A vida é do jeito que a mente quer

monster.gif
Estava em um quarto escuro com outras pessoas e pelas brechas da porta via os dedos de um homem forte, querendo arrombar a porta. Percebi que estava em viagem astral quando me perguntei se era um sonho. As outras pessoas dentro do quarto morriam de medo daquele homem que passarei a chamar de Igor. Estavam todos aprisionadas mentalmente a ele. Compreendi que a minha missão era resgatar essas pessoas, inclusive Igor, que tinha uma forma física monstruosa, com grossos cabelos nas mãos, semelhantes a cabelo de cavalo. Meu raciocínio funcionava em uma velocidade acima da natural, com consciência e percepção de tudo o que acontecia.
Prestes a arrombar a porta, uma arma parecida com faca se materializou na minha mão. A ponta era fina, torta e cabia nos buracos da porta. Com força cortei dois dedos do agressor, que ficou mais enfurecido e tentou enfiar o braço pelas brechas para me pegar. Sem pensar, enfiei a faca pela porta na direção da garganta dele e aceitei em cheio. Ele desmaiou. Neste momento a minha missão acabou. Quando ele desmaiou, toda aquela energia que materializava o corpo dele se desfez. Abri a porta e todas as pessoas puderam ser assistidas imediatamente antes que ele recuperasse a força mental. Aquela faca era plasmada com o mesmo material do corpo mental dele para dar a impressão que era uma faca de verdade, como as que ele conhecia e tinha usado contra pessoas inocentes. O mental dele só reconhecia o que era material e um dos medos dele, talvez de outras vidas, era ser degolado. A minha energia foi utilizada para penetrar no medo, fraquejar a força mental e, nesse intervalo de milésimos de segundo, cortar os laços que prendiam aquelas pessoas a ele pelo medo. O medo como energia comum dos dois lados desta história foi utlizado pela espiritualidade para facilitar o acesso ao mental de ambos e libertá-los.
O quarto encheu de luz e eu saí. Era de madeira, antigo, no meio de uma floresta. Pude ver, e figuei emocionado, os inúmeros trabalhadores espirituais que estavam nas redondezas, cada um com uma função diferente, inclusive a de me tirar do lugar se não tivesse sucesso a minha missão. Assim como os guarda-costas de uma autoridade do lado de cá, esses trabalhadores estavam todos camuflados para parecer pessoas comuns naquela região e não levantar suspeitas. Enquanto observava, meu cordão prateado foi puxado a uma certa velocidade e eu pensei que já ia ser devolvido ao meu corpo, mas não fui.
Até chegar no próximo destino, pude me divertir com chuva, neve e frio. Via cair a neve e a chuva, sentia que fazia frio mas nada me afetava. Neste momento eu me deliciava em ver esse fenônimo com toda nitidez e consciência. Voava tão próximo às casas que podia ouvir diálogos e outros sons das pessoas. Por um momento tive vontade de parar para ver algumas cenas mas quem me puxava me lembrou imediatamente que eu não estava fazendo turismo.
Fui “solto” em um lugar onde moravam freiras ou monjas, não deu para saber exatamente se eram católicas ou de outra religião. A irmã que veio ao meu encontro, a “superiora”, não me olhou de frente e cobrindo o rosto disse: eu não sabia que você era chinês… Eu, chinês? – respondi. Ela riu, olhou para mim e aí compreendi a surpresa dela porque sua face parecia de japonesa. Mesmo no astral, a herança genética tem influência e eu compreendia que isso fazia parte da richa inútil entre chineses e japoneses até hoje. Outra irmã se aproximou. Olhou para ela com ar de repreensão e ela imediatamente virou para mim e disse: muito bem, o meu código é tal e tal — Um número imenso, com letras e números, parecendo código de barra de mercadorias. E o seu é tal e tal, não é? Não sei, é – respondi. A outra irmã olhou novamente para ela e deu outro empurrão. Compreendi que a interferência da outra era para quebrar a insegurança e a rigidez mental da irmã que me recebia, que era acostumada à rigidez da disciplina da organização religiosa que pertencia. Estava calmo, mas sabia que o tempo é ouro nesses momentos. Por fim, a irmã me levou até um poço, desses de água, e disse: eu nem quero chegar muito perto deste local, mas é aí. Enquanto colocava a cara no buraco a irmã saiu correndo do local.
Mal deu tempo de enfiar a cara no buraco e fiquei logo sabendo qual era a minha missão: Um ser masculino emergiu do buraco, inchado, branco, e tentou me amedrontar fazendo caras e bocas. A cara dele se transformava nas feições mais horripilantes possíveis e ele me agarrou dizendo que ia me fazer “em pedacinhos”. Grudado ao corpo dele, comecei a falar sem parar. A minha missão era tentar convencê-lo a sair do lugar onde ele tinha morrido e de onde atormentava a vida daquela comunidade, inclusive impedindo que o poço fosse utilizado. Quando disse que ele tinha morrido, ele mostrou o rosto real e disse, com sarcasmo: eu, Victor, morto? Senti ele me apertar como se fosse me esmagar. Mantive o meu discurso sobre morte, reencarnação, tempo que ele estava, que não tinha medo dele, que os apertos dele não funcionavam, que era tudo mental, que ele tinha se aprisionado por medo e covardia etc. Quando mais ele me apertava mais eu falava, parecendo uma gravação. Não sei o que aconteceu porque fui puxado e colocado de volta no meu corpo. Na minha cama, as imagens ainda eram muito nítidas na minha mente e tive que mandar Reiki para aquela situação. Levantei da cama completamente descansado, tranquilo, ciente de que tinha trabalhado e que era maravilhoso poder fazer isso. Não foi fácil para mim perder o medo de enfrentar essas situações, mas a ajuda dos nossos protetores é enorme.
Essa experiência vem a confirmar a importância de se ter uma mente sadia, equilibrada, vigilhante, centrada nos aspectos bons e positivos da vida porque a gente nunca sabe a hora exata de ir para o outro lado da vida. O que a gente sabe, com certeza, é que a gente leva a mente do jeito que ela estiver conectada aqui e agora, mais nada. Se você morresse agora, neste instante, ao que e a quem você estaria atrelado? Como está a sua mente? O que anda pensando? Onde está colocando o seu foco de vida? Em quem você pensa o tempo todo? Que sentimentos você guarda na mente? Seja qual for a resposta, é o que você será quando sair do corpo atual definitivamente e será com essas imagens que você cria ou que deixa interferir no seu ser que você vai ter que lidar sozinho. Qual será a história das pessoas acima que usavam o medo para manter os seus próprios medos? O que você está pensando agora? José Joacir dos Santos é psicoterapeuta, psicossomatista, jornalista. jjoacir@yahoo.com

