O Selenium da Castanha do Pará Pode Combater Câncer de Próstata e de Cólon

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O Dr. Graham Leon, professor e pesquisador da Universidade de Adelaide, Austrália, divulgou estudos científicos segundo os quais o mineral Selenium mostra-se eficaz no combate a câncer de próstata e do colon, problemas cardíacos, e deficiências imunológicas quando utilizado em doses seguras para a absorção humana.

Ele apontou como fonte principal desse mineral, que também é antioxidante, a castanha brasileira conhecida em inglês como Brazil Nuts, e internamente conhecida como Castanha do Pará. A principal vantagem do uso da Castanha do Pará é que o selenium dela não precisa ter o princípio ativo isolado ou extraído para que se obtenha o efeito curativo. Aliás, em fitoterapia não se recomenda, de forma alguma, o isolamento dos princípios ativos das plantas. Cada parte da planta tem uma utilização diferente ou em conjunto, da flôr à raiz. Essa teoria é comprovada cientificamente pelos orientais, nos mais de cinco mil anos do uso das ervas pelos orientais.

O Seleniuim é bem absorvido no ser humano pelo consumo puro e simples de pelo menos três Castanhas do Pará por dia ou em tortas, bolos, etc. Em sua pesquisa, o Dr. Leon ministrou aos pacientes, metodicamente, pequenos biscoitos de Castanha do Pará diariamente, com “excelentes resultados”. O estudo está para ser lançado oficialmente na comunidade científica mundial.

O Selenium é também encontrado em pequenas quantidades em arroz e peixe, dependendo do solo da região onde são extraídos esses produtos, mas nada é tão equilibrado quanto a porção existente na Castanha do Pará. O grande problema que a divulgação desse trabalho certamente irá causar é o aumento da biopirataria no Estado do Pará e norte do país em geral. É também lamentável que nós brasileiros não exploremos apropriadamente as riquezas que a natureza nos deu. Até quando? 

Arma Natural Contra Cáries

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Agência FAPESP - As folhas de alecrim-do-campo apresentam forte potencial terapêutico na prevenção da cárie dental. A conclusão é de uma pesquisa de doutorado apresentada na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.

O extrato da planta é uma das matérias-primas da própolis verde, capaz de inibir a proliferação de Streptococcus mutans, o principal agente causador da cárie dental em humanos.

Nos últimos anos, vários estudos atestaram que esse tipo de própolis pode ser útil para a prevenção das cáries. Durante os experimentos in vitro, a comparação dos extratos de própolis verde com os de alecrim-do-campo em diferentes parâmetros bioquímicos da bactéria teve resultados bastante interessantes. “As duas substâncias apresentaram um perfil semelhante no que diz respeito à inibição da S.mutans”, disse a autora da pesquisa, Denise da Silva Leitão, à Agência FAPESP. O estudo foi orientado pelo professor Augusto César Spadaro.

Apesar das semelhanças dos efeitos, Denise defende a idéia de que o alecrim-do-campo poderá ser útil para gerar produtos que evitem a ação das bactérias sobre os dentes humanos.

Para a pesquisadora, essa matéria-prima de origem vegetal sozinha oferece uma facilidade maior para a padronização de eventuais cremes ou remédios contra a cárie.

A bactéria S.mutans produz ácidos que corroem o esmalte dental, além de eliminar enzimas que produzem polissacarídeos auxiliadores da formação da placa dental.

“Analisado de maneira isolada, o extrato do alecrim-do-campo foi capaz de eliminar os ácidos e enzimas produzidos pela bactéria, mostrando-se uma planta medicinal eficiente no combate à cárie dental”, afirma Denise.

A pesquisadora direcionará seu estudo agora para as pesquisas com animais e seres humanos para comprovar o efeito da planta na prática. “Hoje temos fortes indicativos do efeito anticariogênico do alecrim.

Com os resultados dos testes em humanos, a idéia é propor a criação de produtos à base da planta que consigam inibir a formação das cáries”, disse.

