Vícios evoluem para doenças graves

Alguns medicamentos, asteróides, cafeína, álcool, fumo, maconha, cocaína e outras drogas misturadas, assim como a mistura de remédios legais com maconha, álcool ou cocaína, interferem diretamente no funcionamento equilibrado do sistema nervoso central e seus resultados variam de indivíduo para indivíduo, dependendo da constituição do sistema imunológico de cada um. Com o tempo, esses vícios evoluem para doenças graves e muitas vezes irreversíveis, isto é, incuráveis. De um modo geral, os viciados escondem ou tentam esconder, deles mesmos, os efeitos colaterais dos vícios, embora esse período de negação só contribua para a exposição e consequente intoxicação dos órgãos físicos na formação de doenças mentais, emocionais e físicas. Por exemplo, já se sabe que o déficit de atenção (ADHD) tem várias origens e uma delas é o uso de drogas e/ou álcool durante a gravidez, assim como ambientes familiares agressivos e estressantes na infância. Parentes, colegas de trabalho e amigos em geral podem identificar facilmente quando alguém está se tornando viciado ou já desenvolvendo doenças provenientes da constante exposição ao vício – autodestruição.

Como uma pessoa demonstra está viciada? As mãos tremem pela manhã, a pessoa começa a ter dificuldade de enfrentar pequenos e rotineiros problemas, isto é, de qualquer gota dágua faz uma enorme tempestade, as vezes duradoura. O cheiro da pessoa fica ácido, enjoativo. Diminui a capacidade de executar tarefas, por exemplo, o excelente motorista começa a bater o carro, brigar na rua com outros motoristas, torna-se mais distraído etc. Brigas em qualquer lugar, na rua ou em casa, por qualquer motivo. Discussões na cama… ou falta de apetite sexual. O organismo começa a pedir mais doses. Algumas doenças simples em pessoas comuns, em viciados elas não se curam nunca, como alergias, herpes, rinites, congestionamento nasal, dores lombares etc. De um cigarro passa para dois etc. Têm crises de compulsão pelo objeto do vício. Um comprimido passa a não fazer mais efeito e o corpo pede outro. Tive um cliente que tomava cinco comprimidos para dormir quando apareceu no meu consultório a primeira vez. Passa a falar mais no vício querendo a aprovação de quem escuta. A pessoa diz que fumou durante muito tempo mas deixou… É quase sempre mentira. 

O grupo de amigos passa a se reduzir ao público do mesmo vício. Neste caso, é fácil observar os amigos da pessoa porque cada um tem uma progressividade diferenciada no vício assim como mostra mais facilmente que outros viciados.  O viciado em maconha, por exemplo, vê uma notícia de aprisionamento de uma carga e cai na defensiva do uso da maconha, isto é, o viciado defende o fornecedor, seja café, álcool e de qualquer coisa. É comum o viciado em remédios ficar brigando na rua ou no balcão da farmácia quando há aumento de preço dos medicamentos. Um forte sinal é quando a pessoa começa a deixar de fazer aquelas coisas que gostava muito, por exemplo, jogar bola. Apesar de perceber que o vício faz mal, a pessoa insiste nele sem medir consequências. Outro forte sinal é que a pessoa perde o vocabulário, passa a gesticular muito e esquece o nome das coisas, chamando tudo de “coisa”, “treco” etc. Chamam as pessoas de “cara”, “maluco”, etc. Nos anos setenta, os viciados em LSD, maconha e cocaína chamavam as pessoas de “bicho” e o Brasil importou isso como se fosse “legal, mora?”.  Assim acontece com as tatuagens e outras “ importações”.