O que fazer para limpar a energia do carnaval?

O carnaval é uma das manifestações populares que mais se aproxima de uma definição do povo brasileiro, que nasceu para viver em uma sociedade livre, tolerante e democrática, sem dúvidas. Privar a juventude dessas festas é um erro. Educá-la a se conectar com a alegria saudável da festa é uma obrigação dos pais e responsáveis, embora muitas famílias ainda não saibam que a raiz da unidade familiar reside no diálogo franco, aberto, honesto, com uma pitada de amor incondicional entre todos os membros. A energia do carnaval torna-se muito pesada com o passar dos anos. Pesada significa densa, palpável, como o cheiro do cigarro nas roupas íntimas após uma noite na boate. Esse tipo de energia não é visível ao olho nú mas algumas pessoas podem senti-la no físico em forma de barulho no ouvido, saudade exagerada da folia, depressão, dificuldade de voltar à rotina do trabalho, menstruação irregular, vontade exagerada de fazer sexo, insônia, dor física indefinida, vontade de chorar sem motivo aparente, entre outras. Algumas pessoas começam a querer viajar para as famosas micareis, deixando para trás dívidas, compromissos, pensando poder reproduzir aqueles momentos do carnaval. Essas vontades podem não ser suas e sim a energia de outras pessoas grudada em você.

            O pensamento é o melhor e mais eficiente transmissor que existe. Imagine uma multidão como aquela das ruas de Salvador pensando ao mesmo tempo, no mesmo lugar, e sendo conduzida a pensar com os comandos dos trios elétricos. A temática das canções é basicamente sexo. As pessoas se vestem de forma provocante pensando em sexo. O som dos tambores vibra na intensidade da tonalidade do chácra básico, que fica entre o órgão genital e o ânus. A vibração que é gerada aí é puramente sexual, densa, física. É a que abre caminho para os caboclos cachaceiros incorporarem nos terreiros. A mistura de sons e tons faz o conteúdo emocional da multidão desmoronar como um sorvete fora da geladeira e o “líquido” desse sorvete é absorvido por cada pessoa de acordo com o conteúdo emocional individual. O uso de drogas, a falta de sono e a alimentação irregular aceleram qualquer processo, que pode ser mais intenso em algumas pessoas, chegando aos desmaios ou a perda do rumo, da direção, do senso crítico. Sexo é ótimo, a dois, com história a contar, com prazer, alegria e segurança de fazer.