————-Nota do editor: Farmácias, mercearias e supermercados indianos vendem mais de 20 tipos de pasta de dente feitos com ervas medicinais há mais de dez anos. Nos EUA também essas pastas de dentes são encontradas em larga escala.

Erva Baleeira e as dores musculares

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Erva baleeira, salicina, maria milagrosa, catinga preta, baleeira-cambará, camaradinha, caraminha, caramoneira do brejo ou, em inglês, black sage.

Como saber o porquê desses nomes ou quem primeiro teve a idéia de colocar esta erva numa garrafa com medidas iguais de água e álcool, deixar descansar por sete dias e depois esfregar a infusão em partes doloridas do corpo? “Ainda há muita sabedoria popular mascarada. Talvez os povos antigos tivessem um sentido mais apurado para as plantas aromáticas”, especulava o pesquisador Pedro Melillo de Magalhães, enquanto uma colheitadeira cortava os ramos de Cordia verbenaceae em parte dos 12 hectares cultivados no Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA) da Unicamp, próximo a Paulínia.

A erva baleeira colhida no CPQBA é matéria-prima para o primeiro antiinflamatório feito a partir do extrato de uma planta nativa brasileira, em forma de creme. Quis o destino que o diretor-presidente de um grande laboratório, vitimado por dores musculares em partidas de futebol na praia, sentisse na pele o alívio imediato proporcionado pela infusão caseira oferecida pelos caiçaras.

“Um dos fundadores do Aché, ele [Victor Siaulys] insistiu em produzir um medicamento a partir da erva baleeira, contratando para isso vários grupos de pesquisa. A Unicamp foi envolvida porque nós já vínhamos estudando a planta pelo aspecto agronômico e era preciso garantir o cultivo da matéria-prima em escala e padrão necessários para atender à demanda de produção”, explica Pedro Magalhães, que coordena a Divisão de Agrotecnologia do CPQBA. Em 2001, pesquisadores descobriram que um dos princípios ativos da erva baleeira responsável pela ação antiinflamatória não era a artemetina, como descrevia a literatura, mas um componente do óleo essencial, o alfa-humuleno.

Testes clínicos junto a centenas de pacientes mostraram que o creme (de nome comercial Acheflan) é tão eficaz para casos de dores musculares quanto o principal antiinflamatório do mercado. Estudos comparativos demonstraram, ainda, que o creme de erva baleeira apresenta menos efeitos colaterais, como vermelhidão na pele. O laboratório já estuda com boas perspectivas o uso do óleo essencial também em forma de comprimido.

PLANTIO

No CPQBA, o chamado processo de “domesticação” da planta selvagem a novas condições de plantio já dura oito anos. “A erva baleeira é natural da Mata Atlântica e mais freqüente no litoral que vai de São Paulo a Santa Catarina. Como há uma variação muito grande mesmo entre as plantas nativas, avaliamos a melhor não apenas por seu aspecto externo, mas principalmente por sua composição, escolhendo as mais ricas no princípio ativo”, explica Magalhães.

São necessários 800 quilos da erva para se obter um litro de óleo essencial. Os 12 hectares plantados em Paulínia, onde as colheitas ocorrem a cada quatro meses, garantem a extração de 120 litros anuais de óleo, suficientes para atender à produção durante esta fase de lançamento do produto.

O processamento das folhas frescas para extração do óleo é realizado pelo próprio CPQBA, onde está instalada uma planta industrial composta basicamente por duas dornas de destilação (de 1.500 litros cada), um condensador e um vaso separador.

O equipamento custou R$ 240 mil, partilhados igualmente pela Unicamp e o Laboratório Aché, e será incorporado ao patrimônio da Universidade ao final do convênio assinado por cinco anos. “Como as pesquisas farmacológicas prosseguem e indicam, por exemplo, o uso do medicamento também por via oral, a área de cultivo e a planta industrial deverão ser redimensionadas”, observa Pedro Magalhães.

