Um anjo chamado Jacinta

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       Dos três personagens das aparições em Fátima, Portugal, a que mais me chama a atenção é Jacinta, embora cada um deles tivesse uma missão nessa história toda. Os três eram videntes. A Senhora de Fátima se dirigia a cada um de acordo com a missão. Por exemplo, as vezes todos viam as imagens mas só Lúcia ouvia o que era dito. Francisco servia de companhia, acalmava as duas meninas e contemplava os visitantes estelares. Os três foram avisados desde o início que só Lúcia sobreviveria porque a missão dela era revelar o segredo pelos três compartilhados, relativos à história da humanidade – hoje comprovados – mas só no momento certo, com a pessoa certa. O que você pensaria se hoje três crianças camponesas, analfabetas, dissessem que estavam tendo encontros com a mãe de Jesus? A história só se repete, Chico Xavier e outros videntes sabem o que é isso.
          Desde o início, quando o Anjo Miguel apareceu para preparar as crianças foi gerado um pacto de silêncio e segredo. Jacinta não aguentou as pressões da família e, inocente, abriu a boca, sem contar muito, mas o suficiente para a história sair da casa dela e ganhar os povoados ao redor. Quando ela percebeu que tinha confirmado as aparições se arrependeu profundamente e chegou a ficar de joelhos diante de Lúcia e Francisco e pedir perdão. Para uma menina sem educação escolar alguma e de certa maneira sem cuidados diretos dos pais, era muito.
       Quando foi presa, junto com Lúcia e Francisco, os pais deixaram eles por eles mesmos na cadeia, junto com criminosos comuns – a mais velha era Lúcia com cerca de 12 anos. Temendo a morte, Jacinta se ajoelhou perto da janela e começou a rezar. Lúcia diz que não sabe como, de repente os presos se ajoelharam e rezaram com ela o terço. Um deles até colocou Jacinta no colo e a chamou de anjo. Ela deixava de comer, de beber água e de brincar para oferecer como “sacrifícios pelas almas penadas”. Doava a comida que recebia dos pais para outras crianças pobres e comia frutas amargas como “sacrifício”; se martirizava com cordas para oferecer a dor física como sacrifício; rezava por pessoas que nem conhecia; gravemente enferma com tuberculose, não reclamava das dores para não afligir sua mãe; tomava leite que a mãe lhe dava embora não gostasse de leite, somente para “oferecer este sofrimento pelos pecadores”; passava o dia no campo pastoreando as ovelhas que eram maiores e mais altas do que ela mesma porque a família obrigava. Mas adorava fazer isso para poder ficar perto do irmão e da prima Lúcia.
          Sofrimento era o que não faltava àquelas crianças – e a Senhora havia avisado sobre tudo o que lhes aconteceria daquele momento em diante. Sabendo do que lhes aconteceria, confiante na palavra da Senhora, Jacinta nada temia, embora chorasse e se escondesse do povo como o irmão e a prima Lúcia também faziam. Tanto em casa como na rua, havia perseguição. A Igreja e o administrador, uma espécie de governador da região, mandavam emissários interrogar os três, alguns em tom de ameaça, por horas, tentando pegar os três na mentira. O padre da região obrigava que os três comungassem e atendessem ao catecismo, embora não soubessem ler. Lúcia diz que Jacinta cobria o rosto e não dizia uma palavra, de medo e para manter o segredo. Corriam boatos de que os três seriam assassinados mas mesmo com as intimidações físicas eles não confessaram o segredo da Senhora de Fátima. A família de Lúcia pressionava para que ela confessasse de público que tudo era mentira mas ela, Jacinta e Francisco haviam feito o pacto de não mentir. Com o vazamento da notícia sobre as aparições, começa a chegar gente de toda parte querendo ver as crianças, tocar, pedir que rezem por elas, etc. As pessoas começam a pisar nas plantações, invadir o sítio e a trazer prejuízos para a família que vivia da agricultura e da criação de ovelhas. Os pais ficavam nervosos e culpavam Lúcia por toda a “desgraça da família”. Quando foram libertos da cadeia e a Senhora de Fátima apareceu mais uma vez, cerca de setenta mil pessoas testemunharam o que descreveram como uma bola de fogo dourada que desceu do Sol, tudo isso sobre as plantações das famílias. Além de rezar, chorar e se esconder das pessoas, Lúcia e as demais crianças não tinham para quem apelar, só para a Senhora, que lhes dizia para “não ter medo de nada”. Fiquei muito emocionado quando li essa frase porque foi a mesma que ouvi na visão que tive com Nossa Senhora da Abadia, que nem sabia quem era.
        Sobre as previsões do futuro, feitas pela Senhora de Fátima no contexto dos segredos a serem revelados anos depois, Lúcia conta que a que mais teve impacto sobre os três, especialmente sobre Jacinta, foi a imagem do inferno. A pequena Jacinta, com menos de dez anos de idade, decidiu, a partir dai, fazer sacrifícios físicos para oferecê-los e salvar as pessoas que estavam no inferno. Se nos dias de hoje a gente de rodeia de mil e uma forma para falar sobre morte, céu e inferno para as crianças menos de 10 anos de idade, imagine elas sozinhas verem as imagens em 1917 e permanecerem caladas! E rezar por um papa que nem existia (João Paulo II), sem sequer saber o que era papa? E rezar pelo fim da guerra sem saber o que era guerra? Após as aparições as crianças ficavam tão fracas que tremiam. Isso é natural ocorrer por causa da força eletromagnética provocada pela materialização de entidades espirituais de elevado padrão energético.
          Há momentos engraçados e cheios de ternura. Quando os três se reuniam para esperar a Senhora de Fátima e ninguém aparecia, Jacinta brincava dizendo que talvez tivesse faltado azeite na lamparina de Nossa Senhora, numa alusão às luzes que circundavam as aparições (os anjos). Naquela região não existia energia elétrica. Quando ameaçavam eles de morte, Jacinta dizia: que bom, só assim a gente vai mais rápido para o céu. Lúcia diz que Jacinta era a primeira a se prostrar no chão ao ver a Senhora, uma reverência que não era comum do povo daquela região. Mas a própria Lúcia diz que Jacinta a surpreendia com atos e palavras que não tinha como ela saber. Até Lúcia teve que ser escondida depois da morte de Jacinta porque também a culpavam pela morte dos dois pequeninos pastorinhos.
          Quando Jacinta já estava prestes a falecer, o que ela já sabia, porque a Senhora de Fátima tinha deixado bem claro que levaria Francisco, depois Jacinta e Lúcia ficaria para a revelação futura do segredo, decidiram levá-la para um hospital na cidade. Ela e Lúcia tinham também sido avisadas que nada do hospital funcionaria mas que ela, Jacinta, precisava se deixar levar para o hospital. Lúcia conta que Jacinta disse: ofereço isso em sacrifício. Ela morreu aos dez anos de idade, simples, em suas roupas camponesas…
          Hoje lamento muito ter demorado tanto a ir até Fátima, compartilhar da graça de conhecer de perto a história de seres tão especiais, na fente do seu tempo, os quais doaram suas vidas pela bem da humanidade. Também lamento ter alimentado falsas idéias e crenças sobre os portugueses, que me trataram com carinho e apreço. Espero voltar àquele país muitas vezes, e rever os lugares onde um dia teve o privilégio, sem saber, de abrigar anjos como Jacinta, Francisco e Lúcia e de receber uma visita tão ilustre, a Senhora de Fátima.

