Por: José Joacir dos Santos






A esperança é prima-irmã da confiança. Não adianta a gente dizer que tem esperança no Ano Novo se lá dentro do coração existe a dúvida, a desconfiança, o medo, a menos-valia, o sentimento de que “prá mim isso não funciona”. As leis naturais do universo são claras, limpas, sem dúvida alguma. Uma vez você abre o seu coração e deixa cair todo o lodo, a conexão com as leis do universo se estabelece e você é amparado, guiado, protegido, banhado de compaixão e perdão. Isso vale para todo ser humano porque Deus, nosso Grande Pai e nossa Grande Mãe, não excluem ninguém. Então, confie! Eu confio que os anos que vão vir serão sempre melhores do que os que já passaram porque é esse o desejo e essa é nossa vocação. Somos todos a imagem e semelhança de Deus e por isso confiamos, sempre! A luz estará sempre conosco, independente do tempo, da idade, das distâncias, das fragilidades internas que cada um de nós precisa e tem que trabalhar. Alegria! O momento é hoje! Festeje!
Vá para o link abaixo e ouça o Mantra de Chenrezig (Avalokiteshvara) cantado por Lama Zopa Rimpoche (Rinpoche). No segundo link tem mais informações sobre Kuan Yin, aproveite.
http://www.youtube.com/watch?v=G4GYELDkLzw
http://www.youtube.com/watch?v=G4GYELDkLzw
27/12/2009 ·
17:12 ·
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Por: José Joacir dos Santos
Com a ajuda de todos os mestres, orientares, protetores e também de um grupo muito especial de amigos da luz, cada um sabe de quem estou falando, a Luz voltou a brilhar, com mais força, vitalidade, energia, harmonia, prosperidade e saúde plena. Agora sim, os fios luminosos são visiveis e mais fortes. A Luz sempre prevalecerá. Muito obrigado a todos os que enviaram, do seu modo, energia, orações, preces, mantras e luz. O universo a tudo ver e todos devolve multiplicando todas as intenções boas e positivas. Muito obrigado!
18/09/2009 ·
16:58 ·
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Por: José Joacir dos Santos

Uma amiga convidou para visitar o Templo dos Dez Mil Budas, no interior da California e não pensei duas vezes, aceitei. Ela já estava perto do lugar e eu teria que dirigir por uma hora e meia para ir ao encontro dela e juntos irmos ao templo. Não dou um passo nos Estados Unidos sem um aparelho de GPS, desses que guia o motorista até o local de destino. Ela me deu o nome das cidades e povoados que deveria passar até chegar em certo ponto onde dobraria. Segui todas as instruções do GPS e fui riscando as cidades e povoados que passava. A certa altura, o GPS mandou entrar à direita. Olhei na lista e ainda faltavam dois povoados. E agora? Seguir o GPS ou voltar para o caminho indicado por minha amiga? Notei que a entrada era bem estreita e só tinha fazendas e chácras dos lados. Olhei no mapa do GPS e ele apontava para ir em frente. Sabia que o caminho poderia não ser o certo porque já me perdi uma vez no estado de Massachussets seguindo o mesmo GPS. Mas o dia estava lindo, com sol, que é uma raridade, um cheiro maravilhoso das plantações e eu disse a mim mesmo, não tem nada, estou perdido mas feliz. A estradinha ficou reta e de longe vi que vinha uma pessoa de bicicleta e dei sinal de luz para ela porque além da estrada ser estreita demais, só para um carro, eu queria perguntar se estava na direção certa do Templo dos Dez Mil Budas. Assim que dei sinal de luz, a pessoa parou. Segui também parando. Ao parar, o senhor que dirigia a bicicleta disse: muito obrigado, não sei como lhe agradecer. Como o senhor viu a cobra? Cobra? Sim, a cobra, só deu tempo obedecer ao seu sinal de luz senão ela poderia ter me atacado! Muito obrigado! Abri a porta do carro e deu ainda para ver a cobra parada do lado da estrada, em posição de ataque. Ela estava no meio da pista quando o senhor deu o sinal de luz, e eu não tinha visto! O homem não parava de agradecer. Eu