Brasília

Cogresso

Este texto foi psicografado e assinado pelo espírito Burle Marx, na data e hora abaixo mencionadas. A pedido, o nome do médium que o psicografou não é mencionado.

“E Brasília dorme, na imensidão do cerrado, na solidão da noite, na madrugada fria, neste clima de deserto. Quem és tu Brasília, que não te reconheces mais? Criada para ser o manancial que brota, como capital da pátria, a emanar leite e mel, te vez transfigurada, desfigurada, não mais em forma, mas em tua essência, tua decência, tua nuance moral e não material.

Estás agora, na calada da noite, como que aviltada pelas turbas errantes, daqueles teus filhos que urdem nas mais variadas formas os meios do vilipendio, a sugar em tuas veias o manancial produtivo que, desviado de seu propósito, trava lutas surdas e medonhas, dignas dos mais baixos seres que, na sede de se manterem no poder, acabam, por assim dizer, vendendo suas almas.

Ai daqueles por quem o escândalo vier! Ai daqueles, cuja mão é motivo de morte e de espoliação da Pátria que juraram amar e, pela ganância e sede de poderes infinitos, se desviaram de seus propósitos de amor ao próximo, gerado no resultado de seu trabalho, no âmago das questões da gestão e da vida públicas. Onde estás, amada Brasília? Presa na teia de influências e jogos de poder que praticam teus filhos amados?

Onde está o teu futuro? que raramente vislumbramos com clareza, esmaecido pela bruma que cobre a visão da Câmara e do Senado. Oh! Homens de pouca fé e ralo propósito! Por que buscais vos esconder sob o manto da legalidade que vós mesmos ajudais a construir, para, então, urdir as mais grotescas escaramuças e vilipendiarem a viúva, apropriando-se da prata e do ouro gerados, que deveriam ser o móvel a alimentar as bocas e as mentes e não no que o transformais, um horroroso quadro de amealhação do alheio, arma poderosa a corromper consciências.

És a porta larga na qual caminha a humanidade, a ranger dentes e semear amarguras e dores, a fim de colher os frutos da semeadura da iniqüidade. Relembrai, irmãos, vossa missão! e não vos afasteis da propositura que fizestes, ao jurar amar e defender a Pátria amada e mãe gentil. Não há razão adequadamente fundamentada, na qual ireis embasar a vossa defesa, na hora em que soar a trombeta angelical e rasgar-se a seda que forma o véu da falsa realidade que a vossa ignorância vos apresenta e puderdes enxergar das sombras em que estareis, a alvura das almas que habitam a casa do Pai e a comparardes com a escuridão e o lamaçal fétido em que estareis mergulhados.

É verdadeiramente triste e amargurante para nós, que agora vemos na clareza de nossas consciências, esclarecidas pela luz da verdade, a horrenda situação que a cada dia preparais para vós. Alegar, ainda, que não sabíeis? que não era do vosso conhecimento? não é mais possível. Acaso não vedes televisão, não ledes jornais, revistas, livros? Acaso a caminhada amorosa e crística, na figura amada que conhecestes na terra por Chico Xavier não vos é suficiente, para, ao menos parardes e, analisando tudo o que a vida vos alcançou, por meio do trabalho dele, buscardes a leitura, compreensão e esclarecimento?

Éh! Amados amigos e irmãos, a vida é assim! Há uma promessa, acordos, preparação e desejo. Basta que a carne estabeleça o embaraço ao espírito, a consciência se esvai! Basta que a situação passada se reflita no espelho de vossa alma, e de novo traga o passado vivido, a fortaleza de ânimo se esfuma e o caminho da porta estreita é abandonado.

Estamos agradecidos pela bondade divina, que alcança a vós, apesar de tudo, a possibilidade de, ainda nesta vida, amainar a vossa pena futura. Ainda há tempo, apenas é necessário que a charrua da caridade abra seus sulcos e lancem-se as sementes, a multiplicarem-se aos cêntuplos, de forma que, ao ser distribuída entre as “famílias” que aqui “aportaram”, vindas das mais longínquas distâncias, a fim de que a Pátria da amorosidade crística, definitivamente, fincasse as suas raízes mais profundas e fosse a árvore frondosa a render a maior quantidade possível de frutos do amor em vossos corações.

Estou de partida para uma nova etapa em minha caminhada eterna, e agradecido a Deus pela oportunidade de aqui expressar a minha angústia, dor e esperança e, na certeza daquele amanhã sonhado, aguardo a hora da minha volta, ou de meu recomeço, se assim for a vontade do Pai.