Já se sabe que o filho de alcoólatra tende a ser alcoólatra, isto é, os vícios são passados, também, genetivamente porque a informação passa para a memória celular e o código genético é transmitido de pai para filho. Cerca de 98 por cento das crianças largadas em orfanatos por pais drogados ou que morreram em consequência dos vicios têm câncer ou sérios problemas fisiológicos (por exemplo, deficiência respiratória  e cardíaca) e mentais, segundo fonte do serviço social de uma grande instituição que pediu anonimato. Também já se sabe que viciados em maconha, cocaína e remédios para dormir desenvolvem psicoses, manias, tiques nervosos,  dificuldades de raciocínio, irritação permanente, intolerância, esquecimento que evoluem para Mal de Parkinson, insônia crônica, sindrome bilolar até o nível IV, maniaco depressivo, déficit de atenção (ADHD, especialmente adolescentes e jovens até 23 anos. Eles perdem a noção de limite), lesões celebrais, deficiências renais, respiratórias, circulatórias, cardíacas, digestivas (muita prisão de ventre, dificuldade de defecar, urina muito amarela, etc.).

Quando o viciado vem de uma família com tendência a diabetes ou está no grupo de risco de diabetes como os obesos, quando mais rápido se submeter a um tratamento psicoterapeutico mais changes têm de impedir a evolução do vício e de seus efeitos colaterais duradouros ou permanentes. Se você está cometendo um dos vícios acima, corre o risco de piorar os efeitos se tomar antidepressivos. Álcool, café e chocolate são utilizados como combustíveis para outros vícios. Qualquer um deles provoca desequilíbrio nos órgãos internos como estômago, intestino, cólon, baço, fígado, pâncreas e sistema uninário (rins) se a pessoa não toma água suficiente. Dos três, álcool é o que causa mais problemas sociais e separações familiares em todo os países onde bebida alcoólica é livre. Nos EUA “methamphetamine” já está na lista de vícios. Adolescente viciado consome qualquer tipo de medicamento que pode comprar quando não tem ou não pode comprar aquilo em que é viciado.

Além da psicoterapia, o viciado deve ser olhado pela família com compaixão mas firmeza, sem julgamentos e acusações mas oferecendo a chance de tratamento. Todo tratamento depende do tempo de vício e as vezes é muito doloroso para a família ter paciência e persistência suficientes para suportar as recaídas e a quebra dos tratamentos de desintoxicação, o mais eficiente até hoje. Quanto mais cedo foi identificado o vício mais chances há de tratamento e de evitar que o vicio evolua para outras doenças acima citadas. É extremamente aconselhável que a mulher viciada ou que tem um parceiro viciado a não engravidar pelo risco de ter uma criança defeituosa mental ou fisicamente. É preciso entender que o período de negação do vício é um mecanismo de defesa, mas não é uma justificativa duradoura. Quando alguém na família ou na amizade é suspeito de ser viciado, é preciso ter cuidado e compaixão para abordar o assunto porque dependendo da maneira como isso é feito a pessoa pode reagir fugindo para um território “seguro”, pode passar a evitar quem abordou ou se aprofundando no vício. Se você observa que está se viciando, tente quebrar a frequência e se abster. A abstenção é muito dura em alguns casos, especialmente maconha, cocaína, remédio para dormir. Uma coisa que ajuda, juntamente com terapia, é: na hora da vontade, nadar, correr, dançar, tomar muita água. Por exemplo, o viciado em cocaína sente muita vontade de comer doces. Então, quando notar essa vontade, mergulhe em um esporte. Isso pode não funcionar para em alguns casos. A família ou pessoas próximas podem ajudar o viciado a ir a uma sessão dos Alcoólicos Anônimos (alguns grupos já lidam com outros vícios) ou outros grupos de ajuda e ter a coragem de pedir ajuda. Sem o apoio da família e de amigos próximo ninguém sai de um vício sozinho, mesmo com terapia. Se você é viciado e conseguiu entender este texto, tome uma atitude a favor da sua própria vida hoje. José Joacir dos Santos é doutor em psicologia oriental e jornalista jjoacir@yahoo.com

