O câncer pode estar no seu antitranspirante

graviola.jpgUm livro fininho, publicado pelo Dr.Matthew J. Loop, mestre em Neurociências,  está tirando o sono das pessoas mais informadas nos Estados Unidos: Quebrando o código do câncer (Cracking the Cancer Code). O Dr. Loop simplesmente mostra, com todas as letras, que o que produz câncer em abundância na maior democracia do mundo é a alimentação e os hábitos refinados baseados em produtos artificiais e químicos, o luxo que mata, com a mão poderosa da indústria farmacêutica, a qual é acusada de só pensar naquilo: dinheiro fácil e abundante, às custas das cenas de miséria e desespero das Unidades de Terapia Intensiva dos hospitais, as chamadas UTI.. Panela Tefal, leite pausterizado, desodorante, carne de boi, frango, pão, suco industrializado, batata frita de pacotinho, microondas, pasta de dente com fluor, alimentos modificados geneticamente, inclusive frutas, entre muitas outras coisas estão na lista daquilo que provoca o aparecimento de câncer. A grande diferença é: quem aponta a lista são cientistas, a maioria médicos. As estatísticas oficiais norte-americanas são alarmantes: um em cada dois norte-americanos está propenso a ter câncer, na superfície ou na profundidade..

Livros como o dele, publicado no final do ano passado, já foram comprados em massa por laboratórios e indústria farmacêutica e destruídos para que o público não tivesse acesso a essas denúncia dos próprios cientistas. Esse tipo de terrorismo silencioso não funciona por muito tempo aqui porque a sociedade é democrática e quando descobre essas falcatruas produz grandes escândalos e derruba poderosos no Congresso e na Casa Branca, ao contrário do Brasil: quanto mais escândalo no Congresso mais o povo elege os mesmos personagens e enriquece a indústria. Nessa história, ninguém é mais culpado do que o povo, que tem a oportunidade de votar nas urnas e não faz isso. Em segundo lugar na lista de culpados estão os profissionais de saúde que se comportam como ovelhas indo ao matadouro todos os dias, em silêncio, receitando as mesmas fórmulas para as cobaias. Em terceiro, o governo federal, que não atualiza as exigências e nem cria concursos públicos para assuntos específicos e da atualidade. Os ministérios, da Esplanada dos Ministérios em Brasilia, ignoram os funcionários que estudam e se graduam e pós-graduam, e mantém eles como agentes administrativos. Conheço uma pessoa funcionária da Anvisa que é pós-graduada em Fitoterapia e faz serviços administrativos, ganhando uma miséria. Por outro lado, no  Ministério do Trabalho tem grevistas sendo chefes de divisões importantes e por isso não sabe fazer o trabalho e emperra o desenvolvimento das profissões no Brasil. Pois bem, quem diria que raspar as axilas pode abrir a porta para o câncer da mama, por exemplo? Sim, pode. Segundo o médico, que cita outros cientistas e estudiosos, quando se raspa as axilas os condutores do suor ficam expostos e vulneráveis. Se a pessoa utiliza antitranspirante, esses condutores “sugam” os agentes químicos dos antitranspirantes, que vão para a corrente sanguínea e para o Sistema Linfático, o vigia do sistema imunológico – que tem ramificações nas axilas. Aí os agentes químicos artificiais e cancerígenos ataca e destrui o sistema imunológico.

Essas substâncias químicas também são acusadas de produzirem caos no cérebro, confusão mental pelo uso prolongado, e os cientistas dizem que há casos comprovados da doença de Alzheimer entre os usuários de antitranspirantes, na maioria mulher. A pessoa geralmente não faz relacão alguma entre uma coisa e outra como os viciados de maconha não percebem a degeneração mental e física. Um dos pesquisadores, o Dr. Kris McGrath, famoso alergista de Chicago, também aponta o “aluminium chlorohydrate” como um dos vilões do câncer na mama e do Sistema Linfático. Segundo o Dr. Loop, a estrutura química desses produtos usados nos antitranspirantes foram detectados por cientistas ingleses em miomas e tecidos cancerígenos extraídos de pacientes. Os desodorantes são menos perigosos por não impedirem o fluxo do suor, mas se forem fabricados com os produtos químicos abaixo listados devem ser evitados porque produzem o mesmo efeito.