            A intensidade dessa convivência faz a energia individual se misturar com a coletiva, de forma que quando acaba o carnaval e as pessoas viajam para as suas vidas levando consigo essa energia como uma mala invisível, que permeia por muito tempo no corpo, na mente e no espírito de cada uma delas. A cidade fica um tempo sob um silêncio estranho, como se tivesse ainda cheia de gente mas não há ninguém. Nos meses seguintes ao carnaval você vê pessoas que saem no meio da noite com o som do carro ligado no mais alto volume com as músicas do carnaval da Bahia, que está a quilômetros de distância daquele estado e o calendário já andou bastante. Se, passado o carnaval, você não consegue tirar da cabeça a vontade de largar tudo e ir embora para Salvador, ou de compar uma cabana e ir morar naquela praia, ou de trazer aquele baiano bonito que lhe beijou sem saber o seu nome, ou aquela garota linda que foi para a sua cama sem nem perguntar o endereço do hotel, então você precisa reciclar a sua energia.  Junte a essa informação o fato de você não conseguir arranjar, na sua própria cidade e nos dias normais da vida, um companheiro. Então, o seu emocional está capenga mesmo e o único caminho é a terapia. É possível que o destino de alguém seja encontrar o amor da vida na multidão de salvador? Sim, tudo nesta vida é possível. Acontecendo algo semelhante, deixe que o tempo e a distância definam bem a relação, pelo menos um ano, para uma tomada de decisão. Sinto dizer que já existem os amantes profissionais especializados na junção carnaval-pessoa carente à vista, iguais àqueles dos chats da internete — unicamente por dinheiro…

            O que você pode fazer imediatamente depois do carnaval é tentar reaver a sua própria energia, realimentar o sistema de defesa do organismo e redirecionar o seu pensamento para a sua própria vida, de forma construtiva e saudável. Não se esqueça que você não pode ver o perfume no ar mas ele existe. Tudo que existe na terra contém formas diferenciadas de energia. As pessoas mais sensíveis, mesmo se refugiando numa praia ou fazenda ainda assim sentem a energia do carnaval de outras cidades. Não há como fugir da gente mesmo nem do inconsciente coletivo!

Muita gente volta do carnaval com hepatite, HIV, herpes, sífilis e outras doenças invisíveis porque tomou banho de rio, de praia poluída, de banheiros enferrujados, beijou desconhecidos, bebeu sem saber qual era a bebida etc. Então, se você se submeteu a algo parecido, faça pelo menos exame de sangue, fezes e urina. Depois disso, comece a se tratar pela alimentação. Coma as frutas da época ou faça suco, com prioridade para aquelas produzidas na sua própria região. Esqueça aquelas hortaliças e verduras dos supermercados porque elas são produzidas a quilômetros de distância e processadas com aqueles conservantes para parecerem frescas e verdes. Aquilo que não tiver o cheiro original você não compra, por exemplo: manga sem cheio não amadureceu no pé; Coentro sem cheiro tomou banho de conservante. Claro, se você fuma já não sente 100% dos cheiros originais. Compre tudo orgânico, nas pequenos produtores ou nas feiras. Essa regra não se aplica ao limão, aquele da caipirinha, porque ele tem defesa própria e você precisa tomar pelo menos um copo de suco de limão por semana, só água e o sumo, de preferência de manhã, em jejum. O sumo de limão com água alcaliniza o organismo e não danifica a flora intestinal, como muita gente erradamente pensa. Quem danifica é a casca do limão, que é ácida. A energia do limão é restauradora e protetora. Vá para a cama o mais cedo que puder. É bom lembrar que tudo que entra pela boca, inclusive o beijo, vai para algum lugar dos nossos corpos físicos e sutis, quer você queira ou não, tenha consciência ou não.

