Homeopatia evita cirurgia de amigdalas

amigdala1.jpgDe acordo com a Dra. Mala Sharma, Indiana, a doença mais comum na infância são as inflamações das amigdalas e glândulas (adenoides) que fazem parte daquela área. Ela afirma que é muito controvérsia a prática médica de operar as amigdalas de crianças porque nessa fase todas as glândulas (necessárias ao organismo)  ainda estão em formação. A principal causa das inflamações, segundo a médica, é o consumo de doces, balas e alimentos não-cozidos e coisas geladas. O remédio não é cortar as amigdalas. É cortar os doces. Higiene e outros hábitos também. Com a cirurgia, as inflamações naquela região da garganta se transferem para a faringe e peito. A médica afirma que homeopatia trata as afecções da garganta e inflamações na região com um tratamento de 3 a 6 meses (de acordo com a necessidade imunológica de cada um), dependendo do caso, de forma que a criança ou o adolescente não perde as glândulas, as quais não estarão fragilizadas quando passar a puberdade. Consequentemente, a imunidade estará equilibrada. 


Segundo Manly P. Hall, em seu livro “A oculta anatomia do homem”,  a perda das amigdalas pode afetar também funções regenerativas do corpo inteiro, comandadas pelo cérebro. Quais as queixas comuns? Febre, dor na garganta, dor nos ouvidos, congestão e consequente respiração pela boca devido ao inchaço das glândulas. Tudo se complica quando aparece secreção nos ouvidos (que os médicos chamam de otitis e as vezes erradamente dão medicamentos para os ouvidos). Em estágio mais avançado de inflamação nas amigdalas, aperecem nefrites (inflamação nos rins) e febre reumática (nas juntas). A médica diz que tudo isso pode ser evitado se desde o inicio o paciente tomar homeopatia. Medicação errada só complica a situação da imunidade. Alertando que a medicação deve ser recomendada por um homeopata, ela diz que os remédios homeopáticos mais eficientes são: Baryta Carb, Baryta Iod, Silicea, Calc, Carb, Belladonna, Merc, Sol, Tuberculinum. Matéria foi publicada na revista indiana Health & Beauty, de 20/05/2010 - e-mail: malasharma@rediffmail.com

Homeopatia e Ayurveda estão no “SUS” da Índia

A homeopatia é uma prática incentivada pelo governo indiano há mais de sessenta anos, e é praticada no país há mais de 150 anos. A Ayurveda (fitoterapia) é praticada há mais de 3000 anos. Numa simples caminhada pelas ruas de Nova Delhi, capital da República da India, você vai encontrar inúmeras farmácias homeopáticas e ayurvedas, onde médicos-homeopatas atendem direto no balção. Difícil é encontrar uma farmácia alopática, aspirina, etc. O governo indiano incentiva as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde Humana, recomendadas pela OMS. A maioria tem cursos superiores de quatro anos, como Ayurveda e Homeopatia, bem como hospitais-escolas e redes de farmácias espalhadas por todo o país. O indiano comum pouco ou nada conhece de remédios químicos alopáticos, encontrados apenas em alguns hospitais. Fitoterápicos são facilmente encontrados, assim como profissionais dessas especialidades, cujos custos são mínimos – se comparados com os praticados no Brasil pela medicina alopática. Um dos principais hospitais públicos e gratuitos do país está em Nova Delhi e faz parte de uma escola superior de homeopatia.  Até psiquiatria usa homeopatia e ervas. Há cursos superiores de quatro anos diurnos. Veja o site deles:  http://www.delhihomeo.com/

Livros sobre homeopatia são facilmente adquiridos pela internet. Veja alguns: Clinical Homoeopathy, de A. Jayasuriya; Practical Homoeopathy, de Beth Maceoion; The Companion to Homeopathy, de Colin Griffith; Homoeopathic Materia Medica, de P. Ishwardas Tarkas e Ajit k. Kulkarni.

