Joacir

jose joacir

josé joacir

josé joacir dos santos

dr. josé joacir dos santos

dr. josé joacir

josé joacir

josé joacir dos santos

dr. josé joacir dos santos

jose joacir dos santos

tarapeuta jose joacir

xama jose joacir

reiki

xamanismo

holismo

fitoterapia

psicossomatica

psicossomatica brasilia

brasilia

homeopatica

magnified healing

floral

terapia floral

terapia oriental

musicoterapia

associação

psicossomatica

terapeuta holistico

cursos

reiki sao paulo

reiki brasilia

sao paulo

melhor terapeuta holistico do mundo

jocira

SUS

medicina chinesa

ervas

ervas medicinais

remedios caseiros

energia

espiritos

espirituais

encosto

olhado

pensamento

pensamento negativo

solidao

depressao

causas da angustia

sintomas da angustia

causas da solidao

suicídio

causas do suicídio

musicoterapia

musicoterapia oriental

musicoterapia chinesa

musicoterapia tibetana

kuan yin

kwan yin

oriental

centro oriental

Agenda EUA

initiation-bangkok-tailand.jpg Curso de Reiki Usui Tradicional em todos os níveis, até mestrado, agendar por email: jjoacir@gmail.com 

Reiki Usui Traditional - classes in all levels, from I to Master: jjoacir@gmail.com

Nova Linhagem de Reiki

linhagem.jpgQueridos alunos e amigos, a minha linhagem de Reiki foi alterada. Fui iniciado pelo primeiro aluno da Mestra Takata, John Gray, e sua mulher Lourdes Gray. Com essa nova linhagem, passo a ser a segunda geração depois da Mestra Takata. John tem 91 anos e é saudável. Segue corretamente todos os ensinamentos da Mestra. Passei dois dias sob treinamento intenso e muita coisa foi me foi ensinada exatamente da mesma maneira que a Mestra Takata ensinou a seus alunos de mestrado. Tenho muitas e maravilhosas novidades para os meus alunos. Foi um sacrifício financeiro e pessoal muito grande, mas eu precisava ir à raiz do Reiki e resgatar tudo o que ainda era possível para cada vez mais ser fiel a esta maravilhosa terapia. Veja o novo quadro feito pelo Mestre Matheus, que entende de gráficos.

As cenas do filme eterno se repetem

my-carpets-stolen-in-riade-saudi-arabia.jpgVIDAS PASSADAS * Por José Joacir dos Santos É muito interessante a dinâmica com que os assuntos são encaminhados para o meu trabalho. Por exemplo, quando aparece um dependente químico, em sequida vem um grupo. Quando o problema é conflito familiar, vem cinco ou seis clientes com o mesmo assunto, e assim por diante. Os textos também. E o assunto esta semana está sendo reencarnação, karma, vidas passadas. E não há um só minuto de descanso. O trabalho é dia e noite. Quando o corpo dorme, o espírito trabalha e é levado a ver o passado, meu e de outros, derrubando por terra conceitos, preconceitos, afirmações e crenças. Dia sim dia não estou na China, aliás, nas Chinas, porque cada vez é uma região completamente diferente, como se hoje estivesse na Paraiba e amanhã em São Paulo. Nem sempre as sistuações são boas ou prazeirosas. Nos seis anos desta vida que vivi em Pequim, reencontrei pessoas das vidas anteriores e eu pensava, até ontem, que eu era quem tinha dívida com todas elas. Pois é, pensava. Assisti, ontem, bem de perto, uma de minhas vidas em que viajava na Rota da Seda até o Egito, como negociante de tapetes, e me foi revelado o caráter das pessoas que viviam comigo naquela época, cuja convivência se repetiu em várias vidas, inclusive na atual, na eterna roda do Karma. A grande vantagem são as minhas especialidades acadêmicas. O fato de ter estudado, nesta vida, a mente humana, a emoção e a natureza do espírito, torna tudo mais fácil. Sou tratado e cobrado pelo que conheço, estudei e sei.  