CONTROLE

O CPQBA responde também pelo controle de qualidade do óleo essencial. Para conseguir a patente, o creme antiinflamatório precisou do aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que classificou o produto na classe dos fitomedicamentos - fármacos que têm em sua composição apenas substâncias ativas extraídas de plantas, sem a mistura de princípios ativos sintéticos, vitaminas ou minerais.

A regulamentação da Anvisa determina ainda a padronização da matéria-prima, sem variações de teor do princípio ativo. Vera Lúcia Garcia Rehder, pesquisadora da Divisão de Química Orgânica e Farmacêutica, é quem recorda o início do trabalho há três anos. “O óleo essencial da erva baleeira contém mais de 40 substâncias e era preciso identificar onde se encontrava o princípio ativo. Fracionamos o óleo por métodos químicos e enviamos essas frações para ensaios de atividade farmacológica, verificando qual era a mais ativa.

Chegamos a uma fração com cinco substâncias, identificando a presença do alfa-humuleno, composto ativo escolhido como marcador químico do óleo”, explica a pesquisadora. A avaliação do teor deste composto foi feita mês a mês, durante um ano, pois uma variação grande na concentração implicaria em problemas relacionados com a época de colheita e a atividade do óleo. “Criamos um protocolo para controlar a qualidade não só da matéria-prima enviada ao laboratório, mas também do produto final, já que todo lote de medicamentos precisa de nossa aprovação”, acrescenta Vera Rehder.

TRANSFERÊNCIA

Embora nativa de regiões litorâneas, a erva baleeira vem sendo introduzida sem problemas em locais de maior altitude, com climas mais amenos e secos. O CPQBA já começou a transferir para os agricultores a agrotecnologia de cultivo e os materiais selecionados no programa de melhoramento da espécie, por meio de plantações experimentais em quatro regiões do Estado de São Paulo, com apoio da Embrapa-Transferência de Tecnologia. Ainda faltam parâmetros para definir melhor o custo de produção da droga vegetal (folhas secas) ou mesmo do óleo essencial da erva baleeira.

No mercado internacional, encontra-se a referência de US$ 20 por 100 sementes. Cálculos do próprio CPQBA indicam valores de US$ 1 por quilo de biomassa fresca (folhas e ramos finos) e de US$ 1.500 por quilo do óleo essencial.

Fonte: Jornal da Unicamp Online – Acesso em: 29/05/2005

Nota do editor: todas essas dificuldades na produção e utilização das ervas medicinais no Brasil tem uma origem simples: política. Não se sabe o que está por tras nem o motivo exato pelo qual alguns senadores e deputados votam contram ou desencorajam projetos que envolvam a liberação das ervas medicinais brasileiras para os brasileiros, aproveitando a imensa biodiversidade que o país possui. Há dificuldade de toda espécie: um ministério empurra o assunto para a Anvisa, a Anvisa empurra para outro setor do governo que nada faz e nesse empurra-empurra a saúde pública é prejudicada. Até quando? Até quando importaremos matéria-prima das nossas próprias ervas?

A Fitoterapia é Livre nos Estados Unidos

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As escolas técnicas de fitoterapia, aqui chamada de herbologia, estão espalhadas por todos os estados da federação que formam os Estados Unidos da América e podem funcionar no sistema de educação à distância (pela internete e correios), como psicologia e outras especialidades. Não existem profissões passíveis de regulamentação como no Brasil porque, pelo entendimento norte-americano, a profissão é gerada na sociedade civil, livre e democrática, apesar da enorme pressão exercida pela milionária indústria farmaceutica.

No Brasil, essa história de profissão não-regulamentada parece com aquela outra história, muito comum no Nordeste, onde as terras pertencem à Igreja Católica, como na época da colonização. A colonização e seus sistemas ainda não bastante visíveis na sociedade brasileira nos dias de hoje, infelizmente, e esse círculo visioso é alimentado pela elite política. A percentagem de médicos deputados e senadores é enorme e isso é o que conta.