Faça ginástica, ioga, Reiki, tome passe e banho de rosas. Reze da maneira que você souber, mas não deixe de fazê-lo pelo menos uma vez ao dia. Se não tem tempo, faça enquanto dirige. Quem lhe olhar de fora vai pensar que você é maluco, falando sozinho, mas, o que importa o que os outros pensam? Adicione uns dentinhos de alho na carne e pequi no arroz. Coma mandioca, pepino com casca, brocoli quase cru, alcachofra, tofú, soja, castanha do Pará e deixe no esquecimento, por um bom tempo, as carnes vermelhas, feijão e massas. Esqueça, se possível para sempre, a água gelada. Chupe carambola, manga espada, laranja com cenora e seja generoso na melancia com acerola. Deixe que os estrangeiros incutam na cabeça dos bobinhos que soja não é bom para a saúde e coma tudo de soja! A energia sutil da soja ainda não é muito conhecida, mas os seres espirituais já sabem para que ela serve, e a gente vai precisar muito dela nos dias que virão, com as mudanças climáticas. Não espere que “descubram”. Coma pelo menos uma vez por semana e me fale de rejuvenescimento daqui há alguns anos. Não tem nada errado com o carnaval e você já pode começar a economizar para o próximo. O que está ficando pesado a cada ano é aquilo que você viu nas ruas escuras, nos becos, no luxo de algumas escolas de samba e que, a nível energético, não se separa dos foliões que pulam sob os holofotes das grandes avenidas e clubes. Você pode não ter visto nada, mas estava tudo lá. Ninguém está imune, mas você pode fazer a sua parte. (*) José Joacir dos Santos é psicossomatista, psicanalista e mestre em medicina oriental. jjoacir@yahoo.com

O câncer pode estar no seu antitranspirante

Um livro fininho, publicado pelo Dr.Matthew J. Loop, mestre em Neurociências,  está tirando o sono das pessoas mais informadas nos Estados Unidos: Quebrando o código do câncer (Cracking the Cancer Code). O Dr. Loop simplesmente mostra, com todas as letras, que o que produz câncer em abundância na maior democracia do mundo é a alimentação e os hábitos refinados baseados em produtos artificiais e químicos, o luxo que mata, com a mão poderosa da indústria farmacêutica, a qual é acusada de só pensar naquilo: dinheiro fácil e abundante, às custas das cenas de miséria e desespero das Unidades de Terapia Intensiva dos hospitais, as chamadas UTI.. Panela Tefal, leite pausterizado, desodorante, carne de boi, frango, pão, suco industrializado, batata frita de pacotinho, microondas, pasta de dente com fluor, alimentos modificados geneticamente, inclusive frutas, entre muitas outras coisas estão na lista daquilo que provoca o aparecimento de câncer. A grande diferença é: quem aponta a lista são cientistas, a maioria médicos. As estatísticas oficiais norte-americanas são alarmantes: um em cada dois norte-americanos está propenso a ter câncer, na superfície ou na profundidade..

Livros como o dele, publicado no final do ano passado, já foram comprados em massa por laboratórios e indústria farmacêutica e destruídos para que o público não tivesse acesso a essas denúncia dos próprios cientistas. Esse tipo de terrorismo silencioso não funciona por muito tempo aqui porque a sociedade é democrática e quando descobre essas falcatruas produz grandes escândalos e derruba poderosos no Congresso e na Casa Branca, ao contrário do Brasil: quanto mais escândalo no Congresso mais o povo elege os mesmos personagens e enriquece a indústria. Nessa história, ninguém é mais culpado do que o povo, que tem a oportunidade de votar nas urnas e não faz isso. Em segundo lugar na lista de culpados estão os profissionais de saúde que se comportam como ovelhas indo ao matadouro todos os dias, em silêncio, receitando as mesmas fórmulas para as cobaias. Em terceiro, o governo federal, que não atualiza as exigências e nem cria concursos públicos para assuntos específicos e da atualidade. Os ministérios, da Esplanada dos Ministérios em Brasilia, ignoram os funcionários que estudam e se graduam e pós-graduam, e mantém eles como agentes administrativos. Conheço uma pessoa funcionária da Anvisa que é pós-graduada em Fitoterapia e faz serviços administrativos, ganhando uma miséria. Por outro lado, no  Ministério do Trabalho tem grevistas sendo chefes de divisões importantes e por isso não sabe fazer o trabalho e emperra o desenvolvimento das profissões no Brasil. Pois bem, quem diria que raspar as axilas pode abrir a porta para o câncer da mama, por exemplo? Sim, pode. Segundo o médico, que cita outros cientistas e estudiosos, quando se raspa as axilas os condutores do suor ficam expostos e vulneráveis. Se a pessoa utiliza antitranspirante, esses condutores “sugam” os agentes químicos dos antitranspirantes, que vão para a corrente sanguínea e para o Sistema Linfático, o vigia do sistema imunológico – que tem ramificações nas axilas. Aí os agentes químicos artificiais e cancerígenos ataca e destrui o sistema imunológico.

