As mudanças do DNA são o passaporte para a Nova Era

xama-3.jpg

Depois da minha iniciação de Reiki-II passei a ter várias experiências e revelações a respeito de muitas coisas que já sabia ou que tinha acessado nas viagens astrais. No momento da iniciação do Reiki-II conectei-me e declarei para o universo que daquele momento em diante não desejava continuar com os nós de toda a minha vida. A resposta foi imediata e daí em diante jamais fui a mesma pessoa, graças a Deus.

O grande feito do Reiki é que está disponível em mim mesmo para que acesse e equilibre o que desejar, a qualquer momento. Essa ferramenta eu não tinha com outras técnicas e quase sempre guardava pendências para serem trabalhadas na Comunhão Espírita, através do passe magnético. A esse respeito, numa conversa com uma terapeuta floral fiquei surpreso quando ela me disse que não se iniciava em Reiki porque era espírita.

Não lhe disse nada porque cada um está em um processo de aprendizado e a gente não tem o direito de encurtá-lo porque isso atrapalha a solidificação da experiência por parte da pessoa. O Reiki é a energia universal, fonte de vida para todos os seres de todos os reinos, inclusive nos corpos espirituais. Quem tiver dúvida leia “A história de um anjo”, de Roger Bottini Paranhos, e tente descobrir o que Jesus fazia quando colocava as mãos sobre alguém.

As separações nós inventamos! Uma das experiências foi o acesso ao meu código genético, que os cientistas chamam de DNA, e que pode também ser chamado de Registro Akastico. Percebi a presença de espíritos em casa e me deu um forte cansaço físico. Deitei porque sabia que aquele era um procedimento para facilitar algum trabalho e não deu outra.

Fui retirado do corpo imediatamente e colocado ao lado para assistir a tudo, ligado ao meu corpo pelo maravilhoso cordão prateado, igual a um cordão umbilincal. Os mentores eram engenheiros genéticos espirituais. Ligaram o meu corpo astral a uma aparelharem e todos os meus órgãos, veias e tecidos foram iluminados como uma árvore de Natal, onde se vê as luzes e as enfeites.

Tudo virou número dourado. Todos os órgãos tinham um código numérico e havia uma divisão em Eu, Eu e Os Outros e Os Outros, como uma rede telefônica dividida em ramais internos e externos, proporcionando uma rápida e eficiente troca de informações. Eles “conversavam” mentalmente e compreendi que o DNA pode ser modificado tanto no presente quando no passado e no futuro, sem rigidez alguma. Não sei como a ciência vê isso nem procurei ler sobre o assunto. Em cada subdivisão de cada código há um cálculo matemático como se fosse ganhos e perdas, equilíbrio e desequilíbrio. Cada subdivisão é importante e envolvente. Tive dificuldades de diferenciar qual estava no presente, no passado ou no futuro. Perdi completamente a noção de tempo. Para que entendesse melhor, alguém me explicou que aquilo funcionava como uma fatura: valor da mercadoria e impostos, depois os impostos municipais, estaduais e federais vinculados. Ao me vê daquela forma, amei o meu corpo desde a sua concepção até o último dia de serviço que me proporcionará essa máquina divina. Arrependi-me de todas as judiações que proporcionei a ele e prometi conservá-lo da melhor forma possível até o momento de tê-lo desligado do meu espírito. Ao terminar o serviço, um membro da equipe disse-me que voltasse ao corpo e fizesse Reiki. Assim fiz. A célula-mãe do DNA encontra-se na glândula pineal e funcionada como um centro de comando e coordenação. Temos vários sensores psíquicos mas cito aqui os principais. O primeiro fica localizado no plexo solar, entre as costelas e o estômago. Este sensor faz com que percebamos imediatamente se um lugar é carregado ou não, se uma pessoa mente ou não ou se ela gosta ou não da gente.