O Jornal de Toxicologia, publicado nos EUA, também publicou recentemente estudo apontando para cosméticos utilizados nas axilas como causadores do câncer. O Dr. Loop recomenda que joguem no lixo os desodorantes e antitranspirantes que não informam os agentes químicos utilizados na sua fabricação e especialmente aqueles que contém “methyl paraben, ethyl paraben, proply paraben, butly paraben, isobutyl paraben” e um código que aparece simplesmente como E216. A dica é a seguinte: quando a indústria não diz o conteúdo químico de um produto é porque esconde algo. O mais interessantes das publicações pagas pela indústria farmacêutica é que, quando querem lancar um produto novo, eles têm a coragem de falar que o anterior era inecifiente mas que o novo é milagroso, até um outro ser inventado e lançado no mercado.

Nas carnes de boi, frango e porco, a principal suspeita de câncer são os agentes químicos contidos nos alimentos artificiais fornecidos aos animais em cativeiro, uma vez que aqui nos Estados Unidos vacas, galinhas, porcos e bodes não comem em pastos verdes como no Brasil. Aquela doença chamada “Vaca Louca” também está ligada a produtos químicos produzidos com ossos e carnes de baixa qualidade que sobra os açougues, chamados de “enriquecimento alimentar” dos animais. Aqui os animais vivem trancados, comendo, sem parar, elementos químicos para crescerem rápido (incharem rápido, com um hormônio injetado chamado BGH – Bovine Growth Hormone), produzirem muito leite e serem vendidos para o corte quando estão “cansados”. Os norte-americanos andam no metrô, nos ônibus e em seus carros lindos com i-pode nos ouvidos, isolados do mundo. Eles não se tocam… Algumas fazendas até deixam lâmpadas acesas para os animais não dormirem. Daí o leite pasteurizado ser também contaminado, especialmente porque na pausterização são mortos os agentes naturais de defesa contidos no leite. Você deixa o leite for a da geladeira e ele não qualha, apodrece. O autor mostra que o norte-americano cada vez mais está obeso e doente devido a sua alimentação, que a indústria alimentícia não pára de misturar os ingredientes naturais com química para a comida parecer mais gostosa, cheirosa e saborosa e a maioria desses agentes são cancerígenos, como aqueles das lindas panelas Tefal – a empresa produtora dessas panelas foi condenada a uma idenização monstruosa porque a denúncia foi comprovada. Segundo os cientistas, aquele pretume da panela quando esquenta libera agentes químicos cancerígenos que vão direto para o alimento e são ingeridos pelo consumidor, assim como também o faz as lindas panelas de alumínio. O alumínio não é processado pelos órgãos físicos mas entope os condutores. Essas denúncias também são feitas contra produtos canadenses, inclusive medicamentos e vitaminas falsas como aqueles comprados na fronteira do Brasil com outros países do Mercosul.

Para fundamentar o seu trabalho, o médico se apoiou em laboratórios internacionais britânicos e suíços, uma vez que os norte-americanos estariam comprometidos com a indústria assim com a Associação Norte-Americana de Medicina (American Medical Association, correspondente ao que representa no Brasil o Conselho Federal de Medicina) é acusada de ter se vendido aos laboratórios produtores de medicamentos desde a época do poderoso John  D. Rockefeller, sim, aquele da Fundação Rockefeller. Esse senhor era conhecido como petroleiro ambicioso, acusado, entre outras coisas, de ter usado de todos os meios para influenciar os laboratórios farmacênticos e tornar a medicina norte-americana um bom negócio – completamente fora dos objetivos originais de promover a saúde. Parece que o Brasil, acostumado a copiar, também fez essa cópia e como sempre, copia pirata funciona pior que o original. Ele, Rockefeller, é acusado, também, de ter perseguido homeopatas, acupunturistas e terapeutas holísticos e ter patrocinado campanhas para denegrir a atuação desses profissionais inclusive de etnias como os índios norte-americanos, famosos pelo conhecimento das ervas medicinais, e de quem estivesse no seu ambicioso caminho. Você já viu essa história ocorrer em outro país for a dos EUA? A pior acusação sobre esse milionário é a de que teria fechado escolas de medicina que não queriam se submeter a sua linha de raciocício: ou faz medicina a nossa maneira ou cai fora. Leia-se assim: ou vocês estudam para serem representantes disfarçados dos nossos produtos químicos ou não estudam. Em 1987, a Suprema Corte condenou a American Medical Association de conspirar para destruir as terapias holísticas, energéticas, especialmente os quiropratas que eram mais organizados na época. E veja que o escritório das Nações Unidas, que recomenda as terapias holísticas, funciona em território norte-americano – New York.

