Trate herpes zoster com fitoterapia

herpes.jpgHerpes é uma das doenças invisíveis e não tem cura. É transmissível pelo toque na ferida, pelo ato sexual, pelo beijo.As feridas só surgem no auge da crise. Muitas vezes a pessoa não sabe que um vermelhão no pênis, uma ferida no canto da boca, nas costas, nas nádegas é herpes. Popularmente é conhecido como Cobreiro. A Herpes Zoster é causada pelo vírus chamado varicela e a erupção ocorre geralmente quando a imunidade da pessoa baixa por estresse, por exemplo. Os primeiros sintomas são parecidos com o da gripe: febre, cansaço, dor-de-cabeça, mal-estar, dores nos nervos, perda de sensibilidade, a vista fica turva, ardência e coceira nos locais. Algumas pessoas também ficam irritadas, nervosas, dormem mal, não páram de pensar e ficam depressivas. Geralmente a ferida segue a linha de um nervo. As feridas dóem e incomodam. As vezes elas aparecem como bolhas de água sobre a pele. Essas bolhas surgem e se rompem expontaneamente de forma que uma pessoa pode tê-las nas nádegas e elas estourarem na cadeira onde ela estiver sentada, sem que a pessoa note. Em cada pessoa a herpes se apresenta de uma forma. A vacina que mais se aproxima hoje da doença é contra varicela e pode se tomada por adultos porque geralmente se aplica em crianças. Os remédios alopáticos geralmente funcionam no mesmo tempo do ciclo da doença, que varia de uma a duas semanas, de forma que eles hoje não ajudam muito a não ser que a pessoa tome o remédio nas primeiras 72 horas da doenças, mas pouca gente se apercebe que está tento uma erupção de herpes em 72 horas. O problema deles são os efeitos colaterais. A fórmula fitoterápica abaixo é para ser utilizada já nos primeiros sintomas e deve ser continuada ate duas semanas depois do doença se recolher. Não há registro de efeitos colaterais da fórmula.

TINTURA

- Hypericum perforatum (folha)
- melissa officinalis (folha)
- scutellaria barbata (raiz) ou Scutellaria baicalensis
- Phellodendhau amurense R.
- Coptis occidentalis
- Lomatium dissectum ou desycarpilum
- Leonurus cardiaca
- Glycyrrhiza glaba L.
10 por cento de cada, exceto Lomatium que é 20 por cento
10 por cento de álcool conservante, em vidro de 200ml
Tomar 20 gotas duas vezes ao dia, dissolvido em água pura. Mandar refazer o vidro se acabar antes de duas semanas após sumirem os sintomas e enquanto tiver feridas. Qualquer pessoa pode tomar essa fórmula, exceto crianças e grávidas. Só recomendamos que a fórmula seja feita em farmácia especializada em fitoterápicos. Durante todo o período tome sumo de limão, daquele que se faz caipirinha, verdinho, mas só espremido em água pura, sem açúcas, um limão por dia. Verifique se a sua dieta contém 40 por cento de vegetais, vinte por cento de legumes e frutas da época. Durma mais cedo para ficar mais tempo na cama. Tome suco de laranja com acerola sem gelo pelo menos uma vez ao dia. Adicione cenoura semicozida ou crua e tome muita água pura. Troque as roupas íntimas regularmente todos os dias após o banho. Evite sexo durante todo o período porque se não evitar você vai transmitir a doença para o parceiro. Evite beijar crianças, e se é pai ou mãe tenha o máximo cuidado possível especialmente com bebês. O simples calor da doença é transmissível. Se você utilizar a fórmula acima, por favor nos escreva e conte a sua experiência: jjoacir@gmail.com

Chineses curam gripe suína com ervas medicinais

gripe-suina.jpg Médicos do hospital Ditan, em Pequim, disseram a jornalistas locais e estrangeiros que usaram a medicina tradicional chinesa para curar 88 dos 117 pacientes afetados pela gripe suína que aceitaram se submeter a esse tipo de tratamento. Segundo Wang Yuguang, responsável pelo hospital, dos 297 casos confirmados da gripe atendidos no local, 88 foram tratados com ervas, em um tratamento que “não provoca efeitos colaterais e é seguro”. Wang disse que o período de recuperação do paciente com o uso da medicina tradicional chinesa é menor, assim como o custo, de 12 iuanes (€ 1,30), em comparação com o preço do remédio Tamiflu, 56 iuanes (€ 5,80)” (notícia publicada no site da UOL em 24/07/2009).