nem tinha visto a cobra na distância em que dei o sinal. Sim, era uma cobra grande e grossa, nativa. O homem não parava de falar e dizer que andava sempre de bicicleta naquela região mas temia as cobras. Em certo momento eu pude perguntar sobre o caminho do templo. Ele olhou profundamente para mim e disse: tinha que ser alguém como o senhor! Fiquei sem jeito de falar, e esperei ele me dizer que eu estava a poucas milhas do templo. Nos despedimos. Segui o caminho e quando o GPS mandou que virasse à esquerda, lá estava o Templo dos Dez Mil Budas. As primeiras cinco estátuas, logo na entrada do templo, são de Kuan Yin, cada uma em uma posição diferente. As mais lindas e de tamanho natural que já vi. Em bronze. Quando vi a Kuan Yin logo me lembrei do incidente da cobra, de ter errado o caminho para evitar que aquele homem fosse atacado pela cobra. Essa é uma situação típica da Amada Mestra. A gente só precisa obedecer sem exitar, confiar e se colocar a serviço. Ela vigia noite e dia as pessoas boas e inocentes, mesmo aquelas que nunca houviram falar dela. Não sei a história daquele homem mas algum merecimento ele tem, com certeza. Eu fui apenas o instrumento de execução, o mais próximo.
As paredes do tempo são construidas com miniaturas de estátuas de dez mil budas e abriga no centro do altar uma enorme imagem de Kuan Yin mil braços e mil olhos — que tudo vê.
02/06/2009 ·
21:45 ·
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Por: José Joacir dos Santos
O Universo é, e sempre será, uma caixinha de surpresas maravilhosas. Quanto mais a gente estuda e se aperfeiçoa, menos sabe e mais tem o que aprender. A minha mãe biológica sempre fui uma mulher trabalhadora e apegada ao lado material. Aos noventa anos, já doente, ainda comprou e vendeu casas e terrenos. Um mês antes dela morrer teve um sonho com uma santa que ninguém sabia quem era, nem ela mesma. Acordou e contou da visita que tivera com Santa Rosa de Lima. Disse que a santa tinha lhe aparecido e dito que estava junto, cuidando dela, e que não havia com que se preocupar – já não mais conseguia andar e nem se cuidar sozinha. Quem a conheceu sabe que contar uma história dessas tinha que ser verdade. Minha irmã fez busca e encontrou a santa pela internete. Ligou pra mim e fiz o mesmo. Sim, ela foi a primeira santa da América Latina, poucos anos depois da colonização do Peru pelos espanhóis e pregava “o caminho do amor”. Minha mãe não tinha como ter essa informação, ainda mais ela que não era muito católica nem frequentava a igreja. Fiz busca e comprei um poster da santa pela internete e mandei para ela, na Paraiba. Duas semanas, quase três, se passaram para o poster chegar na Paraíba. O poster poderia ter chegado antes ou depois da morte dela, mas chegou minutos antes dela fazer a passagem. Ainda deu tempo dela ver a imagem e se emocionar. Conversou e contou segredos a minha irmã. Depois disso, começou a ter lapsos de consciência e a falar com os parentes que já tinham desencarnado e estavam presentes, inclusive meu pai (só ela via eles). Quem viu o corpo dela disse que o semblante era semelhante ao da imagem de Santa Rosa de Lima. Quem sabe, ao ver a imagem era se conectou com a da visão, se sentiu amparada e não teve mais medo de fazer a passagem. Vinte e quatro horas antes, nos Estados Unidos, senti que o momento dela havia chegado. Tive febre alta sem motivo aparente e, felizmente, forças para fazer os rituais à distância, chamar todos os antepassados para o momento, oferecer incentos, limpar o que tivesse de ser limpo. Naturalmente que chamei por Santa Rosa de Lima. Eu não tenho dúvidas da presença da santa e isso me surpreende positivamente. Realmente, existe muito mais coisas entre o céu e a terra do que avião de carreira. É só querer ver! A imagem é de Santa Rosa de Lima.
20/03/2009 ·
19:18 ·
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