O segundo mais importante fica no sistema auricular. Fica pouco acima dos ouvidos. Este é o mais lento de todos e é através dele que escutamos os guardiões e é através dele que sentimos o que devemos fazer ou não. O terceiro fica entre as sobrancelhas e é utilizado para os trabalhos de visão da aura etc. É através dessa janela, por exemplo, que os espíritos podem acessar a nossa tela mental e conseqüentemente a nossa história inteira, da primeira até a encarnação atual. A memória do DNA físico guarda documentos de até sete gerações nesta vida. Já o DNA espiritual, como se fosse a alma do DNA físico, guarda a memória das vidas passadas. Cada célula tem uma espécie de espelho espiritual ou uma memória virtual. O DNA diz a cada célula o que ela tem sido, o que ela vai ser e o que ela continuará a ser no órgão a que pertence. O código está programado em ciclos de crescimento, reprodução, regeneração e eventual dissolução celular. Tudo é operado com relógios biológicos, nas inúmeras redes e conexões. Quando o tempo chega, o DNA faz uma verificação se há recuperação ou se o momento é de dissolução. Cada órgão trabalha com diferentes emoções, e conseqüentemente guarda diferentes memórias em suas células. A Medicina Chinesa sabe bem disso e é por isso que quando um cliente queixa-se de dores em uma parte do corpo é possível verificar qual o órgão afetado ou qual está refletindo aquele problema, que quase sempre tem fundo emocional. Daí o problema dos erros médicos na Medicina Ocidental porque ela é dividida em pedaços do corpo sem olhar o lado emocional a eles vinculados. Por isso que a musicoterapia, a cromoterapia, Reiki auxiliam na recuperação da vibração dos órgãos e com isso é restaurado o vigor físico dele.

Quem nasceu depois de 1971 já veio com alterações profundas no DNA voltados para a Nova Era. Quem nasceu antes disso e tem se espiritualizado também teve a chance de alterar seu DNA. De lá para cá os acontecimentos estrelares têm acelerado esse processo porque entramos no ciclo da purificação do Planeta Terra, onde já está havendo a separação entre os que aqui continuarão a evoluir e os que serão exilados (o famoso juízo final mal-interpretado, violento e catastrófico não irá acontecer). Esta informação tem se repetido ao longo dos séculos e os médiuns têm psicografado alertas importantes e urgentes a cada dia que passa, como é o caso do autor de “A História de Um Anjo”. As alterações ocorrem no aumento das aspirais, de duas para três ou quatro até 12, podendo chegar a 32. Como saber se isso está acontecendo conosco? A alteração ocorre na estrutura celular. Torna a pessoa mais saudável e resistente a doenças. Quando está acontecendo a alteração, a pessoa sente dores pelo corpo sem razão alguma, que mudam de um lugar para outro, as unhas e o cabelo crescem além do habitual, passam a ocorrer lapsos de vidência, percepção extra-sensorial, sonhos reveladores, além de aumentar a capacidade para fazer qualquer coisa que deseje, especialmente no campo da criatividade, da expressão artístico-criativa. O corpo passa a rejeitar carnes vermelhas, álcool, fumo e qualquer tipo de abuso antes prazeroso. Emocionalmente, a pessoa fica inquieta e quer descobrir tudo sobre as vidas passadas. Dependendo do nível de equilíbrio, a pessoa pode pensar que está ficando louca ou possuída por algum espírito ou ainda que fizeram trabalho de macumba. Se ela for a um médico ortodoxo vai sair do consultório com uma prescrição de remédios de tarja preta.

Como as farmácias brasileiras não recolhem as receitas médicas, o cliente vai repetir e repetir a dose sem consulta e vai ficar viciado na tarja preta. No homem, o processo produz a aceleração e acesso à feminilidade, à sensibilidade. Na mulher pode apressar os processos hormonais e, naturalmente, a sensibilidade. Se a pessoa utilizar maconha ou qualquer droga poderá apressar a morte física ou o envelhecimento precoce. Quando o meu código foi programado para a alteração, como narrei acima, imediatamente tive uma forte gripe. Parecia que meus pulmões iriam explodir. Tive diarréias inexplicáveis, tonteiras, dores no ouvido, excesso de cera nos ouvidos, problemas com os músculos do lado esquerdo do corpo, sono exagerado, dores nas pernas, estalos no terceiro olho, sensação de que o chão tremia. O mais interessante é que comecei a escrever sobre assuntos diversos sem precisar fazer pesquisas. Nessa mesma época fui iniciado em Magnified Healing e fui o único a ficar bastante tempo em estado semiconsciente, sentindo uma “revolução” entre a minha glândula pineal e o cóccix, enquanto que em meu terceiro olho processava-se um “filme”, com imagens jamais vistas de tempos e lugares diferentes. Só tomei floral nesse processo. Não fumo e não tenho vícios. Sofri com a antecipação de oito dias o desastre das torres de Nova York e fiquei acamado na véspera.