A Senhora de Fátima toca aos corações

pastorinhos.jpgaparicoes.jpg Lúcia, Francisco e Jacinta.

        Desde muito criança quando comecei a estudar e falavam de Portugal, tinha uma resistência imensa. Era um sentimento muito profundo, “inexplicável”, indefinido, e por isso rejeitei várias viagens para a terra de Camões. Em viagens de trabalho passei pelo menos quatro vezes pelo aeroporto de Lisboa, base aérea, mas nunca desejei sequer comprar alguma coisa. Hoje já sei que quando a gente tem resistência e rejeita pessoas e lugares é porque há um porção da gente na história dessas pessoas e lugares. Por outro lado, mesmo sem ser católico, a Virgem Maria passou a ser uma presença constante nos meus sonhos e visões. A primeira vez sequer tive coragem de falar para alguém do acontecido porque com certeza seria chamado de mentiroso, como foram chamados os pastorinhos de Portugal. Para aqueles que estão presos aos preconceitos impostos pelas religiões, como pode isso acontecer comigo se sequer sou católico?
         Já havia manifestado o desejo de um dia ir a Fátima mas sempre pensava que seria um dia. De meados de janeiro ao final de fevereiro de 2007 fui “plugado” a Maria, a mãe de Jesus, logo eu, esse pecador… Manhã, tarde, noite, meio da noite e nova manhã não saía da minha cabeça os cânticos e orações de Maria. Como? Por quê? Então, decidi: Vou a Fátima passar o meu aniversário. Não planejei nada e até o hotel foi uma agência de viagem que escolheu. Quando desembarquei no aeroporto de Lisboa que a bagagem demorou mais de quarenta minutos para aparecer, o meu cérebro foi inundado pelas versões preconceituosas contra os portugueses, inclusive as piadinhas, impregnadas no insconsciente coletivo brasileiro por causa da história oficial. Que estou fazendo nesta terra, era uma das perguntas. Tratei de mudar os pensamentos porque sabia que aquela energia era da inquietação dos passageiros porque as malas não apareciam.
          Quando o taxi parou na porta do Hotel Amazônia, na Travessa Fábrica dos Pentes, fiquei sem ânimo de sair do carro: a faixada do hotel era muito familiar e a informação que vinha a superfície era negativa. Meus Deus, que estou fazendo aqui? Era tarde para pensar. Então, paguei o taxi e entrei. Já na porta tive que soltar as malas no chão porque a minha mente se abriu como uma tela de cinema. Voltei no tempo e lembrei de uma viagem astral onde tinha vindo até este lugar mas não tinha entrado. Do lado de fora, as janelas são baixas porque o interior do hotel é abaixo do nível da rua. Lá de fora tinha visto vários pedaços de madeira trabalhada formando uma mesa e sobre ela um cachorro preto. Era o que via neste momento. A decoração interior é toda em homenagem à Amazônia e as tábuas formam uma mesa e sobre ela um lindo cachorro feito em bronze que parece andar. Agora compreendia porque a minha memória visual tinha gravado o medo. O cachorro, que na viagem astral não pude ver de perto, era mesmo feio e imediatamente minha memória celular associou cachorro preto ao lado escuro da força. Lembro ter voltado ao corpo de supetão e quando isso ocorre há dores físicas. Mas ali estava o cachorro, uma obra de arte antiga.
          Antes de preencher os papéis do hotel, dei uma olhada geral no saguão para me certificar. O chão, de mármore branco, tem o desenho estilizado da letra tibetana que uso no meu cartão de visitas – o nó da eternidade. Todas as cadeiras têm o mesmo símbolo. Na parede, artesanato dos índios amazônicos e pinturas de pássaro. Nada a temer, fui para o quarto. Logo na entrada, outra surpresa. A cortina do quarto é igual à do meu apartamento em Brasília. Os sinais espirituais estão em toda parte. Naquela noite, muito cansado da longa viagem entre Estados Unidos e Portugal, que passa pelas geleiras do Pólo Norte, sonhei que entrava em uma loja e via um quadro de Maria, a Senhora de Fátima.
