Começar de novo é ótimo!

sol.jpegQuem ainda tem medo de re-começar a vida quando necessário? Não há mais tempo para isso no nosso século. É preciso recomeçar sempre que for necessário, seja qual for o aspecto da nossa vida, e eu acho que estou ficando bom nisso! O fato de mudar de países me deu essa experiência, a duras penas, porque recomeçar a vida em um país estrangeiro, mesmo tendo as necessidades básicas garantidas, não é fácil — porque na vida nada é fácil, só a criminalidade é fácil. Recomeçar só é difícil para quem ainda não acordou para o fato de que a gente precisa se abrir para o mundo, derrubando, em primeiro lugar, os velhos conceitos e preconceitos. Por exemplo, se você está sem emprego, o que está fazendo dentro de casa? Vá bater em todas as portas!

Um dos maravilhosos aspectos da minha vida é a Terapia Reiki, a qual venho pesquisando desde o dia em que fui iniciado pela primeira vez no Nível I, pela Mestra Claudete França. Minha biblioteca está cheia de coisas muito boas em Reiki e de muito lixo publicado em nome dessa maravilhosa terapia energética. Com a Mestra Ana Aparecida tive outra dimensão do Reiki e finalmente fui à raiz que foi ser re-iniciado pelo primeiro aluno da Mestra Takata nos níveis i, II e IIIA, o Mestre John Gray. Essa pesquisa nos EUA me deu a oportunidade de perceber que nós, brasileiros, já importamos muito lixo e que John, com mais de 90 anos, ainda ministra e inicia com os ensinamentos originais da Mestra Takata. O Mestre  John me colocou afiado!

Agora, na India, tive a oportunidade de ser reiniciado, em todos os níveis, pelo Grão-Mestre Sharma, fundador da maior instituição sobre Reiki do mundo, a Reiki Healing Foundation, que funciona há mais de 20 anos e já iniciou mais de 800 mestres de várias nacionalidades. Sim, precisava do toque indiano no Reiki para completar a minha bagagem e distribuir a minha experiência a todos aqueles que baterem à minha porta para serem iniciados na Terapia Reiki. Especialmente porque agora eu tenho a certeza que tudo o que fiz  e faço (desde iniciações aos ensinamentos) está perfeitamente correto! Tenho orgulho da minha linhagem!

Diamante transmite informações de quem toca



diamante1.jpgO tradicional jornal francês Le Monde publicou recentemente matéria  sobre “a maldição dos diamantes”, com ênfase no contrabando dessas pedras entre países africanos produtores, incluindo Angola e África do Sul, e compradores, incluindo países da América do Sul. O cinema norte-americano também já explorou o assunto, mostrando o lastro de miséria, escravidão e assassinatos por trás da indústria do diamante em países africanos. Até presidentes de países africanos já foram presos e julgados no Tribunal Internacional de Haia por causa dos massacres envolvendo essa indústria. Qual seria a “maldição” dos diamantes? Por que pessoas que compram diamantes acabam tragicamente? O que a indústria, a imprensa e muita gente rica que compra diamantes não sabem que essas pedras preciosas são altamente sensíveis e tem o poder de gravar informação pelo toque e pela mente de toca nelas.Assim, como o quartzo de cristal, usado desde milênio como programador de informação e até a indústria de relógios e satélites faz uso dessa habilidade dos cristais,  os diamantes são capazes de gravar em maior intensidade qualquer informação. Então, todo o sofrimento dos trabalhadores explorados como escravos, das mortes, dos assassinatos e massacres, fica gravado pelas pedras e é retransmitido para quem tem acesso a elas e as utiliza como jóias. Todo cuidado é pouco com jóias com diamantes. Um dos recursos que se pode utilizar para  neutralizar a memória “celular” dos diamantes é a Terapia Reiki.

Se você não sabe de onde vem não saberá para onde vai

takata.jpgSe você não sabe de onde vem não saberá para onde vai, dizia a Mestra Takata

Entrevista com a Mestra Takata

A degravação abaixo faz parte das gravações efetuadas pelo Mestre John Gray (primeiro aluno da Mestra Takata no Ocidente), em 1975, no Trinity Metaphysical Center, em São Francisco, California, Estados Unidos, sob o patrocínio da Igreja Universal dos Mestres (Universal Church of Masters, uma igreja protestante, na qual a primeira esposa do John, a Mestra Beth Gray, era pastora e abrigou a Mestra Takata para que ela desse os seus cursos de Reiki e na qual a Mestra Takata iniciou os seus primeiros Mestres Reiki no total de 22). Tradução para o Português pelo Mestre José Joacir dos Santos, extraído da July Newslettter publicada pelo Mestre John Gray).

Beth Gray - Você oferece ajuda ou espera que a pessoa peça ajuda?

Takata - A melhor coisa é eles pedirem ajuda a você… “por favor, me aplique Reiki”. Você sabe, essa é a melhor maneira. Vou  lhe contar uma história. Isto aconteceu em um barco e o barco estava indo para… Onde mesmo? (o barco era entre uma ilha e outra do Havai).