Enquanto isso, autoridades sanitárias dos Estados Unidos estão lutando para vacinar a população mas faltam vacinas. Inúmeras pessoas já morreram no país inteiro. Grande parte da população norte-americana briga na justiça para não vacinar os filhos, com qualquer tipo de vacina, porque estão condicionados pelas lavagens cerebrais nesse sentido patrocinadas pelos laboratórios farmacênticos e pela “indústria da medicina” porque vacinas diminuem hospitalização e uso de medicamentos, que a “indústria” não quer que aconteça. Durante todo o mês de outubro e até meados de novembro de 2009 filas imensas acontecem na frente de clínicas, constituídas especialmente por latinos e asiáticos, querendo vacina, mas o governo decidiu que as poucas doses que existem são reservadas para médicos e profissionais da “indústria da saúde”, idosos e mulheres grávidas, apesar de ter prometido mais suprimentos de vacina. Isso é um reflexo na luta contra a reforma na saúde que os hospitais e a “indústria da saúde” não quer que aconteça porque eles terão prejuízos. Recentemente um basileiro acometido de forte dor-de-cabeça, com sinais de pressão alta, passou sete horas de observação em um hospital, sem tomar um só medicamento, apenas sentado em uma cadeira, e a conta hospitalar foi de SETE MIL DÓLARES, quase oito!!! (isto é, cerca de 12.180,00 reais). Sem saber o que fazer com o paciente, eles ainda fizeram vários exames, incluindo sangue, urina, etc., e a conta veio em separado de quase mil dólares (cerca de 1.740,00 reais). Agora compreenda porque famílias norte-americanas têm que vender casas, carros e outros bens quando alguém da família fica realmente doente nos Estados Unidos e  precisa dos serviços hospitalares. É um assalto! Apesar dos problemas e deficiências, o sistema brasileiro é único no mundo, de acesso popular.

Estado do Rio inclui terapias naturais na rede pública

O Estado do Rio de Janeiro publicou no Diário Oficial de 16 de junho de 2009 a Lei 5.471/2009, que inclui oficialmente as Terapias Naturais na rede pública de saúde do estado. Entre as terapias agraciadas estão: Massoterapia, Fitoterapia, Terapia Floral, Acupuntura, Hidroterapia, Cromoterapia, Aromaterapia, Oligoterapia, Geoterapia, Quiropraxia, Iridologia, Hipnose, Trofoterapia, Naturologia, Ortomolecular, Ginástica Terapêutica e Terapias da Respiração. Para que o profissional possa atuar na Rede Pública de Saúde, tanto no Rio de Janeiro como nos estados que seguirem essa tendência, precisa se filiar a uma entidade da classe da sua profissão, por exemplo o SATOSP e a ASTEFLOR (www.asteflor.com). Este é um grande passo e os profissionais esperam que os demais estados sigam o exemplo do Rio de Janeiro, tendência que já ocorre em outros países. Veja a integra da Lei no site da ASTEFLOR (www.asteflor.com). Com isso cresce a necessidade do terapeuta se filiar e se legalizar. SE você é reikiano, veja o site da Associação dos Mestres e Terapeutas Reiki www.mestres.org

Governo libera 71 plantas medicinais para o SUS

cha1.jpgPor José Joacir dos Santos

 A “Agência Folha” publica em 14 de fevereiro matéria assinada por Angela Pinho e Matheus pichonelli, segundo a qual o governo brasileiro autoriza a utilização de mais 71 plantas medicinais nativas para o uso fitoterápico pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com verba federal. Esta é uma novidade que surpreende os profissionais da fitoterapia porque antes desta decisão apenas dois fitoterápicos usavam verba federal, o que significa que o governo começa a acordar para a rica biodiversidade brasileira em termos de plantas mediciais. Quero dizer, só falta o governo liberar mais de 50 mil plantas. Imagine 50 mil plantas sendo utilizadas pelo Sistema Único de Saúde? Seria uma revolução maior do que a que aconteceu na China em 1948 e na India depois da libertação da colônia do Império Britânico. É interessante notar que todas essas plantas agora liberadas pelo governo já são do uso popular há séculos. Será que neste século ainda veremos a liberação das mais de 50 mil existentes e centenas delas já utilizadas pelo povo há séculos? A minha avó daria gargalhada com a lista, especialmente porque ela é óbvia demais e isso significa que vai demorar muito ainda a liberação das mais de 50 mil…  Segundo a matéria, “a relação inclui plantas nativas que já são tradicionalmente usadas pela população com fins terapêuticos e que poderão ser cultivadas em pelo menos uma macrorregião do país. Foram selecionadas plantas com potencial para serem utilizadas no combate a inflamações, hipertensão, infecções na garganta, úlceras, aftas, vermes, diarreia, osteoporose, sintomas da menopausa e do diabetes, entre outros problemas de saúde. Entre elas, estão produtos como babosa, usada no combate à caspa e à calvície, camomila (para dermatites), alho (anti- inflamatório), caju (cicatrizante), abacaxi (para secreções), carqueja (para problemas estomacais), pitanga (para diarreia) e soja (para sintomas da menopausa e da osteoporose)”.  “Em Cuiabá, já existe um programa municipal que utiliza 20 plantas e orienta os moradores a fazerem hortas em casa. Segundo Isanete Bieski, supervisora do Programa Municipal de Plantas Medicinais e Fitoterapia, da Secretaria da Saúde de Cuiabá, parte das plantas que constam da lista já é cultivada em quintais e utilizada rotineiramente pela população”. “Nos últimos dois anos, o número de prefeituras que disponibilizam medicamentos fitoterápicos pelo SUS subiu de 116 para 350, chegando a 6,3% dos municípios em 2008. O governo, que anunciou em dezembro a aprovação de um programa nacional de plantas medicinais e fitoterápicos, estuda a criação de uma linha especial de financiamento para as pesquisas relacionadas às 71 plantas. Outra ideia é que haja um incentivo para que o plantio seja feito por meio da agricultura familiar”.