O que é estresse e como afeta a saúde

ESTRESSE

Estresse é a forma que o corpo emocional encontra para se expressar no corpo físico em resposta ao desgaste da vida diária, cheia de tensão e pressão. O Instituto Norte-Americano do Estresse afirma que 90% de todos os problemas de saúde estão relacionados com o estresse e a incapacidade da pessoa de perceber e reagir a isso. Estresse excessivo estoura a barreira da segurança do sistema imunológico, abrindo as portas do corpo para vários tipos de doenças e sintomas, de gripe que não se cura a hipertensão. Quando o estresse não é tratato se torna crônico e mina todo o sistema de saúde da pessoa, abrindo o caminho para pressão alta, depressão, derrame cerebral e todo dipo de descontrole do sono: insônia, sono excessivo, dificuldade de levantar da cama, pesadelos, etc. Em inglês se escreve: stress. Ninguém está livre de se estressar porque não se pode eliminar o estresse da nossa vida. Antes dos 20 anos, um pouco de estresse é até saudável, dependendo da pessoa. O importante é saber que é possível administrar o estresse e reverter o processo antes que se torne crônico, desde que você identifique as causas desse processo de adoecimento emocional, físico, mental e espiritual.

No mundo atual, é preciso que cada pessoa aprenda como eliminar e evitar o estresse, desde a dona-de-casa ao executivo da grande empresa, passando também pelos profissionais de saúde que lidam diretamente com o estresse alheio. Como vemos o ser humano holisticamente, é importante ressaltar que não se pode considerar um só aspecto de nada na vida e em termos de estresse é preciso verificar também a alimentação e os pequenos hábitos diários, aqueles que a gente teima em repetir sabendo que não são saudáveis como doces e açúcar em geral. Por exemplo, açúcar é amiguinha da depressão. Quanto mais doces, açúcar e cafeína mais probabilidade da depressão fazer parte da sua vida. Mas deixar de rezar, passear, ver um bom filme, conversar, festejar a vida também causa estresse. Nem sempre uma viagem ajuda a eliminar o extresse temporário. Se não houver a identificação e a administração das causas, nada adianta.

Os remédios para estresse funcionam como jogar lixo para debaixo do tapete. Além de viciar, eles causam danos aos órgãos internos afetados com as causas do estresse como fígado, baço, pâncreas e a flora intestinal. Autoridades norte-americana divulgaram que a causa da morte de um famoso ator norte-americano, achado morto em sua cama em Nova Iorque, não foi droga ilegal como a imprensa suspeitava, mas sim de insuficiência respiratória causada por remédios para depressão, prescritos pelo seu próprio médico. Antigamente essas verdades eram suprimidas da imprensa norte-americana mas na mesma semana também foi noticiado a morte de uma mulher, de ataque cardíaco, provocado por remédios para estresse e depressão.

Manter 90% da comida diária composta por vegetais, cereais e frutas, com o mínimo possível de carne, açúcar e gorduras é o caminho para uma vida saudável. Não é fácil cortar esses velhos hábitos, nem aquela feijoada aos domingos mas a vida saudável está em primeiro lugar já que merecemos envelhecer com saúde plena, alem de sermos seres eternos. Tudo o que se faz aqui se leva para as próximas vidas e a homeopatia sabe muito bem disso – a gente guarda do DNA as doenças dos nossos antecessores. Pense nas crianças que já nascem doentes e você entenderá o que é que estou falando. Tive um cliente que tomou drogas até os 25 anos e aos 31 não entende porque o filho de dois anos está morrendo com câncer no cérebro. Quem não pode praticar exercícios físicos mas pode dar uma caminhada pelo menos três vezes por semana já está fazendo alguma coisa. Agora, comer depois da caminhada é como se trancar no banheiro e fumar.

