A maestria vem da humildade

medo1.jpgParticipei de dois dias de seminário intenso sobre “Dias Difíceis”, com o Lama Tsoknyi Rinpoche III.  Na parte das perguntas, 70% delas eram sobre medo de morrer. O medo de morrer é comum vir à tona em tempos difíceis como o atual vivido pela sociedade norte-americana, especialmente porque ela se baseia no dinheiro como fator de segurança para tudo, e atualmente a economia desse país passa por uma crise nunca vista pelos norte-americanos. Medo de perder emprego e a casa onde mora são os mais frequentes. A situação pode piorar quando os soldados começarem a voltar das muitas guerras que hoje os EUA estão envolvidos. A Medicina Chinesa sabe, há séculos, que o medo corrói a força e a saúde dos rins, gera insônia, desenvolve o pânico, incontinência urinária, problemas cardíacos e muito mais, de acordo com a pessoa. Adoecer nos EUA significa, atualmente, perder tudo o que tem para pagar hospitais – por isso eles estão contra o plano do atual presidente, de reforma na saúde pública. O monge respondeu a todas as perguntas incansavelmente, mesmo aquelas repetidas, com respostas diferentes, o que não é surpresa para alguém do nível dele. O que mais me impressionou foi um depoimento próprio sobre medo. Ele contou que anos atrás viajava entre Nepal e Tibete e o avião se descontrolou entre duas montanhas, as mais altas do mundo, quase se chocando contra um paredão ou outro. De dentro do avião, “era como se a montanha viesse contra o avião”. Treinado, inclusive para a morte, o monte passou sete anos angustiado, sofrendo de crises de pânico, pesadelos constantes e não conseguia nem pensar em voar novamente. A organização que ele pertence, como as ordens católicas, resolvou mandá-lo para os EUA. Quando ele viu que tinha que fazer a viagem de avião, percebeu que a única forma de sair daquela situação era encarar o medo. Em meditação, ele conseguiu ver seu “corpo emocional”: “o medo havia se instalado em mim como manchas no pulmão”. “Pude ver as manchas e elas cresciam”. O monge procurou um superior especializado e com a ajuda dele liberou a “mancha escura”. Naquele momento havia cerca de 600 pessoas no auditório. Queria que todos os estudantes e especialistas em psicossomática estivessem presentes para ver uma aula, rica em detalhes pessoais, dada por aquele monge, na humildade do seu ser. Ele, que entrou para a vida de monge aos cinco anos de idade, é um dos mais respeitados monges tibetanos da atualidade, autor de vários livros! Ele me fez ver, claramente, que o que faz um monge não são os títulos nem os prestígios. É a capacidade de mostrar que, como ser humano,tem o direito de ser igual aos outros, ter fraquezas e lutas internas, sem deixar de ser o que é, usando a inteligência para lutar e vencer. Há pouco tempo fui acometido por um ataque de magia negra. A primeira coisa que fiz foi escrever para as pessoas de confiança, alunos, amigos, colegas e parentes e pedir orações, Reiki, Magnified Healing, missa, culto e tudo o que pudessem fazer por mim à distância. Havia feito uma longa viagem internacional e o meu sistema imunológico fraquejou, facilitando a invasão negativa. Eu sabia que naquela situação a melhor ajuda é a que vem de fora, para que o nosso campo eletromagnético seja restaurado e aí o trabalho interno, feito por mim mesmo, pudesse fluir rápido e eficazmente. E assim aconteceu. Quem duvida do poder da energia e da oração? A legião de força se ergueu. Pessoas que nem se conhecem estavam juntas em oração. Senti e vi os raios de luz sendo formados e meu campo eletromagnético sendo restabelecido, com mais força. Pude direcionar os raios de luz aos malfeitores e a cura foi restabelecida. Pude juntar todas as fontes de energia e enviá-las de volta para cada pessoa que reservou momentos de suas vidas para orar ou mandar energia – e assim fortalecê-la também. E assim é! No mesmo período, recebi uma mensagem de uma pessoa me condenando por ter sido “envolvido” “nisso”, me acusando de falta de fé e cobrando a minha “maestria”. Naturalmente que lembrei de um ensinamento de outro monge, segundo o qual, “não é pelo fato de estar nublado que podemos dizer que o Sol sumiu”, mas nada impede que as muvens, em posição inferior, possam facilitar a atuação das trevas, nem que seja por segundos. Afinal, tanto o Sol quando as nuvens e as trevas estão além do controle do ser humano, frágil e vulnerável. Ignorar a energia do mal é um processo profundo de negação e pouco inteligente. O fato de pedir ajuda foi um ato de fraqueza ou de sabedoria? Como se faz o fogo se não se colher a força da lenha? Como não subir aos galhos das árvores para colher o fruto maduro e mais doce? Por que um monge não poderia dizer que tinha medo? A maestria talvez seja exatamente a capacidade de se mostrar humildade para enfrentar, seja medo ou qualquer outra dificuldade em nossas vidas. Afinal, estamos aqui para quê? Os dedos acusadores são sempre a expressão do que existe de mais profundo dentro da alma de quem acusa: o medo de ser apenas humano.