Sentia tudo mas não sabia onde nem tampouco tinha idéia de que as imensas colunas de fumaça que vinham na minha mente eram dois prédios atingidos por aviões. Meu corpo doía como se fosse desmanchar. Se você me pedir uma fórmula para chegar onde cheguei vou lhe dizer que não sei porque, como disse, cada um tem um processo e esse processo depende só e unicamente do nível de informações acumuladas na história celular. Só posso dizer que é preciso se espiritualizar, evangelizar, fazer Reiki, fazer o curso das Doze Fitas do Xamã Rowland Barkey e deixar que os seus guardiões lhe conduzam para o caminho que deve percorrer. A literatura é pobre ou apenas científica. Adquiri o livro “Change your DNA, Change your life! (Mude o seu DNA, mude sua vida!), escrito pelo Dr. Robert V. Gerar, e infelizmente tenho que dizer que não há novidade alguma. É um daqueles livros que você encontra por aí e percebe que o autor juntou textos de outros livros e lançou o seu. A experiência de alteração do DNA é preciso ser vivenciada, degustada. Se você sente que algo está ocorrendo, não se desespere. A Nova Era não vai nos separar porque sou Flamengo e você é Vasco. Ela vai nos separar por aquilo que optamos vivenciar nesta vida. Se seu grupo social não aceita nada disso largue ele. Atenda ao chamado e procure ajuda para descobrir como melhor aproveitar este momento único. Comece pelos livros espíritas e budistas. É preciso usar a inteligência para perceber que nem tudo que dói é doença. Embora não seja a minha intenção assustar, muitos só terão até 2012 para dizer sim porque de lá em diante as alterações universais serão a uma velocidade nunca vista, e os portos estarão cheios de navios com as velas alçadas, prontas para partir para uma viagem sem retorno. Não fique parado aí esperando a chuva cair! Eu continuo a explorar tudo a cada dia como se apenas estivesse no início, sem duvidar, sem criticar, e especialmente sem me deixar para trás.

Viagem Astral: Agarre-se no Cordão Prateado e Voe Alto

As viagens astrais são comuns e freqüentes. Muita gente faz isso mas não sabe, não lembra, e quando volta ao corpo pensa que sonhou. A grande diferença entre uma viagem astral e um sonho é que na viagem astral você efetua contatos fortes, reais, e quando a viagem acaba você sente o chamado do corpo físico como um avião que se prepara para o pouso em uma pista pequena como a do Aeroporto Santos Dumont.

Você tem consciência de que está fora do corpo porque gasta energia como um carro gasta gasolina, o que não acontece com o sonho. Uma característica forte dessas viagens é o fato de que a gente está preso a um cordão prateado que sai do umbigo, da cabeça ou dos pés, dependendo da ocasião, da maneira como o nosso corpo está desenhado no plano físico e das aberturas espirituais íntimas de cada um.

O cordão prateado serve como canalizador do combustível que vem do corpo físico. Não tem tamanho, limite, jamais poderá ser medido, não se quebra nem dá nó. Essas maravilhosas viagens são um presente da engenharia espiritual. Quase sempre estamos acompanhados dos nossos mentores ou a própria saída é coordenada por eles.

Não há a possibilidade de não voltar ao corpo porque os selos que prendem o espírito ao corpo estão programados para um momento, um dia, um segundo no tempo e, mesmo assim, quando chega aquele momento é preciso que um espírito treinado venha fazer o desligamento entre os corpos espirituais e o corpo físico.

Na grande maioria das vezes não percebemos os nossos mentores grudados em nós, nos protegendo e guiando para o objetivo da viagem. As viagens têm finalidades variadas. Quase sempre são missões de aprendizado, de ajuda e de auto-conhecimento. As pessoas ligadas ao mal também saem com suas finalidades. O mal e o bem são uma escolha de cada um. Aqueles mais evoluídos saem para missão humanitária e espiritual, dentro das suas especialidades profissionais ou mediúnicas.