        Dividi o relato desta viagem a Portugal em vários textos por causa dos acontecimentos a cada lugar relacionados. Em Fátima, no poço onde as três crianças se reuniam e onde receberam o Anjo Miguel para a preparação de tudo o que lhes iria acontecer, senti um forte cheiro de rosas. As pessoas não conseguem falar muito. O lugar impõe um misterioso silêncio de muita paz. Bebi da água do poço oferecida por uma parente dos pastorinhos, com mais de 80 anos. A casa, o curral das ovelhas, os objetos pessoais, um retrato de simplicidade. Em um dos livros que adquiri no lugar, há um relato de um padre  furioso porque a Senhora de Fátima aparecia a crianças camponesas, analfabetas, e não em sua igreja, já que ele era “o representante de Jesus”. Ele dizia isso querendo invalidar as aparições e fortalecer a idéia, compartilhada até pela mãe das crianças (por medo), de que elas mentiam. Esses acontecimentos tiveram lugar a partir de 1917.
     O santuário principal fica em torno do local onde a Senhora de Fátima aparecia sobre uma pequena árvore. Hoje o lugar é uma capela. Toda a atmosfera do local é especial. Eu não conseguia pensar em mais nada. Na frente dessa capela há uma igreja belíssima, onde estão os restos mortais de Jacinta, Francisco e Lúcia, os três videntes. É interessante ver que a palavra vidente aparece em todos os relatos e textos católicos à disposição no lugar, muitos deles publicados pela Igreja Católica, em contraste com o que prega a Igreja Católica sobre espiritualismo. Fátima impõe essa verdade incontestável, testemunhada por milhares de pessoas. São quatro milhões de turistas por ano, de todas as partes do mundo. Mesmo na época da aparições, em um só dia mais de 70 mil pessoas viram o que descreveram como “uma bola de fogo” que desceu dos céus. Era a Senhora de Fátima, depois que os pastorinhos, três pequenas crianças, haviam sido presos e colocados na cadeia junto com criminosos comuns, a mando da igreja, pelas autoridades da região. Nas memórias escritas, Lúcia, a sobrevimente guardiã dos “segredos” revelados pela Senhora de Fátima, todos relativos aos acontecimentos futuros na Terra, recorda que Jacinta, a pequenina, se ajoelhou no chão da cadeia, para “oferecer aquele sacrifício”, pensando que iriam ser mortos, e os presidiários todos se ajoelharam…
       Quando atravessava de um lado para outro da praça onde são realizadas as missas para as multidões e onde ocorrem as celebrações das aparições, ouvi a praça inteira cantar hinos a Maria. Apertei meus dois ouvidos e continuei a ouvir. A praça estava fisicamente vazia e em silêncio, mas no mundo paralelo e invisível estava cheia e cantando. Na hora da missa, que resolvi assistir, chorei emocionado quando uma velha feira entoou cânticos à Senhora de Fátima. A igreja estava lotada e eu comecei a chorar. Tentei me controlar e não consegui. Deixei o choro fluir. Logo atrás de mim outro homem começou a chorar. Pensei comigo: logo dois homens chorando? Daqui a pouco, o choro se espalhou pela igreja. A direferença é que não é um choro de tristeza, é de alegria, uma alegria indescitível, a energia de Maria… O meu coração vibrava e tive que tirar os óculos porque a visão voltou ao normal – como acontece com Reiki e com outras práticas energéticas. Senti os músculos do meu braço esquerdo serem mexidos, exatamente onde durante todo o inverno passado esteve dolorido. Sem medo de estar violando princípios religiosos, em um impulso forte entrei na fila e comunguei. Como deixaria de partilhar o que era chamado pão, naquela casa de que recebia com tanta beleza, oração e que reverenciava Jesus?
       Dei risadas escondidas na hora do sermão. O padre começou a falar em perdão, misericórdia, compaixão. Disse que Maria nos exaltava a sermos “perfeitos” e que “a perfeição de Deus é muito mais do que o pensamento poderia alcançar”. Sabia, naquele momento, que aquelas palavras eram inspiradas pela Senhora de Fátima devido a linguagem universal que elas representam e se repetem nos textos budistas e nos ensinamentos da Deusa da Compaixão, Kuan Yin. Sim, definitivamente, a Senhora de Fátima não é um mimo para os católicos. Ela é a energia universal da compaixão, do perdão, o amor incondicional que o terceiro milênio aponta como o código para o reencontro com a gente mesmo. Esse lugar é um daqueles que todos devem visitar algum dia para serem tocados como eu fui, para sempre. José Joacir dos Santos, 13 de março de 2007, São Francisco. jjoacir@yahoo.com
 

