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Mande Reiki para quem já se foi

takata-cake-group-015.jpg Quando o aluno de Reiki chega ao nível II fica surpreso com a possibilidade de enviar Reiki à distância, tanto para os antepassados como para qualquer pessoa que já atravessou a linha da vida para o outro lado, assim como para si mesmo em outras vidas. Devido a minha formação Kardista-Xamânica-Budista, eu jamais tive dúvida alguma a respeito da continuação da vida do outro lado da linha, mesmo porque o contato com o outro lado nunca foi cortado comigo, desde a infância. Ao ver pessoas ainda incrédulas e duvidosas com relação ao mundo espiritual eu apenas tenho compaixão e sei que elas estão perdendo o precioso tempo. O culto aos antepassados é praticado em várias regiões da Ásia, e por várias seitas e religiões, porque há a certeza de que a prosperidade nesta vida depende do bem-estar espititual de quem já se foi. Ninguém corta os laços familiares apenas saindo de casa, muito menos com quem estiver do outro lado da vida – amigos e inimigos. O ciclo cármico continua, independente da nossa vontade.

Se as pessoas meditassem sobre este assunto não haveria sofrimento nem causariam sofrimento a outras pessoas porque nem tirando a vida de uma pessoa o sofrimento acaba. Muito pelo contrário, quem tira a vida ou inferniza a vida de pessoas que se vão está antecipando o sofrimento que vai enfrentar quando chegar a vez de partir, porque todo mundo morre algum dia. A gente pode tentar ignorar isso como se tenta ignorar que a vida requer constantemente a mudança de pensamentos, hábitos, ações, de conceitos e preconceitos com relação a absolutamente tudo. Você pode ignorar uma informação e até discordar dela por uma razão ou outra da sua própria vida, mas isso não impede que a informação seja correta e exista de verdade. Você pode dizer que tem absoluta certeza de que a lua é só uma ilusão, que ela não existe, mas ela permanece lá independente da sua crença. As crenças só existem na cabeça de quem crer, assim como a realidade da vida não é de acordo com o que a gente pensa e quer que seja.

 O medo da morte precisa ser tratado, com a mesma importância do medo de casar, de ser feliz, de cair da escada, etc. Qualquer tipo de medo só tem o tamanho criado por quem o segura porque tudo é mental. Já recebi inúmeros depoimentos de pessoas que obtiveram mudanças em suas vidas, até na saúde física, simplesmente por enviar Reiki aos antepassados, amigos, inimigos e obsessores. A obsessão tem inúmeras facetas e uma delas é a capacidade de quem obsedia de não aparecer, não demonstrar, de se aproveitar da ignorância e da icredibilidade de quem obsedia. Quem morre e deixa ganchos para resolver fica preso a eles e muitas vezes isso se vira obssessão porque da outra ponta da linha tem a pessoa com a qual quem foi deixou uma pendência. Isso gera doenças, geralmente aquelas que a medicina não consegue detectar ou manda pessoas obsediadas para os manicômios, onde serão medicadas sem a menor necessidade, até adoecerem de verdade. Muitos pacientes em hospitais para loucos são apenas pessoas obsedadas. Por isso que os remédios nem a terapia funcionam.

Nem sempre quem obsedia o faz por maldade. A lei da causa e efeito não é negociável. Ao partir para o outro lado, cada um de nós ficará dentro dos limites das próprias imagens mentais, isto é, de tudo que acredita ou não acredita. É como dormir e sonhar. A gente acorda achando que está vivendo no tempo sonhado. O problema é que quando a gente morre não tem com “acordar”. A gente fica no mundo criado e ou vivenciado por nós mesmos, os nossos pensamentos e crenças, preso esse ninho por uma eternidade até receber a compaixão de uma oração ou de Reiki, não importa de quem. E isso pode não acontecer.

A grande diferença entre o tempo de recebimento entre quem está do lado de cá e quem está do lado de lá é que quem está do lado de cá tem a mente, as crenças e a racionalidade para atrapalhar o recebimento de uma oração ou de Reiki. Acrescente aí os demais fatores mentais e a interferência de obsessores encarnados e desencarnados. Mas quem está do outro lado, isto é, em espírito, recebe imediatamente, assim como recebe as besteiras que você diz e pensa. Na maioria dos casos é como alguém está morrendo de sede e alguém chegar com um copo de água pura. A água desce revitalizando todo o organismo e uma nova esperança de vida ocorre. Do mesmo jeito é com o recebimento de Reiki por antepassados e por quem estiver do outro lado, inclusive obsessores.