Inflamação de câncer diminui com terapia

cancer.jpgTerapia psicológica diminui o nível de inflamação em pessoas com câncer de mama, segundo pesquisa realizada na Universidade de Ohio, EUA, e publicada pelo jornal Psychosomatic Medicine, citado na revista eletrônica Science Daily. ”Antes sabíamos que a inflação estava associada aos sintomas de depressão mas não sabíamos que ao tratar a depressão afetaria a inflamação”. Foram feitos exames de sangue e avaliações psicológicas individuais por um ano. “Este estudo mostra que ajudando o paciente de câncer a combater a depressão ele também terá menos inflamação”, diz o Dr. William Carson, professor da Divisão de Oncologia do James Cancer Hospital e do Instituto de Pesquisas Solace. A pesquisa foi feita juntamente com o Departamento de Psicologia da Universidade de Ohia, EUA. “Quem partipou da pesquisa apresentou diminuição nos sintomas de depressão (fadiga e dor) e nos marcadores de inflamação”. Parece que a solidão dos pesquisadores faz com que eles desconheçam inúmeros trabalhos que afirmam que a doença nasce nasce no espírito (emoção) e não ao contrário, isto é, no corpo fisico para depois ir para o emoção-espiritual. Veja o site com o artigo completo.

(http://www.sciencedaily.com/releases/2009/08/090831213223.htm).

   

 

 

Onde surge a doença?

