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Site da Associação dos Mestres e Terapeutas Reiki

Nó Rosa O site oficial da Associação dos Mestres e Terapeutas Reiki, da qual sou o presidente, é: www.mestres.org (não tem BR). Lá, você vai encontrar informações diversas sobre a Terapia Reiki, inclusive a Lista de Mestres Reiki e a Lista de Terapeutas Reiki no Brasil e em outros países, todos credenciados. E-mail: ametereiki@gmail.com (sem br). Dê uma olhada, está muito bonito e recebe elogios todos os dias de várias partes do Brasil e de outros países. Você já faz parte de uma associação da sua classe ou ainda pertence a um grupo generalizado e sem seleção alguma?

Falta confiança em você mesmo?

cerato.jpg Eu só trabalho com os Florais de Bach quando o cliente é do tipo apático, descrente de tudo, preconceituoso, preso a uma religião onde o dinheiro é colocado como senha para entrar no “Reino de Deus” ou aquele tipo que precisa de um time de futebol ou uma droga para viver, etc. Também aquela pessoa sem sal, sem docura, que vive por viver. Eu sei que os Florais de Bach funcionam bem porque eu já tomei todas as 38 essências várias vezes, desde anos atrás, e sempre que vem um cliente com determinado bloqueio emocional eu tomo a essência daquele bloqueio antes do cliente chegar para a consulta. Isso ajuda muito porque quando o cliente está na sua frente há uma troca de energias, como se a fome e a vontade de comer estivessem frente à frente — depois dessa fase, eu passo para os Florais de Saint Germain, que são energeticamente mais profundos.

 

Tinha acabado de receber o telefonema de uma mãe angustiada depois que tinha internado o filho em uma clínica de desintoxicação de drogados. O medo e a desconfiança que ela me passou por telefone foram tão fortes que resolvi me livrar disso imediatamente – esses medos são transmissíveis por telefone. Desta vez tomei a essência pura de Cerato porque essa flor trabalha a insegurança, as “dúvidas de suas decisões, a necessidade de confirmação dos outros, a não-confiança na voz interior”. Virei o vidrinho (dose única, só recomendada a quem sabe o que está fazendo) e fui deitar. Meu organismo é bem sensitivo a tudo que ponho na boca e a resposta veio rápida: sai do corpo. Meu cordão “prateado”, aquele que prende o corpo físico ao corpo espiritual nas viagens astrais, não era nada prateado desta vez. Era multicolorido. Fui arremessado a lugares distantes no passado, lugares onde vivi ou onde tive alguma vivência — e cheguei a admirar a beleza daquele cordão. Chegou a um ponto que parecia que o cordão tinha acabado — como se fosse o final da linha. Senti um puxão enorme e pensei: hora de voltar para o corpo? O cordão puxava com tanta força o meu corpo espiritual que fui inundado com o sentimento de medo, medo que ele se rompesse e eu fosse separado do meu corpo físico para sempre e morresse — insegurança e medo. Sim, um forte sentimento de medo de morrer — falta de confiança no meu próprio conhecimento de que o cordão não se parte. Então, me agarrei no cordão com as duas mãos para não deixar que ele se separasse do meu corpo, como se isso fosse possível – mas naquele momento era esse o grande medo, exatamente por não confiar no processo divino natural que é voltar ao meu corpo. Em certas ocasiões, embora você tenha o conhecimento, a essência humana falha.

Comecei a enviar comandos de “volte para o corpo” para que meu ser obedecesse logo. Naquele instante percebi a essência da flor, a força energética da inteligência universal implantada na flor da essência de Cerato. Ao chegar perto do meu corpo físico, na cama, percebi que estava arrodeado de pessoas querendo se aproveitar da ausência espiritual do meu ser, impregnado pela falta de confiança e medo. Expulsei todo mundo com gritos e empurrões. Voltei definitivamente para o meu corpo físico e “acordei”. Era quase duas da manhã. Foi ao banheiro e meu corpo ainda sentia as vibrações da viagem, como se ao redor do meu umbigo estivesse machucado e bem dolorido. Agarrei o Emergencial de Saint Germain e tomei uma gota, um cópo com água e fui dormir tranquilo.