 Veja a relação das “novas” plantas autorizadas: Achillea millefolium, nome popular: Mil-folhas, Dipirona, uso: combate úlceras, feridas, analgesica; Allium sativum, nome popular: Alho,  uso: Anti-séptico, Antiiflamatório e Anti-hipertensivo; Aloe spp (A. vera ou A. barbadensis), nome popular: Babosa, áloes, uso: combate caspa, calvíce e é antisseptico, tira lendia de piolhos e é cicatrizante; Alpinia spp (A. zerumbet ou A. speciosa), nome popular: Colônia, Uso: Anti-hipertensivo; Anacardium occidentale, nome popular: Caju, uso: Antisseptico e cicatrizante, Nanas comosus, Nome popular: Abacaxi, Uso: mucolítica e fluidificante das secreções e das vias aéreas superiores; Apuleia ferrea = Caesalpinia ferrea, Nome popular: Jucá, pau-ferroverdadeiro, ibirá-obi, Uso: Infecção catarral, garganta, gota, cicatrizante, Localização: Centro Oeste e Mato Grosso; Arrabidaea chica, nome popular: Crajirú, carajiru, uso: Afeções da pele em geral (impigens), feridas, Antimicrobiano, Centro Oeste; Artemisia absinthium, Nome popular: Artemísia, Uso: Estômago, fígado, rins, verme (lombriga e oxíuru, giárdia e ameba); Baccharis trimera, nome popular: Carqueja, arquejaamargosa, Uso: combate feridas e estomáquico; Bauhinia spp (B. affinis, B. forficata ou variegata), Nome popular: Pata de vaca; Bidens pilosa, nome popular: Picão, uso: combate úlceras; Calendula officinalis, Nome popular: Bonina, calêndula, flor-de-todos-osmales, malmequer, Uso: feridas, úlceras, micoses; Carapa guianensis, nome popular: Andiroba, angiroba, nandiroba, uso: combate úlceras, dermatoses e feridas; Casearia sylvestris, nome popular: Guaçatonga, apiáacanoçu, bugre branco, café-bravo, uso: combate úlceras, feridas, aftas, feridas na boca; Chamomilla recutita = Matricaria chamomilla = Matricaria recutita, nome popular: Camomila, uso: combate dermatites, feridas banais; Chenopodium ambrosioides, nome popular: Mastruz, erva-de-santa- maria, ambrosia, erva-debicho, mastruço, menstrus, uso: Corrimento vaginal, antisseptico local; Copaifera spp, Nome popular: Copaíba, Uso: antiinflamação; Cordia spp (C. curassavica ou C. verbenacea), Nome popular: Erva baleeira, Uso: Antiiflamatoria, Costus spp (C. scaber ou C. spicatus), nome popular: Cana-do-brejo, uso: combate leucorréia e infição renal, Croton spp (C. cajucara ou C. zehntneri), nome popular: Alcanforeira, herva-mular, péde-perdiz, Uso: combate feridas, úlceras; Curcuma longa, nome popular: Açafrão; Cynara scolymus, nome popular: Alcachofra, uso: combate ácido úrico; Dalbergia subcymosa, nome popular: Verônica, uso: Auxiliar no tratamento de inflamações uterinas e da.anemia; Eleutherine plicata, nome popular: Marupa, palmeirinha, uso: Hemorróida, vermífugo; Equisetum arvense, nome popular: cavalinha, uso: diurético; Erythrina mulungu, nome popular: Mulungu, uso: Sistema nervoso em geral; Eucalyptus globulus, nome popular: eucalipto, uso: combate leucorréia; Eugenia uniflora ou Myrtus brasiliana, nome popular: Pitanga, uso: Diarréia; Foeniculum vulgare, nome popular: Funcho, uso: anti-séptico, Glycine max, Nome popular: Soja, Uso: sintomas da menopausa, oesteoporose; Harpagophytum procumbens, Nome popular: garra-do-diabo; Uso: Artrite