Kuan Yin diz que a Realidade está na Mente de cada Um

O escritor John Blofled (1913-1987) teve seu livro “Bodhisattva of Compassion (traduzido para o português como “A deusa da compaixão e do amor”) publicado pela em 1977, com escritos da sua pesquisa feita entre a China, Índia e Tibete nos anos 40.

Nesse livro ele faz um relato pitoresco sobre Kuan Yin, conta muitas histórias e lendas, contadas pelo povo e por amigos e devotos, inclusive suas próprias experiências com Kuan Yin. Numa delas, ele atendeu a uma cerimônia noturna em um pequeno templo dedicado à deusa, perto de onde hospedava-se.

Ao final da cerimônia, encantado com tudo o que via, especialmente pela fé dos devotos, voltou para o mosteiro. Não havia eletricidade naquela parte do mundo e os lugares eram iluminados com tochas e lamparinas a óleo vegetal.

Antes de ir para seu aposento decidiu dar uma olhada na estátua de Kuan Yin em pé no salão principal. Chegou bem perto dela e disse: “Senhora da Compaixão, esteja à vontade para falar e me convencer de que você é real”.

Sem muita demora recebeu a resposta mentalmente: “Não olhe apenas para a realidade do realismo das aparências ou do vazio. Procure na sua própria mente, é lá onde você encontra isso (a realidade)”. John conta que levou um choque ao “ouvir” a resposta, da mesma forma que alguns médiuns se comunicam com as entidades, e depois disso jamais ele foi o mesmo.

Antigas técnicas energéticas ressurgem

Com o advento do Terceiro Milênio antigas práticas holísticas ressurgiram. Na verdade, a espiritualidade preparou a reencarnação de seres humanos com essa missão e os espalhou por toda a Terra. Como tudo está conectado, também houve uma preparação no Cosmos, desde longas datas, para este momento. Inúmeros Seres Iluminados que tiveram a chance de permanecer nos mundos extrafísicos optaram por ficar conectados com o Planeta Terra, nas diferentes dimensões, até que todos os seus habitantes atinjam a evolução plena. Um exemplo dessa dedicação é a Mestra Kuan Yin.

Ela é a Senhora do Perdão e da Compaixão. No arquétipo feminino chama-se Kuan Yin; no masculino, especialmente no Japão, chama-se Canon. Seu nome é escrito de várias maneiras e suas representações físicas seguem o exemplo de Maria, que é Aparecida, Conceição, Oxum, Iemanjá. Ela está na mesma corrente vibratória de Jesus, que pregou amor, perdão, compaixão, bondade, fraternidade. De 1992 para cá houve várias aparições de Kuan Yin em toda a Ásia, inclusive na China. Em cada lugar ela inspirou médiuns a seguir a prática do Perdão e da Compaixão.

Da mesma forma que a maioria dos florais foi inspirada, o sistema de harmonização e equilíbrio com Magnified Healing @ foi canalizada pelas mestras de Reiki e canalizadoras Gisele King e Kathryn Anderson, norte-americanas, que registraram a técnica. Segundo essa técnica, o terapeuta tem que ser que passar por três níveis de iniciação: no Primeiro aprende a equilibrar o outro e a si mesmo, à distância, e à harmonização da Terra, com o auxílio de práticas respiratórias, afirmações e repetições (e nesse nível já pode também ensinar). No Segundo se torna um Celebrante de Cura de Magnified Healing @ e no Terceiro Nível aprende a trabalhar com os Raios Laser Mental. São Raios de Luz que trabalham nos níveis físico, emocional, mental, etérico e espiritual do cliente, com auxílio de práticas respiratórias, afirmações e repetições.