O estresse pode vir, inclusive, de maus hábitos afetivos. Por exemplo, tive uma cliente minha de 55 anos, que voltou para o ex-marido que já tomou, na justiça, a metade de tudo o que ela tinha de bens. Ela não consegue passar uma semana sem uma briga. Ele rebaixa ela de todas as formas, na frente de todo mundo, e ela acha que ele é o homem da vida dela. Ela parece se alimentar de brigas, discussões e não acha que merece uma vida saudável. Já desenvolveu problemas cardíacos. Outro cliente só precisa entrar no carro para xingar todos aqueles que passam na sua frente. Ele consegue brigar até quando conduz carrinhos de supermercado. Também já tive aquela que o marido sai na sexta-feira com os amigos, deixa ela em casa sozinha e aos domingos ela obriga ele a ir almoçar na casa dos pais dela para parecer que está tudo bem. Quando era criança, tinha uma vizinha que fazia a maior ladainha entre seis e sete horas da manhã para acordar os filhos. Batia portas, gritava, ameaçava etc. Há uma infinidade de maus hábitos afetivos que você conseguirá identificar apenas observando o seu próprio comportamento diário.

 Um dos maiores remédios para estresse, sem efeitos colaterais, é Reiki e massagem. Tanto um quanto outro trabalha com todos os canais energéticos do corpo. Abraçar e beijar também alivia o estresse, especialmente se for com a pessoa certa. Desaconselho o uso de remédios alopáticos para o tratamento do estresse, mesmo crônico, porque tenho visto inúmeros clientes mudarem suas vidas e se tornarem mais saudáveis sem eles. * José Joacir dos Santos é mestre em Medicina Oriental e doutor em Psicologia. jjoacir@yahoo.com

O assédio sexual espiritual é real

Vampiro

É comum o assédio sexual espiritual e acontece com todo mundo, crente ou ateu, especialmente ao dormir, como se fosse um sonho. As pessoas que resistem ao conhecimento esotérico encaram o sono e os sonhos como algo banal e sem fundamento.

Freud e Jung dedicaram grande parte de suas obras ao estudo dos sonhos, com as limitações culturais que lhes eram peculiar porque viveram em uma Europa extremamente dividida entre as mais rígidas concepções religiosas, cristãs e judias, em torno do divino, do sagrado e do sobrenatural, com uma forte carga de preconceitos. Os chamados sonhos eróticos, mesmo como pessoas conhecidas, podem ser chamados também de vampirismo.

Esse tipo de vampirismo ocorre de três diferentes maneiras: da parte de pessoas que morreram e não querem admitir que estão mortas, sejam amigas ou inimigas; da parte de amigos, parentes, ex e atuais relacionamentos; e finalmente de inimigos desta vida. Não se fala disso nos consultórios porque os clientes têm vergonha e também porque os profissionais não estão preparados para tratar disso, por preconceitos, falta de uma formação multidisciplinar ou por dificuldades de entendimento pessoais.

Os mortos vagam pelas ruas, na escuridão da noite, procurando aquelas pessoas que estão sempre pensando negativo ou constantemente pensando em sexo, vendo filmes pornôs, lendo coisas ou falando de sexo o tempo inteiro, isto é, com sexo na cabeça. Esses espíritos são capazes de se transformar em rostos e corpos bonitos, entram em comunicação com a pessoa que dorme, deitam em suas camas e induzem a algo parecido com sono chegando a vítima até a pensar que fez sexo, sentiu os beijos etc.

Tudo é muito real e há casos em que a vítima acorda depois do orgasmo. De acordo com a atitude da vítima, isso pode durar anos e ela chega a pensar que está se relacionando com alguém das suas vidas passadas, em algum lugar no tempo. Pura ilusão! Aos poucos a vítima desses assédios começa a enfraquecer, a adocer, tem gripes que nunca se curam, sentem-se esgotadas, cansadas, saudosas, choram sem saber de quê, tem olheiras e querem dormir sempre mais porque aquele (ou aquela) que assedia fica dia e noite realimentando no mental da vítima que eles são felizes daquela forma. Com o tempo a vítima passa a não atrair mais ninguém do mundo real, vivo, porque o relacionamento com aquele espírito passa a ser obsessivo. Se for a um médico ele vai dizer que a pessoa está com anemia, esgotamento nervoso, etc.