Estatísticas, especialmente na California, mostram que, nos últimos vinte anos, gerações inteiras de médicos tem se rebelado contra a “doutrina Rockefeller”, ainda bem presente. Há denúncias de que o “câncer milionário” tem altos e baixos porque a indústria farmacêntica, que espalharia a cada dia o seu poder sobre todas as Américas, financiaria, nos Estados Unidos, a eleição e a reeleição de deputados e senadores que vetam e boicotam projetos de mudanças nos quais a sociedade não se mobiliza a tempo de impedi-los. Quanto mais doentes de câncer, mais medicamentos a indústria vende e fica mais rica. Eles produzem comerciais para a televisão que mostram cenas maravilhosa de pessoas que usam tais e tais medicamentos e ficaram curadas e felizes. Têm, ainda, a coragem de colocar em baixo na tela, em letras pequenas, que “procure o seu médico se você tiver os seguintes efeitos colaterais”, aí menciona a lista de efeitos colaterais. Parece ser assim: você adoece, nós lhe damos o veneno para a sua doença, você aparentemente fica boa dela e adoece de outra coisa… Aí nós lhe damos o veneno para a sua nova coisa, você fica boa dela, e aí você adoece de outra… Enquanto isso, você come o nossos produtos venenosos, contaminados e gostosos e apressa o aparecimento de mais doenças para a gente lhe tratar… Ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar, vamos dar a meia volta, volta e meia vamos dá… (*) José Joacir dos Santos é psicossomatista, fitoterapeuta e mestre em Medicina Oriental. Jjoacir@yahoo.com

Qual é o tempo em que você está conectado?

Faltando dez horas para o ano novo de 2007, resolvi dar uma passado do supermercado chinês, não muito longe de casa porque moro em um barro de chineses em São Francisco, uma das primeiras colônias chinesas nos Estados Unidos, que daqui se espalhou pelo resto do país. Frutas e vegetais são sempre frescos e lá você encontra tudo de todos os países da ásia. A sofisticação e a expressão da cultura oriental é tanta que você compra, por exemplo, milho verde sem palha importado do Vietnã. Mesmo com toda minha experiência de vida em países asiáticos, há muita coisa aqui que nem sei como cozinhar. Este lado oriental de aproveitar tudo que a natureza oferece é uma lição que nós, brasileiros, deveríamos aprender, já que o país é rico em recursos naturais de toda espécie e populações inteiras passam fome em cima da comida porque não têm a curiosidade de experimentar o que o universo coloca em suas mãos. 

A lição de hoje, do mercado chinês, é sobre a relatividade do tempo. Enquanto que as famílias brasileiras, assim como as norte-americanas, estão neste momento apressadas nas cozinhas, nas ligações telefônicas, nas correrias de um lado para outro da cidade como se o mundo fosse acabar na passagem do ano, aqui no mercado chinês a população de origem oriental faz suas compras da semana com calma. Na mistura de línguas, a conversa deve girar em torno de quantidade e preços. As mulheres devem estar fofocando sobre as melhores receitas, embora nos restaurantes chineses, de um modo geral, homem é quem cozinha. Não há outra preocupação neste lugar, assim como não havia em Pequim, nesta época, quando lá morei. Todos sabem que faltam poucas horas para o ano novo mas este ano novo que está para chegar não é o mesmo ano novo que os orientais comemorarão em meados de fevereiro. Então, como todos os textos sagrados dizem, o tempo é uma mera ilusão, que essá na cabeça de quem pensa nele. Não é o tempo quem escolhe você, é você quem escolhe o tempo para você mesmo. Se o tempo é uma ilusão, então é besteira pura mergulhar nos calendários, agendas, relógios, assim como olhar para aquilo que não fez na vida, as pessoas que se foram, as oportunidades que deixou cair como areia das mãos, a eterna espera que a felicidade venha dos outros. Ocorre-me aqui o texto sobre a Lei da Atração, ditado por Abraham, um espírito moderninho que tenta passar um segredo antigo e pouco observado pela humanidade: focar no melhor da vida. É preciso lidar com relógios e calendários mas o foco deve ser absolutamente outro: mobilizar o tempo para que ele seja suficiente para viver a vida plenamente, com muito amor, alegria, prosperidade, felicidade, saúde, beleza e todas essas boas coisas que a gente tem hábito de enviar pelos cartões, e-mails, telefonemas mas não presta atenção e nem vivencia na plenitude do que isso significa. 

