Tigelas Cantantes, Mantras, Respiração, Visualização, Afirmações e Cristais

escrituras-budistas-em-pali.jpg Por José Joacir dos Santos

Existem vários estudos comprovando o uso terapêutico das tigelas cantantes com resultados muito positivos. O efeito varia de pessoa para pessoa, de acordo com as vibrações próprias, porque cada indivíduo é único, e também depende da formação do terapeuta. Elas, como os cristais, precisam de comando apropriado. Um cristal sem comando mental apropriado é só  um cristal, que pode servir até de enfeite. Quando utilizadas em conjunção com mantras, exercícios respiratórios pelo diafragma, visualizações, afirmações e os cristais amplificadores, pode-se obter resultados inesperados de alívio de tensões, desbloqueios de emoções, relaxamento e equilíbrio. O uso prolongado de uma tigela cantante tibetana põe por terra a utilização de remédios para controle de pressão alta, por exemplo. Não descarto o uso da medicina alopata, muito pelo contrário — cada coisa no seu lugar. 

Existe similares japonesas mais conhecidas como sinos, também utilizados em cerimônias budistas e não têm a mesma função por causa do material delas. Embora o material utilizado na fabricação desses sinos perca em qualidade para as tigelas tibetanas, há resultados bastante positivos no trabalho com os chácras para efeitos de meditação e cerimônias budistas e até ioga. Cada tigela tem sua vibração própria e o terapeuta precisa saber o que está fazendo.

O oncologista e usuário das tigelas cantantes Mitchell L. Gaynor afirma em seu livro “Sons que Curam”, que o Dr. Jeffrey Thompon, professor do Califórnia Institute for Humam Science, “empreendeu estudos pioneiros sobre os efeitos físicos das tigelas cantantes” e “chegou a demonstrar que as tigelas cantantes produzem sons compatíveis em freqüência e tons aos sons produzidos pelos anéis de Saturno”. Há estudos que comprovam os benefícios atribuídos às tigelas quando elas são usadas como auxiliar nos tratamentos médicos de desequilíbrios como o câncer.  Tudo isso os tibetanos já sabiam há mais de três mil anos. Uma pergunta é interessante fazer aqui: porque a China comunista tem efetuado um trabalho sistemático de destruição do Tibete? Porque praticando essas terapias as pessoas elevam sua consciência e é exatamente isso que o comunismo não quer. A ideologia comunista quer que as pessoas não pensem…, não questionem, não voltem para a sua essência divina porque assim o partido comunista perderia a força e o poder.

Na foto acima você folhas de um livro escrito em bambú e laca, laminado em ouro, utilizado pelos monges tibetanos para transmitir conhecimentos há mais de três mil anos, escrito na língua antiga e ainda viva chamada Pali.

As Tigelas Cantantes Tibetanas e os Instrumentos de Rituais Sagrados

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Por José Joacir dos Santos

Nos últimos vinte anos muitos terapeutas do mundo inteiro tomaram outro rumo, o das terapias holísticas com base nos conhecimentos tibetanos, inclusive a psicologia. Entre elas, a musicoterapia baseada em instrumentos musicais utilizados nos rituais sagrados.  Há registro da utilização por parte dos tibetanos de música para transportar objetos e até pedras para a construção de templos e edifícios. Há também registro do uso do som para a construção e outros fins nos antigos impérios egípcios.

Partindo do princípio de que tudo é sagrado, o ser humano é sagrado e o seu equilíbrio está ligado às coisas sagradas. Sinos, gongos, tingshas, pratos de metal e tigelas tibetanas têm comprovado efeito terapêutico porque vibram em tonalidades que sintonizam os elementos primordiais. Os tibetanos jamais viram os metais preciosos, por exemplo, o ouro, com a ganância manifestada pelos ocidentais. Todos eles foram sempre vistos como parte integrante do universo e o seu uso esteve sempre ligado ao equilíbrio físico, emocional e espiritual. Os instrumentos musicais eram fabricados com metais cuja vibração sintoniza-se com os planetas.  Os Incas também faziam objetos de ouro sem a conatação que o ouro sempre teve para o europeu.