Rins são a morada da alma, não das pedras

pedras.jpgOs rins são a morada da alma e estão relacionados com os ancestrais e espiritualidade. A força vital fica entre os rins - o Chi original. É comum alguém da família falecer e aparecer problema de rins na família. É importante a família fazer orações até por 45 dias depois que uma pessoa falece, sem lamentações. As crises de rins são dolorosas e não podem ser ignoradas. Geralmente a pessoa só se dá conta quando já existem os cálculos renais ou as populares “pedras no rins”. A ciência ainda não sabe se os fatores que propiciam essa doença são genéticos, hereditários ou causados pela alimentação que a família utiliza diariamente.  O tipo de pedra depende da química que está em excesso no organismo. Excesso de ácido úrico forma pedras de ácido único. Calcium é a mais comum das pedras. O gatilho para a formação de pedras é a falta de água ou água de má qualidade. Pessoas que bebem pouca água e adicionam sal à comida são muito propensas a ter problemas nos rins, inclusive pedras. Lugares onde o clima é muito quente e as pessoas suam são propícios ao aparecimento de pedras nos rins. Nesses lugares as pessoas precisam equilibrar o suor com a ingestão de água pura. Suco e refrigerante não são água pura!! Exposição excessiva ao Sol faz a pele sugar em excesso a vitamina 3D. Isso gera a absolção de cálcio e criação de urina, que leva os minerais do organismo. A ciência também não sabe porque o estresse mental causa a absorção de cálcio, a criação de ácido úrico e excesso de urina. Mais de um litro de urina por dia é considerado escesso. A falta de exercicio, carne vermelha e água pesada (de torneira, de fonte) são fatores que facilitam as doenças de rins. Pedras nos rins podem também ser o resultado da falência de outros órgãos internos, da falta de vontade de viver, de atrito com antepassados.

Sintomas – Há pessoas com pedras nos rins e os sintomas não aparecem. Mas sangue na urina e dores na região dos rins são o alarme.  Infecções uninárias frequentes  podem facilitar a criação de pedras de magnésio. As pedras tapam o fluxo natural da urina e isso resulta em pressão nas costas e “balões” de ar quente nos rins conhecidos como “hydronephrosis”, que é uma complicação séria. Se não for tratada no começo os rins podem perder suas funções. Pedras nos rins não tratadas podem desenvolver hypertensão (pressão alta). O exame de sangue recomendado deve verificar: o nível de uréia no sangue, ácido úrico, cálcio, fósfaro e creatinina. O exame de urina detecta a presença de pequenos “cristais”.

Como tratar – Água. Na crise, o ideal é que a pessoa urine dois litros por dia, tome água à noite e levante uma vez para ir ao banheiro. O sinal para tomar mais água é se a urina estiver amarelada. Homem não deve beber álcool até 20 minutos depois de fazer sexo. O medicamento alopático depende das condições químicas de cada pessoa, apesar dos médicos não darem muita importância a esse fator. O tratamento vai desde o trato do ácido único até o nível de cálcio. A pior coisa que pode acontecer a uma pessoa é perder os rins. A Alemanha usa um tipo de choque especial para eliminar as pedras. A Medicina Oriental pode prevenir, através da acupuntura e ervas medicinais, os problemas renais.

Quem tem histórico de problemas ou pedras nos rins deve reduzir ou evitar: queijo, nata de leite, caranguejo, camarão, peixes, gengelim, excesso de leite, pimenta, aspirina, vinho tinto, cerveja, coca-cola, tofu, espinafre, uva preta, morango, amendoim, chocolate, doces, sopa de tomate, sardinha, bacalhau, enlatados. Tomar: suco de limão com água para alcalinizar.

Fitoterapia: O velho e conhecido chá de Quebra-Pedra é ainda um grande curador; Centtaurea calcitrappa Lim; aumentar o consumo de salsinha, aspargos, água e carne de coco, coentro verde na salada. Veja a lista de fitoterápico em:  http://www.extratus.com.br/fitoterapia.php

Homeopatia tem um excelente desempenho com doenças dos rins: Berberis vulgaris (pedras), Lycopodium (sangue na urina e dor no rim direito), Ocimum Can (idem anterior), Sepia (sangue e incontinência uninária noturna, junto com depressão e irritabilidade), Benzoic Acid (cheiro de amônia na urina), Cantharis (infecção uninária), Sarsaparilla (dor ao uninar, espcialmente criança), Magnesia Phos e Colocynth (as duas juntas para dores). Não tome medicamento por conta própria, vá a um homeopata.