Causou furor no Brasil o conteúdo do livro sobre a Lei da Atração (The Law of Attraction, psicografado por Esther and Jerry Hicks), especialmente porque vem de fora e aqui daquele velho calo: a mania brasileira de pensar que o que vem lá de fora é o correto, o melhor, o que deve ser seguido e feito. Ledo engano! Como um aluno meu de Reiki lembrou bem, todo o conteúdo da Lei da Atração está em texto psicografados por Chico Xavier há mais de vinte anos. Quando Jesus chegava nos lugares e multiplicava pão e vinho, qual era a lição? Prosperidade, abundânica, alegria, saúde são possíveis e podem ser materializados. Não se pode viver só para a espiritualidade assim como só para o lado material da vida. É preciso juntar e usar todos esses recursos com um única finalidade: a evolução individual. Estamos aqui falando do mesmo segredo, que aquele mestre manejava tão bem e que o espírito de Abraham dá nova edição, sutil, digirida a um público que anda muito perdido – o norte-americano. Mais uma vez, comprova-se que os seres universais conectados com o amor incondicional espalham o mesmo conteúdo por diversas partes da terra, de formas diferentes, em épocas diferentes, para fazer com que a chama da evolução se espalhe de uma forma ou de outra, como quem planta vários caroços de milho na mesma cova na esperança de que pelo menos uma semente brote forte, saudável e cumpra a missão de alimentar e revigorar a vida. 

Se pesquisamos um pouco mais, vamos encontrar o conteúdo da Lei da Atração em todos os mantras e orações tibetanas que datam de tempos anteriores ao nascimento de Jesus. A lição é a mesma: viver o presente com intensidade, focando nas realizações, na limpeza emocional genética ou atual. Neste desafio que é puramente individual, pessoal, de cada um, faltam quinze minutos para o ano novo de 2007 e estou aqui escrevendo, aproveitando o tempo e comendo milho cozido produzido no Vietnã. Naruralmente que não tem o sabor daquele milho produzido nas montanhas da Paraíba, mas mesmo assim é milho e é o que tenho disponível neste momento, neste lugar no meu tempo. Viva o ano novo de cada dia! (*) José Joacir dos Santos é Psicossomatista – jjoacir@yahoo.com

 

As mudanças do DNA são o passaporte para a Nova Era

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Depois da minha iniciação de Reiki-II passei a ter várias experiências e revelações a respeito de muitas coisas que já sabia ou que tinha acessado nas viagens astrais. No momento da iniciação do Reiki-II conectei-me e declarei para o universo que daquele momento em diante não desejava continuar com os nós de toda a minha vida. A resposta foi imediata e daí em diante jamais fui a mesma pessoa, graças a Deus.

O grande feito do Reiki é que está disponível em mim mesmo para que acesse e equilibre o que desejar, a qualquer momento. Essa ferramenta eu não tinha com outras técnicas e quase sempre guardava pendências para serem trabalhadas na Comunhão Espírita, através do passe magnético. A esse respeito, numa conversa com uma terapeuta floral fiquei surpreso quando ela me disse que não se iniciava em Reiki porque era espírita.

Não lhe disse nada porque cada um está em um processo de aprendizado e a gente não tem o direito de encurtá-lo porque isso atrapalha a solidificação da experiência por parte da pessoa. O Reiki é a energia universal, fonte de vida para todos os seres de todos os reinos, inclusive nos corpos espirituais. Quem tiver dúvida leia “A história de um anjo”, de Roger Bottini Paranhos, e tente descobrir o que Jesus fazia quando colocava as mãos sobre alguém.

As separações nós inventamos! Uma das experiências foi o acesso ao meu código genético, que os cientistas chamam de DNA, e que pode também ser chamado de Registro Akastico. Percebi a presença de espíritos em casa e me deu um forte cansaço físico. Deitei porque sabia que aquele era um procedimento para facilitar algum trabalho e não deu outra.

Fui retirado do corpo imediatamente e colocado ao lado para assistir a tudo, ligado ao meu corpo pelo maravilhoso cordão prateado, igual a um cordão umbilincal. Os mentores eram engenheiros genéticos espirituais. Ligaram o meu corpo astral a uma aparelharem e todos os meus órgãos, veias e tecidos foram iluminados como uma árvore de Natal, onde se vê as luzes e as enfeites.

Tudo virou número dourado. Todos os órgãos tinham um código numérico e havia uma divisão em Eu, Eu e Os Outros e Os Outros, como uma rede telefônica dividida em ramais internos e externos, proporcionando uma rápida e eficiente troca de informações. Eles “conversavam” mentalmente e compreendi que o DNA pode ser modificado tanto no presente quando no passado e no futuro, sem rigidez alguma. Não sei como a ciência vê isso nem procurei ler sobre o assunto. Em cada subdivisão de cada código há um cálculo matemático como se fosse ganhos e perdas, equilíbrio e desequilíbrio. Cada subdivisão é importante e envolvente. Tive dificuldades de diferenciar qual estava no presente, no passado ou no futuro. Perdi completamente a noção de tempo. Para que entendesse melhor, alguém me explicou que aquilo funcionava como uma fatura: valor da mercadoria e impostos, depois os impostos municipais, estaduais e federais vinculados. Ao me vê daquela forma, amei o meu corpo desde a sua concepção até o último dia de serviço que me proporcionará essa máquina divina. Arrependi-me de todas as judiações que proporcionei a ele e prometi conservá-lo da melhor forma possível até o momento de tê-lo desligado do meu espírito. Ao terminar o serviço, um membro da equipe disse-me que voltasse ao corpo e fizesse Reiki. Assim fiz. A célula-mãe do DNA encontra-se na glândula pineal e funcionada como um centro de comando e coordenação. Temos vários sensores psíquicos mas cito aqui os principais. O primeiro fica localizado no plexo solar, entre as costelas e o estômago. Este sensor faz com que percebamos imediatamente se um lugar é carregado ou não, se uma pessoa mente ou não ou se ela gosta ou não da gente.

