho que o “Anjo do outro lado da luz”. Ele apareceu para mim, mas eu não tive medo dele.

No dia seguinte continuei a fazer Reiki e à tarde passei no hospital “z” para verificar sobre a suspeita de pancreatite. Para meu alívio, não só o pâncreas estava normal, como a taxa de lipase se normalizou e eu comecei a me sentir melhor. Não consegui entender o que ocorreu, do ponto de vista médico, nem recebi explicação. Mas pude entender que existe uma conexão espiritual, inclusive, com as doenças. Antes esse conhecimento era só teórico. Agora, é prático.”
Comentários de José Joacir dos Santos - O texto acima é publicado com o objetivo de estudo dos mestres Reiki. O autor do texto tem curso superior, é casado e estabilizado profissionalmente, pai de filhos. Fez mestrado comigo em Reiki em meados de julho e de lá para cá, além de meditações e da prática constante de Reiki, ele fui submetido a um tratamento com florais. Antes do que ocorreu acima, ele teve sonhos importantes e visões, de si mesmo, da própria história, inclusive recebeu informações sobre “pilares de luz”, comum nos textos da Fraternidade Branca. Quando recebi o primeiro e-mail dele, dizendo que estava muito mal e que tinha pancreatite, olhei para ele à distância e não vi nada disso. Sabia que não era doença física mas a materialização dela, em estado primário, isto é, na tentativa de materialização ele logo teve reações e resolveu enfrentar. Ele diz “senti que a comida não estava boa”. A comida certamente estava boa, ele é quem já estava eletromagneticamente diferente, desde a iniciação de mestrado a todo o processo de cura, com florais e meditação. A comida foi só uma desculpa que o organismo achou para pedir socorro. O médico diagnosticou intoxicação alimentar, baseando-se apenas no comentário do cliente e nas reações físicas dele – a medicina ocidental limita-se a isso, embora algunas reações físicas tenham origem espiritual. O hemograma e os aparelhos hospitalares só detectam as alterações químicas: índice de lipase. As alterações eletromagnéticas do ser humano modificam a química física. Quando o aluno me falou em pancreatite eu imediatamente lhe disse que o pâncreas é um órgão que a medicina da terra mal conhece. Na minha mente vieram limões e sabemos que o limão é antivirótico, inclusive espiritual. O Anjo do Outro Lado da luz se manifestou para o aluno em sonho. Eles são os responsáveis pelos implantes, especialmente naqueles que buscam a elevação na luz, como um mestrado de Reiki e outras práticas energéticas porque hoje eles buscam aqueles que sabem acessar a luz para convencê-los de que é besteira procurar a luz e é fácil se tornar “soldado” da falta de luz. Ao se firmar na luz, ao decidir pela luz, os sintomas de pancreatite desapareceram e os médicos não souberam explicar. Com certeza não sabem. O Novo Mestre passou na prova. Ele agora sabe que existe um enorme caminho para percorrer, sempre vigiando e orando.

Fortaleza integra a saúde pública

O Presidente da Associação dos Mestres e Terapeutas Reiki, José Joacir dos Santos, participou, em Fortaleza, Ceará, a convite dos mestres filiados naquele estado, do seminário “A Terapia Reiki e sua importância na produção do cuidado em saúde”, patrocinado pela Secretaria de Saúde da Prefeitura de Fortaleza, pelo “Sistema Municipal de Saúde Escola” (AMSE), o Projeto “Cirandas da Vida”, o Projeto de “Articulação Nacional de Movimentos e Práticas de Educação Popular e Saúde” (ANEPS) e a Universidade Estadual do Ceará (UECE).

Além da reciclagem dos mestres filiados e residentes no Ceará, realizada em dois dias de seminário intenso, foram organizadas diversas palestras para públicos diferenciados, inclusive profissionais de saúde, a população reikiana da capital e cidades vizinhas, mesmo aqueles oriundos de mestres não-filiados, e também o público em geral.

O presidente Joacir também participou de reuniões com lideranças políticas da Grande Fortaleza, realizadas com a participação de representantes de várias especialidades terapêuticas, profissionais de saúde ligados ao SUS, representantes de 16 projetos sociais ativos em Fortaleza com a finalidade de discutir caminhos de integração entre os profissionais envolvidos com as práticas integrativas de saúde pública, incluindo a universidade, para um trabalho conjunto visando instalação de políticas públicas permanentes e multidisciplinares.

Fortaleza pode se tornar, em breve, em um Estado-Modelo no país, porque já está materializando e fazendo acontecer as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS), para a Terapias Complementares de Saúde Humana, publicadas em 1983, ignoradas por governos anteriores e trazidas à superfície pelo Presidente Lula através de várias Medidas Provisórias. Essas diretrizes precisam ser, com urgência, regulamentadas pelos governos estaduais e municipais, de forma permanente. A saúde pública e a regulamentação das novas profissões, das novas terapias complementares de saúde humana, precisam ter bases políticas permanentes, uma vez que a saúde da Nação Brasileira não é algo passageiro nem pode ser tratada com paliativos, à mercê de administrações passageiras e impermanentes.

A grande maioria dos estados brasileiros está esperando que o Governo Federal tome a iniciativa de regulamentação porque não tem conhecimento de que isso já foi feito. Falta lideranças estaduais comprometidas com as necessidades de saúde pública, ignorando que o país é hoje um dos mais desenvolvidos em terapias complementares de saúde pública. Reiki será uma das terapias beneficiadas com a regulamentação estadual no Ceará. O Estado do Rio de Janeiro já deu um passo a frente nessa regulamentação no SUS mas a Terapia Reiki, que é milenar, foi esquecida pelos legisladores cariocas.

 

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