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Minha linhagem no Budismo Tibetano

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Nas minhas viagens e pesquisas pela Ásia, não me preocupei em anotar os nomes. Inúmeras práticas e iniciações budistas e taoístas não se recebe certificado algum e nunca tive a preocupação de anotar os nomes dos mestres, até por falta de orientação neste sentido. Aqui estão os mais recentes mestres que me iniciaram, o primeiro é na Tailândia, no início dos anos 90, não anotei o nome, o segundo é o Lama Mingyur Rinpoche e o terceiro é o Lama Tenzin Rinpoche.

Fui ao Monte Shasta

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As fotos acima foram feitas dia 26/04/2009, no Monte Shasta, na California, EUA. Esse monte é conhecido por sua relação com atividades extra-espaciais, Ufos e aqui também acontecem iniciações de grupos ligados a Saint Germain. Não vi as marcas no chão por causa dos paredões de gelo ainda do inverno (isso branco é gelo, neve acumulada), mas dizem que no verão dá para ver as marcas.Clique na foto para ampliar. Se quizer saber o que eu vi e senti lá, me escreva. jjoacir@gmail.com

Ativação dos chácras desconhecidos pela yoga avançada

tenzin.jpg(*) Por José Joacir dos Santos 

Se a gente pudesse contar quanto tempo já perdeu nesta vida se preocupando com detalhes insignificantes, nossos e de outras pessoas, gastando energia pensando em quem é banco, quem é preto, quem é amarelo ou azul, quem come manga, quem não come, quem faz sexo com quem, quem prefere isso ou aquilo? – fugindo de si mesmo! A cada pensamento, mesmo por segundos, grande quantidade de energia se vai e dependendo do seu pensando e dos comentários maldosos e fofoqueiros, a sua conta de karma negativo só cresce. Todo aparelho eletrônico devolve energia para a fonte. Assim também é com a energia emitida por uma pessoa que se preocupa demais com a vida alheia, imagina, cria histórias e espalha. Tudo volta para o criador, a fonte, em forma de lixo emocional. Além disso, todo esse lixo fica gravado na nossa memória celular. Como nada se perde, tudo só se transforma, isso poderá se reverter em doenças e desequilíbrios que só a memória celular sabe de onde veio, porque quando isso acontece você já esqueceu quem criou! É como gripe. Você sempre acha que pegou de alguém ou do vento, mas na verdade é uma reação de dentro para fora, isto é, são seus próprios desequilíbrios imunológicos que variam a cada milésimo de segundo.  Para uma pessoa que nunca se trabalhou, esse lixo passa a bloquear a força vital, os sentidos, a digestão física, as juntas, o favorecimento da criação de doenças e tumores, a perda da memória, obesidade, afeta a prosperidade e a abundância, etc. Para quem mexe com energia, seja Reiki ou espiritismo, tudo o que foi dito acima é ativado com uma velocidade impressionante porque os corpos físico e sutis já estão programados para reconhecer o fluxo energético devido a prática com energia. Dependendo do aspecto emocional da pessoa, a polaridade reage como uma faisca, um relâmpago: pensou ou falou, materializou. Músculos, nervos, tecidos e espaço entre eles recebe toda essa programação negativa. O circuito dos sete chácras principais recebe essa informação e distribui entre os meridianos, canais energéticos e corpos sutis. Esse circuito de chácras é muito mais avançado do que se imagina. A grande maioria dos livros não menciona eles porque os autores não os conhece. Mesmo alguns mestres só conhecem os sete principais chácras, isto é, a nata que se forma no copo de leite. A maioria dos praticantes de Reiki não dá a menor importância ao estudo e desenvolvimento dos chácras e isso é um grande erro, atrelado à ignorância.   No Budismo Tibetano, pouco conhecido no país, as terapias têm fundo científico. Não há teoria sem explicação técnico-científica. Tudo o que não era substancial no Budismo Tibetano se perdeu no tempo. O que ficou é aquilo que é comprovado cientificamente. Os exercicios físicos para libertar os canais internos de comunicação de energia, conectados com chácras, são duros, pesados, secretos, disponíveis para monges e mais recentemente abertos a público especifico. Todos requerem exercícios físicos para sua ativação. Foi isso o que conheci em dez dias de treinamento em um mosteiro budista nas montanhas do Estado da Virgínia, EUA, através de quatro Lamas, um deles doutor em psicologia e autor de vários livros, o meu mestre Tenzin Rinpoche.  Você só tem idéa do peso daquele lixo quando começa a fazer os exercicios de Yoga avançada, que não é do conhecimento da grande maioria dos professores de Yoga, especialmente porque eles estão diretamente relacionados a meditação, recitação de mantas e cânticos em sânscrito. A respiração é utilizada para o desentupimentos dos canais energéticos e despertar e abertura dos chácras.