O segundo mais importante fica no sistema auricular. Fica pouco acima dos ouvidos. Este é o mais lento de todos e é através dele que escutamos os guardiões e é através dele que sentimos o que devemos fazer ou não. O terceiro fica entre as sobrancelhas e é utilizado para os trabalhos de visão da aura etc. É através dessa janela, por exemplo, que os espíritos podem acessar a nossa tela mental e conseqüentemente a nossa história inteira, da primeira até a encarnação atual. A memória do DNA físico guarda documentos de até sete gerações nesta vida. Já o DNA espiritual, como se fosse a alma do DNA físico, guarda a memória das vidas passadas. Cada célula tem uma espécie de espelho espiritual ou uma memória virtual. O DNA diz a cada célula o que ela tem sido, o que ela vai ser e o que ela continuará a ser no órgão a que pertence. O código está programado em ciclos de crescimento, reprodução, regeneração e eventual dissolução celular. Tudo é operado com relógios biológicos, nas inúmeras redes e conexões. Quando o tempo chega, o DNA faz uma verificação se há recuperação ou se o momento é de dissolução. Cada órgão trabalha com diferentes emoções, e conseqüentemente guarda diferentes memórias em suas células. A Medicina Chinesa sabe bem disso e é por isso que quando um cliente queixa-se de dores em uma parte do corpo é possível verificar qual o órgão afetado ou qual está refletindo aquele problema, que quase sempre tem fundo emocional. Daí o problema dos erros médicos na Medicina Ocidental porque ela é dividida em pedaços do corpo sem olhar o lado emocional a eles vinculados. Por isso que a musicoterapia, a cromoterapia, Reiki auxiliam na recuperação da vibração dos órgãos e com isso é restaurado o vigor físico dele.

Quem nasceu depois de 1971 já veio com alterações profundas no DNA voltados para a Nova Era. Quem nasceu antes disso e tem se espiritualizado também teve a chance de alterar seu DNA. De lá para cá os acontecimentos estrelares têm acelerado esse processo porque entramos no ciclo da purificação do Planeta Terra, onde já está havendo a separação entre os que aqui continuarão a evoluir e os que serão exilados (o famoso juízo final mal-interpretado, violento e catastrófico não irá acontecer). Esta informação tem se repetido ao longo dos séculos e os médiuns têm psicografado alertas importantes e urgentes a cada dia que passa, como é o caso do autor de “A História de Um Anjo”. As alterações ocorrem no aumento das aspirais, de duas para três ou quatro até 12, podendo chegar a 32. Como saber se isso está acontecendo conosco? A alteração ocorre na estrutura celular. Torna a pessoa mais saudável e resistente a doenças. Quando está acontecendo a alteração, a pessoa sente dores pelo corpo sem razão alguma, que mudam de um lugar para outro, as unhas e o cabelo crescem além do habitual, passam a ocorrer lapsos de vidência, percepção extra-sensorial, sonhos reveladores, além de aumentar a capacidade para fazer qualquer coisa que deseje, especialmente no campo da criatividade, da expressão artístico-criativa. O corpo passa a rejeitar carnes vermelhas, álcool, fumo e qualquer tipo de abuso antes prazeroso. Emocionalmente, a pessoa fica inquieta e quer descobrir tudo sobre as vidas passadas. Dependendo do nível de equilíbrio, a pessoa pode pensar que está ficando louca ou possuída por algum espírito ou ainda que fizeram trabalho de macumba. Se ela for a um médico ortodoxo vai sair do consultório com uma prescrição de remédios de tarja preta.

