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Sepia Officinalis combate osteotitis

osteotitis.jpgA Índia é um dos poucos países do mundo onde há um hospital fitoterápico para todas as especialidades. Ao contrário dos jornais brasileiros que só divulgam doenças para espalhar pânico e aumentar a venda de medicamentos alopáticos dos ricos latoratórios internacionais, a chamada “indústria da doença”, na India os principais jornais do país noticiam avanços da cura em homeopatia e fitoterapia para doenças antes nunca imaginadas. O “Times of India” de 11/10/2010 reportou as conquistas que o Dr. Mukesh Batra na cura de doenças ósseas e osteotitis. O Dr. Batra diz, na reportagem, que o principal remédio homeopático que recomenda aos pacientes para os casos de osteotites é “Sepia Officinalis”, mas lembra que cada paciente tem uma história, inclusive emocional, e todos os aspectos do ser devem ser considerados porque a homeopatia vai à causa da doença (www.drbatras.com).

Chocolate amargo é bom para diabetes?

diabetes1.jpg  Diabetes é uma doença progressiva que já tem inúmeros recursos de cura disponíveis, especialmente na fitoterapia. A alopatia perde, a cada dia, a confiança da população por causa dos remédios feitos para viciar, prolongar a  doença e infectar o paciente com efeitos colaterais. Outro positivo resultado do avanço das pesquisas é ser a diabetes uma doença que se pode prevenir, isto é, há indícios que levam ao caminho dessa doença assim como há formas de preveni-la através da mudança de hábitos alimentares (cortar açúcar, sal, coisas que produzem açúcar como banana, arroz, pizza, etc.). Brasileiro de um modo geral come doces em excesso e tudo o que é industrializado no país (assim como nos EUA) tem excesso de sal (sódio) e açúcar, os quais são os dois principais vilões de todas as doenças e da obesidade (e as diversos desequilíbrios que isso traz). Chocolate amargo é apontado como coadjuvante nos tratamentos contra biabetes e altos níveis de colesterol. A Universidade de Hull, na Inglaterra, diz que o “polifenol”, um dos ingredientes contidos no chocolate amargo, é o responsável pela diminuição ou desaceleramento de diabetes e do colosterol alto. Como todo pensador da indústria alopática, eles focalizam um detalhe e esquecem o resto. É como quem  derrubasse uma árvore só para colher as sementes. Essa conduta é antiga na “indústria da doença”, assim como é comum que as fábricas de chocolate façam atrativas embalagens de chocolate amargo, cheio de açúcar, isto é, o efeito colateral dele vai ser maior que o efeito benéfico. Essa guerra psicológico começa perto do Natal para convencer a população a comer chocolate. Especialmente no Brasil, com exceção de alguns chocolares caseiros feitos com consciência, a grande maioria das marcas de chocolate está recheada de acúcar e a população repete: pode me enganar que eu gosto. Doce em excesso facilita a depressão. O mapa acima (reflexologia podal, que previne doenças) diz qual é a região do mapa do pé onde aparecem manchas, marcas, feridas e cosseira como sinal de diabetes.

Terapeutas precisam votar certo

ELEIÇÕES

Por José Joacir dos Santos

A vida de terapeuta é muito interessante, especialmente quando a pessoa gosta do que faz. Ser terapeuta no Brasil e em muitos países latinos requer vontade e persistência, além de bom investimento financeiro. Cursos são caros e ainda estão nas mãos de profissionais liberais por falta de engajamento e até desconhecimento das conquistas obtidas junto aos órgãos federais. Falta o investimento das universidades em todas as terapias naturais. Por sua vez, os ministérios federais ainda estão despreparados para lidar com as terapias de conhecimento público e o único que toma a frente das decisões políticas é o Ministério do Planejamento. Os terapeutas ainda são desorganizados, não insistem, não escolhem seus representantes no Congresso Nacional e a grande maioria se vincula mais ao misticismo do que ao conhecimento popular de que a nação é rica. Ainda por cima, não se filiam às associações de classe, mas, sim, a sindicatos que os explora financeiramente.