Em termos emocionais, não é fácil voltar a encontrar as pessoas, com sentimentos mistos, ver o pai, a mãe, mulher, filhos, empregados, colegas, chefes, cada um se revezando em uma posição diferente das demais vidas, como um redemoinho que não se livra de si mesmo. Nesta noite, a grande surpresa foi reencontrar uma pessoa que muito me ajudou quando vivi em Pequim, nesta vida, e saber que ela já esteve comigo em outras vidas. Nesta revelação ela era um empregado de confiança que roubava e forjava assaltos contra mim e meus negócios, naquela vida. Certa vez a caravana inteira foi roubada e os assaltantes foram tão cruéis que me obrigaram a continuar a jornada despido. Houve mortes. Nesta vida, essa pessoa veio ao meu encontro para redimir o seu Karma e, mais uma vez, fracassou. Desta vez, quem era o negociante era ela. Em 1991, caminhando em Pequim, ela se ofereceu para comprar um tapete que gostei muito e estava sem a carteira. Disse não, mas ela insistiu e compramos o tapete. Uma semana depois paguei o tapete. Um mês depois, ela me cobrou o dinheiro do tapete. No começo pensava que era brincadeira mas o assunto ficou sério e veio uma ameaça. Constrangido e magoado, achei melhor pagar o tapete mais uma vez do que ter meu nome vinculado a fofocas. E o meu salário era bem contado naquela época, a Era Collor de Mello, sem chances de sobrar. A amizade foi danificada como um copo de cristal que se quebra. Antes da minha partida definitiva de Pequim, essa pessoa teve prejuízos financeiros e os segócios dela fracassaram ao ponto de ter que se desfazer de bens para pagar dividas.  Tudo poderia ter ficado como estava se não fosse a noite passada, onde tudo foi revelado sem tirar nem por. O outro detalhe, não menos importante, é que aquele tapete foi roubado juntamente com 15 outros tapetes na minha mudança entre a Arábia Saudita e a Indonésia e eu perdi tudo, em 1997. O funcionário que deveria ter feito o seguro total da mudança não o fez. O meu chefe que deveria ter cobrado justiça junto às autoridades da Arábia Saudita nada fez, assim como o outro chefe na Indonésia ignorou todo o meu prejuízo. Em Brasilia, o Departamento de Pessoal ignorou o meu drama, eles estavam preocupados apenas com suas promoções. O meu container chegou em Jacarta, Indonésia, apenas com caixas vazias e saqueadas. Naquele dia, a minha vida mudou. Redirecionei o foco, ligado a tapetes e outras coisas, influenciado pela posição que ocupava como funcionário público de um importante ministério em Brasilia, para o estudo e o aprendizado. Foi naquele dia, diante do container vazio, completamente abandonado por quem deveria me proteger, que decidi investir no meu ser espiritual eterno. Ninguém rouba conhecimento e experiência! Os copiadores de textos da internete, por exemplo, roubam apenas os textos mas não conseguem esconder que a idéia não é deles. É fácil de ver isso, só prestar a atenção nas idéias. Ninguém rouba a construção intelectual do meu ser espiritual eterno, mesmo roubando tapetes e ignorando a vida dos funcionários. Voltar a este passado foi mais um aprendizado e agradeço a quem me levou de volta, para poder ter a chance de escrever para você, leitor, e, quem sabe, se espelhar em mim e na sua história. José Joacir dos Santos é Doutor em Psicologia – jjoacir@yahoo.com