Será que você precisa de vitaminas?

Vitaminas

Quando eu tinha 20 anos, e isso já faz um tempinho, tomava suplementos de vitamina porque acreditava no benefício que eles diziam ter. Com o amadurecimento e com a melhoria da minha educação alimentar fui deixando esses suplementos nas prateleiras, especialmente quando começaram a aparecer artigos especializados colocando as vitaminas artificiais na lista dos suspeitos em contribuir para o fortalecimento da resistência de bactérias e virus.

O debate nessa direção está aquecido nos EUA porque o período é eleitoral e os órgãos de imprensa ficam “mais livres” para falar sobre o que não é ecologicamente correto porque os grupos de pressão dos milionários laboratórios farmacênticos recuam até um candidato novo assuma o poder na Casa Branca – e entre no esquema corporativo. Mais do que nunca, as vitaminas estão na berlinda e a gente precisa se educar sobre elas, especialmente quem as toma cegamente. Para você entender a seriedade do problema da manipulação das necessidades de saúde, em um país como os EUA, em um simples exame de rotina, o governo na Califórnia descobriu que o maior reservatório de água, que abastece a cidade de San Francisco, está contaminado com remédios que só se compra com receitas e vitaminas produzidas artificialmente. Imagine como deve estar isso em países do terceiro mundo…

O momento político nos EUA se junta à visível recessão. Por exemplo, a grande crise no financiamento de casa própria, com milhares de pessoas devolvendo suas casas aos bancos porque a dívida que só cresce. Esse assunto está em todos os meios de comunicação, com histórias doloridas de famílias que vêm o sonho americano da casa própria voltar para os ricos bancos financiadores. Já há um fluxo de brasileiros voltando para as terras tupiniquins por conta dessa recessão – falta emprego, as vendas diminuem, as barreiras aos estrangeiros aumentam, etc. E o contingente de soldados no Iraque ainda não voltou pra casa – imagine como isso vai ficar quando eles, finalmente, voltarem, e precisarem de emprego! Aqui não tem Caixa Econômica nem programa direcionado aos de baixa renda. Aqui, você vale tanto quanto pe$a. Sim, com $. A sociedade é direcionada a pensar somente em muito dinheiro sem muito suor, no menor espaço de tempo possível – embora esse povo viva para trabalhar!

Por causa da recessão, a população compra menos produtos secundários como vitaminas e aí a gente descobre que o que existe por trás dos comerciais sobre essa ou aquela vitamina que é melhor nisso e naquilo não tem nada a ver com a verdade sobre a vitamina. Também aumenta a quantidade de comerciais maravilhosos sobre remédios “milagrosos”. Isso só tem a ver com o poder de persuasão dos laboratórios fabricantes.

Quanto mais poderoso, mais o laboratório paga profissionais para produzir “benefícios” de certos complexos vitamínicos ou de certas vitaminas em particular, sem dizer que cada corpo é um corpo e que tem corpo que não precisa de vitaminas além daquelas contidas nas frutas, cereais e vegetais ingeridos pela alimantação diária, balanceada, saudável. Por exemplo, a vitamina C era fortemente aconselhada como suplemento nas crises de herpes simplex. Agora, é de público que a vitamina apropriada como soroconversor da herpes simplex é a vitamina A, porque é antivirótica, embora seja ela, em excesso, redutora da concentração de Cálcio (Ca) e Fórfaro (P). Isto é, para alguém com deficiência de Cálcio e Fósfaro, e que contraiu herpes simplex, a vitamina A vai piorar as condições orgânicas.

Esses achados ficam por conta do desenvolvimento das pesquisas feitas com a análise do cabelo das pessoas para tratamento com suplemento nutricional e recuperação da queda do cabelo, entre outras coisas ao cabelo relacionadas, e o exame de DNA. Por exemplo, já é público que a necessidade de vitaminas é individual e não generalizada, isto é, um complexo pode ajudar a uma pessoa e adoecer outra. Finalmente chega a consciência de que somos seres únicos e não podemos ser tratados como gado no pasto – o capim serve para todos.