As tigelas usadas para a colheita do leite dos animais também servem para conduzir as oferendas espirituais em rituais religiosos. Tanto o alimento que dá vida ao corpo quanto a oferenda às divindades fazem parte da mesma sintonia harmônica universal. Portanto, as tigelas são fabricadas com metais de alto teor vibracional:

Ouro – representa o Sol, a fonte de energia Yang;
Prata – representa a Lua, fonte da energia Yin;
Cobre – representa Vênus;
Ferro – representa Marte;
Latão – representa Júpiter;
Chumbo - representa Saturno;
Zinco – representa Mercúrio.

Ao bater numa tigela ou em um sino o indivíduo está entrando em conexão com as forças cósmicas dos planetas e da Lua como se digitasse um número telefônico em seu celular. Todas as células e memórias registram as vibrações dos instrumentos musicais e vibram. Dependendo da vibração há ou não uma mudança de freqüência. A intenção e a vontade são o corpo da mensagem a ser enviada e com um objetivo: os registros de todas as nossas vidas, que se encontram em um arquivo aqui e agora, o nosso corpo. Há teorias segundo as quais os nossos registros ficam gravados em algum lugar e só são abertos depois da morte. Eu discordo disso. Somos livrarias andantes, carregamos conosco todas as memórias, conscientes ou não.

Deve haver uma razão muito forte para que não lembremos de todas as nossas vidas, mesmo porque se assim fosse, como conseguiríamos administrar tanta informação? A sensação de ter só esta vida aqui já dá pano pra mangas, imagine só conviver com todas as outras ao mesmo tempo! Voltar a algumas vidas passadas em um processo de regressão pode ajudar o indivíduo a entender a dinâmica desta vida, aqui e agora, dando ânimo e compreensão para seguir em frente.

Quais os efeitos que uma tigela de colher leite de cabra exerceria sobre o leite a ser bebido? Já se conhece o problema dos alimentos cozidos em panelas de alumínio! Lembremos que cada tom gera uma onda colorida e que cada planeta vibra em uma tonalidade. Vista do espaço, por astronautas, a Terra é azul, a cor vibratória do chácra da garganta, que representa a expressão, a voz, a fala — o Arcanjo Miguel vibra na cor azul. Que elo existiria entre a cor azul, a sintonia, equilíbrio e a garganta? A resposta parece fácil. As tigelas cantantes são comprovadamente capazes de influenciar positivamente o bem-estar das pessoas: estimula a energia vital, relaxa, combate a insônia, melhora a concentração, normaliza a pressão sangüínea, restaura o equilíbrio do sistema imunológico, sincroniza os lados direito e esquerdo do cérebro, aumenta a criatividade, harmoniza a respiração, entre outros.

Quem afirma isso é a musicoterapeuta Anneke Huyser em seu livro “Singing bows, exercises for personal harmony”. Nos Estados Unidos existem inúmeros terapeutas trabalhando com as tigelas tibetanas como apoio terapêutico — e não são só os holísticos, são também os de bom senso. Antes de utilizar as tigelas em clientes, fiz inúmeros testes comigo mesmo. Um deles foi o controle da pressão e da pulsação. Verifiquei que ambos se alteram e se estabilizam com o som produzido pelas tigelas.

A sensação é de paz e equilíbrio. O grande problema dos terapeutas brasileiros é a importação dessas tigelas e demais instrumentos tibetanos, fartamente vendidos nos Estados Unidos e na Europa, mas taxados em 60% sobre seu valor em dólar pela alfândega brasileira.

A Musicoterapia Tibetana

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Por José Joacir dos Santos

Há um longínquo país invadido e ocupado pela China no Himalaia, o pico do mundo, chamado Tibete. São milênios de histórias e o que mais impressiona é a manutenção de uma cultura extremamente interligada com as forças cósmicas do universo, que não é do interesse do partido comunista chinês porque está ligado à intelectualidade, ao pensamento, à busca da evolução do ser humano.

Ao invadir e ocupar o Tibete, os chineses comunistas imaginaram que abafariam para sempre um povo pacífico, dedicado à família e ao estudo. A fuga do líder político e espiritual conhecido como Dalai Lama, para não se render ao opressor e para manter a cultura tibetana viva, trouxe para todos nós os conhecimentos milenares ricos em sabedoria, antes mantido em segredo pelo povo tibetano. Na verdade, sem a invasão chinesa dificilmente teríamos hoje o budismo e toda sua milenar sabedoria tão perto de todos nós — apesar dos milhares de tibetanos que perderam as suas vidas por isso. Os tibetanos passaram finalmente a ouvir seus mentores espirituais e adotaram como regra a abertura de tudo o que representa sua cultura para que o mundo a conheça e pratique. A filosofia budista, mesclada de psicologia, se espalha, hoje, pelo mundo, em inúmeras línguas. As escolas se multiplicam, o conhecimento chega às bancas de jornais.