Muitos saem para ensinar, dar aulas, assistir a aulas, libertar espíritos, e ajudar a pessoas encarnadas em situações onde a espiritualidade está acompanhando de perto. Já sai muitas vezes só para observar situações e momentos humanos no passado, no presente e no futuro. É comum a saída para visitar parentes desta e de outras vidas, encarnados ou em espírito. Também vamos a lugares onde existem conhecimentos dos quais necessitamos para os nossos projetos de vida diária. Jornalistas, por exemplo, podem sair até livrarias no tempo e no espaço para apreender assuntos que precisam para enriquecer os seus textos e assim passar o conhecimento para a humanidade. Médicos espiritualizados podem sair em socorro ou a visitar laboratórios onde aprendem nossos caminhos de cuidado com a vida. Pessoas que não cuidam do seu lado espiritual ou que estão presas a correntes negativas e atrasadas também podem sair do corpo e visitar, da mesma forma, lugares sombrios onde vivem espíritos na mesma freqüência — sem luz. Da mesma forma que existem mundos positivos existem negativos. Tudo é sintonia.

É possível que uma pessoa espiritualizada para o bem e preparada em determinados assuntos possa ser levada em viagem astral a mundos inferiores, onde não há luz, com a finalidade de ajudar e resgatar espíritos merecedores. Há legiões de pessoas que fazem isso todos os dias e são escolhidas para essas missões porque têm os corpos físicos e espirituais sadios. Os candidatos a viajantes conscientes precisam se preparar. Nem sempre as viagens são maravilhosas. Cada uma é uma experiência que terá a dimensão do conhecimento do viajante. Um bom exemplo de desconforto é trabalhar espiritualmente com grupos de evangélicos ou mulçumanos desencarnados. Alguns seguimentos das religiões evangélicas estão construindo para seus seguidores mundos astrais polarizados no céu (a salvação) e no inferno (o castigo), onde a presença dos demônios é maioria. Esses demônios criados pela imaginação dos pastores, com o objetivo de amedrontar e angariar seguidores, passam a existir no astral. Muitos desses “pastores” são pessoas sem escolaridade, com pouco conhecimento científico da cristandade e usam a religião como fonte de renda. Na verdade o que está acontecendo nos últimos dez anos é um aumento da legião de pessoas que desencarnam oriundas dessas religiões pouco espiritualizadas, presas a interpretações baseadas na falta de experiência, no exemplo pessoal e na prática do evangelho do amor. A experiência do corpo segue em memória com o espírito. Tudo que a gente aceita, ouve, lê, aprende vai fazer parte do nosso mundo espiritual. É nesse momento que a gente compreende que a gente é o que pensa que é ou que acredita ser. Todos sabemos que as histórias da Bíblia são metáforas, escritas e criadas com o objetivo de mudar a mentalidade do povo judeu primitivo e distante da luz, embora muita coisa seja jornalística e oriunda de fatos reais. Os judeus já avançaram nos conhecimentos e nas pesquisas do caminho da luz e as religiões protestantes ficaram presas “no sangue de Jesus” e não na luz revigorada do Senhor Ressuscitado em espírito. A cada vez que se invoca o “sangue de Jesus” é como se uma mão apertasse com força os pregos que perfuraram o corpo do Mestre para fazer mais sangue jorrar, embora Jesus tenha sobrevivido à morte e seu espírito tenha dado provas disso. Tem fixação pelo momento da crucificação é perpetuar aquela vibração que o próprio Mestre não via a hora de acabar. A Bíblia é um grande livro, o qual lido com leveza conduz à libertação e não ao castigo nem ao fogo do inferno. As interpretações são pessoais e os demônios também. Muitos protestantes desencarnados estão vagando pelo espaço, esperando o dia em que seus corpos saiam das tumbas como prometido. O grande conflito é saber que debaixo das tumbas não existem sequer os seus ossos. Na ve rdade isso não foi uma promessa mas uma figura de linguagem utilizada para dar a idéia da eternidade do espírito. Já fiz viagem astral destinada a retirar espíritos adormecidos, confusos, aflitos, presos a tumbas sem compreender o que realmente havia acontecido – sequer sabiam que estavam mortos. Já com os muçulmanos o problema é ainda maior porque eles matam em nome do que pensam ser Deus. Quando morei no Irã, na época da guerra Irã-Iraque vi famílias serem