Quem será o responsável pelo atraso desse trem? Ligue agora para o “conselho” da sua profissão para ver o que acontece. Eles atendem sua ligação como se você fosse suspeito até provar o contrário.

Outra ligação interessante seria para o Ministério do Trabalho, que é lento e quase parando neste assunto. Eles ficam esperando que o Congresso Nacional, ocupado com seus salários, criem novas profissões. A lista do CBO, do Ministério do Trabalho e Emprego, sobre do atraso do tempo, isto é, não acompanha a velocidade da sociedade brasileira. A última atualização publicada no site oficial daquele ministério data de 2002.

Alguém acha que algum legislador brasileiro se preocupa com isso? Sapateiro é no Brasil uma profissão chamada “regulamentada”, enquanto que homeopata, que existe há mais de um século, foi a maior briga jurídica para ser aceita porque alguns médicos no Brasil se acham autoridade para tudo, inclusive sobre outras profissões… O perigo da homeopatia, assim como todas as demais formas naturais de cuidar da saúde, é porque é barato, não enriquece os laboratórios… 

Existe uma fila imensa de sindicatos esperando um registro e que, misteriosamente, o Ministério do Trabalho não resolve o assunto. Por exemplo, no caso da Terapia Floral, que eu tive o privilégio de encaminhar, protocolar e … nada! Nos EUA, o Congresso trabalha diariamente buscando novas leis e regras para aperfeiçoar a educação no país e o único pré-requisito para o aluno ser aceito nas escolas técnicas pós-secundárias é o segundo grau completo (aqui você pode concluir o segundo grau sem ter estudado, por exemplo, química e fisica, matérias exigidas como pré-requisito nas escolas técnicas).

Os únicos cursos de fitoterapia ligados a faculdades são os de fitoterapia chinesa, que aqui não se chama de oriental, que são matérias incluídas no mestrado de Medicina Oriental. Mesmo assim, as escolas de Medicina Oriental oferecem o curso de fitoterapia chinesa a curto prazo para que os alunos do mestrado possam ter uma fonte de renda durante o mestrado, trabalhando já como fitoterapeuta. As próprias escolas têm suas clínicas e vendem ervas à comunidade.

Tudo o que as escolas precisam para funcionar é a aprovação de um órgão fiscalizado pelo Ministério da Educação chamado Bureau for Private Postsecondary and Vocational Education (Secretaria para Educação Pós- Segundo Grau e Profissionalizante Particular) — Education Code section 94915(b). A tradução fica complicada para a nossa língua mas é importante saber que as escolas técnicas são particulares, fiscalizadas pelo governo, e o aluno sai delas com a certificação profissional para abrir seu consultório. Não há uma fiscalização em cima dos profissionais de saúde como foi implatada pelos chamados “Conselhos” no Brasil.  Quem fiscaliza o profissional é a população. Havendo reclamação sobre a conduta do profissional então há os diversos foruns de proteção do consumidor no formato do Procon do Brasil.

A chave da fiscalização fica por conta da autorização de abertura do consultório, fornecida por um órgão estadual mais ou menos parecido com a Secretaria da Fazenda existente nos estados brasileiros que fornece o Alvará de Licença e Funcionamento dos estabelecimentos, inclusive consultórios.

O essencial dessa história toda é que a democracia nos Estados Unidos é praticada e quando isso não ocorre os prejudicados entram na justiça e têm todo o apoio, inclusive de advogados pagos pelo governo – para trabalhar pelos interesses dos cidadãos.

O curriculo escolar dos cursos de fitoterapia é bastante avantajado e todos incluem estágio, que o aluno pode fazer em sua comunidade ou já na prática de seu consultório. No final dos estudos, o aluno faz uma prova. Sendo aprovado recebe a chamada “certificação” e está apto a trabalhar. As escolas recomendam que o aluno façam um seguro profissional, iguais aos outros securos, como por exemplo seguro de carro, para eventuais problemas durante o exercício da profissão.