Então, quem tiver o nível II de Reiki, mãos ã obra. A sequência é a mesma: 1,3,2,1. Ajude a quem está esperando pela sua boa-vontade e contribua para um mundo melhor, com menos laços cármicos negativos. Amanhã, você pode estar do outro lado com a mesma necessidade.

Surgem mais provas a favor de Jesus

calice.jpg O prestigioso jornal norte-americano The New York Times publica, na edição de 6 de julho, o artigo “Pedra esquenta o debate sobre o Messias e a ressurreição”, assinado por Ethan Bronner. O artigo fala de uma enorme pedra encontrada em escavações próximo ao Mar Morto, dentro do território da Jordância, que traz um longo texto escrito numa língua judia antiga, a qual os historiadores acreditam que tenha sido escrito na era do Rei Herodes, que teria morrido no século IV antes de Cristo. Arqueologistas, químicos, estudiosos do judaismo, professores das mais prestigiadas universidades têm estudado a pedra, que foi comprada por um colecionador sem saber do que se tratava por que o texto está escrito em uma língua não mais utilizada pelos judeus. Uma das maiores autoridades judias, o professor Moshe Bar-Ascher, professor da Academia Israelita da Língua Hebréia e também professor de Aramaico, a língua de Jesus, diz que o texto é autêntico. Outras autoridades dizem que a pedra vai mexer com a crença de muita gente, tanto da comunidade judia (que não valorizou o Messias) quanto dos alguns famáticos cristãos (que ignoram anjos, arcanjos, espíritos, ressurreição, reencarncação), porque, como diz o professor Knokl, catedrático nos estudos bíblicos da Universidade Judia de Jerusalém: “quando Jesus simbolizou, na última seia, o vinho como sendo o seu sangue, ele quis dizer que o sangue derramado traria a redenção para Israel, isto é, não tem a ver com pecado”. Parece que Jesus pensava maior do que seus discípulos até hoje pensam, isto é, a redenção é se libertar de amarras antigas e colocar no lugar o verdadeiro amor (“amai-vos uns aos outros como eu vos amo…”, a paz entre as tribos que brigam até hoje) não o aprisionamento na crença do pecado, na falta de amor.O que essas autoridades acham é que a intenção e a missão do Messias não era separar ninguém em blocos religiosos, mas trazer uma nova versão de amor, esperança, tolerância e prova da ressurreição, isto é, uma mensagem positiva e otimista, completamente contrária ao que é pregado hoje em nome de Jesus pelas seitas e religiões que usam o nome daquele Mestre para ganhar dinheiro e fazer o povo se sentir culpado pela vida, por si mesmos, apavorado com a idéia de morrer, de ir para o inverno, demônios, etc., sem entender que a Biblia não salva ninguém – cada um só salva a si mesmo! O artigo diz que o texto tem fragmentos, talvez ocasionados nas escavações, mas as autoridades dizem que na análise de linha por linha daquilo que é legível dá para ver claramente que se trata de um texto ditado pelo Arcanjo Gabriel, no qual ele fala para um Messias, o qual “em três dias você saberá que o demônio será vencido pela justiça” (a ressurreição). “Em três dias você voltará a viver porque Eu, Gabriel, ordeno isso”. Na minha opinião, essa pedra é mais um achado fantástico. Pena que só os judeus estudam tanto. Ela traz, mais uma vez, a maravilhosa prova da existência do Arcanjo Gabriel, isto é, anjos existem, toda a história de Jesus foi ditada com antecedência para os médiuns, videntes, pessoas dedicadas e bondosas, vestidas de alta sensibilidade até séculos antes do acontecimento. Cada vez mais os achados arqueológicos provam que a manifestação do Pai Celestial, seja lá um ser ou um enorme grupo deles, conduziu todo o processo, inclusive dizendo ao próprio Jesus como tudo deveria acontecer.

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