Essas substâncias químicas também são acusadas de produzirem caos no cérebro, confusão mental pelo uso prolongado, e os cientistas dizem que há casos comprovados da doença de Alzheimer entre os usuários de antitranspirantes, na maioria mulher. A pessoa geralmente não faz relacão alguma entre uma coisa e outra como os viciados de maconha não percebem a degeneração mental e física. Um dos pesquisadores, o Dr. Kris McGrath, famoso alergista de Chicago, também aponta o “aluminium chlorohydrate” como um dos vilões do câncer na mama e do Sistema Linfático. Segundo o Dr. Loop, a estrutura química desses produtos usados nos antitranspirantes foram detectados por cientistas ingleses em miomas e tecidos cancerígenos extraídos de pacientes. Os desodorantes são menos perigosos por não impedirem o fluxo do suor, mas se forem fabricados com os produtos químicos abaixo listados devem ser evitados porque produzem o mesmo efeito.

O Jornal de Toxicologia, publicado nos EUA, também publicou recentemente estudo apontando para cosméticos utilizados nas axilas como causadores do câncer. O Dr. Loop recomenda que joguem no lixo os desodorantes e antitranspirantes que não informam os agentes químicos utilizados na sua fabricação e especialmente aqueles que contém “methyl paraben, ethyl paraben, proply paraben, butly paraben, isobutyl paraben” e um código que aparece simplesmente como E216. A dica é a seguinte: quando a indústria não diz o conteúdo químico de um produto é porque esconde algo. O mais interessantes das publicações pagas pela indústria farmacêutica é que, quando querem lancar um produto novo, eles têm a coragem de falar que o anterior era inecifiente mas que o novo é milagroso, até um outro ser inventado e lançado no mercado.

Nas carnes de boi, frango e porco, a principal suspeita de câncer são os agentes químicos contidos nos alimentos artificiais fornecidos aos animais em cativeiro, uma vez que aqui nos Estados Unidos vacas, galinhas, porcos e bodes não comem em pastos verdes como no Brasil. Aquela doença chamada “Vaca Louca” também está ligada a produtos químicos produzidos com ossos e carnes de baixa qualidade que sobra os açougues, chamados de “enriquecimento alimentar” dos animais. Aqui os animais vivem trancados, comendo, sem parar, elementos químicos para crescerem rápido (incharem rápido, com um hormônio injetado chamado BGH – Bovine Growth Hormone), produzirem muito leite e serem vendidos para o corte quando estão “cansados”. Os norte-americanos andam no metrô, nos ônibus e em seus carros lindos com i-pode nos ouvidos, isolados do mundo. Eles não se tocam… Algumas fazendas até deixam lâmpadas acesas para os animais não dormirem. Daí o leite pasteurizado ser também contaminado, especialmente porque na pausterização são mortos os agentes naturais de defesa contidos no leite. Você deixa o leite for a da geladeira e ele não qualha, apodrece. O autor mostra que o norte-americano cada vez mais está obeso e doente devido a sua alimentação, que a indústria alimentícia não pára de misturar os ingredientes naturais com química para a comida parecer mais gostosa, cheirosa e saborosa e a maioria desses agentes são cancerígenos, como aqueles das lindas panelas Tefal – a empresa produtora dessas panelas foi condenada a uma idenização monstruosa porque a denúncia foi comprovada. Segundo os cientistas, aquele pretume da panela quando esquenta libera agentes químicos cancerígenos que vão direto para o alimento e são ingeridos pelo consumidor, assim como também o faz as lindas panelas de alumínio. O alumínio não é processado pelos órgãos físicos mas entope os condutores. Essas denúncias também são feitas contra produtos canadenses, inclusive medicamentos e vitaminas falsas como aqueles comprados na fronteira do Brasil com outros países do Mercosul.

