O Mestre Jesus não morreu na cruz. Ele foi retirado da cruz ainda com vida, levado para o sepulcro de José de Arimatéia (porque eles acreditavam que ele estava morto), mas o Mestre voltou à vida, iluminado, forte, acima da morte e da vida. Foi levado a lugar seguro até de recuperar das feridas e poder se apresentar aos discipulos para prepará-los para a missão de evangelizar. Ele viveu muitos anos e viajou por muitos países, entre eles Tibete, Afeganistão, Paquistão, até pelo sul da França – de onde vem o espiritismo Kardercista, os templários e muito mais. Esta informação já apareceu de diversas fontes e com os achados arquiológicos recentes ela é confirmada. Isso só nos enche de alegria, esperanças e nos dá a certeza de que Ele jamais foi desamparado pelo Pai Celestial porque é o Filho de Deus, o Mensageiro, o Messias – já reconhecido por boa parte dos judeus hoje em dia. Isso faz desmoronar um mundo de mentiras impostas pela Igreja Católica durante séculos, manipulando a verdade em benefício próprio, e também acaba com as pregações equivocadas das igrejas protestantes baseadas no medo do inferno e do juízo final. No livro “A vontade divina da luz”, ditado por El Morya nos anos 50, página 63, é confirmado, sutilmente, que Jesus sobreviveu: “… ao surgir o glorioso e vivente Cristo, todo refulgente e translúcido, os corações daqueles crentes saltaram de alegria e ouviu-se novamente o repicar dos sinos…”. Lembra que Tomás tocou nas feridas? Dois documentários recentes, lançados em DVD, filmados na India e em Caxemira (entre India e Paquistão), mostram lugares, igrejas, pessoas, testemunhos de autoridades de diferentes religiões e até de governos, de idosos, inclusive de lamas e até o Dalai Lama fala o que os orientais sabiam de geração e geração: a história iluminada de Issa (assim ele era conhecido por lá), o Mestre que sobreviveu ao calvário e que implantou por onde andou, no exílio, o amor, a compaixão, o perdão. O pai dele não era um carpinteiro pobre e a família vinha de uma ascendência nobre e respeitada. Existem muitas igrejas erguidas para os apóstolos enviados por Jesus na India. Ao Norte, há um território chamado Caxemira, onde autoridades locais, muçulmanas, guardam o túmulo de Issa, portegido com armas e guardas noite e dia. Uma pesquisadora norte-americana quase retirou provas para o exame de DNA de Issa mas foi impedida porque no dia em que ela iria fazer isso houve o ataque terrorista às torres de Nova Iorque e ela foi obrigada a sair da região, administrada por muçulmanos. Isso tudo está em dois documentários: “The lost years of Jesus” (Os anos perdidos de Jesus), de Richard Bock, e “Jesus in India”(Jesus na Índia), de Pete Hammond. Os muçulmanos sempre contestaram a morte do Mestre na cruz e o tratam com o respeito de um profeta, até hoje.A respeitada vidente e professora de Hipnose, Sylvia Browne, publica em seu livro, “A vida mística de Jesus”, já disponível em português, um relato feito por sua mentora espiritual com detalhes de lugares e datas sincronizadas de tudo o que aconteceu antes, durante e depois da crucificação de Jesus, que os apóstolos preferiram ocultar, talvez para proteger o Mestre das perseguições e ele poder sair do país vivo, exatamente na direção da Índia onde o Império Romano não tinha poder. Este livro da Sylvia é emocionante. Ela guardou em segredo por 25 anos os conhecimentos publicados no livro e é ciente de que ele não agradará a muita gente, tanto católicos como protestantes, mas isso é um problema daqueles que vivem dentro da margem da “fé sega” sem saber que lidam com uma “faca amolada”. Mas os dias das revelações chegaram. A Nova Era não poderia acontecer sem que muitas mentiras fossem reveladas para que, com isso, possamos olhar para o Mestre e vê-lo com alegria e muita admiração. Como pudemos viver tantos séculos duvidando dos poderes do Pai Celestial e da proteção a seu filho mais amado? Particularmente fico muito feliz com essas revelações, que só começaram, e estou louco que já se publiquem os testamentos achados pelos israelitas nas escavações de Israel. Muita coisa ainda será elucidada e a escravidão imposta pelas igrejas têm dias contados. O livro da Sylvia é um dos mais vendidos hoje nos Estados Unidos, onde a maioria da população é evangélica.
06/10/2009 ·
00:31 ·
Você está navegando na categoria Curiosidades