Agradecido e aplacado em minha dor, despeço-me da amada e querida Brasília, terra da esperança e da luz e, do meu Brasil, a Pátria amada e mãe, gentil acolhedora da minha luta e do meu desejo de realização de sonhos, a Pátria do Evangelho”

Brasília, 05/08/2006, às 05 horas”.

O meio-ambiente chama por atenção urgente

Apocalipse

ECOLOGIA - O MAR DÁ O RECADO

A agência de notícias France Presse publicou matéria, em 03 de dezembro de 2007, sobre o relatório do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), uma organização mundialmente engajada na proteção e vigilância da natureza, segundo a qual o ano de 2007 bateu todos os recordes de desastres naturais em todo o Planeta, de maremotos a incêndios, com sérios riscos para o futuro da humanidade, como vem sendo sistematicamente repetido pelas previsões espiritualistas há muito tempo. O relatório coincide com a realização de uma conferência das Nações Unidas para o meio-ambiente, na ilha de Bali, território da Indonésia, um dos paises onde os desastres naturais como terremotos, maremotos, tsunamis causaram prejuísos de milhões de dólares, levaram milhares de vidas e deixaram quase 500.000 desabrigados. A Indonésia é um país constituído de 17 mil ilhas, onde quem tem, tem. Quem não tem, não tem mesmo! Os 500.000 desabrigados significa que quem não tem recursos próprios para sair de um desastre natural ficará desabrigado para sempre por causa do índice de pobreza que é alto e da dureza da sociedade que só conhece o dinheiro e o poder como moedas de troca.

Longe de mim a intenção de provocar medo no futuro do Planeta, não podemos ignorar os fatos. Só nos Estados Unidos, onde os ricos já compram terremos em massa nas montanhas, afastados dos mares, certos de que haverá aumento no nível das águas dos mares em breve, os desastres naturais em 2007 ocuparam as páginas dos principais jornais do país graças ao alto nível de destruição — de incêndios, tufões e inundações, tanto naturais como criminalmente provocados como o mais recente e mais alarmante incêndio na California, provocado por um adolescente sem pais presentes. No Canadá, um bloco de gelo, que há séculos aparecia na superfície, afundou e começou a descongelar, o que significa aumento no volume de águas. Isso não teria um impacto global se o volume de gelo que está em processo de derretimento não fosse dez vezes a extensão da Inglaterra.

Em Olinda, Pernambuco, os moradores já sabem que o mar está avançando e cada vez está mais alto que a cidade… Em Recife, alguns prédios de apartamentos estão sendo engolidos pelo mar, não muito longe da famosa Boa Viagem. Em João Pessoa, na Paraíba, as imobiliárias ignoram que o mar está avançando há décadas e estão construindo casas e apartamentos em cima da areia. Já no interior da Paraiba, vi uma grande melhora econômica nas populações que se voltam para a agricultura e seus sítios. Há abundância de frutas, vegetais e as motocicletas estão em todo lugar, provando que a emigração não é uma solução mas a interiorização é o caminho seguro para os tempos difíceis que hão de vir.

As aparente belas dunas do Rio Grande do Norte são um sinal de mudanças, ignorado pelos governos estadual e municipal, muito preocupados com seus projetos políticos pessoais. Estaria o Brasil preparado para as emergências provocadas pelos desastres naturais que virão?

Esta semana, o governo norte-americano lançou um alerta por toda a Costa Oeste, especialmente na California, sobre o aparecimento de altas ondas, perigosas até para surfistas, enquanto que o abalos sísmicos aumentam de intensidade a cada dia.

Em Brasilia, as invasões da classe média sobre rios subterrâneos como o Lago Oeste são um desastre calculado, onde o governo do Distrito Federal parece não perceber ou finge não perceber. O Bairro de Águas Claras quase não tem espaço para construção, embora a região esteja em cima de um grande lençol de água e cristais, onde ainda passa uma fina lâmina do Rio Guará, ignorado pelas construtoras e pelos órgãos do meio-ambiente. Alguns videntes já viram a região onde fica Aguas Claras afundar. No Lago Oeste, uma cidade está construída em uma invasão que fica em cima de um dos maiores lençois de água do Centro Oeste Brasileiro, com ruas asfaltadas pelo governo. Quem se preocupa com o meio-ambiente?