Como as farmácias brasileiras não recolhem as receitas médicas, o cliente vai repetir e repetir a dose sem consulta e vai ficar viciado na tarja preta. No homem, o processo produz a aceleração e acesso à feminilidade, à sensibilidade. Na mulher pode apressar os processos hormonais e, naturalmente, a sensibilidade. Se a pessoa utilizar maconha ou qualquer droga poderá apressar a morte física ou o envelhecimento precoce. Quando o meu código foi programado para a alteração, como narrei acima, imediatamente tive uma forte gripe. Parecia que meus pulmões iriam explodir. Tive diarréias inexplicáveis, tonteiras, dores no ouvido, excesso de cera nos ouvidos, problemas com os músculos do lado esquerdo do corpo, sono exagerado, dores nas pernas, estalos no terceiro olho, sensação de que o chão tremia. O mais interessante é que comecei a escrever sobre assuntos diversos sem precisar fazer pesquisas. Nessa mesma época fui iniciado em Magnified Healing e fui o único a ficar bastante tempo em estado semiconsciente, sentindo uma “revolução” entre a minha glândula pineal e o cóccix, enquanto que em meu terceiro olho processava-se um “filme”, com imagens jamais vistas de tempos e lugares diferentes. Só tomei floral nesse processo. Não fumo e não tenho vícios. Sofri com a antecipação de oito dias o desastre das torres de Nova York e fiquei acamado na véspera.

Sentia tudo mas não sabia onde nem tampouco tinha idéia de que as imensas colunas de fumaça que vinham na minha mente eram dois prédios atingidos por aviões. Meu corpo doía como se fosse desmanchar. Se você me pedir uma fórmula para chegar onde cheguei vou lhe dizer que não sei porque, como disse, cada um tem um processo e esse processo depende só e unicamente do nível de informações acumuladas na história celular. Só posso dizer que é preciso se espiritualizar, evangelizar, fazer Reiki, fazer o curso das Doze Fitas do Xamã Rowland Barkey e deixar que os seus guardiões lhe conduzam para o caminho que deve percorrer. A literatura é pobre ou apenas científica. Adquiri o livro “Change your DNA, Change your life! (Mude o seu DNA, mude sua vida!), escrito pelo Dr. Robert V. Gerar, e infelizmente tenho que dizer que não há novidade alguma. É um daqueles livros que você encontra por aí e percebe que o autor juntou textos de outros livros e lançou o seu. A experiência de alteração do DNA é preciso ser vivenciada, degustada. Se você sente que algo está ocorrendo, não se desespere. A Nova Era não vai nos separar porque sou Flamengo e você é Vasco. Ela vai nos separar por aquilo que optamos vivenciar nesta vida. Se seu grupo social não aceita nada disso largue ele. Atenda ao chamado e procure ajuda para descobrir como melhor aproveitar este momento único. Comece pelos livros espíritas e budistas. É preciso usar a inteligência para perceber que nem tudo que dói é doença. Embora não seja a minha intenção assustar, muitos só terão até 2012 para dizer sim porque de lá em diante as alterações universais serão a uma velocidade nunca vista, e os portos estarão cheios de navios com as velas alçadas, prontas para partir para uma viagem sem retorno. Não fique parado aí esperando a chuva cair! Eu continuo a explorar tudo a cada dia como se apenas estivesse no início, sem duvidar, sem criticar, e especialmente sem me deixar para trás.

Viagem Astral: Agarre-se no Cordão Prateado e Voe Alto

As viagens astrais são comuns e freqüentes. Muita gente faz isso mas não sabe, não lembra, e quando volta ao corpo pensa que sonhou. A grande diferença entre uma viagem astral e um sonho é que na viagem astral você efetua contatos fortes, reais, e quando a viagem acaba você sente o chamado do corpo físico como um avião que se prepara para o pouso em uma pista pequena como a do Aeroporto Santos Dumont.

Você tem consciência de que está fora do corpo porque gasta energia como um carro gasta gasolina, o que não acontece com o sonho. Uma característica forte dessas viagens é o fato de que a gente está preso a um cordão prateado que sai do umbigo, da cabeça ou dos pés, dependendo da ocasião, da maneira como o nosso corpo está desenhado no plano físico e das aberturas espirituais íntimas de cada um.

O cordão prateado serve como canalizador do combustível que vem do corpo físico. Não tem tamanho, limite, jamais poderá ser medido, não se quebra nem dá nó. Essas maravilhosas viagens são um presente da engenharia espiritual. Quase sempre estamos acompanhados dos nossos mentores ou a própria saída é coordenada por eles.

Não há a possibilidade de não voltar ao corpo porque os selos que prendem o espírito ao corpo estão programados para um momento, um dia, um segundo no tempo e, mesmo assim, quando chega aquele momento é preciso que um espírito treinado venha fazer o desligamento entre os corpos espirituais e o corpo físico.

