Por: José Joacir dos Santos
Em 2009 avançamos tanto no conhecimento que cada vez mais estamos conscientes de que não sabemos de nada. Temos algumas certezas e estamos certos de que tudo mudará amanhã porque se não fosse assim estaríamos ainda vivendo a escravidão, o nazismo, o império romano etc. É interessante ver que a gente precisa estar aberto para novos conhecimentos, mesmo que não acrescentem nada. O que seria da música em Mp3 se nunca tivesse existido a fita-cassete? E eu me recordo como era orgulhoso das minhas fitas-cassetes. E todas elas pararam no lixo! Na verdade nada mudou, só a forma de armazenar e reproduzir música – e isso fui uma mudança e tanto! Sendo assim, neste ano eu me despi de antigas roupas, desbotadas pelo tempo, desfiz antigos laços afetivos improdutivos e reatei novos para manter a chama da esperança e da renovação sempre acesa. Com isso, meu comportamento diante das mesmas coisas foi revisto, analisado e grande quantidade de energia foi ali depositada com a intenção de mudar e renovar – e eu mudei e me renovei! Sim, a chama dourada interior deve ser realimentada independentemente das mudanças físicas exteriores: o cabelo cai, a barriga cresce, os músculos cedem, mas a paz interior só se renova e com isso o meu espírito, capaz de me sentir sem idade e sem ligação com o tempo, e querer voar sobre a terra em uma linda tarde de Sol, e sentir esse calor na minha careca! Yes, é ótimo! Nada nem ninguém é capaz de afetar essa paz. Ela é minha. É a minha ligação eterna com o universo inteiro, nesse processo de co-criação e de co-alimentação e isso não entra em negociação alguma, com ninguém. Se você quer fazer parte da minha vida precisa tomar consciência e respeitar o meu ser do jeito que ele é porque o trabalho de aperfeiçoá-lo, de lapidar esse diamante eterno, é só meu e eu estou fazendo a minha parte – e feliz por ter coragem de fazer isso! Percebo que as mudanças que efetuo em mim se refletem ao meu redor, mesmo naquelas pessoas que não conseguem perceber que somos interdependentes – talvez você — tão interdependentes como na ecologia, no ar, nas florestas, nos rios. Neste momento, celebro a minha paz interior e tenho certeza que trabalhando o meu ser eu fui capaz de contribuir com mudanças no seu sem violar o seu livre-arbitrio de assumir a sua parte. O calendário apenas muda de página. O trabalho continua e eu quero lhe agradecer por você ter contribuído tanto para minhas mudanças interiores, mesmo nos momentos que você me desejou mal, caluniou, feriu, maltratou, ignorou, assim como naqueles, se houveram, em que você rezou por mim e me desejou o bem. Sem essa sua contribuição eu não estaria tão feliz hoje e é por isso que estou aqui para lhe agradecer. Feliz Natal e um ano novo cheio de novas mudanças na cebola da vida, graças a Deus!(a figura acima é de um protetor tibetano. No Tibete, algumas entidades superiores e bondosas aparecem com caras feias, porque o conceito de beleza é interior).
14/12/2008 ·
19:25 ·
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Por: José Joacir dos Santos
VIAGEM ASTRAL
* Por José Joacir dos Santos
Percebi que estava fora do corpo quando descia sobre uma cidade plana mas que não a conhecia. Fui deixado em frente a uma casa com uma longa escadaria que levava ao primeiro andar e no pé dela havia um ser masculino olhando direto para mim como se já me esperasse há tempos. A única palavra mental que ele disse foi: suba. E me seguiu até um quarto onde havia outro já me esperando – o chefe. Não sabia o motivo daquela viagem mas havia, no fundo, confiança naquelas pessoas aparentemente desconhecidas. Não conseguia olhar firmemente para ele porque a sua imagem era muito transparente e sumia quando eu fixava nele. A linguagem era só mental. O assistente recebeu do chefe uma espécie de papel e me entregou. Quando segurei e li, era um cheque milionário e nominal. Ao ler o cheque mais uma vez veio na minha mente a imagem de uma fazenda e o nome do proprietário. Uma voz no fundo da minha cabeça disse: lembre desse nome. O assistente diz: você vai me gratificar? Devolvo a ele o cheque. Os dois seres se entreolham. Era um teste. O assistente devolve o cheque, agradece e se retira. O chefe me manda sentar. Sobre a cadeira havia uma espécie de fone de ouvido brilhante, como se fosse ouro, sem fios, solto no ar. À distância, o chefe comandou: agora você vai ter acesso à memória de muitas outras vidas, pelo menos das últimas 30. Quando o “fone de ouvido” pousou sobre minha cabeça, a minha consciência foi para o ar e eu desabei em choro. A transmissão daquelas memórias era feita diretamente em conexão com meu próprio DNA. Era como se não fosse de fora para dentro mas de dentro para dentro, confirmando o conhecimento já existente de que tudo está gravado em nossas próprias células. O fone foi retirado e o meu ser colocado em pé debaixo de uma “portal”, que eu diria eletrônico, mas a olho nú era como se fosse um portal de madeira desses que se coloca nas portas. Ele disse para dar um passo para a frente e outro para trás sem interrupção e mantivesse nesse movimento sem sair da área do portal. Uma música foi colocado para testar se eu estava mesmo concentrado. Entendi o recado, e me concentrei a fundo. Em segundos, ouvi uma voz de mulher atrás de mim. “Sim, é ele”, disse a mulher. “Ele sempre me ignora dessa forma”, continuou. Pensando ser outro teste, nem olhei para trás. Pela primeira vez ouvi a voz física do chefe, que mandou a mulher ficar na minha frente e me olhar firmemente. Ela