Havia também a crença de que vitamina D deveria ser tomada por crianças durante os meses de inverno, quando o Sol não aparece e hoje já é sabido que nada substitui a falta de Sol na pele – embora a exposição ao Sol contribua para o aumento da vitamina D natural do corpo. Em alguns biotipos, vitaminas tomadas em excesso, no inverno ou no verão, ajuda a desenvolver pedra nos rins entre outras deficiências físicas. Há vitaminas só para o inverno e só para o verão. É só observar as frutas da estação que você descobre o segredo da natureza dentro de nós mesmos. Por exemplo, melancia no inverno só as geneticamente modificada e produzida em estufa, isto é, fora da essência natural dela mesma. Por isso não têm o mesmo sabor, cheiro e cor. É como o salmão que eles colocam corantes para ficar dourado.

Outra crença desenvolvida pelos grupos econômicos era que a vitamina D, associada a cálcio, tomados diariamente, ajudaria a emagrecer. Agora os estudos indicam que isso só funcionou com grupos de pessoas que faziam dieta com alimentos de baixa caloria, nada mais. Também de acordo com as pesquisas sobre a análise mineral do tecido do cabelo, em inglês chamada de HTMA (hair tissue mineral analysis), vem outra indicação que assusta muita gente: as vitaminas produzidas nos EUA só servem para certos pessoas, com certo biotipo, e que sejam norte-americanos – isto é, têm os mesmos hábitos alimentares.

Não comem feijão, arroz, carne de boi crescido em pasto, não têm abundância de frutas tropicais, não se expõem ao Sol o ano inteiro, não se tocam, não trocam beijinhos no rosto toda hora como os brasileiros, não escutam música com frequência, não se exercitam, e a lista é grande! Recentemente foi tirado do mercado norte-americano um excelente remédio natural chinês para tosse porque exames concluíram que aquele remédio, embora natural, só era eficaz para o público que quase não come carne, come muita verdura todos os dias, é magro, etc – o que é exatamente o oposto do público norte-americano, onde a obesidade já é um problema de saúde pública.Para o chinês, que mora na China, o remédio funciona imediatamente.

Os dedos também estão sendo apontados para o Food and Drug Administration FDA, a Anvisa dos EUA, acusando aquele serviço público de não esclarecer à população que a dose minima de cada vitamina recomendada diariamente é um estudo generalizado, isto é, não diz que cada corpo é um “ecossistema” único, indidivual – ninguém é igual – e com isso favorecer aos grupos econômicos.

No caso da vitamina D, por exemplo, a dose recomendada pelo FDA, diária, é de 1000 i.u. para um indivíduo adulto. Além das diferenças individuais no nível de cálcio e fósfaro, afetado diretamente pelo excesso de vitamina D, é preciso levar em conta se o indivíduo toma Sol diariamente ou não, se é propenso a ter problemas na tireóide ou não, etc. Esse exemplo vale para todo tipo de vitamina. Então, se você toma multivitaminas sem saber das suas reais necessidades, e se o seu organismo só precisa mesmo daquelas adquiridas na sua alimentação diária, está na hora de consultar um especialista.

Uma coisa a gente tem certeza: uma alimentação rica em frutas, legumes e verduras é tudo que qualquer corpo precisa e a excessão recai sobre aquelas pessoas onde há um registro familiar de deficiências transmitidas de geração em geração – de ordem genética ou adquirida. É preciso lembrar que a doença pode ser uma necessidade emocional. Não é uma regra, nem castigo de Deus. A natureza nos criou para sermos indivíduos saudáveis mas a gente é quem administra isso com os costumes e preferências pessoais.

Alho é forte aliado ao equilíbrio físico

garlic4.jpggarlic3.jpggarlic1.jpg Há muito tempo que alho me chama a atenção. Morei em diferentes continentes e vi que os povos conhecem o alho como um grande aliado do equilíbrio físico. Liguei para alguns órgãos públicos de pesquisa sediados em Brasília e perguntei sobre as propriedades curativas do alho. Não fiquei surpreso com a falta de respostas. O Ministério da Saúde no Brasil não entendeu ainda sua real missão.