Para fundamentar o seu trabalho, o médico se apoiou em laboratórios internacionais britânicos e suíços, uma vez que os norte-americanos estariam comprometidos com a indústria assim com a Associação Norte-Americana de Medicina (American Medical Association, correspondente ao que representa no Brasil o Conselho Federal de Medicina) é acusada de ter se vendido aos laboratórios produtores de medicamentos desde a época do poderoso John  D. Rockefeller, sim, aquele da Fundação Rockefeller. Esse senhor era conhecido como petroleiro ambicioso, acusado, entre outras coisas, de ter usado de todos os meios para influenciar os laboratórios farmacênticos e tornar a medicina norte-americana um bom negócio – completamente fora dos objetivos originais de promover a saúde. Parece que o Brasil, acostumado a copiar, também fez essa cópia e como sempre, copia pirata funciona pior que o original. Ele, Rockefeller, é acusado, também, de ter perseguido homeopatas, acupunturistas e terapeutas holísticos e ter patrocinado campanhas para denegrir a atuação desses profissionais inclusive de etnias como os índios norte-americanos, famosos pelo conhecimento das ervas medicinais, e de quem estivesse no seu ambicioso caminho. Você já viu essa história ocorrer em outro país for a dos EUA? A pior acusação sobre esse milionário é a de que teria fechado escolas de medicina que não queriam se submeter a sua linha de raciocício: ou faz medicina a nossa maneira ou cai fora. Leia-se assim: ou vocês estudam para serem representantes disfarçados dos nossos produtos químicos ou não estudam. Em 1987, a Suprema Corte condenou a American Medical Association de conspirar para destruir as terapias holísticas, energéticas, especialmente os quiropratas que eram mais organizados na época. E veja que o escritório das Nações Unidas, que recomenda as terapias holísticas, funciona em território norte-americano – New York.

Estatísticas, especialmente na California, mostram que, nos últimos vinte anos, gerações inteiras de médicos tem se rebelado contra a “doutrina Rockefeller”, ainda bem presente. Há denúncias de que o “câncer milionário” tem altos e baixos porque a indústria farmacêntica, que espalharia a cada dia o seu poder sobre todas as Américas, financiaria, nos Estados Unidos, a eleição e a reeleição de deputados e senadores que vetam e boicotam projetos de mudanças nos quais a sociedade não se mobiliza a tempo de impedi-los. Quanto mais doentes de câncer, mais medicamentos a indústria vende e fica mais rica. Eles produzem comerciais para a televisão que mostram cenas maravilhosa de pessoas que usam tais e tais medicamentos e ficaram curadas e felizes. Têm, ainda, a coragem de colocar em baixo na tela, em letras pequenas, que “procure o seu médico se você tiver os seguintes efeitos colaterais”, aí menciona a lista de efeitos colaterais. Parece ser assim: você adoece, nós lhe damos o veneno para a sua doença, você aparentemente fica boa dela e adoece de outra coisa… Aí nós lhe damos o veneno para a sua nova coisa, você fica boa dela, e aí você adoece de outra… Enquanto isso, você come o nossos produtos venenosos, contaminados e gostosos e apressa o aparecimento de mais doenças para a gente lhe tratar… Ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar, vamos dar a meia volta, volta e meia vamos dá… (*) José Joacir dos Santos é psicossomatista, fitoterapeuta e mestre em Medicina Oriental. Jjoacir@yahoo.com

Qual é o tempo em que você está conectado?

Faltando dez horas para o ano novo de 2007, resolvi dar uma passado do supermercado chinês, não muito longe de casa porque moro em um barro de chineses em São Francisco, uma das primeiras colônias chinesas nos Estados Unidos, que daqui se espalhou pelo resto do país. Frutas e vegetais são sempre frescos e lá você encontra tudo de todos os países da ásia. A sofisticação e a expressão da cultura oriental é tanta que você compra, por exemplo, milho verde sem palha importado do Vietnã. Mesmo com toda minha experiência de vida em países asiáticos, há muita coisa aqui que nem sei como cozinhar. Este lado oriental de aproveitar tudo que a natureza oferece é uma lição que nós, brasileiros, deveríamos aprender, já que o país é rico em recursos naturais de toda espécie e populações inteiras passam fome em cima da comida porque não têm a curiosidade de experimentar o que o universo coloca em suas mãos. 