Segundo as instruções desta técnica holística, Magnified Healing @ atua no DNA físico e trabalha a desprogramação do DNA espiritual e o Karma. Ativa a energia vital, desperta e reativa o sistema nervoso central, endócrino, renal, circulatório, respiratório e muscular. Redistribui o cálcio na espinha e atua intensamente sobre a as glândulas pineal, pituitária, tálamo, tireóide, timo, supra renal, pâncreas, medula óssea. Por ser uma terapia com direitos autorais, quando traduzimos o nome para Português colocamos as aspas.

É Possível Recuperar os Corpos Espirituais Fragmentados

Muitos de nós já nascemos com o espírito fragmentado, embora fisicamente pareçamos perfeitos. Imagine você que se uma vida já nos tira do sério, o que ocorrerá com o espírito eterno a cada vez que volta para a matriz? Os desenlaces são quase sempre marcados pela tragédia emocional, física e espiritual, deixando o nosso campo energético em frangalhos, cheio de dor e cicatrizes.

O espírito sente dor? Sim. Isto significa que nem tudo do outro lado são flores? Verdade! Não há descontinuidade entre uma vida e outra, nem entre a vida aqui, agora, e a vida após a morte física. Há intervalos, mas é uma só história, a nossa história. Se houvesse descontinuidade, se tudo acabasse com a morte física, não haveria sentido algum em trabalhar, se educar, crescer, obedecer às leis terrestres.

A cada vez que nascemos nos é dada a possibilidade de reunir todos os pedaços e recuperar aqueles perdidos de nós mesmos. Muitas vezes uma vida inteira, aqui, não é suficiente para essa recuperação. Mas é preciso que aproveitemos toda e qualquer chance. Não entendia muito bem quando, nos anos 80, era submetido a cirurgias espirituais antes de ser liberado para o trabalho simples de dar passes magnéticos.

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Resgate da Minha Irmã Gorete

Acabei de deitar e eram 22:30h, em Brasília. Ouvi alguém bater na porta da sala, como que forçando a porta. Pensei em ladrão mas lembrei que havia fechado todas as trancas e o prédio tem segurança própria. Ouvi, a seguir, uma voz de mulher chamar pelo meu nome e imediatamente comecei a ser sugado, com muita força, e levado a um cemitério subterrâneo em um lugar onde não consegui identificar.

Lá encontrei presa a uma vala comum a minha irmã Gorete. Alguém disse que ali estavam enterradas pessoas assassinadas por ela, inclusive testemunhas do crime e uma cúmplice. Percebi que ela estava presa por cordões magnéticos emitidos pelas vítimas. Perguntei o que havia acontecido e ela respondeu: veja o que eu fiz! Foi você quem matou todas essas pessoas? Ela disse: sim. Você se arrepende? Sim, respondeu.

Neste momento vi um espírito, de aura dourada, fechando a porta do lugar. Corri até ele e supliquei que ajudasse a reverter tudo aquilo e a trazer aquelas pessoas de volta para a vida. Ele olhou-me com firmeza, parou o que estava fazendo e mandou usar os meus conhecimentos. Não questionei e comecei o trabalho. Apliquei Reiki sobre todo o lugar, todos os mortos, inclusive a minha irmã. Era mesmo uma cova comum.

O anjo facilitava, me dava forças e clareava o lugar com a sua luz, enquanto eu tentava retirar todas as pessoas daquele buraco. Haviam roupas e pertences individuais misturados aos corpos. Todos foram acordados aos poucos do estado paralisante em que se encontravam. Não compreendiam que haviam morrido, mas puxavam a minha irmã para a morte. Utilizei também os raios que aprendi com as técnicas de Magnified Healing e invoquei Kuan Yin para me ajudar nas técnicas de revigoramento dos corpos espirituais daquelas espíritos.

