Phyllis fala da relação com Takata
07/11/2008 at 17:54 (Terapia Reiki)
![]()
![]()
![]()
Em entrevista concedida ao Mestre John Gray, em setembro de 2008, a Mestra Phyllis Furumoto, neta de Takata, fala abertamente do seu temperamento difícil na juventude, de não ter gostado muito de ter sido escolhida como a neta que continuaria o trabalho da avó famosa, da luta interna que travava para aceitar Reiki, e que tinha de obedecer à família porque essa é a tradição dos descendentes de japoneses. Conta que era impaciente e que se irritava quando fazia perguntas e a avó Takata respondia: “deixe o Reiki lhe ensinar”. Por ser jovem quando a avó faleceu, Phyllis se arrepende de não ter passado mais tempo com ela e ouvido tudo o que a avó tinha para ensinar e dizer. A mãe de Phyllis tinha cerca de 12 anos de idade quando foi iniciada, também, por Hayashi, no mesmo período em que Takata estava sendo treinada por Hayashi, mas quando Phyllis nasceu Hayashi já havia falecido. Por isso ela foi iniciada pela avó Takata. Phyllis diz que a avó sabia que sua mãe não tinha condições de continuar o trabalho e por isso ela foi a escolhida. Ela conta que no início do ano 1900, “havia no Japão um grande debate sobre a cultura japonesa, e a questão principal era: até onde se deveria ensinar os segredos do Japão a estrangeiros ou isolar esses conhecimentos só para japoneses. Diante da sociedade japonesa da época, o Mestre Hayashi se arricou muito ao aceitar Takata como aluna. Até porque ela nem falava japonês fluentemente, não era japonesa e levaria o conhecimento para o Havia (que é território norte-americano). Então, isso significava que ela ia levar esse conhecimento para fora do Japão. Não tenho a menor idéia se ele já pensava em fazer dela uma Mestra Reiki. Mas uma coisa eu tenho certeza: estava claro que Hayashi iria aonde a energia do Reiki fosse (e ele foi ao Hawaii acompanhar o treinamento da aluna Takata). Ao reconhecer minha avó como sua sucessora, ele nos deu um presente e quebrou todos os seus valores sociais com isso, mas tinha a certeza que fazia o que o seu coração mandava que fizesse. Acho que foi um ato de muita coragem de ambos”. Fotos do arquivo do Mestre John Gray