A Lei da Atração - O Segredo

Tradução livre, feita por mim, da página 70 do livro A Lei da Atração (The Law of Attraction), ditado pelo ser espiritual Abraham, Editora Hay House, Inc. California, EUA, psicografado por Esther and Jerry Hicks Basicamente o livro recomenda atenção para o que você pensa, fala e coloca a sua atenção. Ler em voz alta, sempre que possível: “Eu quero a prosperidade financeira! Existem inúmeras e maravilhosas coisas que estão disponíveis no universo e a prosperidade financeira abre as portas para muitas dessas coisas. Desde que a Lei da Atração responde para os meus pensamentos, eu decido focar predominantemente naquilo que é possível, endendendo que isso é só uma questão de tempo até que meus pensamentos de prosperidade alcancem o fluxo universal de prosperidade financeira. Uma vez que a Lei da Atração trará aquilo que é o foco da minha atenção, então eu escolho a abundância. Eu quero excelentes amizades. Eu gosto de pessoa boa, inteligente, engraçada, ativa, estimulante e eu reconheço que este tipo é abundante neste planeta. Já encontrei muitas pessoas interessantes e eu adoro descobrir as boas características delas. Quanto mais eu me sinto bem com pessoas interessantes mais elas aparecem na minha experiência de vida. Eu amo este momento de co-criação com o universo.
  Eu desejo atrair aquelas pessoas que estão em harmonia física e não física comigo. Estou fascinado com a Lei da Atração e eu me sinto confortável em reconhecer que eu me sinto muito bem e assim só posso atrair aquelas que me fazem bem. Eu adoro compreender que a base das coisas não físicas é a mais pura e positiva energia. Eu adoro usar meu lado emocional equilibrado para me deliciar com a fonte universal dessa energia.  Eu sou um ser em evolução e me sinto feliz assim. Eu reconheço que a expansão do meu ser é natural e inevitável. Eu adoro reconhecer que a felicidade é minha escolha. Então, se a expansão é inevitável, eu escolho todos os aspectos positivos desta expansão”.

Hong Kong, China

A fotografia que aparece como pano de fundo da primeira página do site www.joacir.jor.br é de Hong Kong, cidade que conheço como a palma da minha mão e pela qual tenho muito afeto. Foi lá que os mestres me mostraram os primeiros passos da conexão universal. Foi lá onde tive experiências espirituais andando nas ruas lotadas de gente, em plena luz do dia. Foi no dia de Natal de 1992 que foi “intimado” por um espírito a sair para a rua, achar uma certa loja no terceiro andar de um prédio e adquirir o único material sobre musicoterapia oriental existente. Naquela época eu não tinha a menor idéia em que usaria aquele material. Não tenho consciência, nesta vida, sobre a minha relação com essa linda cidade asiática, hoje governada pela China, mas o Universo conspirou e lá vivenciei grandes momentos desta vida. 

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