Por: José Joacir dos Santos

Uma das experiências que mais gosto é quando os espíritos me empurram para ler algum livro. Assim conheci Ramatis. Ele é direto, não coloca panos quentes na cabeça de ninguém e é, acima de tudo, extremamente informativo. Ele não guarda nada. Quando precisa ser de forma sutil, ele faz, assim quando escreve através do grande irmão Roger Bottini Paranhos. Ao longo do tempo ele tem passado os seus conhecimentos através de vários médiuns. Eu tive a alegria e a emoção de ter a sua amável influência nos meus artigos também. Então, para você que é terapeuta, mestre Reiki, reikiano, psicoterapeuta, trabalha com a saúde de alguma forma ou simplesmente quer crescer espiritualmente, indico todos os livros de Ramatis, independente do médium que recebeu a psicografia. Há livros que você precisa parar no meio, dar um tempo e voltar à leitura de tão profundos e informativos que são. O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de livros espiritualistas graças a nossa feliz e multicultural sociedade.
16/01/2008 ·
21:30 ·
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Por: José Joacir dos Santos
O objetivo principal do mantra é transformar a mente, mudar de uma frequência para outra como um o botão do rádio. E este é o segredo da saúde mental, isto é, a capacidade de mudar de frequência por livre e espontânea vontade. Não é qualquer pessoa que cria um mantra. Não confundir mantra com oração. Somente os Lamas e os seres altamente espiritualizados criam mantras ou recebem da espiritualidade e transmitem para a pessoa. Lembre-se que os monges habilitados a isso têm pelo menos 40 anos de dedicação espiritual e práticas diárias. Eles surgiram na Índia e no Tibete e embora tenham o poder original quando cantados ou recitados na língua original, sânscrito, se o monge lhe der um na sua língua, vale. Geralmente os monges dão um mantra ou vários a cada iniciado no budismo. Para você entender bem, reproduzo uma história citada por Liliam Too no livro Mantras & Mudras, contada a ela pelo Lama Kyabje Zopa Rinpoche. “Um monge foi visitar um hermita que vivia em uma ilha em retiro espiritual. Aquele hermita havia decidido passar três anos na ilha, sozinho, sem falar com ninguém, e nesses anos recitar o mantra da Compaixão (OM MANI PADME HUM) dez milhões de vezes, esperando, assim, despertar os seus poderes adquiridos com a prática da yoga. O monge encontrou o hermita na praia do rio, parou para ouvi-lo recitar, percebeu que ele pronunciava incorretamente e interferiu: “Acho que você está com a intonação incorreta”. O hermita parou, olhou e o monge recitou pra ele no tom correto. Sem dizer nada, o hermita deu as costas, entrou no barco parado na margem do rio e remou riu a dentro. O monge seguiu na margem contrária do rio e de repente ouviu o hermita gritar: escute para ver se eu pronuncio corretamente agora! E o hermita recitou o mantra exatamente como o monge havia ensinado (OMM MA NIII PEI MÉ HUMMM). Ao terminar de recitar o mantra, o hermita colocou o pé fora do barco e começou a andar sobre as águas”. Os mudras, ou gesto que se faz com as mãos, também são cheios de significados e dependendo de como você se expressa com as mãos e os dedos você entra em sintonia positiva ou negativa com o universo. Por exemplo, fazer gestos feios com mãos e dedos conta negativamente para a sua prosperidade (assim também os palavrões, mesmo de brincadeira). Você pode comprar livros e até discos com mantras mas o melhor caminho a seguir é comparecer a seminários dados por graduados monges budistas. No Brasil isso não é fácil e as vezes é caro porque os monges vem de viagens internacinais porque o país tem poucos. Sugiro que faça uma poupança para esse tipo de evento que pode transformar a sua vida e tirar os conceitos erradamente passados ou erradamente traduzidos. Se tiver um disco com mantras em sânscrito, passe a ouvi e a decorar os mantras, fazendo isso naquele lugar específico que você criou na sua casa para as suas orações e meditações. Não tente as traduções nem querer saber o que significa porque eles são códigos e funcionam com a repetição, o coração aberto, honesto e a melhor das intenções: a sua iluminação.Um livro que recomendo é “Mantras & Mudras”, da astróloga e budista Lilian Too, publicado em 2002 em inglês, com os mantras em sânscrito e pequenos comentários em inglês. Há uma coleção, com livro e cd maravilhosa, com as Orações Básicas do Budismo (Basic Prayers and Practices Tunes), publicado por uma fundação budista que vende pela internete e o site é: www.fpmt.org/shop. Não sei se eles despacham para o Brasil. Talvez os monastérios budistas de São Paulo possam ter esse material mas não tive como checar.
06/01/2008 ·
02:08 ·
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Por: José Joacir dos Santos

É difícil sugerir filmes e discos relacionados à evolução porque no Brasil ainda não há interesse das gravadoras em publicar para educar. Gostaria de publicar toda minha coleção mas de nada serviria se no Brasil ninguém pode importar porque os Correios e a alfândega cobram absurdos de impostos na importação desse material, que não tem no Brasil e por isso não deveria ser taxado porque não compete com o nacional. Certa vez importei um Cd e recebi a cópia. O que aconteceu com o original na alfândega eu não tenho a menor idéia porque a loja me assegurou que enviou o original. Quem ficou com meu cd nem se preocupou em falsificar a capa. Então, os aqui listados são em inglês, com poucas excessões. Se você tem uma sugestão que acrescente, me escreva:
A - Filmes:
- Samsara, de Pan Nalin. Um filme corajoso, que mostra o espírito de libertado do Budismo. Retrata a vida de um monge que pensa que a vida fora do monastério é mais interessante do que a que foi escolhida para ele, isto é, a de monge.