obrigadas a enviar crianças para a guerra. A lavagem cerebral em nome de Deus era feita e os meninos caminhavam de braços levantados na direção do foto inimigo para morrerem porque acreditavam que iriam “direto encontrar Alá”, como se Alá necessitasse de sangue humano! Para se tornar um bom passageiro dessas viagens é preciso aprender conscientemente, isto é, decorar os passos da saída do corpo sem estar fora dele para quando estiver vivendo o processo não fazer nada que atrapalhe e impeça a saída. Um simples barulho pode fracassar uma tentativa. Inicie com uma boa caminhada durante o dia ou exercícios físicos que relaxem e mexam com os músculos. Deite-se, faça uma oração e peça auxílio aos seus anjos guardiões. Ordene ao cérebro que relaxe e solte os sistemas do corpo. Quando atingir o estágio de relaxamento adequado, você começa a sentir como se os pés estivessem levantando. Deixe rolar os formigamentos. Não caia na tentação de abrir os olhos para ver se os pés estão se levantando. Aos poucos todo o corpo começa a vibrar como se você fosse levitar. Dar-se um grande barulho, semelhante à abertura de um campanhe e você está no ar. Controle as emoções e deixe o seu corpo espiritual voar. Se as janelas do quarto estiverem fechadas não há problema. Enfrente o vidro e passe por ele. O medo pode fazer você cair no corpo físico. Não havendo medo, o máximo que você pode sentir é algo como um arranhão. Sinta e deixe fluir. Chegando lá fora, aproveite. Se você não estiver acompanhado de um mentor não se preocupe que a viagem não dura muito e você cai no corpo chegando a sentir o baque do encaixe. O tempo aqui não é igual ao tempo dos relógios. O tamanho do corpo espiritual pode ser maior ou menor do que o corpo físico. Com o tempo e o treinamento você estará voando bem. Os seus mentores saberão disso e aproveitarão para levar você onde deve ir para apressar o seu desenvolvimento espiritual. Muita gente sai com uma rapidez impressionante e quando dá por si está do outro lado do mundo. Quando morei na China vinha muito ao Brasil trabalhar espiritualmente e dar assistência a familiares e amigos. Lembre-se que você não pode e nem deve chamar pessoas mentalmente para que venham ajudar nos seus problemas. Isso pode acontecer e você estará interferindo na espiritualidade de outra pessoa, o que pode ser classificado como obsessão. Devemos, sim, pedir o auxilio amigável dos mentores e protetores mas devemos evitar chamá-los para coisas rotineiras e banais ou para prejudicar outras pessoas. Há muito o que se descobrir nessa área. Cada um é um e as sensações, maneiras e experiências são diferentes. Um bom livro para iniciar os estudos em viagens astrais é “Você e a Eternidade”, de Lubsang Rampa. É preciso saber que a gente pode voltar de uma viagem cansado, sugado e com sensações desagradáveis dos lugares visitados. Nesses casos, a sensação é a de que a gente não dormiu a noite inteira e está todo quebrado. Quando o tempo da viagem acaba, a gente é imediatamente puxado de volta ao corpo. Não há perigo algum do cordão prateado se romper nem de dar nó. São os corpos sutis que atuam nesses momentos e isso vai além da nossa compreensão. Por isso que atravessamos paredes, entramos no mar, no fogo, nas pedras e no ar a brincadeira é gostosa. Quem come carne vermelha, fuma e bebe tem mais dificuldade de sair nessas viagens. Não se deve utilizar maconha ou outro alucinógeno para essas viagens porque as “viagens” com maconha ou outra coisa do ramo não passam dos cabelos da testa, de uma simples visita aos demônios interiores, com a desvantagem de consumir créditos vitais irrecuperáveis e de provocar buracos na aura. “Viagens” com ervas também não vão além dos limites das memórias celulares do próprio corpo, também com efeitos colaterais. As civilizações que usaram drogas e ervas alucinógenas desapareceram – do Egito à América Latina. As viagens astrais são livres de efeitos colaterais químicos. Uma viagem pode valer pela leitura de inúmeros livros, por anos de escolaridade, por inúmeros cursos esotéricos, por todas as suas relações sexuais. Esse aprendizado torna a vida mais leve e prazerosa. (*) José Joacir dos Santos é Psicoterapeuta Holístico e Jornalista (www.joacir.jor.br) Ps:Artigo publicado com exclusividade pelo www.quadranews.com.br sob o título: O Cordão e o dinheiro.