Na grande maioria das vezes não percebemos os nossos mentores grudados em nós, nos protegendo e guiando para o objetivo da viagem. As viagens têm finalidades variadas. Quase sempre são missões de aprendizado, de ajuda e de auto-conhecimento. As pessoas ligadas ao mal também saem com suas finalidades. O mal e o bem são uma escolha de cada um. Aqueles mais evoluídos saem para missão humanitária e espiritual, dentro das suas especialidades profissionais ou mediúnicas.

Muitos saem para ensinar, dar aulas, assistir a aulas, libertar espíritos, e ajudar a pessoas encarnadas em situações onde a espiritualidade está acompanhando de perto. Já sai muitas vezes só para observar situações e momentos humanos no passado, no presente e no futuro. É comum a saída para visitar parentes desta e de outras vidas, encarnados ou em espírito. Também vamos a lugares onde existem conhecimentos dos quais necessitamos para os nossos projetos de vida diária. Jornalistas, por exemplo, podem sair até livrarias no tempo e no espaço para apreender assuntos que precisam para enriquecer os seus textos e assim passar o conhecimento para a humanidade. Médicos espiritualizados podem sair em socorro ou a visitar laboratórios onde aprendem nossos caminhos de cuidado com a vida. Pessoas que não cuidam do seu lado espiritual ou que estão presas a correntes negativas e atrasadas também podem sair do corpo e visitar, da mesma forma, lugares sombrios onde vivem espíritos na mesma freqüência — sem luz. Da mesma forma que existem mundos positivos existem negativos. Tudo é sintonia.