Se for a um psicólogo desses de cadeirinha ele vai dizer que a pessoa está profundamente depressiva (o que pode ser tornar com o tempo). Mas isso não é tudo e o psicólogo tradicional não sabe ler esse tipo de depoimento do cliente porque não foi preparado para isso. Os cursos de psicologia copiam a medicina ortodoxa cega, infelizmente.

Amigos, parentes, ex-companheiros e até namorados e namoradas do presente momento também assediam durante o sono, especialmente se não têm chance se ter um relacionamento real com a pessoa desejada ou se o relacionamento acabou e a outra parte não querer renovar. Roupas íntimas, fotos e objetos pessoais são muito usados por pessoas que praticam esse tipo de assédio, embora não saibam a profundidade do que fazem. Geralmente essas pessoas se masturbam pensando na vítima. Muitas são bastante ciumentas.

O pensamento junto com a masturbação cria um vínculo espiritual tão forte que quando elas dormem o espírito sai do corpo e vai executar a tarefa. Neste caso, ambas as pessoas adoecem ou enfraquecem com o tempo e a prática e passam a ficar vulneráveis para assédios espirituais externos, por exemplo: um rapaz sempre se masturba pensando na vizinha da frente. O vínculo com a vizinha fica tão forte que chama a atenção de espíritos que perambulam. Os espíritos passam a observar as práticas do rapaz e em algum momento passam a obsediar o rapaz para tirar proveito da essência vital dele e da pessoa que ele assedia.

Esse tipo é muito comum naqueles casos em que a pessoa terminou um relacionamento mas sempre volta mesmo sabendo que é prejudicial e não dá certo – mas diz que não consegue resistir.

O pior desses assédios é aquele praticado por inimigos desta e de outras vidas porque aí é utilizada crueldade sem limites. Esta prática é muito comum na magia negra e nas amarrações de casamento ou de uniões feitas em terreiros. A pessoa manda fazer uma amarração e a vítima fica presa a ela e a quem mais a pessoa que fez a amarração desejar juntar, consciente ou não. Portanto, se você mandou fazer uma amarração, trate de mandar desfaze-la antes que você morra e perca o caminho do Paraíso. Pessoas amarradas ficam apáticas, perdem o entusiasmo da vida, vivem como mortos-vivos, sem brilho. Estes são aqueles “sonhos” que você tem mantendo relações sexuais com muitas pessoas ao mesmo tempo, em lugares horríveis – e você pode acordar na ilusão de que foi bom.

Tive clientes vítimas dos três exemplos acima e em todos os casos só têm solução em sessões sérias de desobsessão, em casas espíritas cardercistas credenciadas. As vítimas deste exemplo, além da fraqueza física, passam a atrair nas ruas pessoas caçadoras de parceiros sexuais, pessoas viciadas em sexo, violentas, entram em relacionamentos com pessoas desajustadas, a memória enfraquece, a vida não dá certo em nada, a prosperidade desaparece. A vitima atrai doenças venérias, urinárias e tudo o mais que está por trás delas, mesmo pessoas casadas.

Pessoas espiritualizadas e sensíveis são também alvo certo de todos os níveis de assédio acima citados se fraquejarem nas práticas porque elas têm mais capacidade de visualizar, concentar e se conectar com o mundo invisível. Ninguém na face da Terra está a salvo das chamadas “tentações”, especialmente as mentais.

Deixar o pensamento vagar é uma faça de dois gumes. As vezes elas nem precisam pensar, mas aqueles que assediam seguem elas até suas casas e ficam ali até que chegue o momento de atacar pelo sono, chegando a paralizar a vítima na cama. Todas as fantasias não realizados são uma ferramenta fácil para quem assedia pela mente, seja espírito ou encarnado.

Até Jesus foi assediado. Então, em todos os casos, é preciso rezar bastante, limpar as casas com incensos, manter o pensamento no positivo, no construtivo, em contato com o Sol. De todos os sistemas florais que experimentei, o único capaz de ajudar e até elimar esses assédios são as soluções estoques de Allim, Algodão, São Miguel e Carrapichão do Floral de Saint Germain. As essências de São Miguel e Carrapichão não só devem ser tomadas debaixo da língua, quatro vezes ao dia, como também uma gota deve ser colocada na cabeça, pelo menos uma vez ao dia. Alho na comida, suco de goiaba, de limão e pequi no arroz também ajudam.