Celular e computador podem provocar desequilíbrios profundos

Nestes tempos de aumento abusivo nas tarifas telefônicas, existem ainda outras boas razões para você ficar longe das ligações telefônicas: irradiações e cargas negativas. Isto mesmo, quem acha que viver grudado ao telefone celular ou fixo é sinal de status não sabe o que está fazendo com a qualidade da própria saúde.

São conhecidos os efeitos da irradiação dos celulares: dores-de-cabeça, falta de concentração, perda de memória, sensação de abafamento ou dormência nos ouvidos e diminuição da audição. Uma importante revista norte-americano noticiou há alguns anos o falecimento da esposa de um dos donos da Motorola daquele país de câncer no ouvido direito e fez a seguinte observação: “exatamente o ouvido que ela mais usava para falar ao celular”.

Os telefones fixos são excelentes transmissores de energias negativas acumuladas nas redes telefônicas, também vindas da internet. São estáticas e não-ionizadas. A voz é um veículo poderoso, para o bem e para o mal. A pessoa que irradia energia negativa pela voz não tem consciência disso e não faz por maldade. Os ouvidos, que fazem parte do sistema de equilíbrio no corpo, captam tudo e jogam na cabeça.

A falta de equilíbrio é percebível quando você começa a se irritar com facilidade, ouvir subidos, ter insônia, sentir cansaço, quebrar ou deixar cair objetos. Imagine o que acontece com quem passa o dia usando celulares e depois chega em casa e vai cozinhar, segurar crianças, brincar com animais e cuidar de plantas!

Existem marcas e modelos com altos e baixos índices de irradiação e os órgãos públicos de saúde em Brasília não disponibilizaram, ainda, informação sobre o assunto para os serviços de atendimento ao público. Há pessoas mais sensíveis a esse tipo de irradiação magnética e o sinal vem no inchaço das mãos e ouvidos ou em problemas com a audição.

Se você colocar as mãos nos ouvidos e ouvir um chiado parecido com um canal de televisão fora do ar então você está com alto nível de irradiação, que também pode ser contraída pelos computadores ligados direto na internet. Há quem pense que pelo fato de usar pouco o celular está livre de irradiação, mas isto não é verdade. Ela começa quando você digita, aumenta quando a ligação se completa e fica no aparelho e nas partes do seu corpo onde o celular entrar em contato. Coloque seu celular junto ao controle remoto do carro e veja o que acontece! Para quem precisa utilizar esses aparelhos tão bonitos e sedutores então a saída é digitar o número, esperar até que comece a chamar, colocar ao ouvido e falar pouco. Isso apenas reduz o nível de contaminação. O ideal é só utilizar o celular quando for extremamente necessário. Dar ou não um celular a criança e adolescente? Onde quer que você mantenha o celular junto ao seu corpo vai afetar aquela área e as mais vulneráveis são o coração e o sexo. A energia de remédios e florais é sugada rapidamente por essas forças. Mulheres grávidas deveriam dar férias aos aparelhinhos.

Crianças e adolescentes são extremamente vulneráveis porque os corpos estão em formação, o que faz com que a absorção seja mais de 50%, segundo o New England Journal of Medicine. Portanto, mais uma vez os pais ficam entre a cruz e a espada: dão um celular para os pimpolhos para facilitar a comunicação e o controle mas estão contribuindo para o desequilíbrio da cabeça do filho. Não é nada confortável você estar em um restaurante, numa reunião ou em outro ambiente onde é preciso o silêncio e ouvir um celular tocar. Isso não só atrapalha como também corta as irradiações positivas dos ambientes e tem o efeito de um rádio ligado. Falar ao telefone e dirigir é um perigo porque você tira as mãos do volante e perde temporariamente os reflexos. A irradiação tira a sua capacidade de perceber, de manobrar e de agir. Pessoas viciadas em celular começam a falar alto como se o volume estivesse baixo ou como se estivesse usando um telefone dos anos 60, quando os recursos da telefonia eram escassos. Já é o processo de irradiação ativo acumulado no ouvido e que provoca a degradação da capacidade auditiva.