mandala1.jpgPor José Joacir dos Santos*

Distúrbios ocorrem em qualquer momento da vida e em todos os níveis energéticos porque não existe na Terra um estágio perfeito e permanente. No céu também não. A divisão entre céu e terra é a mesma entre céu e inferno, só existe na cabeça de cada um. Os distúrbios podem ser físicos e quando se manifestam no corpo físico são chamados de doença. O médico é consultado. Exames são feitos, raios-x executados e aí é achado um nome para a doença, embora o diagnóstico possa conter erro por falta de informação tanto de quem fornece os dados como de quem anota os dados. Para a informação ser correta é preciso que a percepção dos dados seja correta, tanto de quem informa como de quem colhe. Ambos podem estar equivocados por causa da própria ignorância. Quem nunca viu um garfo não consegue associar garfo a comida e é capaz até de nem ver o garfo se ele estiver em cima de uma mesa. O cérebro só associa aquilo que conhece. Pode até ver, mas não registra. Quando a doença é diagnosticada, isto é, recebe um nome, é porque tem uma forma. Por exemplo, um ovo é redondo e às vezes branco, amarelo, roxo etc. A forma pode ser um vírus, uma bactéria um câncer, isto é, é algo substancial. A doença também é tratada com algo substancial: pílula, injeção, química ou erva. O distúrbio pode ser mental. Qualquer problema na mente faz o corpo sofrer. A pessoa pode ir ao psicoterapeuta, tentar entender o problema intelectualmente, entender as emoções envolvidas, tentar achar um sentido para o que está ocorrendo e tentar achar uma maneira de mudar o comportamento ou a maneira de ver as coisas, de sentir, de analisar, de lidar com as situações do dia-a-dia. A psicologia oriental da cultura tibetana também reconhece outra área na qual o distúrbio pode se manifestar: a dimensão energética.Levando-se em conta a maneira como os médicos são formados atualmente pelas universidades, distúrbios da dimensão energética não podem ser diagnosticados por médicos, daí o barulho que alguns fazem contra as terapias energéticas. Esses distúrbios energéticos são o resultado de interferências das demais dimensões energéticas paralelas ao mundo físico, que a ciência física sabe que existem, e consequentemente pelos seres que nelas habitam. As antenas de televisão e de aparelhos celulares já são, comprovadamente, exemplos mais próximos da interferência invisível, ao olho nu, na saúde de pessoas, animais e plantas — negativamente. O avião norte-americano que vai para o espaço consertar satélites fica navegando ao redor da terra até ter o momento propício de aterrissar senão é transformado em pedaços. Com toda tecnologia avançada, a mãe natureza é quem permite e diz que momento um aparelho daqueles está autorizado a aterrissar sem ameaça à vida dos tripulantes.

Quando os distúrbios são energéticos, não há como tratá-los de forma substancial. O único caminho é a transferência de energia sutil, mediunidade, a intuição, a conversa com espíritos, os sonhos, oráculos e alguns aspectos da astrologia. Os tratamentos são não-substanciais: Reiki e outras formas de tratamentos energéticos, exorcismo, contato com textos sagrados e outros objetos, purificação do pensamento pela oração e meditação, exercícios xamânicos de purificação com incensos, água, fogo, resgate de alma, recuperação da força vital, passes, etc. Há casos que homeopatia, florais, ervas especiais, banhos, alimentações especiais entram como coadjuvante aos tratamentos não-substanciais.

Quando há um problema é importante saber quais as ferramentas certas para tratá-lo para que uma solução seja encontrada. É preciso reconhecer a natureza da mente e ater-se a isso para saber que prática utilizar. Se a natureza da mente não é sabida, não se pode ater-se a ela, diz o Lama Tenzin Rimpoche, do qual reproduzo muitos de seus conhecimentos. Se você utilizar a ferramenta inapropriada não haverá solução do problema, só adiamento do sofrimento. Se o distúrbio é energético, análise intelectual psicoterápica e medicamentos não ajudarão. Por outro lado, se você tiver uma visão intelectual errada ou distorcida ou ignorante a respeito das demais dimensões, incensos não resolverão o problema. Sem conhecimento das diversas dimensões da energia que circunda a terra e todos os seus habitantes, desde a energia elétrica à energia de Reiki, passando pela energia dos medicamentos e coadjuvantes, você não saberá endereçar um distúrbio e erros podem acontecer - todo ser humano comete erros.

Uma doença pode primeiro aparecer em um sonho para depois se manifestar no corpo físico. Antes da manifestação física ela pode surgir em forma de esgotamento, fadiga, inquietação, desassossego. Se o problema já é questionado depois que a informação veio através de um sonho, então pode ser resolvido de forma sutil: rituais, envio de energia à distância, orações. Florais auxiliam. Nos tratamentos homeopáticos, os sonhos são sempre reveladores do nível das doenças ainda no corpo sutil, ou seja, nas dimensões paralelas. Chá de plantas medicinais podem também interferir já nesse nível de informação da doença. Somos como aparelhos celulares: não temos antenas visíveis, mas nos conectamos com os satélites. Não precisamos de fios e a bateria acaba. Mas se a energia da doença é forte e pesada, pode não demorar nas dimensões energéticas do ser e cair direto no corpo físico, como câncer. Nestes casos, a medicina física ou a cirurgia pode ser necessária e mesmo assim há casos que não resolvem e o resultado é a morte física. Até divergências entre amigos, colegas de trabalho, pessoas que nem a gente conhece pode vir através de sonhos e devem ser tratadas energeticamente antes que amadureça, fique pesada e caia no corpo denso e físico. Médicos e descrentes não conseguem evitar de sonhar.