Materializei mel (fluidos que saiam das minhas mãos na cor de mel) sobre as feridas e as dores, outros líquidos (de acordo com a necessidade, alguns eu nunca tinha visto) enquanto falava de perdão, amor, reencarnação e vida. Ninguém contestou, se revoltou ou cobrou alguma coisa. O frio era intenso. Todos pareciam estar naquele lugar há séculos, meio dormentes, sonolentos, sem compreender bem o que havia acontecido. Aos poucos eles foram voltando à vida e saindo daquele lugar, inclusive cavalos. Estendi os raios até onde minha vista alcançava e vi que todo o lugar se iluminava.

Meu objetivo era que todos se beneficiassem, inclusive os que não haviam sido assassinados pela minha irmã, mas que haviam sido enterrados naquele lugar. “Não acredito no que estou vendo”, disse minha irmã para a sua companheira de crime, uma mulher que até aquele momento eu não tinha visto. Imediatamente adverti para que mudasse os pensamentos negativos e ajudasse a tratar a última vítima, que parecia se deliciar com os fluidos líquidos sobre o seu corpo em recuperação.

Foi uma experiência maravilhosa e eu estou agradecido a todos os mentores de todas as épocas e especialmente a quem me buscou para trabalhar no resgate do grupo. Naquele exato momento em que trabalhava, minha irmã Gorete dava entrada no um hospital no interior de Minas Gerais, em recuperação do acidente de ônibus que sofreu e onde sete pessoas faleceram queimadas. Ela vinha de ônibus para Brasília, contrariando a minha sugestão de que ela viesse de avião. Ela sempre faz tudo ao contrário… 

Ela escapou com vida e nada dela foi queimado ou perdido no acidente, onde morreram sete pessoas. Ao voltar da coma ela disse que passou o tempo todo sendo assistida por uma “enfermeira”, fora do ônibus em chamas e que havia sido jogada para fora do ônibus pela janela. Ela disse que via as pessoas serem socorridas e via o ônibus queimar a uma certa distância do seu corpo — isso aconteceu espiritualmente.

A história real, física, contada pelos bombeiros, é que ela foi retirada de dentro do ônibus e levada para um hospital próximo. O que ela conta que viu foi tudo espiritual. O espírito dela foi retirado do corpo para não sofrer as dores das duas pernas quebradas em vários lugares e de um enorme corte que fez a pele do rosto se desgrudar, enquanto eu trabalhava no cemitério. Estaria esse acidentes e essas pessoas ligadas por outras vidas?

Esta experiência nos conta que a espiritualidade me usou para ajudar a resgatar o passado espiritual da minha irmã enquanto ela era socorrida em um acidente real e avaliada se partiria ou permaneceria aqui. Com certeza devo ter resgatado alguma dívida passada, talvez não relacionada com o acidente ou com os assassinatos, mas a ela, minha irmã. Quando voltei para o meu corpo o relógio marcava 01:40 da madrugada de 21 de novembro de 2002. Isto significa que trabalhei por cerca de três horas nesse resgate, que foi o primeiro que participei onde havia uma pessoa conhecida e acontecia algo na vida real. Não tardou e o telefone tocou anunciando o acidente. ‘

Depois de inúmeras buscas, localizei a minha irmã na UTI do hospital. Insisti e uma enfermeia colocou um telefone disponível no ouvido dela, em coma. Enviei Reiki à distância usando o telefone e literalmente “acordei” o espírito da minha irmã para que ele retomasse conta do corpo físico dela. Três dias depois, quando ela voltou do estado de coma, disse que “sonhou” fazendo Reiki. Lembrei que eu havia dito por telefone: faça Reiki, acorde, você está viva e precisa reagir imediatamente  para tomar conta do seu corpo, que está em um hospital em Minas Gerais. Tudo está bem e você está sendo curada. Passado o acidente, aquela minha irmã continua levando a mesma vida anterior, repetindo os mesmos ciclos, do mesmo jeito que a conheci quando criança… Mas, o que foi feito foi feito e eu agradeço a todos os mentores espirituais, inclusive aos daquela bondosa enfermeira que quebrou o protocolo hospitalar para colocar o telefone no ouvido da minha irmã em coma.

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