O Engenheiro Agrônimo Nozomu Makishima, do Serviço de Atendimento ao Cliente do Setor de Hortaliças da Embrapa, apresentou-me um enorme relatório sobre o plantio do alho no Brasil, com detalhes preciosos e da maior importância para agricultores, no qual as cifras de produção já são impressionantes: Minas, por exemplo, produziu, em 1994, nada menos que 14099 toneladas de alho em uma área de 2294 hectares. Paraná e Santa Catarina são grandes produtores.O relatório do Dr. Makishima é rico e fala sobre clima, época do plantio, cultivares, escolha do terreno, irrigação, adubos, nutrientes, calagem, sistema de plantio, colheita, armazenamento, cura das doenças, pragas e inúmeros outros detalhes importantes para agricultores. Ninguém divulga esse trabalho, nem o próprio governo. O povo, que paga impostos e mantém o governo, é ignorado nas suas necessidades de saúde pública, barata, acessível e com raízes culturais regionais. O que mais me impressiona é que a Embrapa não desenvolve pesquisa sobre o uso medicinal das plantas e não há informações nesse sentido sobre o alho. Funcionária da Fundação Nacional de Saúde, FUNASA, não foi capaz de encontrar um pesquisador que falasse sobre este assunto e disse, por telefone, não ter “encontrado na biblioteca” pesquisa sobre o uso do alho nas comunidades indígenas. Parece que algumas fundações brasileiras só existem para constar nos catálogos telefônicos. Por que não empregar pesquisadores? Eu sequer mencionei comunidades indígenas e não entendi de onde ela tirou esse assunto para responder à minha pergunta. Alguém sabe se os índios têm plantações de alho?

Quando será que alguns órgãos que supostamente deveriam dar atenção ao público vão deixar cair a ficha? A operadora de um desses órgãos me pediu nome, telefone, CPF e identidade para depois dizer que “não trabalhamos com esse tipo de pesquisa”. Será que eles ainda não saíram da ditadura militar ou não há quem fiscalize o trabalho deles? Ao contrário da orientação brasileira, os norte-americanos sabem tudo sobre alho, que é uma hortaliça de cultivo mundial. Eles também sabem sobre uma infinidade de plantas brasileiras, disponíveis em cápsulas nas farmácias, com o rótulo “made in USA”. Por quê?

Segundo François Balmé, autor do livro Plantas Medicinais, o alho combate insônia, calos, pressão alta, reumatismos, vermes infantis. Mas este autor não fala de muitas outras plantas brasileiras como o Ipê, popularmente conhecido como antiinflamatório e isso é comum na literatura estrangeira. Eles fingem ignorar as plantas medicinais brasileiras mas os biopiratas são bem pagos e estão em todas as regiões do Brasil. Será que eles não conhecem ou porque não é do interesse dos laboratórios internacionais que o conhecimento popular se amplie? — o buraco é mais embaixo.

O Centro Nacional para Medicina Complementar e Alternativo dos Estados Unidos reconhece o alho como efetivo no combate a certos níveis de câncer. Já o Stanford Center for Research in Disease Prevention (Centro Stanford de Pesquisa e Prevenção de Doenças) do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (The National Institutes of Health), desenvolve pesquisa sobre os efeitos do alho no combate ao colesterol, naturalmente que com a ajuda do Governo Americano. Enfim, a Internet está cheia de artigos sobre alho, mencionando sempre os pesquisadores estrangeiros. Até quando o “Celeiro do Mundo” ficará de braços cruzados?Um dos povos que mais utiliza as propriedades curativas das plantas é o chinês. Você pode entrar em uma farmácia típica em Pequim, Hong Kong ou Taiwan e não achar uma aspirina (porque a maioria nem sabe o que é) mas há incontáveis prateleiras com todo tipo de erva medicinal. Alho é um auxiliar importante na manutenção do equilíbrio físico durante o pesado inverno chinês, onde a temperatura fica entre 5 e 15 graus abaixo de zero, por seis meses. Outro componente importante é a superpopulação. O alho evita que as pessoas adoeçam porque doenças coletivas devastariam a população chinesa.