- Kundun, de Martin Scorsese. A vida no Tibete e a fuga do Dalai Lama para a Índia depois da invasão do Tibete pela China. Este filme é tão fiel aos fatos que com ele você aprende alguma coisa da maneira especial de viver do povo tibetano.
- O Mistério da Libélula, de Kevin Costner (não é oriental, mas espiritualista), e o conteúdo é muito semelhante com o que já sabemos sobre vida após a morte, saída do corpo, etc. Vale a pena ver, especialmente para pessoas cruas.
- Sonhos, de Akira Kurosawa. Este filme é excelente para terapeutas.
- The Lion’s Roar, de Mark Elliott. Mostra a vida de um lama tibetano e sua sabedoria sem limites, com lições de vida até pós-morte.
- Winged Migration, de Jacuers Perrin. Mostra a vida de legiões de pássaros ao redor da terra. Sua migrações de acordo com as estações do ano. E sua sabedoria.
- Whale Rider, de Niki Caro. Este filme é lindo e especialmente será para quem só tem filhas e se sente magoado com a natureza por isso.
- The Last Stand (da trilogia X-men, meio americano mais tem fundamentos).É um filme de ficção mas aborda assuntos sérios como o poder do outro lado da luz.
- The Tibetan Book of the Dead (o livro tibetano dos mortos), de Atsunori Kawamura e David Verrall. Este todo terapeuta deve ter e ler o livro. A leitura de certas partes do livro ajudam a quem vai falecer ou já faleceu.
- O Caçador de Pipas (tradução minha, e em inglês é The Kite Runner). Este filme mostra que a gente não deve menosprezar o dia de amanhã, isto é, é preciso viver o dia de hoje com autenticidade, respeito e sabedoria.
- Onmyoji - Filme japonês do diretor Yojiro Takita. Presumo que você saiba que só filme americano tem começo, meio, parada para o beijo e fim predicto. Este filme é japonês, lento e profundo. O cenário é simples e a roupa, os efeitos e os artistas são de tirar os olhos. A história acontece entre 794-1185 antes de Cristo e Onmyoji é uma ordem secreta esotérica avançada que protege o reinado, no século X. A história é exatamente igual a de Kuan Yin antes dela ascencionar. O brasileiro tem que ter paciência para ver o filme até o fim porque vale a pena. Tem cenas imperdíveis, lindas, emocionantes, de arrepiar sobre amor e compaixão.
- Bezerra de Menezes, O diário de um espírito - Dirigido por Glauber Filho e Joe Pimentel, o filme com o ator Carlos Vereza pode ser monótono para o adolescente mas é de um conteúdo profundo para um bom entendedor. Há 30 anos atrás, quando frequentava um Centro Espírita, ouvia muito falar de Bezerra de Menezes e ouvi suas mensagens de amor e compaixão pelo ser humano.
- O processo de Joana D’Arc - De Robert Bresson. É um filme impressionante e deixa o expectador confuso se está vendo um filme ou é a vida real na sua tela. Um excelente exercício para quem precisa saber o que é intolerância, no caso, religiosa. Ver pessoas da Igreja cometer absurdos contra um ser humano em nome de Deus é de doer o coração. Este filme acontece hoje na vida real todos os dias patrocinado por igrejas, conselhos de profissionais de saúde, autoridades alfandegárias, advogados cata níqueis e exploradores da miséria humana, igrejas vendedoras de Jesus, etc.
- The lost years of Jesus (Os anos perdidos de Jesus), de Richard Bock, ainda não traduzido para a língua brasileira. É um documentário rico, emocionante e imperdível para aqueles que acreditam no Jesus livre das censuras das igrejas. Mostra aspectos da história de Jesus entre os 13 e 30 anos, evidências que não interessam às igrejas mas que interessam a quem amam esse ser maravilhoso, Jesus.
B - CD de audio:
1 - Chroma, de Aurio Gorrá - Excelente para ambiente de terapia e iniciação.
2 - Brain Shift Collection, de Jeff Strong - É uma coleção de 8 discos direcionados a musicoterapeutas. É caro e não dá para importar do Brasil porque a alfândega cobrará absurdos de imposto injusto já que a fronteira com o Paraguai é aberta a tudo que é ilegal e ruim. A saída é alguém que visita os EUA.
07/10/2007 ·
17:38 ·
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Por: José Joacir dos Santos
Este livro é surpreendente e o considero básico para quem trabalha com a energia da vida
e com a saúde alheia. O autor traça “um paralelo entre a física moderna e o misticismo oriental”. Eu retiraria a palavra misticismo porque lidar com o outro lado da vida no Oriente não é misticismo e sim a cultura popular, com milênios de prática, estudo e observação. O autor é capaz de olhar para o que não é visto com o olho nú, sem o preconceituoso olhar que a “ciência” lança sobre todas as coisas que não são visíveis ao olho nú nem com os olhos das máquinas. É um livro para ser lido e relido várias vezes. Quem trabalha com energia e não se habitua à leitura corre o risco de viver sobre suas próprias interpretações e sabemos que ninguém tem a verdade absoluta. O autor diz: “a teoria quântica força-nos a encarar o universo não sob a forma de uma coleção de objetos físicos mas, em vez disso, sob a forma de uma complexa teia de relações entre as diferentes partes de um todo unificado”.
30/09/2007 ·
16:24 ·
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