A Musicoterapia e o Combate aos Problemas Psicossomáticos
11/11/2006 at 17:29 (Musicoterapia Oriental)

Os cinco tons e as músicas com eles criadas proporcionam uma interação entre os pólos positivo e negativo (Yin e Yang) dos sete corpos que compõem cada indivíduo, em conexão com os cinco elementos primordiais, trazendo de volta a essência natural do ser, que é parte de um todo: corpo, mente, emoção, espírito e todas as coisas do universo.
Os problemas psicossomáticos são alvo principal da eficiência da música como instrumento de harmonização de desequilíbrios. Independentemente da vontade do indivíduo, todas as células do corpo escutam e vibram com o estímulo sonoro.
Cada célula tem sua própria vibração, assim como cada órgão, tecido etc. A musicoterapia facilita a mudança das freqüências energéticas celulares. A música eletrônica, sem o tom primordial dos instrumentos originais, atrapalha o processo celular.
Havendo essa mudança o desequilíbrio perde a força e tende a deixar de funcionar como centro de comando, mesmo porque passará a existir naquele campo por ela ocupada uma outra freqüência, outra força, outra polaridade.
O simples fato de você tocar um instrumento pode alterar seu estado vibracional. Mas, para que haja uma mudança de freqüência na totalidade do seu corpo é preciso que o cliente também exercite a VONTADE e a determinação para efetuar mudanças comportamentais na sua vida. Isso exige equilíbrio mental, saber usar o poder do cérebro, controlar os pensamentos, direcionar tudo para o lado bom e positivo. É um trabalho duro e exigi disciplina. Não adianta fazer um dia e dez não.
A vontade de equilibrar-se enfraquece os desequilíbrios no indivíduo. A vontade de viver aumenta a imunidade do corpo, já provado cientificamente.
Os problemas mais combatidos pela musicoterapia chinesa são: Insônia (música para dormir e acordar), Ulceração Intestinal, Dor de Cabeça, Câncer, Síndrome Climática, Hipertensão, Prisão de Ventre, Arteriosclerose Coronária, Obesidade, Derrames, Menopausa, Trombose. Evidentemente que tudo é entrelaçado e cada sintoma desses poderia esclarecer uma séria de causas emocionais, mentais, de herança genética física e sutil. O equívoco da medicina ocidental é ir ao que aparece na superfície. Não somos máquinas.
A música feita para a terapia não pode ser ouvida em movimento, por exemplo, no carro, ou com fone de ouvido. Preferencialmente o cliente deve estar deitado. O terapeuta deve orientar o cliente para que ele não durma nem se mova e mantenha a mente ligado no desenrolar dos instrumentos tocados.
Depois da sessão, é recomendado um bom copo de chá quente, de preferência feito com erva na mesma linha de terapêutica do desequilíbrio tratado. Todas as alterações e mudanças de freqüência energética passam necessariamente pelos sete chácras superiores, positiva ou negativamente. Os diapasões são muito eficientes na alteração de padrões energéticos dos órgãos. Time muitos casos de sucesso em meu consultório em Brasília com aqueles clientes abertos a alternativas de saúde. Pena que a alfândega brasileira cobre mais de oitenta por cento de imposto sobre o valor desses instrumentos, especialmente por ignorância e por não haver uma política de saúde que faça o país importar esse tipo de material sem imposto, já que é utilizado na saúde pública. O que está errado com a administração do Ministério da Saúde?