A pressão das imobiliárias e construtoras é enorme assim como é a manipulação política que faz propaganda de Brasilia para atrair as camadas desesperadas das populações pobres dos estados. As pessoas chegam a Brasilia pensando que cai dinheiro do céu, se estabelecem nas invasões, alimentam os olhos políticos de candidatos inescrupulosos e o Entorno de Brasilia incha. Não falem dos senadores e deputados porque esses ignoram o Distrito Federal completamente. Quem desejar ver um quadro triste visite Valpaiso, entre o Distrito Federal e Goiás, onde a ameaça ao meio-ambiente e a pobreza absoluta proporcionada pelos emigrantes convivem lado a lado desesperadamente. Que dirá a população de São Paulo, Rio de Janeiro e outras grandes cidades que viu esse inchaço acontecer lentamente sem que nada fosse feito para ajudar que as pessoas ficassem em suas cidades pequenas, nas suas fazendas e sítios e tivessem condições de ter lá uma vida com qualidade sem a necessidade nem a ilusão de que a grande cidade é a solução? (*)José Joacir dos Santos é Jornalista Profissional.

O “dia das bruxas” perdeu o brilho original

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Perguntei a uma senhora norte-americana de 80 anos de idade o que era mesmo hallowe’en (que os dicionários brasileiros chamam de dia-das-bruxas), que se comemora em 31 de outubro nos Estados Unidos e a resposta foi rápida: “nada, é o dia em que as pessoas aproveitam para se vestir diferente” (se fantasiam). Essa “festa” que os Estados Unidos teriam copiado das ilhas inglesas do Pacífico, não tem nada a ver com bruxas mas sim com uma leve e humorada fisgada no mundo dos mortos, de maneira irreverente e até exagerada.

A festa antecedia o “dia de todos os santos”. As pessoas colocavam abóboras amarelas nas portas das casas, as crianças iam para a vizinhança pedir doces e adolecentes faziam festas fantasiados de caveiras e outras coisas de mal-gosto querendo assim fazer uma relação com o mundo dos mortos. Mas, as celebrações originais já derem seu lugar para a parte comercial, tão exagerada quanto as de Natal. Lojas e supermercados hoje exibem máscaras, caveiras, fantasias e em alguns lugares você compra até guardanapos bordados com gatos pretos, abóbaras e bruxas.

O maior bairro gay da cidade de San Francisco, chamado Castro, costumava juntar multidões nas ruas, algo assim parecido, de longe, com o carnaval, onde cada um se fantasiava como queria e muita gente exibia o corpo completamente nú. Era uma maneira de aumentar o caixa dos inúmeros restaurantes do lugar. Bebedeira, drogas, dança, beijos e exibicionismo faziam parte da “festa” mas a prefeitura deixou de incentivar tal festa, que até atraía turistas de outras cidades norte-americanas.

A razão principal alegada pela prefeitura é que em 2006, na noite de 31 de outubro, em Castro, foram assassinadas seis pessoas, 17 ficaram feridas, cinco foram dadas como desaparecidas e um sem-número de roubos e assaltos foram registrados. Pernas e braços humanos teriam sido achados nas praias.

A polícia suspeita que as mortes e desaparecimento de pessoas estejam relacionados a “brincadeiras” de horror ou até práticas com o outro lado da luz. Há quem diga que algumas famílias norte-americanas ainda se reúnem para jantar na noite de hallowe’en, mas a verdade é que a “festa” perdeu prestígio pela comercialização e pela doideira que aproveitadores cometiam nas festas públicas.

Quem não gosta nada dessa celebração são os verdadeiros bruxos porque o mundo dos bruxos não combina com álcool, droga, exibicionismo, assassinatos, roubos, assaltos nem desrespeito com os que já partiram.

Voluntários fazem a diferença em hospital de Brasilia

Colaborador

Uma associação de voluntários faz diferença em um dos mais movimentados hospitais públicos de Brasilia (Hospital de Base de Brasilia), com um trabalho direcionado a pacientes financeiramente carentes. A associação recebe doações em dinheiro e reverte tudo que recebe para a aquisição de material que possa ajudar na recuperação dos pacientes, inclusive remédios e exames não disponíveis no sistema público de saúde. O trabalho envolve também o serviço de assistência social do hospital e é muito bem-vindo pelos profissinais que trabalham naquele hospital. Trata-se da SAVBRASILIA. Maiores informações, inclusive de como você pode ajudar financeiramente a essa instituição, no próprio site da associação que é: www.savbrasilia.com ou por email: contato@savbrasilia.com, telefone 61-3325 4601. Vamos ajudar? Tomara que essa idéia, que já vem desde 1981, se espalhe pelo país inteiro porque esse é um exemplo de que a gente pode fazer uma diferença para diminuir e neutralizar as correntes contrárias ao amor.

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