reumantoide; Jatropha gossypiifolia, nome popular: Peão-roxo, jalopão, batata-de-téu, uso: antisseptico, feridas; Justicia pectoralis, Nome popular: anador, Uso: cortes, afecções nervosas, catarro bronquial; Kalanchoe pinnata = Bryophyllum calycinum, nome popular: Folha-da-fortuna, uso: furúnculos; Lamium album, nome popular: Urtiga-branca, uso: leucorréia; Lippia sidoides, Nome popular: estrepa cavalo, alecrim, alecrim-pimenta; Malva sylvestris, Nome popular: malva, malva-alta, malva-silvestre, Uso: furúnculos; Maytenus spp (M. aquifolium ou M. Ilicifolia, Nome popular: concorosa, combra-de-touro, espinheira-santa, concerosa, Uso: antiséptica em feridas e úlceras; Mentha pulegium, Nome popular: poejo; Mentha spp (M. crispa, M. piperita ou M. Villosa; Nome popular: hortelã-pimenta, hortelã, menta; Mikania spp (M. glomerata ou M. laevigata), Nome popular: Guaco, Uso: broncodilatador; Momordica charantia, Nome popular: Melão de São Caetano; Morus sp, Nome popular: amora; Ocimum gratissimum, Nome popular: alfavacão, alfavaca-cravo; Orbignya speciosa, Nome popular: babaçu; Passiflora spp (P. alata, P. edulis ou P. incarnata), Nome popular: maracujá, Uso: calmante; Persea spp (P. gratissima ou P. americana), Nome popular: abacate, Uso: ácido úrico, prevenir queda de cabelo, anti-caspa; Petroselinum sativum, Nome popular: falsa; Phyllanthus spp (P. amarus, P.niruri, P. tenellus e P. urinaria), Nome popular: erva-pombinha, quebra-pedra; Plantago major, Nome popular: tanchagem, tanchás, Uso: feridas; Plectranthus barbatus=Coleus barbatus, Nome popular: Boldo; Polygonum spp (P. acre ou P. hydropiperoides), Nome popular: erva-de-bicho, Uso: corrimentos; Portulaca pilosa, Nome popular: amor-crescido, Uso: feridas, úlceras; Psidium guajava, Nome popular: goiaba, Uso: leucorréia, aftas, úlcera, irritação vaginal; Punica granatum, Nome popular: romeira, Uso: leucorréia; Rhamnus purshiana, Nome popular: cáscara sagrada; Ruta graveolens, Nome popular: arruda; Salix alba, Nome popular: salgueiro branco; Schinus terebinthifolius = Schinus aroeira, Nome popular: araguaíba, aroeira, aroeira-do-rio-grande-do-sul, Uso: feridas e úlceras; Solanum paniculatum, Nome popular: jurubeba; Solidago microglossa, Nome popular: arnica, Uso: contusões; Stryphnodendron adstringens = Stryphnodendron barbatimam, Nome popular: Barbatimão, abaremotemo, casca-da-virgindade, Uso: Leucorréia, feridas, úlceras, corrimento vaginal; Syzygium spp (S. jambolanum ou S. cumini), Nome popular: jambolão; Tabebuia avellanedeae, Nome popular: ipê-roxo; Tagetes minuta, Nome popular: cravo-de-defunto; Trifolium pratense, Nome popular: trevo vermelho; Uncaria tomentosa, Nome popular: unha-de-gato; Uso: imunoestimulante, antiinflamatório; Vernonia condensata, Nome popular: boldo da Bahia; Vernonia spp (V. ruficoma ou V. polyanthes), Nome popular: assa-peixe; Zingiber officinale, Nome popular: gengibre, Uso: tosse. Observações: a aplicação medicinal depende da parte da planta utilizada (caule, semente, fruto etc). Fontes: Ministério da Saúde (para os nomes científicos), estudos e Secretaria Municipal de Cuiabá (para nomes populares e usos possíveis)”.

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