É possível que uma pessoa espiritualizada para o bem e preparada em determinados assuntos possa ser levada em viagem astral a mundos inferiores, onde não há luz, com a finalidade de ajudar e resgatar espíritos merecedores. Há legiões de pessoas que fazem isso todos os dias e são escolhidas para essas missões porque têm os corpos físicos e espirituais sadios. Os candidatos a viajantes conscientes precisam se preparar. Nem sempre as viagens são maravilhosas. Cada uma é uma experiência que terá a dimensão do conhecimento do viajante. Um bom exemplo de desconforto é trabalhar espiritualmente com grupos de evangélicos ou mulçumanos desencarnados. Alguns seguimentos das religiões evangélicas estão construindo para seus seguidores mundos astrais polarizados no céu (a salvação) e no inferno (o castigo), onde a presença dos demônios é maioria. Esses demônios criados pela imaginação dos pastores, com o objetivo de amedrontar e angariar seguidores, passam a existir no astral. Muitos desses “pastores” são pessoas sem escolaridade, com pouco conhecimento científico da cristandade e usam a religião como fonte de renda. Na verdade o que está acontecendo nos últimos dez anos é um aumento da legião de pessoas que desencarnam oriundas dessas religiões pouco espiritualizadas, presas a interpretações baseadas na falta de experiência, no exemplo pessoal e na prática do evangelho do amor. A experiência do corpo segue em memória com o espírito. Tudo que a gente aceita, ouve, lê, aprende vai fazer parte do nosso mundo espiritual. É nesse momento que a gente compreende que a gente é o que pensa que é ou que acredita ser. Todos sabemos que as histórias da Bíblia são metáforas, escritas e criadas com o objetivo de mudar a mentalidade do povo judeu primitivo e distante da luz, embora muita coisa seja jornalística e oriunda de fatos reais. Os judeus já avançaram nos conhecimentos e nas pesquisas do caminho da luz e as religiões protestantes ficaram presas “no sangue de Jesus” e não na luz revigorada do Senhor Ressuscitado em espírito. A cada vez que se invoca o “sangue de Jesus” é como se uma mão apertasse com força os pregos que perfuraram o corpo do Mestre para fazer mais sangue jorrar, embora Jesus tenha sobrevivido à morte e seu espírito tenha dado provas disso. Tem fixação pelo momento da crucificação é perpetuar aquela vibração que o próprio Mestre não via a hora de acabar. A Bíblia é um grande livro, o qual lido com leveza conduz à libertação e não ao castigo nem ao fogo do inferno. As interpretações são pessoais e os demônios também. Muitos protestantes desencarnados estão vagando pelo espaço, esperando o dia em que seus corpos saiam das tumbas como prometido. O grande conflito é saber que debaixo das tumbas não existem sequer os seus ossos. Na ve rdade isso não foi uma promessa mas uma figura de linguagem utilizada para dar a idéia da eternidade do espírito. Já fiz viagem astral destinada a retirar espíritos adormecidos, confusos, aflitos, presos a tumbas sem compreender o que realmente havia acontecido – sequer sabiam que estavam mortos. Já com os muçulmanos o problema é ainda maior porque eles matam em nome do que pensam ser Deus. Quando morei no Irã, na época da guerra Irã-Iraque vi famílias serem obrigadas a enviar crianças para a guerra. A lavagem cerebral em nome de Deus era feita e os meninos caminhavam de braços levantados na direção do foto inimigo para morrerem porque acreditavam que iriam “direto encontrar Alá”, como se Alá necessitasse de sangue humano! Para se tornar um bom passageiro dessas viagens é preciso aprender conscientemente, isto é, decorar os passos da saída do corpo sem estar fora dele para quando estiver vivendo o processo não fazer nada que atrapalhe e impeça a saída. Um simples barulho pode fracassar uma tentativa. Inicie com uma boa caminhada durante o dia ou exercícios físicos que relaxem e mexam com os músculos. Deite-se, faça uma oração e peça auxílio aos seus anjos guardiões. Ordene ao cérebro que relaxe e solte os sistemas do corpo. Quando atingir o estágio de relaxamento adequado, você começa a sentir como se os pés estivessem levantando. Deixe rolar os formigamentos. Não caia na tentação de abrir os olhos para ver se os pés estão se levantando. Aos poucos todo o corpo começa a vibrar como se você fosse levitar. Dar-se um grande barulho, semelhante à abertura de um campanhe e você está no ar. Controle as emoções e deixe o seu corpo espiritual voar. Se as janelas do quarto estiverem fechadas não há problema. Enfrente o vidro e passe por ele. O medo pode fazer você cair no corpo físico. Não havendo medo, o máximo que você pode sentir é algo como um arranhão. Sinta e deixe fluir. Chegando lá fora, aproveite. Se você não estiver acompanhado de um mentor não se preocupe que a viagem não dura muito e você cai no corpo chegando a sentir o baque do encaixe. O tempo aqui não é igual ao tempo dos relógios. O tamanho do corpo espiritual pode ser maior ou menor do que o corpo físico. Com o tempo e o treinamento você estará voando bem. Os seus mentores saberão disso e aproveitarão para levar você onde deve ir para apressar o seu desenvolvimento espiritual. Muita gente sai com uma rapidez impressionante e quando dá por si está do outro lado do mundo. Quando morei na China vinha muito ao Brasil trabalhar espiritualmente e dar assistência a familiares e amigos. Lembre-se que você não pode e nem deve chamar pessoas mentalmente para que venham ajudar nos seus problemas. Isso pode acontecer e você estará interferindo na espiritualidade de outra pessoa, o que pode ser classificado como obsessão. Devemos, sim, pedir o auxilio amigável dos mentores e protetores mas devemos evitar chamá-los para coisas rotineiras e banais ou para prejudicar outras pessoas. Há muito o que se descobrir nessa área. Cada um é um e as sensações, maneiras e experiências são diferentes. Um bom livro para iniciar os estudos em viagens astrais é “Você e a Eternidade”, de Lubsang Rampa. É preciso saber que a gente pode voltar de uma viagem cansado, sugado e com sensações desagradáveis dos lugares visitados. Nesses casos, a sensação é a de que a gente não dormiu a noite inteira e está todo quebrado. Quando o tempo da viagem acaba, a gente é imediatamente puxado de volta ao corpo. Não há perigo algum do cordão prateado se romper nem de dar nó. São os corpos sutis que atuam nesses momentos e isso vai além da nossa compreensão. Por isso que atravessamos paredes, entramos no mar, no fogo, nas pedras e no ar a brincadeira é gostosa. Quem come carne vermelha, fuma e bebe tem mais dificuldade de sair nessas viagens. Não se deve utilizar maconha ou outro alucinógeno para essas viagens porque as “viagens” com maconha ou outra coisa do ramo não passam dos cabelos da testa, de uma simples visita aos demônios interiores, com a desvantagem de consumir créditos vitais irrecuperáveis e de provocar buracos na aura. “Viagens” com ervas também não vão além dos limites das memórias celulares do próprio corpo, também com efeitos colaterais. As civilizações que usaram drogas e ervas alucinógenas desapareceram – do Egito à América Latina. As viagens astrais são livres de efeitos colaterais químicos. Uma viagem pode valer pela leitura de inúmeros livros, por anos de escolaridade, por inúmeros cursos esotéricos, por todas as suas relações sexuais. Esse aprendizado torna a vida mais leve e prazerosa. (*) José Joacir dos Santos é Psicoterapeuta Holístico e Jornalista (www.joacir.jor.br) Ps:Artigo publicado com exclusividade pelo www.quadranews.com.br sob o título: O Cordão e o dinheiro.

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