Às vezes as doenças já incorporadas no corpo físico, de forma avançada, podem também ser tratadas ao mesmo tempo de forma energética e nas dimensões sutis, assim como uma pessoa gripada deve tomar suco de limão, rezar, dormir cedo, se alimentar melhor e às vezes precisa de medicamento químico e de uma rezadeira. Nesses casos, entram muitas negociações e contratos entre as pessoas envolvidas e os diversos mundos, dimensões e seres envolvidos porque cada um de nós tem uma história antiga, guardada na biblioteca universal que alguns chamam de Registro Akastico. O Registro Akastico é como um manual de instruções de um eletrodoméstico que, infelizmente, não vem com o recém-nascido. Por que você sonha com lugares e pessoas que “não conhece”? Será que o seu corpo está mentindo quando isso ocorre? Será que você inventa os sonhos? Quando a luz se apaga e o ser é descrente, por ter tido uma formação intelectual materialista como a medicina ocidental, ou preconceituosa como as religiões cristãs, a mente, liberta do corpo físico, não sabe o que fazer nem para onde ir. Aí começa o drama, que pode durar uma eternidade, sem solução alguma.

A velocidade com que o distúrbio viaja no tempo é imensurável e invisível. Quem pode ver e medir a transmissão de uma conversa entre o celular de alguém e o satélite da companhia telefônica se não tiver um computador especial para isso? Quem pode ver um espírito se não tiver vidência desenvolvida? O que você acha que ver todos os dias realmente existe? Os distúrbios tanto podem começar nos mundos paralelos e energéticos como podem simplesmente começam no corpo físico. Traumas físicos geralmente evoluem para traumas emocionais e vice-versa. Acidentes e doenças podem interferir na estabilidade mental e no estado de humor e a pessoa necessitar de psicoterapia e tratamentos energéticos como Reiki. Para o tibetano e muitas outras culturas orientais, as coisas que são aparentemente acidentais têm origem nos mundos e dimensões paralelas. Para se tratar os distúrbios, venham de onde vier e sejam de que natureza forem, é preciso utilizar a inteligência despida de preconceitos, conceitos, pesos e medidas para poder ver o ser humano integral, sem amputações.*José Joacir dos Santos é psicossomatista. Leia a Monografia neste site.

Câncer: a agonia de Joana

outono1.jpgJoana tem 92 anos e luta contra o câncer, descoberto tarde demais. Dorme pouco, come pouco e sente muita dor. A vida inteira ela foi daquele tipo teimoso-sabe-tudo-e-faz-tudo-do-próprio-jeito. A sua opinião era sempre correta, sem negociação. Os seus julgamentos também eram implacáveis. Uma vez caído na sua antipatia, era para sempre. Flexibilidade é uma palavra que nunca existiu no dicionário individual de Joana. Nunca foi uma pessoa má, mas era notável a dificuldade de se relacionar com o mundo exterior, sem conseguir transmutar suas raivas e frustrações em compaixão, perdão e amor. Sem uma sólida noção de familia, porque cedo da vida teve que criar seus quatro irmãos, Joana foi incapaz de superar esses abandonos familiares e reconstruir a sua própria família em bases amorosas e de confiança porque a vida se vive um dia de cada vez. Talvez o trauma de ter sido abandonada pela mãe, que saiu de casa para seguir outro homem, e de ver seu pai morrer de tristeza e humilhação por ter sido traído, fez Joana construir para si mesma uma máscara de pedra de mármore branco, impecável e frio. 

