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Curso livre de Formação em Terapia Floral em Brasília

Com o apoio da Associação dos Terapeutas Florais do Distrito Federal, a Delta Educação Continuada, registrada no MEC e com sede em Curitiba, traz para Brasília o curso livre de Formação em Terapia Floral, com certificado endossado pela Associação dos Terapeutas Florais do Distrito Federal. O curso tem duração de oito meses, o currículo inclui oito módulos mensais, aos sábados e domingos, com carga-horária de 120 horas/aula  e será ministrado no Centro de Ensino Viver, da 706 Norte. Início previsto para 25 de abril.  Maiores informações com Luiz Cesarino Filho, da Cia do Saber, telefone 61-3340 9090. Detalhes pelo site www.deltaeduc.com.br.

Vícios evoluem para doenças graves

Alguns medicamentos, asteróides, cafeína, álcool, fumo, maconha, cocaína e outras drogas misturadas, assim como a mistura de remédios legais com maconha, álcool ou cocaína, interferem diretamente no funcionamento equilibrado do sistema nervoso central e seus resultados variam de indivíduo para indivíduo, dependendo da constituição do sistema imunológico de cada um. Com o tempo, esses vícios evoluem para doenças graves e muitas vezes irreversíveis, isto é, incuráveis. De um modo geral, os viciados escondem ou tentam esconder, deles mesmos, os efeitos colaterais dos vícios, embora esse período de negação só contribua para a exposição e consequente intoxicação dos órgãos físicos na formação de doenças mentais, emocionais e físicas. Por exemplo, já se sabe que o déficit de atenção (ADHD) tem várias origens e uma delas é o uso de drogas e/ou álcool durante a gravidez, assim como ambientes familiares agressivos e estressantes na infância. Parentes, colegas de trabalho e amigos em geral podem identificar facilmente quando alguém está se tornando viciado ou já desenvolvendo doenças provenientes da constante exposição ao vício – autodestruição.

Como uma pessoa demonstra está viciada? As mãos tremem pela manhã, a pessoa começa a ter dificuldade de enfrentar pequenos e rotineiros problemas, isto é, de qualquer gota dágua faz uma enorme tempestade, as vezes duradoura. O cheiro da pessoa fica ácido, enjoativo. Diminui a capacidade de executar tarefas, por exemplo, o excelente motorista começa a bater o carro, brigar na rua com outros motoristas, torna-se mais distraído etc. Brigas em qualquer lugar, na rua ou em casa, por qualquer motivo. Discussões na cama… ou falta de apetite sexual. O organismo começa a pedir mais doses. Algumas doenças simples em pessoas comuns, em viciados elas não se curam nunca, como alergias, herpes, rinites, congestionamento nasal, dores lombares etc. De um cigarro passa para dois etc. Têm crises de compulsão pelo objeto do vício. Um comprimido passa a não fazer mais efeito e o corpo pede outro. Tive um cliente que tomava cinco comprimidos para dormir quando apareceu no meu consultório a primeira vez. Passa a falar mais no vício querendo a aprovação de quem escuta. A pessoa diz que fumou durante muito tempo mas deixou… É quase sempre mentira. 

O grupo de amigos passa a se reduzir ao público do mesmo vício. Neste caso, é fácil observar os amigos da pessoa porque cada um tem uma progressividade diferenciada no vício assim como mostra mais facilmente que outros viciados.  O viciado em maconha, por exemplo, vê uma notícia de aprisionamento de uma carga e cai na defensiva do uso da maconha, isto é, o viciado defende o fornecedor, seja café, álcool e de qualquer coisa. É comum o viciado em remédios ficar brigando na rua ou no balcão da farmácia quando há aumento de preço dos medicamentos. Um forte sinal é quando a pessoa começa a deixar de fazer aquelas coisas que gostava muito, por exemplo, jogar bola. Apesar de perceber que o vício faz mal, a pessoa insiste nele sem medir consequências. Outro forte sinal é que a pessoa perde o vocabulário, passa a gesticular muito e esquece o nome das coisas, chamando tudo de “coisa”, “treco” etc. Chamam as pessoas de “cara”, “maluco”, etc. Nos anos setenta, os viciados em LSD, maconha e cocaína chamavam as pessoas de “bicho” e o Brasil importou isso como se fosse “legal, mora?”.  Assim acontece com as tatuagens e outras “ importações”.

Já se sabe que o filho de alcoólatra tende a ser alcoólatra, isto é, os vícios são passados, também, genetivamente porque a informação passa para a memória celular e o código genético é transmitido de pai para filho. Cerca de 98 por cento das crianças largadas em orfanatos por pais drogados ou que morreram em consequência dos vicios têm câncer ou sérios problemas fisiológicos (por exemplo, deficiência respiratória  e cardíaca) e mentais, segundo fonte do serviço social de uma grande instituição que pediu anonimato. Também já se sabe que viciados em maconha, cocaína e remédios para dormir desenvolvem psicoses, manias, tiques nervosos,  dificuldades de raciocínio, irritação permanente, intolerância, esquecimento que evoluem para Mal de Parkinson, insônia crônica, sindrome bilolar até o nível IV, maniaco depressivo, déficit de atenção (ADHD, especialmente adolescentes e jovens até 23 anos. Eles perdem a noção de limite), lesões celebrais, deficiências renais, respiratórias, circulatórias, cardíacas, digestivas (muita prisão de ventre, dificuldade de defecar, urina muito amarela, etc.).