A lição de hoje, do mercado chinês, é sobre a relatividade do tempo. Enquanto que as famílias brasileiras, assim como as norte-americanas, estão neste momento apressadas nas cozinhas, nas ligações telefônicas, nas correrias de um lado para outro da cidade como se o mundo fosse acabar na passagem do ano, aqui no mercado chinês a população de origem oriental faz suas compras da semana com calma. Na mistura de línguas, a conversa deve girar em torno de quantidade e preços. As mulheres devem estar fofocando sobre as melhores receitas, embora nos restaurantes chineses, de um modo geral, homem é quem cozinha. Não há outra preocupação neste lugar, assim como não havia em Pequim, nesta época, quando lá morei. Todos sabem que faltam poucas horas para o ano novo mas este ano novo que está para chegar não é o mesmo ano novo que os orientais comemorarão em meados de fevereiro. Então, como todos os textos sagrados dizem, o tempo é uma mera ilusão, que essá na cabeça de quem pensa nele. Não é o tempo quem escolhe você, é você quem escolhe o tempo para você mesmo. Se o tempo é uma ilusão, então é besteira pura mergulhar nos calendários, agendas, relógios, assim como olhar para aquilo que não fez na vida, as pessoas que se foram, as oportunidades que deixou cair como areia das mãos, a eterna espera que a felicidade venha dos outros. Ocorre-me aqui o texto sobre a Lei da Atração, ditado por Abraham, um espírito moderninho que tenta passar um segredo antigo e pouco observado pela humanidade: focar no melhor da vida. É preciso lidar com relógios e calendários mas o foco deve ser absolutamente outro: mobilizar o tempo para que ele seja suficiente para viver a vida plenamente, com muito amor, alegria, prosperidade, felicidade, saúde, beleza e todas essas boas coisas que a gente tem hábito de enviar pelos cartões, e-mails, telefonemas mas não presta atenção e nem vivencia na plenitude do que isso significa. 

Causou furor no Brasil o conteúdo do livro sobre a Lei da Atração (The Law of Attraction, psicografado por Esther and Jerry Hicks), especialmente porque vem de fora e aqui daquele velho calo: a mania brasileira de pensar que o que vem lá de fora é o correto, o melhor, o que deve ser seguido e feito. Ledo engano! Como um aluno meu de Reiki lembrou bem, todo o conteúdo da Lei da Atração está em texto psicografados por Chico Xavier há mais de vinte anos. Quando Jesus chegava nos lugares e multiplicava pão e vinho, qual era a lição? Prosperidade, abundânica, alegria, saúde são possíveis e podem ser materializados. Não se pode viver só para a espiritualidade assim como só para o lado material da vida. É preciso juntar e usar todos esses recursos com um única finalidade: a evolução individual. Estamos aqui falando do mesmo segredo, que aquele mestre manejava tão bem e que o espírito de Abraham dá nova edição, sutil, digirida a um público que anda muito perdido – o norte-americano. Mais uma vez, comprova-se que os seres universais conectados com o amor incondicional espalham o mesmo conteúdo por diversas partes da terra, de formas diferentes, em épocas diferentes, para fazer com que a chama da evolução se espalhe de uma forma ou de outra, como quem planta vários caroços de milho na mesma cova na esperança de que pelo menos uma semente brote forte, saudável e cumpra a missão de alimentar e revigorar a vida. 

Se pesquisamos um pouco mais, vamos encontrar o conteúdo da Lei da Atração em todos os mantras e orações tibetanas que datam de tempos anteriores ao nascimento de Jesus. A lição é a mesma: viver o presente com intensidade, focando nas realizações, na limpeza emocional genética ou atual. Neste desafio que é puramente individual, pessoal, de cada um, faltam quinze minutos para o ano novo de 2007 e estou aqui escrevendo, aproveitando o tempo e comendo milho cozido produzido no Vietnã. Naruralmente que não tem o sabor daquele milho produzido nas montanhas da Paraíba, mas mesmo assim é milho e é o que tenho disponível neste momento, neste lugar no meu tempo. Viva o ano novo de cada dia! (*) José Joacir dos Santos é Psicossomatista – jjoacir@yahoo.com

 

Deseja ver outros artigos da mesma categoria? | Topo | Página Inicial | Voltar »