O amor é a chave da vida

second-temple-segundo-templo.jpgE uma voz de mulher me disse: ele vivia com quatro mulheres e mandou todas embora para ficar com um dos empregados, seu amante. Por causa disso, o Rei retirou os seus títulos da família real e mandou prendê-lo em uma ilha com os seus pertences. Era uma ilha vulcânica, cheia de montanhas e naquela época não havia equipamento para subir nas montanhas. A casa-prisão ficava no meio da ilha, como se fosse o fundo de um copo rodeada de paredes rochosas. O homem se viu sozinho para tudo, até para fazer sua própria comida, coisa que nunca havia pensado antes. O Rei, que se considerava generoso e justo, mandou deixar suprimentos para três meses até o próximo carregamento. Andando pela casa, cheia de pacotes com seus pertences, o homem encontrou os apetrechos do seu altar e o ergueu na sala principal, de frente para a porta de entrada, que nunca fechou. Entre a casa e o mar havia um lago, atrás do lago uma montanha que dividia o lago e o mar.  Depois de quarenta dias de angústria, depressão e arrependimento de tudo o que tinha feito na vida até aquele momento, o homem resolveu rezar em frente ao seu altar. Lá do fundo do coração veio o pedido de perdão, por ter desperdiçado a sua vida como membro da família real, usando as pessoas como se elas fossem animais de estimação, que você brinca quando quer e quando não quer amarra, põe na gaiola, prende no cercado ou faz qualquer coisa. Ele rezou profundamente e pediu perdão a cada uma das suas quatro mulheres, dos filhos que cada uma tinha e que ele sequer sabia os nomes e ao seu amante cujo destino era por ele ignorado. Ao encerrar suas preces e se preparar para ai mesmo dormir, o homem ouviu a minha voz: você se arrepende do fundo do coração pelo sofrimento causado a essas pessoas e as outras pessoas da sua família? O homem levantou, assustado. Quem está ai? Que é? E procurou pela casa, fora dela e não viu ninguém, até lembrar que estava sozinho na ilha. Sem sono, o homem começou a arrumar a casa inteira, colocando tudo no seu devido lugar. No outro dia, resolveu andar pela ilha e ver o que ela tinha a oferecer e até descobrir árvores com frutas e praias de água doce e salgada.  Nos dias que se seguiram ele correu pela ilha como se fosse uma criança, brincando com as árvores, olhando os pássaros, as flores, a beleza das paisagens sem se dar conta de marcar na parede os dias que passavam. Numa manhã, acordou com um barulho vindo do porto improvisado e lá estava um barco a mando do Rei, com suprimentos. Ele correu até lá e sem perguntar nada agradeceu aos dois empregados pelo suprimento e voltou para casa curioso para ver o que existia nos pacotes.  A cena se repete nos próximos três meses mas ele sequer toca no que vem de comida porque agora está mais interessado nas frutas da ilha, no peixe fresco que aprendeu a pescar, nos ovos dos pássaros, no mel das abelhas, nas flores comestíveis do lugar. Nos três meses seguintes, quando chegou o carregamento ele agradeceu, sorrindo, e pediu aos empregados que levassem tudo para eles mesmos e suas famílias. Agora o homem não comia mais os ovos dos pássaros. Cuidava deles e via nascer os novos pássaros, alguns deles com o tempo até pousavam em sua cabeça quando ele pescava. As orações não eram mais feitas de frente para o altar, embora o conservasse com flores nativas, mas sim quando pescava, quando nadava, quando caminhava pelas praias que eram só suas, cada uma com o nome de uma das pessoas que ele sentia ter causado sofrimento. Brincando com um pássaro que havia pousado em sua cabeça, balançando de um lado para o outro para ver até que ponto o pássaro se equilibraria, eu me projetei sobre as ondas, sorrindo. Sem se assustar, ele reconheceu minha voz: agora que você se ama e está preparado para enfrentar a vida, vá para o seu altar e pense na pessoa que você mais ama nesta vida. Ele não pensou duas vezes, mandou o pássaro voar, jogou a vara de pescar no mar e correu para o seu altar. De frente para o altar, ele pensou em todas as pessoas que passaram na sua vida, todas as que teve alguma relação, e a única pessoa que veio em sua cabeça, além dele mesmo, foi o pobre empregado que era seu amante. O drama do remorso misturado com culpa e vergonha, por todas as humilhações que passou por ter um amante homem voltaram a sua cabeça, embora reconheça que o amante foi a única pessoa que aparentemente lhe amou e foi amado sem os interesses materiais ou da sua posição na família real —  assim como eram as quatro mulheres negociadas família a família –, e ele chorou profundamente. De repente, um forte barulho na porta da casa: havia um pano azul caído. Como? De onde? Quem? Como um pano causaria um barulho tão forte? Ele ajoelhou-se e pegou o pano. 

Ao tocar no pano com as duas mãos, o homem foi levantado do chão e começou a voar, como hoje seria uma asa delta. A casa foi ficando mais longe, enquanto ele subia próximo ao paredão rochoso das montanhas. Agora podia ver o mar, as ilhas e o vento continuava a levá-lo na direção do continente. Agora já via as casas, os palácios que um dia foram seus, e o pano começa a perder forças na direção de uma pequena vila onde ele cai sobre um arrozal já maduro. No chão, ele solta o pano para trás, distraído e atônico com o que estava lhe acontecendo, quando ouviu uma voz masculina bem atrás. Ao virar a cabeça, o pano havia se transformado na figura do seu amante, sorrindo. Sem voz, o momento era de escutar, mais uma vez: eu fui morto pelos guardas do seu pai. Viva a sua vida! Sem mais, a imagem sumiu. O homem sentou-se ao chão, confuso, sem saber se aquilo era real ou um sonho. Formigas inundaram suas pernas e o trazeiro e ele se levantou para se livrar delas quando me viu, olhando para ele em silêncio: O senhor pode ajudar? Naquela palhoça tem uma mulher em trabalhos de parto e está sofrendo muito…  O homem não pensou muito e correui para a cabana. Uma jovem mulher gemia e chorava, deitada numa esteira, sangrando, com o bebê já nascendo. Sem saber o que fazer, o homem pegou um pano limpo e esperou a criança sair da mãe e o acolheu enquanto a mãe dava o último suspiro nesta vida. Era um menino. Ouviu vozes lá fora e um casal adentrou a cabana. A senhora dizia, minha filha, minha filha, e se ofereceu para segurar o recém-nascido. O senhor, tirou o chapéu e disse: obrigado, se quizer trabalhar conosco no arrozal, a casa é sua! (*) José Joacir dos Santos é psicoterapeuta. Observação: Este texto foi ditado por uma entidade espiritual. jjoacir@yahoo.com

Deseja ver outros artigos? | Topo