Beth Gray -  Takata, ninguém está lhe escutando, segure o microfone…

Takata – Então, ia contar uma história. Estava bem segura na minha habilidade como Praticante de Reiki. Era a minha primeira viagem a Hilo. Estava dividindo um quarto no barco com uma senhora que ia de volta para sua casa em Hilo. Ela me disse: por favor mude de quarto porque eu não estou me sentindo bem por causa do balanço do barco. Vou gemer a noite inteira. Eu disse a ela que o barco estava lotado. Ela disse que fazia três dias que estava enjoada e não tinha se alimentado. “Não posso comer porque vou vomitar”, disse a mulher. Ela não me pediu Reiki porque ela não sabia dessa habilidade minha. Eu não tinha como sair da cabine porque não havia espaço em outra, então decidi e disse a ela: vou lhe ajudar. Coloquei as mãos nela e ela começou a gemer. Em certo momento ela disse: me ajude! Ai eu percebi que minhas mãos estavam no estômago dela, exatamente sobre a bolsa dela presa na cintura dela. Senti meu rosto ficar vermelho porque pensei que ela poderia pensar que eu estava me aproveitando da fraqueza dela para roubar a bolsa dela. Mesmo assim, decidi mentalmente que não retiraria as mãos até o Reiki fazer efeito nela. Se eu tirasse as mãos e saisse do recinto, ela poderia realmente pensar que eu estava mesmo era querendo roubar a bolsa dela. E para sempre ela iria dizer: quando estava voltando para casa uma mulher tentou me roubar no barco para Honolulu. Então, para chamar a atenção dela para o que eu realmente estava fazendo, que era aplicando Reiki, bati firme com os meus pés no chão. Ela estava olhando para a parede. Naquele momento eu esqueci que era uma Mestra Reiki, embora eu estivesse pegando fogo. Em alguns minutos ela olhou para mim e disse: você realizou um milagre! Cadê minha dor-de-cabeça? Minha tonteira e a vontade de vomitar desapareceram! Ai eu disse: estou feliz que você se sente melhor! Eu sabia que você estava sofrendo e queria ajudar. Fique ai que vou me despedir de alguns amigos e lhe trazer algo para comer. Ela agradeceu. Fui para o andar de cima, falei com outras pessoas e voltei com um copo de suco de uvas e talos de celery. Disse a ela: nunca mais fique doente assim. Nada de doenças! Ela se alimentou e não parava de agradecer. Na manhã seguinte ela me acompanhou para o café da manhã e disse: estou renovada! Ela acabou comendo mais do que eu no café da manhã… Na manhã seguinte desci em Kahoa. Uma senhora veio para mim e perguntou: a senhora ajudou alguém no barco? Sim, respondi. Ela disse: aquela senhora é sua vizinha de quarto (na nova cidade). Então, aquela senhora veio até mim e disse: muito obrigado por me ajudar. Serei sua aluna na nova turma, não interessa quando. E ela realmente estava no meu próximo curso. Mas, veja, nunca toque as pessoas sem permissão delas. Elas precisam saber o que você vai fazer senão você acabará de rosto vermelho como eu fiquei lá no barco…

Sofia é Maria

sofia-por-fora.JPGsofia.JPGjoacir-e-sofia.JPGjesus-e-o-imperador.JPGaltar-sofia.JPGjesus1.jpgscan0077.jpgscan0079.jpgESTAMBUL

(*) Por José Joacir dos Santos

O templo teve vários nomes e ocupações, nem sempre pacíficas, desde o Século IV. Fica em Estambul, antiga Constantinopla, Turquia, às margens do Mar de Mármora. Quando o templo foi construído pela primeira vez, faltava cerca de mil anos para o Brasil ser descoberto por Cabral (se é que foi ele mesmo!) e o Islamismo não existia ainda. A linda Estambul de hoje, com 15 milhões de habitantes, coleciona centenas de anos de história de vários impérios, guerras, tragédias e luta pelo poder, desde o Império Bizantino ao Romano, passando pelos conquistadores do Império Turcomano, não necessariamente nessa ordem. Um dos museus guarda desde o cajado de Moisés às espadas de Maomé, assim como as maiores peças em ouro puro que já vi nesta vida. De quebra, a exposição “500 Anos de Japão” está aqui, e apresenta uma imagem milenar da Deusa da Compaixão e do Perdão, Kuan Yin.

A história diz que Theodoro, parente do Imperador Justinianus I, começou a construção do templo no Século IV. De lá para cá, terromotos, motins religiosos e outras brigas demoliram o templo inúmeras vezes. A motivo pelo qual o templo foi erguido é Jesus, que aqui aparece em imagens desde a infância, entre 6 e 12 anos, e também com cerca de 30 e poucos anos. A história aqui chama de ignorante quem ainda quer saber onde Jesus andou entre os 12 e 33 anos.