Com 52 anos e pouco ligado às práticas esportivas, o meu corpo doía muito. Nos três primeiros dias pensei que teria que desistir de tanta dor. No quarto dia, as sete da manhã, sentado de frente para o Sol, cheio de casacos de frio e tendo que seguir os instrutores, um grande bezouro veio da mata, parou em frente aos meus olhos, disse a ele que não tinha medo dele e aí compreendi que ele estava ali com um propósito, o de desviar minha atenção da dor física através do equilíbrio mental. Sim, consegui. O bezouro ficou mais de meia hora rondando a minha cabeça e eu esqueci a dor. Segui os instrutores e senti os estalos da abertura dos canais internos, a reação dos órgãos e vísceras, a elevação da temperatura ao ponto de retirar todos os casacos e ficar só de camiseta como se não houvesse frio. 

Durante esses dias, a alimentação foi mínima e basicamente sopas e saladas. O corpo físico foi preenchido com um novo espaço energético. A sensação de rejuvenescimento é enorme e real. Não há truque, nem consumo de ervas alucinógenas, mesmo porque elas não atingem os corpos sutis e intoxicam o corpo físico. A ferramenta é a respiração. Do quinto dia em diante eu já era uma nova pessoa, talvez por já está nesse caminho há muitos anos. Alguns dos colegas não conseguiram, embora estivessem lado a lado fazendo as mesmas práticas. Dava para perceber que eles continuavam voltados para as coisas pequenas do mundo, a preocupação excessiva com a vida das outras pessoas, a fuga de si mesmo, fofocas, mundo material. Meu corpo físico se livrou de alguns quilos. Compreendi que a prosperidade e a abundância estão diretamente relacionados a essa limpeza de canais energéticos, os quais envolvem o fisico, o mental, o emocional e o espiritual. Isto é, a prosperidade e a abundância não acham você se você não tem o endereço correto nos seus corpos fisícos, mentais, emocionais e espirituais. Por isso que algumas pessoas enriquecem da noite para o dia e perdem tudo também da noite para o dia. A força vital é um chave sagrada, bela e cristalina que necessita um corpo direcionado ao sagrado, à beleza da vida e a nítidez da mente. José Joacir dos Santos é doutor em psicologia e mestre Reiki jjoacir@gmail.com (foto do Lama Tenzin Rimpoche)

A desesperança é uma doença emocional curável

sadhus.jpgPor José Joacir dos Santos

No século passado, pesquisadores do comportamento humano foram capazes de chegar a definições sobre estados emocionais profundos como a perda ou falta da esperança, a desesperança. A perda ou falta de esperança ocorre quando a pessoa tenta sair de uma situação e não consegue porque as barreiras são grandes e ela se acha incapaz de vencê-las, se acomoda nelas e pára de tentar sair. Exemplos são a pobreza, a miséria, violência familiar, casamentos vazios, etc. A pessoa nasce e cresce na pobreza vendo e ouvindo adultos dizerem que a vida é daquele jeito, acredita no que ouve e ver, e aprende que deve se comportar daquela maneira. Sim, assim como a depressão, a pobreza pode ser herdada emocionalmente mesmo que as condições atuais da pessoa sejam mais afortunadas.