se colocou na minha frente e começou a chorar. Olhei rapidamente para seu rosto e continuei fazendo o meu “exercício”, ignorando ela porque poderia ser mais um teste. Vi que meu corpo agora era muito mais alto do que o atual, cerca de 1.85cm. A voz do chefe manda que a mulher olhe para o meu pé direito. Eu também olho e vejo que não tenho os dedos no pé direito. O chefe diz para a mulher que ela não é a minha mãe na vida presente (ela pensa que é), mas quando foi minha mãe em outra vida ela cortou todos os dedos do meu pé, ainda quando criança, em um momento de raiva. A mulher chora muito e conta em que circunstância cortou os dedos do filho. Toda a memória daquela vida veio à tona e comecei a chorar também. Agora via meu pé de criança sendo cortado pela minha mãe e que resultou na minha morte – ela nunca mais reencarnou por esse motivo. O chefe agora se dirige a mim e manda que eu passe a mão no pé e o reconstitua. Obedeço e meu pé é reconstituído. É perguntado à mulher se ela quer me pedir perdão pelo feito. A mulher olha nos meus olhos e pede perdão. Eu a perdoo e repito que o faço de todo o meu coração. A mulher é liberada e o meu exercício acaba. Olho para o “chefe” emocionado e sou devolvido ao corpo físico. Eu poderia ter ficado com o cheque e voltando para o meu corpo imediatamente — e aí o cheque se materializaria de uma forma ou de outra nesta vida. Talvez eu ficasse rico de uma hora para outra, mas, em compensação, tinha bloqueado minha evolução espiritual que naquela vida anterior estava muito ligada ao dinheiro, negativamente. Mas ao gratificar sem olhar a quantia, eu passei em mais um teste e foi gratificado com a regressão de uma vida passada, importante, que afetava a atual sem que nem desconfiasse. O meu pé direito, nesta vida, tinha aparente saúde plena, mas sempre foi aquele que as unhas encravavam, havia acidentes, frieiras, dormência, bati tanto com os dedos a vida inteira que um deles é bem torto. Em novembro passado apareceu uma ferida entre os dedos desse pé. Tentei tratar com medicamentos e nada aconteceu. Comecei a aplicar Reiki e, de preta, a ferida ficou branca. Talvez tenha sido esse tratamento que me habilitou a resgatar todo o corpo espiritual do meu pé e, paralelamente, libertar uma pessoa presa por um crime cometido contra uma criança – seu próprio filho, que nem se lembrava. Voltei para o corpo com a feliz sensação de ter resgatado o meu pé, cuja ferida branca secou e a casca caiu. Quantas fragmentações dos corpos espirituais podem ser projetadas na vida atual em forma de deficiência física? Quantas pessoas podem estar presas por trás delas? Então, um dia a justiça é feita? Por que será que a justiça depende de cada um? A verdade é que na medida em que avançamos espiritualmente precisamos ter o corpo espiritual sem defeitos físicos ou emocionais — a integridade do ser. Se você tem uma deficiência física, procure trabalhar o seu ser espiritual para essa deficiência seja corrigida em outros níveis do seu ser.
07/12/2008 ·
18:32 ·
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Por: José Joacir dos Santos
Por Neide Margonari
www.fsg.com.br
Os Raios Cósmicos primordiais e Divinos foram a primeira manifestação da Divindade. O Universo e tudo o que nele existe manifestaram-se através dos Raios Primordiais. São Expressões Criativas Divinas e atuam sobre a evolução de todos os Reinos do Universo: Reino Dévico, Reino Angélico e Reino Humano. A Centelha Divina (átomo-permanente) que carregamos em nosso coração possui o germe potencial de todos os dons contidos nos Raios Divinos que possuem a propriedade de penetrar na matéria já existente para estimulá-la à elevação do seu padrão vibratório, transformando-a.As qualidades energéticas dos Raios e da Luz (visível e invisível) que chegam a cada segundo emanados por astros, estrelas e pelo Cosmo, são materializadas pelas plantas através do processo da fotossíntese e justamente pelas flores, através das essências florais, acessamos os Raios Divinos que induzem-nos à busca da Luz, impulsionando-nos a à perfeição.Os bloqueios energéticos causados por nossas atitudes mentais e emocionais negativas, causadoras das doenças, são transmutadas pelas gotas de Luz dos Florais de Saint Germain. Essa energia extremamente sutil vêm transmutar , limpar e elevar estados mentais e emocionais negativos por nós criados e assim libertar e manifestar Expressões-Qualidades Perfeitas que estão latentes em nossa Centelha Divina. Processo este que chamamos de expansão de consciência onde nos alinharmos aos propósitos mais sublimes de nossa alma.Temos que ter em mente que tudo que nos acontece, por mais maravilhoso ou trágico que seja, são experiências necessárias para serem vividas, fazem parte da tecitura evolutiva de nossa consciência junto a grande rede cósmica universal. A nossa alma humana formada pelos quatro corpos inferiores (físico, etérico, emocional e mental) vem se direcionando ao propósito da meta a ser atingida por nossa Alma Divina ( Eu Superior), através do desenvolvimento e da maestria de nossos dons latentes.Através dos Florais de Saint Germain estamos sedimentando o inicio da irreversível e sutil mudança reservada a nossa humanidade. Uma mudança amorosa e pacífica porque é promovida pelas energias Sagradas contidas em certas flores.Energias que por onde passam, transformam, transmutam e iluminam, elevando o nível de consciência , conectando-nos com o nosso Cristo Interno.
03/12/2008 ·
16:42 ·
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