Outra grande falha é do governo federal, que entrega cargos de confiança à divisão do bolo político-partidário. Por causa disso, as chefias estão, quase sempre, nas mãos de pessoas que não tem o menor conhecimento sobre terapias populares, hoje chamadas de Práticas Integraticas e Complementares em Saúde Humana, e não fazem a menor questão de investigar e conhecê-las. Quase todos os ministérios em Brasilia funcionam sem uma estrutura permanente, onde funcionários concursados são colocados em segundo ou terceiro lugares nas decisões, nas lideranças políticas de saúde, isto é, não são os funcionários de carreira, com anos de experiência, que assumem pastas importantes: são os apadrinhados políticos que nada entendem de políticas públicas de saúde.

A coisa fica feia quando muda de presidente da República. Quem conhece um terapeuta holístico experiente escolhido pelo governo federal para um cargo no Ministério da Saúde, por exemplo? Por que médicos alopatas são os escolhidos? Em Brasilia, capital da República, funcionários públicos federais sabem muito bem que médicos, militares e diplomatas não são bons administradores, com rarissimas exceções porque as ambições de carreira atrapalham o compromisso com a missão pública. No Nordeste, ainda se vota em médico por uma consulta ou outra gratuita, e isso é uma vergonha. Moradores de Brasília sabem o que acontece com deputados e senadores que vão para aquela linda cidade morar e ficar ricos – são os piores vizinhos, as esposas e filhos ainda dão “carteiradas” até nos porteiros de prédio, depredam os apartamentos funcionais e falam mal de Brasilia o tempo inteiro (… porque não tem praia, não tem esquinas, não tem escolas-de-samba, isto ou aquilo).

Para que haja uma mudança estrutural nesse quadro da política de saúde pública brasileira é preciso que os terapeutas RE-aprendam a votar. Conquistas como a implantação das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde Pública no SUS precisam voltar a acontecer, florecer, brotar e crescer. Para isso, é precisa que terapeutas e demais profissionais da sáude pública tomem atitudes diferentes nas próximas eleições, em todos os níveis, porque se a situação a nível federal é crítica, imagine nos nos estados e municípios. A nossa postura agora é escolher bem que vai nos representar, seja na prefeitura ou na Presidência da República, não esquecendo que a chave principal da legislação é o Senado Federal e Câmera dos Deputados. Até hoje há estados, como o Rio Grande do Sul, Pará, Santa Catarina, Paraná, que não implementaram as diretrizes para a implantação das Práticas Integrativas e Complementares conforme a orientação do Governo Federal.

Sem leis, as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde Pública, todas amparadas por Portarias, podem a qualquer momento serem “revogadas” e com isso anos de batalhas nos bastidores serem perdidos. Basta um grevista de direita ou de esquerda se tornar, por cochavos políticos, chefe de uma pasta importante no Ministério da Saúde, do Trabalho ou do Planejamento, como ocorreu no primeiro governo do Presidente Lula. Necessitamos urgentemente de leis que regulem as práticas terapeuticas no país para evitar a pressão contrária a elas feita pelas grandes redes de televisão e pelos órgãos de classe da medicina alopática, muitos deles comprometidos com os grandes conglomerados da “indústria da saúde”, ou seja, da doença pública, do vício de medicamentos e drogas químicas.

Aquela atitude anárquica de votar em cantores populares, “Enéias” e Macaco Tião, é idota. O país precisa de pessoas sérias e comprometidas com as causas populares e a principal delas é a saúde pelas formas naturais, baseadas no conhecimento popular e holístico, os quais dominamos bem, embora sejamos desorganizados, lentos e muitos terapeutas vivam com os pés acima do chão. Alguém conhece algum projeto importante implementado pelo Deputado Agnaldo Timóteo? E o Senhor Juruna, o índio? Alguém conhece algum deputado que seja Terapeuta Holístico? E aqueles deputados e senadores filhos e netos de deputados e senadores, cuja especialidade técnica é ser filho ou neto de deputado ou senador? Não pertenço a partido político algum, nem escolhi candidatos, e não quero para o meu pais um presidente mulher só porque é mulher, nem “verde” só porque se diz verde e fuma maconha, nem um travesti só porque há homofobia pelo país afora. Que tal um presidente que não sorrir, como Médicis? Pessoas que não sorriem em público têm limitações emocionais e são péssimos chefes. Quem não lembra de Itamar Franco? O General João Fiqueiredo só tirava fotos oficiais sorrindo, mas era tão rude quanto os cavalos que adorava. E na Paraíba que atiram em políticos?