Quando o viciado vem de uma família com tendência a diabetes ou está no grupo de risco de diabetes como os obesos, quando mais rápido se submeter a um tratamento psicoterapeutico mais changes têm de impedir a evolução do vício e de seus efeitos colaterais duradouros ou permanentes. Se você está cometendo um dos vícios acima, corre o risco de piorar os efeitos se tomar antidepressivos. Álcool, café e chocolate são utilizados como combustíveis para outros vícios. Qualquer um deles provoca desequilíbrio nos órgãos internos como estômago, intestino, cólon, baço, fígado, pâncreas e sistema uninário (rins) se a pessoa não toma água suficiente. Dos três, álcool é o que causa mais problemas sociais e separações familiares em todo os países onde bebida alcoólica é livre. Nos EUA “methamphetamine” já está na lista de vícios. Adolescente viciado consome qualquer tipo de medicamento que pode comprar quando não tem ou não pode comprar aquilo em que é viciado.

Além da psicoterapia, o viciado deve ser olhado pela família com compaixão mas firmeza, sem julgamentos e acusações mas oferecendo a chance de tratamento. Todo tratamento depende do tempo de vício e as vezes é muito doloroso para a família ter paciência e persistência suficientes para suportar as recaídas e a quebra dos tratamentos de desintoxicação, o mais eficiente até hoje. Quanto mais cedo foi identificado o vício mais chances há de tratamento e de evitar que o vicio evolua para outras doenças acima citadas. É extremamente aconselhável que a mulher viciada ou que tem um parceiro viciado a não engravidar pelo risco de ter uma criança defeituosa mental ou fisicamente. É preciso entender que o período de negação do vício é um mecanismo de defesa, mas não é uma justificativa duradoura. Quando alguém na família ou na amizade é suspeito de ser viciado, é preciso ter cuidado e compaixão para abordar o assunto porque dependendo da maneira como isso é feito a pessoa pode reagir fugindo para um território “seguro”, pode passar a evitar quem abordou ou se aprofundando no vício. Se você observa que está se viciando, tente quebrar a frequência e se abster. A abstenção é muito dura em alguns casos, especialmente maconha, cocaína, remédio para dormir. Uma coisa que ajuda, juntamente com terapia, é: na hora da vontade, nadar, correr, dançar, tomar muita água. Por exemplo, o viciado em cocaína sente muita vontade de comer doces. Então, quando notar essa vontade, mergulhe em um esporte. Isso pode não funcionar para em alguns casos. A família ou pessoas próximas podem ajudar o viciado a ir a uma sessão dos Alcoólicos Anônimos (alguns grupos já lidam com outros vícios) ou outros grupos de ajuda e ter a coragem de pedir ajuda. Sem o apoio da família e de amigos próximo ninguém sai de um vício sozinho, mesmo com terapia. Se você é viciado e conseguiu entender este texto, tome uma atitude a favor da sua própria vida hoje. José Joacir dos Santos é doutor em psicologia oriental e jornalista jjoacir@yahoo.com

Grupo de ajuda transdisciplinar em São Paulo

Foi criado em São Paulo, capital, um grupo de atendimento transdisciplinar para dependências, abusos e compulsões. Público alvo: dependentes de álcool, drogas, tabaco, e comportamentos abusivos (comida, jogos, doces, mulheres que amam demais, compras, sexo, etc.). Além de atendimento, neste grupo os pacientes são encaminhados à terapia individual e psicohomeopatia. O grupo funciona às terças-feiras, de 18:15 às 19:30. Maiores informações pelo telefone 11-5083 6884, com Cassandra ou Katia. Favor mencionar este site como referência.

Contato imediato na mais alta montanha

sage3.jpgpassaro-preto.jpgfevereiro-006.JPGfevereiro-002.JPGfevereiro-007.JPGfevereiro-005.JPGAcompanhado de alunos, segui em direção às montanhas da costa do oceano Pacifico. Havia muitos caminhos e muitas direções, de forma que me perdi. Como não existe acaso nem coincidências, acabamos saindo  numa estrada que nos levou a uma floresta de Sálvia. Senti o cheio de longe, paramos e aqui parecia o paraíso. O forte cheiro exalava por todos os lados e em todas as direções. Eu nunca tinha vista Sálvia natural e de repente estava no meio daquela floresta do mesmo jeito que os índios nativos norte-americanos. Deixamos os carros em baixo para subirmos a montanha. Achamos uma trilha e inesperadamente um enorme pássaro preto pousou no meio da trilha. Olhou para nós, cantou, passou o bico no chão e sobrevoou. Sabia que era o guardião do lugar. Paramos e esperamos a autorização. Ao sobrevoar, a autorização estava concedida. Subimos a montanha. No topo, fizemos as práticas de Magnified Healing primeira fase. Em certo momento, eu não sabia se era eu ou a montanha que balançava. Os pássaros marinhos sobrevoavam o local e um estranho som de sino de templo veio do mar e todos ouviram. Depois da prática, a minha visão melhorou 50 por cento. Caminhei entre as pequenas árvores de Sálvia (Sage em inglês) e achei morangos silvestres pelo chão. Comi alguns para honrar o lugar. Sálvia é utilizada pelos índios (e por mim em casa) para limpeza de formas-pensamentos. A Sáliva também serve como tempeiro e como tal limpa todos os nossos corpos espirituais. Entre as sálvias, havia um planta verde, muito pequena, rasteiro, brotando flores douradas como lâmpadas solares pelo chão.

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