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Pressão alta não é leite derramado

agave2.jpgagave.jpgFelizmente é fácil tratar o excessos de açúcar no sangue e a pressão alta. Os supermercados já estão cheios de produtos sem açúcar e sem sodium (sal). E quando há um que eu gosto e é cheio de açúcar ou sodium, escrevo para o fabricante reclamando. A gente não recebe resposta dos fabricantes mas enche o saco deles para que trabalhem pela saúde humana e não pela doença. Até frango congelado está cheio de sal para ficar mais pesado e o produtor ficar mais rico às custas das doenças dos outros porque sal e açúcar em excesso matam – antes do tempo, porque todo mundo morre. Se você passar a ler as embalagens de tudo o que compra, vai ver que tudo está cheio de Sodium e açúcar para ficar mais gostoso e você morrer mais rápido e cheio de doenças. Os produtos orgânicos ainda estão muito caros mas você deve investir neles. Não compre nada que fica no meio do supermercados, cheios de ofertas – está tudo contaminado!Os mexicanos estão ficando ricos com um produto que tem açúcar mas não prejudica tanto: é o açúcar feito de agave, isto mesmo, agave. Recentemente passei por um excesso de açúcar e pressão alta mas não me acomodei. Cortei tudo que era doce e salgado da minha dieta e os índices voltaram ao normal em dois meses. Acrescentei à dieta mais frutas e vegetais. Sim, comi frango e peixe sem sal. De início é como comer nada, a gente acha que não tem sabor algum. Aos poucos o seu organismo vai apreciando mais e chega a um ponto em que você pergunta: por que as pessoas comem sal e açúcar se o saber natural das coisa é dez vezes melhor?Bom, se você é daquelas pessoas difíceis de lutar a favor de você mesmo, certamente que todo mundo ao redor vai ouvir suas choradeiras sobre a falta de açúcar e de sal, como se pressão alta e excesso de açúcar no sangue fosse um leite derramado. Se você tem carências afetivas vai encher a paciência da família e dos amigos com suas chantagens sobre a doença temporária. Se você já tem controle sobre sua própria vida, vai fazer a dieta sem nem pestanejar. E vai se surpreender quando passear pelas alamedas dos supermercados e encontrar chocolate sem açúcar. Sim, daqueles amargos, gostosos! Nunca pensei que pudesse existir pão integral sem sal e adorei comê-los. Claro que você vai se sentir traído ao descobrir que os produtos que você gosta estão contaminados de sal (sodium) e açúcar desnecessários, para fazer você ficar viciado como faz o narcotráfico. Mas, lembre-se, os tempos são outros e temos o direito de escolha que só a democracia é capaz de proporcionar. Hoje eu já me sinto confortável em comprar leite de soja sem sodium e sem açúcar e fazer um bife acebolado, com muito alho e alecrim, sem um pingo de sal! Quem disse que peixe precisa de sal? Mas, como adoro as ervas medicinais, não posso esconder que tomo chás poderosos: para controlar a açúcar, o chá é uma mistura das seguintes ervas: Dong Quai, Peony (Paeonia suffruticosa) cravo da Índia, folha de caqui, tudo junto, masserado. Para a pressão alta, Uncaria (Uncaria tomentosa), Holly( Ilex aquifolium), Loranthus Mulberry Mistletoe (sang ji sheng), Crisanteno (Chrysanthemum) e Epimedium  (Rowdy Lamb Herb, Barrenwort, Bishop’s Hat, Fairy Wings, Horny Goat Weed, or Yin Yang Huo) todas elas da fitoterapia chinesa. Se você não for fitoterapeuta como eu, humm, que peninha! Procure um colega meu para lhe acompanhar nos chás! Como não passo um dia sem fazer Reiki, não tem pressão alta que aguente! yes!

Prefeitura de Pelotas (RS) legaliza Reiki e outras terapias

A Câmara Municipal de Pelotas (RS) legalizou o uso da Terapia Reiki e outras terapias na Rede Pública do município em 22 de agosto de 2008. Além de Reiki, também foram legalizadas as seguintes terapias: massoterapia, shiatsu, fitoterapia, quiropraxia, floral, acupuntura, do-in, hidroterapia, cromoterapia, aromaterapia, exercícios terapeuticos, iridologia, naturopatia, arteterapia e radiestesia. A nova lei municipal saiu com alguns equívocos, dando exclusividade a algumas instituições (o que é inconstitucional), mas foi um bom começo. Quem sabe o município poderá fazer correções na lei. Veja a íntegra do decreto em:

http://www.mestres.org/historia

Policial médium vence processo na justiça inglesa

policial-medium.jpgUm dos casos que dominou a imprensa inglesa nesta semana foi o julgamento do policial Alan Power, da cidade de Manchester, treinador da polícia local, acusado de usar e ensinar aos policiais a usar os poderes paranormais e mediunidade para resolver casos policiais. A acusação também recaía sobre toda a polícia da Grande Manchester. A acusação foi feita por uma entidade equivalente às delegacias regionais do trabalho existente no Brasil. O policial faz parte de uma igreja espiritualista, algo parecido com a Comunhão Espírita Brasileira, há 30 anos, com inúmeros casos de sucesso de solução de casos através da mediunidade. Uma das acusações era de que o policial usava religião no contexto policial. A imprensa se supreendeu mais com a decisão do juiz do que com o caso em si. O juiz escreveu na sentença o seguinte: “… o que existe em comum com outras formas espiritualistas, o acusado, Sr. Power, acredita na existência de Deus e que os mortos podem ser contactados através de médiuns. Estou convencido que tais crenças são capazes de terem um conteúdo religioso e isso se enquadra nas normas já existentes…”. Ele se refere a uma lei chamada “Employment Equality (Religion and Belief) Regulations 2003” (“direitos iguais a empregados, religião e crenças 2003″), o que torna o trabalho do policial Alan Power completamente dentro da lei – ele tem o direito de usar a mediunidade em seu trabalho. A comunidade espiritualista vibrou com o veredicto.

“A criança inconfundível” - filme sobre o Tibete

child.jpgEnquanto diretores de cinema ocidental cada vez mais penetram no mundo da violência, trazendo para as telas e traduzindo para os potenciais criminosos as técnicas sofisticadas do crime, das drogas e da degradação humana, alguns diretores de cinema oriental buscam a raiz da cultura do povo, especialmente do budismo tibetano, que sobrevive a mais de 40 anos de perseguição, mortes e “limpeza étnica” orquestrada pela China. O mais recente filme chama-se, em inglês, “Unmistaken Chid” (A Criança Inconfundível). Adquiri ainda no pré-lançamento, mas os grandes jornais dos EUA não mediram elogios a esse filme, que não tem atores profissionais. É uma espécie de documentário onde a equipe segue, com câmara aberta, um monge encarregado de procurar um menino que é a reencarnação de um importante Lama Tibetano falecido, Konchog. O monge foi aluno do mestre falecido e a história entre os dois vai muito além de uma reencarnação. Esse monge, aos seis anos de idade, encarou a família e insistiu que queria se encontrar com o Lama, que estava recluso no topo de uma montanha, perto da sua vila. A família fez de tudo para o menino desistir mas não conseguiu. Nas comunidades tibetanas, naquela idade, a família já começa a escolher parceiros para o futuro casamento dos filhos. Ao ser levado até o Lama, o menino implorou a ele para ser seu aluno. A familia acabou deixando o menino ser aluno do Lama, o que significava “perder” um filho. Com o Lama o menino viveu até se tornar adulto. O Lama falecer aos 82 anos, depois de viver a vida inteira dedicado ao ensino. Depois do falecimento, os Lamas encarregados do monastério passaram a missão para o aluno encontrar o seu mestre reencarnado. O monge entra em desespero, achando que não vai conseguir porque a vida inteira só obedeceu ordens. Mas os muitos anos de estudo e meditação lhe trazem ao equilíbrio e ele se dispõe a procurar o reencarnado. É feita uma consulta a um astrólogo (o Tibete usa sua própria astrologia, feita por monges, geralmente clarividentes). O astrólogo-monge dá o nome de uma região nas montanhas do Himalaia, dentro do Nepal, e a letra “A” como a inicial do nome recebido pela criança que é a reencarnação do Lama e as duas letras iniciais do nome do pai da criança. O filme mostra o caminho e a busca desse monge por quase dois anos, criança por criança, vila por vila, e nas cenas você se emociona profundamente porque tudo é real. É a vida real das pessoas na tela, a doçura dos camponeses tibetanos, a pureza dos monges, a inteligência das novas crianças, a devoção e a fé das pessoas, a profunda crença na reencarnação, os momentos de dúvida e solidão, na chuva ou no frio, do monge. Você vai rir e chorar, as vezes ao mesmo tempo. E vai ficar impressinado quando o encontro ocorre porque a criança começa a reconhecer os pertences do Lama falecido — diz que são seus. Tepois de muitos testes, até de consultas espirituais feitas pelo Dalai Lama, é provado que a criança é a reencarnação do Lama. Os monges pedem que a família deixe a criança seguir o seu caminho, que é muito longe deles e para sempre. A decisão final do pai é quando o monge pede à criança para mostrar a ele e ao pai onde fica, dentro da montanha, o local onde o Lama se refugiou por muitos anos. Você vai ficar muito emocionado com o que vai ver. A criança que nem pode andar na montanha mostrar o caminho, entrar sozinha no refúgio e ir direto para a sua cama na encarnação anterior, perguntar pelas plantas, checar os buracos na madeira do abrigo feitas pelo tempo e fazer reverência a sua vida anterior. Fora disso, você vai se deleitar com a vida real das comunidades budistas, os rituais, a fé, uma maneira de viver que o ocidente nem imagina. A criança tem menos de dois anos. Tomara que esse filme seja traduzido e vendido no Brasil. O momento difícil é quando o filme acaba e você tem que voltar para a sua vida, ligar a televisão e só ver crime e confusão.