Reiki – é nos rins que deve-se demorar mais nas aplicações de Reiki quando o cliente está deitado.

Dores – As dores nos rins podem diminuir se a pessoa sentar numa banheira quente por 20 minutos e depois mais 20 em banheira fria. Ou tomar um banho quente e depois um frio, no choveiro,  pelo mesmo tempo cada. Reduzir sal na comida ao máximo. A alimentação diária deve ter 60 por cento de verde, vegetais. Comer feijão roxo, pequena quantidade para não dificultar a digestão. O ideal é a pessoa procurar um médico já nos primeiros sintomas porque quando o corpo fala ele pede socorro.

Práticas Alternativas e Complementares no SUS

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Edição Número 84 de 04/05/2006
Ministério da Saúde Gabinete do Ministro
PORTARIA Nº 971, DE 3 DE MAIO DE 2006
Aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no
Sistema Único de Saúde.

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, INTERINO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição Federal, e Considerando o disposto no inciso II do art. 198 da Constituição Federal, que dispõe
sobre a integralidade da atenção como diretriz do SUS;
Considerando o parágrafo único do art. 3º da Lei nº 8.080/90, que diz respeito às ações destinadas a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico, mental e social, como fatores determinantes e condicionantes da saúde; Considerando que a Organização Mundial da Saúde (OMS) vem estimulando o uso da Medicina Tradicional/Medicina Complementar/Alternativa nos sistemas de saúde de forma integrada às técnicas da medicina ocidental modernas e que em seu documento
“Estratégia da OMS sobre Medicina Tradicional 2002-2005″ preconiza o desenvolvimento de políticas observando os requisitos de segurança, eficácia, qualidade,
uso racional e acesso; Considerando que o Ministério da Saúde entende que as Práticas Integrativas e
Complementares compreendem o universo de abordagens denominado pela OMS de Medicina Tradicional e Complementar/Alternativa - MT/MCA;
Considerando que a Acupuntura é uma tecnologia de intervenção em saúde, inserida na Medicina Tradicional Chinesa (MTC), sistema médico complexo, que aborda de modo integral e dinâmico o processo saúde-doença no ser humano, podendo ser usada isolada ou de forma integrada com outros recursos terapêuticos, e que a MTC também dispõe de práticas corporais complementares que se constituem em ações de promoção e recuperação da saúde e prevenção de doenças; Considerando que a Homeopatia é um sistema médico complexo de abordagem integral e
dinâmica do processo saúde-doença, com ações no campo da prevenção de agravos, promoção e recuperação da saúde;
Considerando que a Fitoterapia é um recurso terapêutico caracterizado pelo uso de plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas e que tal abordagem
incentiva o desenvolvimento comunitário, a solidariedade e a participação social; Considerando que o Termalismo Social/Crenoterapia constituem uma abordagem
reconhecida de indicação e uso de águas minerais de maneira complementar aos demais tratamentos de saúde e que nosso País dispõe de recursos naturais e humanos ideais ao
seu desenvolvimento no Sistema Único de Saúde (SUS); e
Considerando que a melhoria dos serviços, o aumento da resolutividade e o incremento de diferentes abordagens configuram, assim, prioridade do Ministério da Saúde, tornando disponíveis opções preventivas e terapêuticas aos usuários do SUS e, por conseguinte, aumentando o acesso, resolve:
Art. 1º Aprovar, na forma do Anexo a esta Portaria, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde.
Parágrafo único. Esta Política, de caráter nacional, recomenda a adoção pelas Secretarias de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, da implantação e
implementação das ações e serviços relativos às Práticas Integrativas e Complementares.
Art. 2º Definir que os órgãos e entidades do Ministério da Saúde, cujas ações se relacionem com o tema da Política ora aprovada, devam promover a elaboração ou a
readequação de seus planos, programas, projetos e atividades, na conformidade das diretrizes e responsabilidades nela estabelecidas.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
JOSÉ AGENOR ÁLVARES DA SILVA”.
Nota do editor: leia a integra da portaria no seguinte link:

http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/PNPIC.pdf

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