Um dos painéis mostra o Imperador Bizantino Leon VI (viveu entre 866-912), ajoelhado aos pés do jovem Jesus, que está sentado no trono do próprio Imperador. O templo, cujo teto e figuras são cobertos de ouro puro, e suas estruturas de mármore raro, foi ocupado por muçulmanos, que destruíram o que puderam, inclusive painéis milenares. Por fora foram construídos os famosos pilares fálicos das mesquitas e os painéis internos que se salvaram foram cobertos por outros dedicados a Alá. Finalmente o governo da moderna Turquia declarou que todos os templos, de qualquer religião, são museus e isso tem salvado o que restou de milhares de anos. A Turquia de hoje é um exemplo de convivência pacífica entre cristãos, judeus e muçulmanos. Um país alegre e rico em tradições.

Entre os poucos painéis que se salvaram também está aquela que dá nome hoje ao lugar: Sofia. Sofia é Maria e aparece ao lado do Arcanjo Gabriel na parte mais alta da igreja, e talvez por isso não tenha sido destruida. Uma das asas do Arcanjo Gabriel foi destruída. Fingi que estava perdido e, andando pelas ruas, parei e perguntei a várias vezes onde ficava a Igreja de Santa Sofia. Idosos, jovens e até crianças, sem entender inglês, apontaram na direção de Hagia Sofia (eles pronunciam Aia Sofia, do grego Ἁγία Σοφία, (Santa Sabedoria). Em Latim é Sancta Sophia or Sancta Sapientia. Os turcos chamam a igreja-mesquita de Hagia Sophia e a população de séculos atrás também chamaram a igreja de “A Igreja do Choro”. Em alguns livros antigos, Sofia é chamada “aquela que escuta o choro do mundo”. Curiosamente, a mesma frase é utilizada pelos orientais, há mais de mil anos, para a Mestra Kuan Yin. Istambul é quem assiste a separação, por um estreito canal marítimo, entre a Europa e a Ásia.

Com tanta guerra e destruição, a Igreja de Santa Sofia é um lugar sagrado, testemunha do tempo, uma prova viva da imortalidade e da força silenciosa e milagrosa da fé. Aqui encontrei, muito emocionado, a imagem de Jesus que me apareceu no momento da minha iniciação como Mestre Reiki pela Mestra Ana Aparecida de Oliveira. Nunca tinha visto aquela imagem e durante anos procurei em todo lugar. De repente ela estava aqui, salva, intacta, numa cidade onde 95% da população é muçulmana. Estambul hoje tem cerca de 15 milhões de habitantes, salva, pela Europa, das neuroses do conservadorismo islâmico. Aqui, todas as mesquitas e igrejas são lugares de visitação pública e com isso a indústria do turismo é uma das mais movimentadas e ricas da região. São 3000 mesquitas, 60 igrejas e 6 sinagogas. A igreja de Sofia-Maria é o ponto de maior convergência das visitações públicas. Aqui o Papa João Paulo II ajoelhou, rezou e quase gerou uma guerra com os islâmicos porque o governo da Turquia proibiu rezas e orações, de qualquer religião, dentro do templo.

Nada se compara ao olhar do jovem Jesus, em dois painéis, pintados há mais de mil anos, forte, segurando livros de capas douradas, majestosamente firme, guardado pelo Arcanjo Gabriel e por sua mãe, Sofia-Maria, superior ao tempo, ao fanatismo, às guerras e às lutas humanas sem sentido algum. No hora da minha iniciação no mestrado aquela imagem veio viva, firme, maravilhosamente bela como se eu, de olhos fechados, tivesse olhos em todas as células do meu corpo sem ter jamais visto aquela imagem antes. Não sendo católico nem protestante, a presença majestosa de Jesus e Maria-Sofia foi sempre uma constante na minha vida, desde a infância, através de aparições, independentemente do tempo e do espaço, assim como das minhas lutas internas sem o incentivo e a influência de religião alguma. Como explicar isso? Há muito o que pesquisar!

Presenteio ao leitor do meu site, assim como aos meus familiares, amigos, alunos e toda a minha linhagem para trás e para a frente com essas imagens eternas, cheias de vida e história, lembranças e confirmação de vidas passadas. Elas me relembram que esta vida é uma continuação de inúmeras outras, e que a fé não é um estado temporário. É um projeto em construção e que a gente não deve deixar que influências momentânias da sociedade do nosso tempo interfiram na nossa própria história. Não muito longe do templo a Maria-Sofia há ruínas de um templo pagão de mais de mil anos, isto é, só resta as ruínas. Eu só fui a Estambul porque não tinha opção. Tinha um preconceito escondido, que morreu, contra Estambul, por influência do filme “Orient Express” (Espresso do Oriente, de Agatha Christie). Jamais pensei encontrar lá explicações para coisas tão profundas do meu ser, especialmente a solidificação e o meu compromisso, livre e desapegado de religião, com a luz de Jesus e Sofia-Maria. Recomendo que você também adquira essa independência e se descubra.

Sobre as fotos, da esquerda para a direita e de cima para baixo: 1) Lado de fora da igreja. Veja a igreja sufocada pela mesquita; 2) Sofia no teto da igreja; 3) Joacir dentro da igreja; 4) painel com Jesus e o Imperador; 5) Sofia no teto, em outro ângulo; 6) Jesus e o Imperador; 7) Jesus solene e jovem; Sofia no teto da igreja com jesus pré-adolescente.

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