Faz mais de 500 anos que o país se libertou da colônia portuguesa e ainda hoje o comportamento de muitos brasileiros é o de um colonizado sem direito, sem força, sem esperança, pendurado nas sobras do governo, mendigando bem-estar, segurança, saúde e felicidade. Há quem diga que muitas pessoas que recebem bolsa família, gás, saúde e educação trabalham normalmente, têm salários estáveis mas têm a coragem de se inscrever nesses benefícios sociais porque se acham pobres e carentes, isto é, vivem o padrão da auto-inferioridade, da herança emocional da pobreza ou se colocaram no padrão da desesperança, da incapacidade de lutar. É fácil ver esse comportamento nos cinturões das favelas nas grandes cidades. Embora não haja mais a colonização portuguesa nem a escravidão, a maioria das pessoas que vive em favelas carrega consigo esse comportamento de falta ou de perda de esperança ou “desesperançado”. Em alguns casos, há a substituição do estigma da colonização e da escravidão pela ajuda à criminalidade, pela ilusão da “proteção”. Elas se sentem na obrigação de fazer o trabalho, definem a si mesmos como escravos da desesperança e ainda doam sua energia a situações semelhantes ligadas à criminalidade. Na cabeça delas roda a autoprogramação da incapacidade de viver uma vida melhor, embora vivam em um dos poucos países do mundo onde existe escola gratuita em todos os níveis e há a possibilidade de ascenção social pelo estudo. Essas pessoas são as mesmas que espalham pessimismo, colocam defeito nas escolas públicas, arranjam desculpas para não trabalhar ou mudar de vida. Tive uma colega de trabalho em Brasilia que faltava ao emprego sempre que o PT anunciava alguma greve, mesmo não sendo da categoria profissonal dela. Hoje o PT está no governo, não há mais a necessidade daquelas greves infindáveis com cunho político, mas a minha ex-colega ainda falta ao trabalho quando há uma greve.  Como professor de Reiki, vejo muito esse padrão ser repetido. Pessoas que até vivem numa faixa etária social menos afetada pela pobreza chegam pra você querendo terapia e curso gratuito. Já ouve casos em que a pessoa chega em carro do ano, cheia de jóias e a primeira coisa que diz é: quero fazer o curso mas não posso pagar porque tenho muitas despesas. Ela pode pagar qualquer coisa mais não pode pagar aquilo que possa lhe trazer um benefício físico, mental, emocional ou espiritual: auto-chantagem. Em Brasília houve até casos de pessoas que trabalhavam no Serviço Público Federal. Elas têm salários maiores do que a média das pessoas nos Estados Unidos, mas quando o assunto é progredir emocionalmente querem barganhar com o terapeuta como se terapeutas fossem profissionais que sabem fazer dinheiro, não têm contas para pagar nem vida nem família para manter. Entra aí outro processo emocional relacionado a religiões, que as vezes anda junto: o medo dos castigos de Deus implantado especialmente pela Igreja Católica e agora implementado por evangélicos e mormons.  Uma aluna que já trabalha com Reiki e tem clientes, cobra uns e outros não porque sofre do medo dos castigos de Deus, está presa ao desequilibrio emocional da desesperança, tem dificuldades de administrar dinheiro, tem visões distorcidas da realidade, tem mais de trinta anos e depende financeiramente de alguém. Precisa progredir no níveis de Reiki mas acha que não deve pagar os cursos. Tudo que se refere a terapias energéticas e até florais ela acha que tem que receber de graça. Ainda não entendeu que a energia é gratuita mas o trabalho do terapeuta tem custos até de formação e manutenção. Houve um caso em que a pessoa foi submetida a regressão e foi constatado que ela repete esses padrões há várias vidas e não se esforça o suficiente para vencê-los. Não se permite estudar e ver esse assunto tem até teses acadêmicas, isto é, é velho demais para ser mantido, vivenciado e repetido. Isto significa que alguém tem que dedicar tempo, trabalho e dinheiro para aprender as técnicas, se formar em terapia e dar a ela gratuitamente para ela continuar com o padrão de mendigo emocional e espiritual… O que é isso?  Existem até mestres que têm o padrão de mendigo emocional e espiritual.

Na minha clínica em Brasilia, estabeleci um dia de atendimento gratuido por três anos. Advinha se deu certo? Não, não deu. Os clientes que pagavam ficavam até em fila de espera, mas 95 por cento dos clientes do dia gratuito faltavam constantemente à terapia. Aquelas pessoas me ensinaram que eu estava entrando no padrão de comportamento delas, da desesperança. Elas me despertaram para o sentimento de culpa que naquela época ainda carregava ao ver pessoas pobres e pedindo esmolas, enquanto eu lutava dia e noite, estudava, investia no meu progresso espiritual, mental e emocional como ainda faço – isso não quer dizer que não há pessoas necessitadas! Há pessoas que precisam de ajuda mas hoje eu bato o olho e vejo. Essas mostram claramente que estão numa condição social forçada mas querem sair. Elas não têm empregos, carros, jóias e fazem qualquer trabalho digno para sair da pobreza e têm uma noção clara do valor do dinheiro. Essas não são pobres de espírito que mendigam progresso espiritual e não querem pagar por ele. Muitas delas estão tão ocupadas para ganhar algum dinheiro e sobreviver que sequer sabem o que é terapia ou Reiki.  

O profissional de Reiki que carrega a culpa do mundo ainda precisa se tratar, bem como aquele que vive fora da realidade e não fez as pazes com a prosperidade. É por isso que antes de cuidar dos outros você precisa verificar se já cuidou o suficiente das suas pendências emocionais, mentais e espirituais que todo mundo tem e das desesperanças pendências emocionais herdadas de família ou adquiridas em situações difíceis que não são para sempre como você quer. O caminho é procurar ajuda terapeutica e fazer o dever de casa daquilo que aprendeu até agora e você ignora. José Joacir dos Santos jjoacir@gmail.com