Durante o inverno Pequim é extremamente poluída e vira um terreno fértil para gripe e doenças respiratórias. O que a população faz? Na primavera, as famílias adquirem alho fresco, descascam e colocam em compotas de vidro com mel de abelha. Quando o inverno chega, cerca de três meses depois, o alho e o mel já se integraram. Com esse processo o alho perde quase todo o cheiro e fica doce. Esta é a sobremesa preferida, gostosa, e que segura a imunidade durante os pesados seis meses de inverno. Quem não come alho fica gripado e adoece quando o frio penetra nos ossos. Há registro também do uso do alho pelos construtores das pirâmides egípcias e neste caso o alho daria força para o pesado trabalho, segundo o Dr. Andrew Weil, norte-americano. Recentemente, soldados norte-americanos foram aconselhados a usar capsulas de alho na guerra do Iraque.

Por que será que a crendice popular afro-brasileira recomenda a exposição de trança de alho contra o olho gordo e a inveja? A espiritualidade é muito sensível a cheiro, odor, sabor. Há um debate em torno de carnes vermelhas e o Mestre Ramatis chega a detalhes tão curiosos sobre isso que ninguém tem coragem de comer um bife suculento depois da leitura de um dos seus livros.É comum o cheio de rosas nos trabalhos mediúnicos como um sinal da sintonia com a espiritualidade elevada. Devido à sutileza dos seus corpos astrais, deve ser muito difícil para um espírito elevado aproximar-se de um corpo impregnado de antibióticos, maconha, carnes vermelhas, vísceras animais, feijoada, álcool etc. Ao mesmo tempo, os espíritos não-evoluídos e presos ao umbral fazem de tudo para incorporar e pedir cachaça, comida, sacrifício de animais etc. Muitos ficam nos bares e outros lugares para literalmente sugar a essência dessas “delícias” terrenas. Parece existir uma relação entre elevado com o cheio bom e atrasado com o cheio ruim, mas nada é rígido nos mundos astrais.Alho exala um forte cheiro, tem um sabor ardido e foi colocado na Terra pela engenharia espacial para trabalhar a imunidade física, cuja proteção estende-se à espiritual. A flor do alho está ligada ao raio azul. Segundo o Dr. Nozomu Makishima, alho é rico em potássio, fósfaro, sulfato de magnésio, zinco, bórax e outros. Para os chineses, é excelente antigripal e eficaz nas doenças respiratórias, o que coincide com as pesquisas de Neide Margonari.Neide Margonari, dos Florais de Saint Germain, diz: “Allium desfaz encantamentos e traz proteção aos ataques de forças psíquicas astrais e vampirismos. É um poderoso desobsessor. O floral Allium devolve a calma, o discernimento, e atua como coadjuvante nos estados de esgotamento físico e psíquico. Combate insônia, hipocondria, hipotensão, anorexia, distúrbios metabólicos, obesidade, menstruação atrasada, gripes fortes, problemas nos rins, degeneração dos vasos sanguíneos, úlceras purulentas, varizes, impinge, etc”. 

É fundamental que abramos os olhos para a junção do conhecimento de forma holística. É preciso quebrar as barreiras dos conservadores de plantão, que bloqueiam o crescimento humano e muitas vezes ignoram que somos corpo, inteligência, espírito, emoção. O corpo físico morre sem o espírito. O espírito sem um corpo não realiza os projetos terrenos.Quando será que sairemos dos postos de saúde com a lista de frutas, verduras, chás, florais, fitoterápicos e produtos homeopáticos, como é na China e na Índia? Quando será que voltaremos ao ser holístico do qual nunca deveríamos ter saído? Precisamos juntar as nossas forças para que possamos avançar no conhecimento abrangente, ilimitado, sem barreiras, para todos como se fôssemos um. A unidade multifacetada como o Sol que nos ilumina. José Joacir dos Santos  é fitoterapeuta. jjoacir@yahoo.com