Para quem é reikiano, médium, sensitivo ou trabalha como elemento de ligação entre o céu e a terra, é preciso agir imediatamente ao acordar, rezar e perdoar aqueles que vierem nos sonhos. Quem não tem uma forte ligação espiritual não sai sozinho de um assédio desses, precisa de ajuda externa. Muitos dos espíritos assediadores voltam quando você esquece e começa a pensar abobrinhas. Lembre-se que amores de outras vidas não assediam porque quem ama jamais assedia ou prejudica a pessoa amada. O amor mais intenso é aquele que é vivido aqui e agora, cara a cara, olho a olho, coração a coração. Amores do passado não existem mais, amores do futuro não existem ainda, o único amor real é aquele que é aqui e agora, sem dor, sem sacrifícios, sem problemas, sem dúvidas.

jjoacir@yahoo.com

Os deuses gregos perderam o assento

PSICOLOGIA

             A psicologia nos Estados Unidos adquiriu alforria já há algum tempo e a palavra em si não tem “dono” como no Brasil. Essa capacidade talvez seja um traço cultural de um povo arquivado na memória celular. Este país foi colonizado, de um modo geral, pela Ingraterra, mas foi capaz de se distanciar da herança cultural colonizadora. O “novo mundo” atraiu para si pessoas com ideais de liberdade que não conservaram laços de obediência à raiz monárquica. A escravidão aqui também não vingou por muito tempo e a democracia se instalou, a muito custo, ensinando a cultivar os direitos individuais e a liberdade de pensamento. Sem desmerecer pela bravura como venceu os mares, o pensamento português nunca foi abundante de ideais de liberdade e a escravidão no Brasil ainda tem fumaça de várias matizes, mesmo sem ser colônia. Um exemplo é a psicologia, presa às corporações, práticas antigas, arrogantes, preconceituosa e de um modo geral pouco comprometida com a finalidade compassiva que deveria ser. O desgarranento dos padrões repetitivos das corporações não foi fácil nos Estados Unidos e nem será em qualquer lugar. A imigração constante e a diversidade humana obrigaram os legisladores daqui a pensar diferente e a mudar os caminhos da sociedade para acomodar a multidisciplinaridade. Embora persiga hoje os imigrantes, foram os forasteiros que enriqueceram a cultura deste país. Dos anos oitenta para cá, a psicologia norte-americano se dividiu em três escolas distintas, inclusive por uma questão de sobrevivência e tolerância, tendo a Califórnia como carro-chefe das mudanças e readaptações. Aqui falo da que mais me agrada e também da que mais cresceu nos últimos anos. Assim como as igrejas evangélicas, os consultórios de psicólogos que seguem a linha ortodoxa diminuem no país inteiro por falta de cliente e muitas universidades já oferecem o curso de psicologia até por correspondência. O povo procura alguma coisa além das teorias psicanalíticas comportamentais porque já compreende que o comportamento desequilibrado pode ser uma disfunção do ser integral e essa disfunção depende também de uma palavra mágica: energia. Ninguém quer mais passar dez anos fazendo análise. A Nova Era tem pressa e desmascara velhos padrões.

 A psicologia do sucesso agora se chama: psicologia energética. No meio de uma sessão o terapeuta percebe que o cliente tem dificuldade de se expressar e convida-o a exercitar acupressura. Essa técnica segue os princípios da acupuntura e não precisa de agulhas. Feita a sedação em alguns pontos do meridiano chamado Triplo Aquecedor, o cliente começa a falar e a enfrentar suas dificuldades. Ela incorpora outras terapias energéticas, inclusive Reiki, e é aliada de outra fonte inesgotável de respostas para todas as perguntas: a psicologia oriental baseada na filosofia budista.