Quando vão fabricar artefatos pensando no ser humano composto por mente, corpo e espírito? Mão e ouvido inchados Na época da guerra no Timor Leste versus Indonésia, eu estava na Indonésia e participei de um trabalho conjunto de organizações internacionais para acolher timorenses perseguidos e fugitivos de seu país invadido, trabalho esse que faria por qualquer ser humano, independente de nacionalidade, cor, raça etc. Foi um trabalho duro, diuturno. O único meio disponível era telefone celular com conexões internacionais. Dentro de quatro dias a minha mão esquerda estava inchada e a sensação era de que tinha batido ela fortemente contra uma superfície dura. Meu ouvido também inchou bastante e tive crises de falta de apetite, dificuldades para digerir, irritação e gagueira. O toque do telefone provocava sustos. Acreditava que estava sob estresse profundo devido à situação política. Lidava com pessoas que haviam perdido parentes e apareciam na minha vida no meio da noite de pés descalços, em estado de choque, feridas, desorientadas, sem fala. Claro que estava estressado mas estresse não provoca inchaço daquela forma. Passei a mão esquerda sobre uma planta dentro de casa e a planta morreu no dia seguinte. A única maneira que aliviava esses desconfortos era mergulhar na piscina de um amigo e ficar debaixo da água o máximo que podia — não sei por que funcionava. Serviços de saúde desconhecem o assunto

Quando intensifiquei o meu trabalho como terapeuta não tive outra opção a não ser deixar o celular de lado e só utilizá-lo em casos extremos. Há interferência no nível de vibração dos sete centros energéticos do corpo e o único antídoto eficiente que achei foi o Reiki. Antes de qualquer atendimento ou de me trabalhar uso uma mão para fazer Reiki na outra e vice-versa. Depois vou para os ouvidos. Daí é que parto para as posições do resto do corpo e em seguida para o atendimento, mesmo que não vá utilizar o Reiki no cliente. Se eu não remover a irradiação sinto uma barreira formada na minha percepção extra-sensorial, a qual provoca a sensação de cansaço mental e formigamento. Vários clientes reportaram as mesmas sensações. É urgente que cada um de nós pressione os fornecedores sobre o nível de irradiação do celular. Liguei para o serviço de atendimento ao público do Ministério da Saúde (0800-611997), em Brasília, e a operadora não encontrou informações sobre este assunto em seu banco de dados. Depois de insistência, funcionária do setor de Comunicação Social da Agência Nacional de Vigilância Sanitária disse que não era com eles.

Nos Estados Unidos essas listas correm soltas pela internet. As operadoras no Brasil, muito preocupadas com seus lucros, não falam desse problema nos modelos vendidos no país e não consegui essa informação do fornecedor do modelo que uso, o qual deixa minha mão vermelha e o ouvido dolorido. Isso tudo me faz lembrar Marshall McLuhan, mestre da comunicação social e pioneiro no conceito de aldeia global, que nos anos 70 fazia previsões sobre os efeitos da globalização e da modernização das sociedades e era chamado de louco. Hoje vemos que a tecnologia tem nos colocado em patamares avançados, interessantes, indispensáveis, mas não conseguiu criar artefatos que combinem o lucro financeiro e a segurança para a saúde humana. Ele aconselhava desligar a televisão ou mudar de canal quando o assunto fosse de baixo nível educacional, tão presente nos nossos canais de televisão atuais. Acredito que atitude semelhante poderia servir para aparelhos celulares que trazem altos níveis de irradiação. Sem ter a quem recorrer, recomendo o uso de Babosa, floral do sistema de Saint Germain, indicado para todo e qualquer tipo de radioatividade. jjoacir@yahoo.com

A extração de Madeira na Amazônia ameaça o planeta

As atividades humanas estão degradando a floresta amazônica em uma taxa duas vezes mais acelerada do que a estimada anteriormente, conforme sugere um novo estudo que acrescenta os efeitos da extração de madeira aos do desmatamento.