Precisamos deixar de cometer erros do passado e deixar a emoção para os jogos de futebol. Agora é a vez da razão. Votar representa mudar para melhor. E essa mudança começa com a escolha de vereadores. Por exemplo, há cidades na Paraíba em que vereadores só são conhecidos pelos funcionários que fazem a folha de pagamento das prefeituras. Quem elegeu eles? Como alguém pode reclamar do atendimento nos hospitais se escolhem vereadores ausentes? Me preocupa muito presidentes “sucessores” que têm dificuldade de caminhar pelas próprias pernas como muitos que já tivemos, nos últimos anos, ou aqueles que usam bandeiras ecológicas mas estão presos a religiões…

Então, fica aqui meu apelo a todos os profissionais da saúde pública, todos os terapeutas, todos os profissionais de saúde e médicos do bem para que votem em pessoas comprometidas com as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde Pública, independente do sexo, da religião, dos partidos ou de quem quer impor sucessores. Sejamos independentes e sábios, assim como tentemos dar consciência disso às pessoas indecisas e fracas ao nosso redor, especialmente aquelas que trocam seus votos por favores banais e passageiros, porque isso é trocar a alma e o bem-estar das futuras gerações. A continuidade é um veneno fácil e embreagador, especialmente se o elemento continuador não se mantém em pé com as próprias e firmes pernas. Floral neles!

Começar de novo é ótimo!

sol.jpegQuem ainda tem medo de re-começar a vida quando necessário? Não há mais tempo para isso no nosso século. É preciso recomeçar sempre que for necessário, seja qual for o aspecto da nossa vida, e eu acho que estou ficando bom nisso! O fato de mudar de países me deu essa experiência, a duras penas, porque recomeçar a vida em um país estrangeiro, mesmo tendo as necessidades básicas garantidas, não é fácil — porque na vida nada é fácil, só a criminalidade é fácil. Recomeçar só é difícil para quem ainda não acordou para o fato de que a gente precisa se abrir para o mundo, derrubando, em primeiro lugar, os velhos conceitos e preconceitos. Por exemplo, se você está sem emprego, o que está fazendo dentro de casa? Vá bater em todas as portas!

Um dos maravilhosos aspectos da minha vida é a Terapia Reiki, a qual venho pesquisando desde o dia em que fui iniciado pela primeira vez no Nível I, pela Mestra Claudete França. Minha biblioteca está cheia de coisas muito boas em Reiki e de muito lixo publicado em nome dessa maravilhosa terapia energética. Com a Mestra Ana Aparecida tive outra dimensão do Reiki e finalmente fui à raiz que foi ser re-iniciado pelo primeiro aluno da Mestra Takata nos níveis i, II e IIIA, o Mestre John Gray. Essa pesquisa nos EUA me deu a oportunidade de perceber que nós, brasileiros, já importamos muito lixo e que John, com mais de 90 anos, ainda ministra e inicia com os ensinamentos originais da Mestra Takata. O Mestre  John me colocou afiado!

Agora, na India, tive a oportunidade de ser reiniciado, em todos os níveis, pelo Grão-Mestre Sharma, fundador da maior instituição sobre Reiki do mundo, a Reiki Healing Foundation, que funciona há mais de 20 anos e já iniciou mais de 800 mestres de várias nacionalidades. Sim, precisava do toque indiano no Reiki para completar a minha bagagem e distribuir a minha experiência a todos aqueles que baterem à minha porta para serem iniciados na Terapia Reiki. Especialmente porque agora eu tenho a certeza que tudo o que fiz  e faço (desde iniciações aos ensinamentos) está perfeitamente correto! Tenho orgulho da minha linhagem!