Ao longo dos anos, o mundo Ocidental desenvolveu a falsa imagem do Natal conectada com vendas e shoppings enfeitados. O resultado disso em alguns países desenvolvidos foi a perda do verdadeiro sentimento e da mensagem do Natal. Como um bom exemplo de “Maria vai com as outras”, o Brasil está no mesmo caminho porque imita tudo o que vem de fora. Daqui a alguns anos, as novas gerações terão perdido esse sentimento natalino e em consequência disso a mensagem de amor deixada pelo legado de Jesus. Hoje em dia, países ocidentais desenvolvidos, como os Estados Unidos, lutam nas escolas, centros sociais e comunitários para salvar alguma coisa das tradições familiares e da própria cultura, vulgarizada pelo cinema e pela televisão, em nome da modernidade, mas a luta está muito indefinida, a esperança de vitória é muito remota e as ações de guerra são contraditórias — como o prêmio Nobel para o Presidente Obama.Com a crescente globalização, governantes tentam convencer suas populações de rebuscar os valores culturais mais antigos, voltar-se para comunidades, comprar legumes, verduras e frutas cultivadas na vizinhança, fazer festinhas comunitárias, mas a resistência a esses apelos são enormes porque ninguém quer deixar os novos hábitos, como supermercados, e o medo dos vizinhos aumentou. Com os recentes casos de doenças transmitidas por legumes, verduras e frutas importadas de países que não se preocupam muito com poluição e meio-ambiente, entre eles China e Estados Unidos, alguns países, especialmente europeus, tentam salvar o que ainda podem. Mas falta muito educação sobre a consciência ecológica, apesar dos reconhecidos avanços isolados.
Dentro dos EUA, a California se esforça para importar menos e consumir mais o que é produzido no próprio estado, mas ninguém pode, ainda, reagir aos apelos da televisão e da internete, que entram nas casas e se tornam “intimas” de crianças e adolescentes e essa amizade resulta do desrespeito completo pelos costumes e tradições. Não faltam os tiroteios e mortes nas escolas! Todos os anos, inúmeras mortes, assaltos e outras desgraças acontecem na época natalina, praticadas por pessoas vestidas de Papai Noel, um símbolo em extinção da cultura natalina. Também na época natalina ocorrem mortes e acidentes de crianças causados por brinquedos feitos na China, produzidos por pessoas que nunca viram uma criança por perto porque aquele país asiático tem leis duras sobre o controle de natalidade e inúmeros adultos passam suas vidas inteiras sem o menor contato com crianças. O Brasil importa, via vizinhos do Mercosul, inúmeros produtos chineses que não são vendidos para países desenvolvidos pela má qualidade, falta de segurança que eles oferecem, pela utilização de materiais polutentes e venenosos, além da suspeita de que a maioria é fabricada por prisioneiros políticos, que na China inclui qualquer pessoas que se manifestar contra qualquer coisa. Além do mais, a China exporta briquedos infantis para o Natal e proíbe sua própria população a festejar eventos religiosos como o Natal. Como podemos comprar produtos com a energia do ódio?
Onde ficam os valores da cristandade nessa história toda? Quantas famílias ainda se reúnem para ler contos de Natal, historinhas e dividir uma mesa com sorrizo, alegria e confraternização familiar? O que ainda representa o Natal para você? Será que na sua vida ocupada você terá tempo para alguma reflexão sobre a vida, o momento atual e a sua participação no bem-estar do Planeta inteiro? Ao longo dos anos, a minha arma contra esse desgaste de valores, o encurtamento das distâncias e do tempo tem sido telefone e e-mail, mais isso é muito pouco. Na verdade, eu adoraria poder abraçar as milhares de pessoas e dizer baixinho, no ouvido: Rô, Rô, Rô! – e comer rabanadas no frio do café da manhã.