Fui a um seminário de David Feinstein, PhD em psicologia, que exerceu a profissão por quinze anos até conhecer a futura esposa, Donna Eden, cuja profissão é, há mais de 30 anos, terapeuta energética e vidente. Disse que passou anos apenas acompanhando a esposa nos seminários dela e trabalhando na sua clínica, sem compreender bem o que ela fazia. Enquanto era dificil acomodar até vinte clientes por dia na clínica, a sua mulher palestrava, em um só dia de seminário, para mais de 500 pessoas. Criticado pelos colegas, David fechou a clínica e foi estudar o que a mulher fazia com a vidência. Usando métodos acadêmicos por não ter vidência, ele pesquisou, estudou e começou a praticar o que outros já faziam com sucesso: a psicologia energética, baseada na “mitologia pessoal”. Ele conta que zerou a contagem de clientes na sua antiga clínica e com a nova abordagem já atendeu a mais de dez mil pessoas. A mudança foi tão radical que a clínica tornou-se insuficiente e ele passou a dar seminários pelo país, onde a platéia, ávida para saber o segredo do sucesso, é constituída quase que exclusivamente de psiquiatras, psicólogos e terapeutas energéticos de todas as categorias. Os dois livros de David estão entre os mais vendidos. A esposa vê tudo o que é invisível às demais pessoas e é capaz de mudar a energia inteira de uma pessoa com um simples toque.

De acordo com David, um cliente tratado pelos métodos da psicologia ortodoxa gasta quatro vezes mais tempo no tratamento do que outro tratado com a psicologia energética e não há garantia que os padrões emocionais antigos voltem a se desenvolver. Enquanto que na ortodoxia um cliente com uma fobia simples leva dez a doze sessões, na energética o mesmo cliente só necessitaria de duas ou três e as vezes só uma sessão. O grande obstáculo imposto pela ortodoxia já era esperado: com a palavra energética no meio, o cliente gasta menos dinheiro no tratamento e em um país como os Estados Unidos, dinheiro é a alma do negócio. Um simples exame de sangue pode custar ao paciente 500 dólares. A “indústria” da saúde não quer perder o filão mas há sinais de fumaça. Por outro lado, os psicólogos energéticos tem mais clientes, que demoram menos tempo nos tratamentos e são bem-vindos pelas companhias de seguro-saúde porque as terapias energéticas são produzem efeitos colaterais e o cliente usa menos os serviços do seguro-saúde. Esse paradigma também existe na área de saúde como um todo, especialmente no Brasil, onde os terapeutas holísticos que nasceram com dons especiais têm dificuldade de convergir essas habilidades em trabalho sério e disciplinado porque não há escolas que lhes dê a chance de se autodesenvolverem. Hoje todo mundo sabe que se o povo tiver acesso fácil a terapias energéticas, aqui chamadas de amigáveis, a “indústria” do remédio cheio de efeitos colaterais perde dinheiro e os donos de hospitais ficam menos ricos, coitados! A rede de hospitais canadense Kaiser Permanente abriu os olhos e incorporou no atendimento as terapias energéticas

.As práticas energéticas focalizam seus tratamentos nos centros energéticos do corpo, alterando o campo eletromagnético. Há 2500 anos a acupuntura fala disso. De que são constituídas as células? Todo o ser humano é pura energia. Por isso se alimenta diariamente e precisa de hábitos saudáveis para continuar a existir. É sabido que se uma pessoa muda o campo magnético dela a doença perde força, a polaridade muda. Vamos dizer que o cliente tem uma fobia e vai ao consultório falar dela. Enquanto fala, ela sobe e toma vida, fica vivida. Mesmo que o cliente compreenda porque desenvolveu a fobia e queira mudar, quando sai do consultório o cérebro refaz o caminho de volta e guarda a fobia no velho arquivo. Já se o cliente é tratado na terapia psicanalítica energética, quando o cérebro tenta devolver a memória da fobia o campo magnético já foi alterado. A repetição dessa prática restaura a saúde mental. Não há segredo: simplesmente o campo eletromagnético da fobia é desestruturado quando recebe informação energética diferenciada do seu padrão e em outra voltagem. Quando a circuito energético da memória celular é quebrado, ela perde a capacidade de ser refazer, reprogramar e repetir o seu padrão estrutural. Aos poucos os fragmentos do desequilíbrio se perdem como gotas de veneno no mar. O estimulo que alimentava a fobia não acha mais espaço compatível com a sua vibração energética, a doença perde o sentido e a vida se restabelece. Índios e xamãs não sabem o que é memória celular mas tratam ela.