A aparência física frágil de Joana nunca escondeu que sua pedra de mármore era oca, como são todas as máscaras. Qualquer ventania produzia um som alarmante, de falta de firmeza, medo do novo, do desconhecido, do que não estava em suas mãos, de faltar, de amar, de largar para trás aquilo que já tinha passado e de seguir em frente dando uma chance nova a cada dia. Aos 92 anos, ela ainda lembra das máguas de infância e as repete sempre que pode e continua firme nos seus julgamentos porque nunca descobriu que a vida se renova e que todos os julgamentos são precipitados e inadequados. Até em relação aos filhos, seus padrões de seleção foram sempre os mesmos e algumas frases eram conhecidas e repetidas: “Enquanto estiver debaixo do meu teto, comendo da minha comida, tem que ser do jeito que eu quizer”. “A porta da rua está aberta”. Embora não sendo religiosa, Joana adotou algumas frases bíblicas de conveniência, que ouviu em algum lugar, por exemplo: “árvore que não dá fruto deve ser cortada”. 

Joana hoje agoniza as dores do câncer sozinha, mesmo porque dor não se transfere. Nenhuma daquelas pessoas que ela idolatrou a vida inteira está hoje prestando qualquer ajuda em seu leito de dor. Como estarão aquelas que ela magoou e odiou? Ela sempre idolatrava pessoas de seus relações distantes, fora da família, e sempre teceu julgamentos fortes contra os mais próximos, até da família. Hoje, na beira da sua cama, não há vizinhos visitando, nem flores, nem troféus. Netos e bisnetos estão também ausentes porque não sabem que os laços karmicos de Joana são também seus já que ninguém nasce em uma família por acaso. Alguns sequer terão imagens positivas para repassar para seus netos e bisnetos se não reagirem e redescobrirem que o segredo da vida está no amor e que o amor é “o fogo que arde nem doer”, que é renovável, reinventável, reconstituível, reaceso. Todo mundo envelhece, embora só alguns possam ter netos e bisnetos. Aquelas pessoas que Joana tanto idolatrou não se lembram ou não sabem que Joana dedicou parte da sua energia vital, um dia, em vão, para as pessoas erradas, como atores de  televisão. Joana talvez não tenha a consciência de que jogou palavas de adoração ao vento, em momentos errados de todas as estações. 

 Seu corpo não seguiu o vigor de sua mente. Seus arrependimentos batem em caixas postais esvaziadas pelo tempo porque os endereços foram modificados pela vida. Seus laços de amor são escassos e incertos porque ela nunca quiz reinventar o amor. Os filhos se dividem entre amados e odiados e, equivocadamente, espalham entre os seus que a vida é assim, um partido de amados e outro de odiados, sem saber que estão repetindo trilhas fracassadas, de heróis incapazes de perdoar ou de se dar a chance de perdão. Netos e bisnetos se degladiam com memórias tristes e se dividem em partidários dos problemas emocionais de seus pais sem compreender que todo mundo tem problemas mas nem toda pessoa tem facilidade de trabalhá-los e resolvê-los porque é muito mais fácil e conveniente culpar os outros dos próprios problemas. Ninguém tem a obrigação de seguir os caminhos mal traçados de pais, avós, bizavós etc. Há jogadores que fazem gol e há outros que são apenas jogadores. As capacidades jamais serão iguais para todos. 

As flores ainda nascem no jardim de Joana, querendo provar que a vida não é aquilo que a gente vê a um palmo do nariz. Passarinhos celebram um dia de cada vez no velho abacateiro no quintal. Joana viveu a vida inteira pensando que era ela quem mandava na própria vida, sem saber que coisinhas pequenas da vida que a gente não digere formam o lastro para a criação de doensas psicossomáticas como câncer. Agora, o corpo não lhe obedece e a vida parece que assume o controle porque há a hora de nascer, de viver e de morrer. Aparentemente, só existe uma opção para o poeta: pedir orações para o espírito de Joana. José Joacir dos Santos é doutor em Psicologia

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