Aqui nos Estados Unidos, qualquer cidadão pode entrar na justiça comum se se sentir lesado em qualquer serviço e fitoterapia aqui é apenas um serviço como é acupuntura, odontologia, veterinária.

As chamadas Sociedades de classe, como a Sociedade Norte-Americana de Medicina Psicossomática (sou membro no Brasil), trabalham em função do progresso da ciência, na publicação de teses, estudos, pesquisas e não como as do Brasil que se preocupam em “fiscalizar” os profissionais como o Conselho de Psicologia no Brasil, por exemplo.

Para tornar-se membro, elas exigem apenas o seu currículo. Dependendo do seu currículo você é ou não enquandrado em um dos setores ou departamentos. Se você é qualificado profissionalmente porque tem um diploma no assunto, certamente você será posicionado na sociedade conforme suas qualificações.

Você como cidadão escreve e a sua palavra tem validade. Elas são sociedades sem fins lucrativos, embora cobrem anuidades para a própria manutenção, aceitam doações e são formadas pelos próprios profissionais. No Brasil, tanto os sindicatos quanto sociedades se acham no direito de julgar outros profissionais como se eles fossem os únicos competentes e bons. Ignoram a própia constituição, parágrafo quinto.

Alguns sindicatos nem há eleições para a mudança da diretoria e ninguém sabe como eles foram registrados no Ministério do Trabalho… Sabe-se que alguns conselhos são formatados nos mesmos moldes da Academia Brasileira de Letras… Ao contrário do Brasil onde existem universidades federais, estaduais e até municipais gratuitas, a educação universitária nos EUA é paga, cara, seletiva. O aluno pode recorrer ao “crédito educativo” mas passa anos pagando de volta e a lei é rigorisa com quem não paga. O desconto fico pela liberdade em que os profissionais holísticos podem trabalhar em seus consultórios, graças às inúmeras escolas de ensino holístico espalhadas pelo país, até a nível de pós-graduação, cujos diplomas têm validade assegurada. 

O Congresso Norte-Americano tem criado condições para a ampliação das escolas de ensino à distância das novas profissões, inclusive aquelas com visão holística da saúde.

As faculdades de Medicina Oriental e a Acupuntura (que aqui se chama colégio-college), consideradas líderes na medicina holística, exigem a presença no aluno em classe, mesmo que seja somente em finais-de-semana ou turno noturno, e estão listadas entre as faculdades da área de saúde mais bem preparadas, modernas e equipadas com novas tecnologias.

O American College of Traditional Chinese Medicine da cidade de San Francisco, estado da Califórnia, um dos mais antigos e respeitados nessa área nos EUA, tem uma das mais modernas e bem equipadas bibliotecas do país, com vasta gama de livros editados nos idiomas inglês e chinês, aberta ao público. Nessa faculdade, a seriedade da fitoterapia começa nos jardins, onde todas as plantas são medicinais, muitas delas importadas no Oriente e onde os alunos podem ter contato imediato com elas durante seus estudos e pesquisas. É de lá que sai o chá servido ao público e os ingredientes para as saladas dos alunos. Além disso, a escola incentiva o cultivo das plantas medicinais chinesas para evitar a importação deles já que a China é hoje um dos lugares mais poluídos do Planeta.

Já imaginou as faculdades gratuitas do Brasil abrindo suas portas para as novas profissiões, inclusive as holísticas? Quantas universidades brasileiras tem suas suas de aula fechadas no turno noturno? Por que o mundo acadêmico brasileiro é tão fechado, autoritário e sem iniciativas? Por que a sociedade brasileira não cobra dos seus deputados e senadores aquilo que todos temos direito pela constituição, de acordo com o parágrafo quito (direito de exercer qualquer profissão)? Já pensou a quantidade de ervas que o Brasil produz e é ignorada, contrabandeada ou queimada simplesmente todos os anos? Quanto empregos poderiam surgir nesse setor se as amarras coloniais acima referidas fossem libertadas? José Joacir dos Santos é pós-graduado em Fitoterapia e sua monografia está publicada em vários sites dentro e fora do Brasil.

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