A pesquisa saiu na edição de 21 de outubro da revista Science, publicada pela AAAS, sociedade científica sem fins lucrativos. Até agora, os métodos para medir o desmatamento em grandes áreas através do uso de satélite só conseguiam detectar faixas de terra desmatadas, onde todas as árvores foram removidas para abrir espaço para as atividades agrícolas ou pecuárias.

Um novo método de imagens por satélite, desenvolvido por Gregory Asner, da Carnegie Institution of Washighton, e colaboradores, detecta o desmatamento em escala mais delicada, permitindo aos pesquisadores identificar áreas onde as árvores foram raleadas, devido principalmente à “extração seletiva”. Nesse tipo de desmatamento, apenas certas espécies comercializáveis de madeira são cortadas, sendo as toras transportadas para as serrarias. Pouco se sabia sobre a extensão ou impactos da extração seletiva sobre a Amazônia até agora, segundo os autores.

Para detectar e quantificar a quantidade de extração seletiva nos cinco principais estados de produção madeireira da Amazônia brasileira, os pesquisadores utilizaram o novo Sistema de Análise Carnegie Landsat. Essa tecnologia lhes permitiu penetrar em cada pixel da imagem produzida por um trio de satélites e determinar a porcentagem de terra com floresta e desmatada dentro de cada pixel. (Ao contrário, a interpretação convencional da imagem de um satélite considera cada pixel como inteiramente coberto ou inteiramente desmatado.) “Este método nos dá um mapa incrível dos tipos de perturbações disseminadas mas muito difusas que existem no Brasil ou em qualquer floresta tropical”, disse Asner.

Os pesquisadores constataram que, de 1999 a 2002, a extração seletiva de madeira aumentou entre 60 a 128 % a área de floresta danificada em relação ao relatado somente para o desmatamento no mesmo período de estudo. O volume total de árvores extraídas representa aproximadamente de 10 a 15 milhões de toneladas métricas de carbono removidas do ecossistema, segundo os autores. Eles estimam que essa quantidade represente um aumento de 25 % no fluxo geral de carbono da floresta amazônica para a atmosfera A extração de madeira causa também perturbações ecológicas consideráveis. As trepadeiras que se enroscam nas árvores podem puxar consigo grandes quantidades de vegetação quando uma árvore cai. A floresta também fica mais seca e mais inflamável à medida que as copas sombreadas diminuem. “As florestas que sofrem extração de madeira são áreas de danos extraordinários”, disse Asner. “A copa de uma árvore pode atingir 25 metros. Quando se derruba uma árvore, isso causa muitos danos ao andar de baixo. É um campo de destroços lá embaixo.”

==========================

Os co-autores do trabalho de Asner são David E. Knapp, Eben N. Broadbent e Paulo J.C. Oliveira da Carnegie Institution of Washington, em Stanford, CA; Michael Keller, do USDA Forest Service, International Institute of Tropical Forestry, em Rio Piedras, Porto Rico e da University of New Hampshire, em Durham, NH; e José N. Silva da EMBRAPA-Amazônia Oriental no Pará, Brasil. Este estudo foi financiado pela Carnegie Institution of Washington e pela NASA. A Sociedade Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) é a maior sociedade científica geral do mundo e editora da revista Science (www.sciencemag.org ). A AAAS foi fundada em 1848 e atende cerca de 262 sociedades e academias de ciência afiliadas, atendendo 10 milhões de indivíduos. A Science possui a maior circulação paga do mundo de qualquer revista científica geral com revisão de especialistas, com um total estimado de um milhão de leitores. A AAAS (www.aaas.org ), sem fins lucrativos, é aberta a todos e cumpre sua missão de “avançar a ciência e servir à sociedade” através de iniciativas em políticas de ciência, programas internacionais, educação em ciência e mais. Para obter as notícias mais recentes sobre pesquisa, entre no EurekAlert!, www.eurekalert.org , o mais destacado site de notícias de ciência, um serviço da AAAS.

Deseja ver outros artigos da mesma categoria? | Topo | Página Inicial | Voltar »