As escolas de psicologia passam semestres falando de arquétipos sem saber que os deuses gregos já perderam o assento. O grande achado da psicologia energética é não importar deuses e demônios. É guiar o cliente de acordo com a sua mitologia pessoal, isto é, os deuses e demônios do próprio cliente, criados desde a barriga da mãe pela influência do meio-ambiente, dos traços culturais, das crenças, do distanciamento das práticas milenares de conexão com seus “anjos” internos, da alimentação e também das vidas anteriores. As diversas formas de transmissão de energia universal interagem com os neurônios formando uma engenhosa rede de condução de estímulos energéticos do corpo e é capaz de informar que há mudança de planos e caminhos a seguir. Somos constituídos de grandes condutores chamados meridianos e de infinitas estações energéticas chamas chácras. Como ignorar a energia como fonte de saúde mental? Até pouco tempo, fora do Brasil ninguém acreditava que álcool fosse uma alternativa energética viável. Hoje, vários países do mundo não tiram os olhos dos engenhos de cana-de-açúcar brasileiros. As terapias energéticas aos poucos deixam de ser alternativas para serem essenciais porque a terra vive seu momento de transformação, de alteração de frequencia energética e de mudança de padrões de toda espécie. Nada é colocado no corpo sem o conhecimento imediato dos sensores cerebrais e mentais – e vice-versa.

 Na verdade, para quem quizer ver com outras lentes, a psicologia energética vem resgatar o que de bom existe nas práticas psicológicas convencionais porque a energia provoca, ativa, interage e remodela os reflexos condicionados dos padrões e bloqueios emocionais. “A  psicologia energética tem cartas para todas as mesas. Estimulando pontos energéticos na pele, relacionados com atividades mentais específicas, pode transformar em instantes a química elétrica do cérebro”, dizem David Freinstein (www.energypsyched.com), Donna Eden (www.energymed.info) e Gary Craig no livro “A promessa da psicologia energética”(The promise of Energy Psychology”, o qual recebeu o prêmio de “excelência” no “oscar” da literatura psicoterápica norte-americana e foi adotado imediatamente após o lançamento pela Association for Humanistic Psychology, uma das três vertentes da divisão de escolas psicológicas nos Estados Unidos, da qual sou filiado. Nos vários livros publicados sobre psicologia energética, por psicólogos que antes trabalhavam na linha ortodoxa, é unânime que a psicologia associada a terapias energéticas é eficaz na resolução dos casos de emoções indesejadas como medo, culpa, vergonha, ciúme, raiva; muda padrões comportamentais e hábitos indesejados; aumenta a habilidade para amar, ter sucesso e aproveitar o melhor que a vida oferece. Mudando a cabeça, a vida melhora!

O engenheiro metalúrgico Gary Craig (www.emofree.com), pesquisador em psicologia e criador do sistema chamado “Técnicas de Libertação Emocional” (EFT, em inglês) foi levado pela ONU para a guerra em Cosovo e fez história no tratamento de traumas de guerra combinando técnicas psicoterápicas com terapias energéticas e é portador de um dos maiores e mais ricos acervos de casos de cura com esse trabalho, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde sem nunca ter feito faculdade de psicologia. Foi ele quem atraiu e modificou a vida de milhares de psicólogos que hoje trabalham com a nova psicologia energética nos Estados Unidos e  na Europa, lado a lado com videntes, índios e xamãs. José Joacir dos Santos é jornalista e doutor em Psicologia Oriental jjoacir@yahoo.com

 

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