A música é parte fundamental de todos os rituais tibetanos, lembrando que o budismo é o elemento de ligação daquele povo e de sua maneira de viver, mas tudo isso já existia antes da chegada do Budismo, vindo da Índia. Extremamente detalhado, o povo tibetano não faz separação alguma entre os seres vivos, nem entre o corpo, a mente, a emoção e o espírito. São respeitados todos os movimentos e sinais do Universo.

Tudo na Terra pulsa e tem vida. Estudos recentes feitos por ocidentais com a orientação de mestres tibetanos apontam para a importância da música como fonte de inspiração e equilíbrio. Tudo o que se fala ou se pensa três vezes se materializa no etéreo.
O pensamento pode ser usado para a construção ou para a destruição porque a mente só executa comandos que se materializam no mundo físico — no corpo físico, que chamamos de psicossomática.

Tudo é som. O som se manifesta em forma de ondas. As ondas sonoras geram correntes de luz colorida, as sete cores do arco-íris multiplicadas. Todo o corpo humano é colorido e tem pontos energéticos que vibram em cor (os chácras). Cada órgão tem sua vibração própria, seu som. Cada chácra se movimenta em forma espiral colorida e está conectado com os 14 meridianos principais e os sete corpos.

O corpo humano tem milhares de pontos energéticos que chamamos chácras, em simetria com as polaridades Yin e Yang, chamados de Rios do Chi. O som é um fenômeno físico e a percepção desse fenômeno toma lugar de acordo com princípios que podem ser explicados em termos físicos e biológicos, afirma a musicotepeuta norte-americana Eva Rudy Jansen em seu livro “Singing Bows”. Há pouca literatura sobre este assunto no Ocidente porque muita coisa ainda é guardada em segredo pelos tibetanos e também porque há poucos ocidentais que investem no estudo do assunto, o qual requer gastos altíssimos com viagens para o Oriente, como eu. Uma habilidade é fundamental nessa arte: intuição. Qual é a diferença entre a Musicoterapia Oriental e a Ocidental? Tudo é diferente. Desde a terapia proprieamente dita aos instrumentos, especialmente porque a Musicoterapia Ocidental, essa das faculdades, copia a medicina que mede, pesa, conta e olha para o ser humano como se fosse um carro, onde se troca as peças quebradas. A Medicina Oriental começa lidando com a espiritualidade da pessoa submetida ao tratamento, para ir nas dificuldades emocionais, mentais, arquétipa, de relação com a vida real.

Tabela de Interligação Universal

Por José Joacir dos Santos

Cinco Órgãos

Fígado

Coração

Baço

Pulmão

Rim

Cinco Elementos

Madeira

Fogo

Terra

Metal

Água

Cinco Tons

Cheuh

Jyy

Kung

Shang

Yu

Animais e Pedra (Feng Shui)

Dragão

Fênix

Serpente

Tigre

Turquesa

Cinco Direções

Leste

Sul

Centro

Oeste

Norte

Oito Pa-Guá

Zhen/Sun

Li

Ken/Kun

Qian/Dui

Kan

Doze Signos

Coelho

Cavalo

Boi

Galo

Rato

Dragão

Tigre

Cachorro

Cobra

Bode

Porco

Macaco

Cinco Cores

Verde

Vermelho

Amarelo

Branco

Preto

Esta tabela serve de referência para o musicoterapeuta oriental e faz parte do contexto da medicina oriental porque tudo está interligado. Por exemplo, o que existe de similar entre a personalidade do signo de cavalo e as doenças de coração? Em que momento a pessoa que não é desse signo adquire características dele por causa da maneira de pensar e agir, fazendo com que o meridiano do coração perca ou tenha excesso de energia? O pode acontecer com uma pessoa que é do signo de cavalo e decide morar na parte Norte da cidade? Que influência pode ser uma pessoa do signo de cavalo que só veste roupas pretas e vive mais à noite que durante o dia?

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