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AMOR INCONDICIONAL 

Cheguei a um ponto da minha careira em que tenho absoluta certeza do que faço porque adoro o que faço. Com tantas histórias com finais felizes, precisava ir mais profundo e desafiar o velho ditado de que “santo de casa não faz milagres”. Fiz uma longa viagem para ver meus parentes, especialmente a minha mãe, de 88 anos, com dificuldades de lembrar o meu nome. Portadora de um diagnóstico médico aparentemente irreversível, uma vez que mandaram ela ir para casa porque não tinha “nada a fazer”, ela tem a fama de mulher brava e forte. Mesmo assim, a frieza da resposta médica a fez entrar em profunda depressão, as dores vieram à tona, o medo de morrer ao mesmo tempo em que passou a se despedir de tudo e de todos. As dificuldades físicas também aumentaram, inclusive para comer, defecar, dormir, respirar e até tomar banho – em muitos casos, essas notícias dadas sem preparar o cliente apressam a sua morte, e de maneira emocionalmente dolorida. Claro que é preciso dizer que ela é, como sempre foi, cabeça-dura. Apesar de ter um jardim cheio de plantas medicinais, de ter receitas prontas para todos os males, não toma nada. Aquelas panelas de alumínio e tefal, as quais apontei com dedo firme há muitos anos como cancerígenas, nunca foi ouvido. Aquela alimentação pesada à noite sempre foi tida como excelente, forte, sustança.  Naturalmente que esses hábitos são aqueles que ela aprendeu na infância e adolescência, há mais de setenta anos, e, como aqueles que não estudam muito, a resposta para tudo é a mesma: na minha época, tudo era melhor que hoje! E assim ela repetiu todos os hábitos dos seus pais, vizinhos e pessoas que conheceu em seus verdes anos. O grande erro que pessoas que assim pensam comete é não acreditar que o tempo passa e a gente tem que se atualizar porque o mundo é diferente a cada segundo. A alface de oitenta e oito anos atrás não era igual à alface de hoje, assim como o ar, a terra, a genética etc. Fazer esses fatos serem reconhecidos é difícil, ainda mais da parte de filhos. Ao ficar cara a cara com minha mãe, e sua fragilidade física, reproduzi a imagem de muitas outras pessoas que jamais se preparam para a velhice como se só acontecesse com os outros. Claro que a geração dela só soube o que era trabalho, mais nada. A primeira reclamação que ouvi foi “não ter mais energia para acompanhar a reforma das minhas casas”. Apesar das emoções envolvidas, talvez  unilaterais, decidi encará-la como se fosse uma cliente que me desafia na terapia. Sabedor das poucas changes de  um tratamento físico, inclusive por resistências da parte dela, ofereci algo que ela jamais acreditou: um tratamento espiritual-energético. Aquele olhar de incredibilidade eu já tinha visto inúmeras vezes. A diferença agora era: estava preparado para enfrentá-lo sem ser intimidado, diminuido ou ignorado.  Foram inúmeras horas de terapia que me fizeram soltar o que tinha que ser solto da minha parte – e foi a melhor coisa que pude fazer na vida por mim mesmo.Aproveitei da fragilidade dela e ajudei a deitá-la na maca. Nunca tinha tocado nela. A primeira coisa que fiz foi viajar até o dia em que fui gerado em sua barriga e enviar todo o perdão, do fundo do meu coração, para toda e qualquer memória ali existente a esse respeito. Fui mais fundo, até sete gerações e nesse momento ouvi o primeiro ronco. Confesso que ele também serviu para que eu relaxasse e pudesse seguir em frente com mais segurança. E fui. Senti a presença de mentores e obsessores. Assessorado, servi de intermediário naquilo que foi possivel e fiquei surpreso com o enorme sentimento de compaixão que senti por aquele momento.  O mundo inteiro fez um enorme silêncio. O vento entrou pela janela e me trouxe um profundo sentimento de paz. Introduzi Reiki no tratamento e o fogo divino logo se manifestou em minhas mãos. Chamei todos os ancestrais e fizemos fila na direção do Sol Central. Olhei para mim mesmo várias vezes, sorrindo, para acreditar que tudo aquilo era verdade e estava acontecendo. Esperei que ela acordasse, falante, querendo comida…Nos dias que se seguiram deixei que ela falasse. Um dos momentos mais emocionantes foi ouvi-la recitar as poesias do seu amado pai, as histórias da mediunidade de um homem no século passado que via coisas do século presente sem nunca ter saído da sua vila ou ter ido a uma escola. Aquela era a mãe que eu jamais tinha visto. Aos poucos ela tomou banho sozinha, vestiu-se, perfumou-se e começou a falar na casa da praia, na casa do campo, em todas as suas casas e eu logo me preparei para viajar. Minha irmã entou na sintonia e nos dirigiu a todos os lugares que ela quiz visitar. Pessoas conhecidas, que já esperavam a notícia de sua morte, não conseguiam esconder a surpresa em vê-la em pé, cheia de projetos de construção, reformas, investimentos, como se o dia tivesse apenas amanhecido…

Ao me despedir, ela me abraçou e eu jamais vou esquecer aquele abraço porque nunca houve outro igual na nossa vida atual. Seu choro e sussurros foram um complemento inesperado! E eu jamais fui tão agradecido ao universo por tê-la iniciado em Reiki e doado o meu espírito naquele tratamento que deverá fazer uma grande diferença no seu retorno à casa do pai – apesar das possíveis dores que o lado físico deverá proporcionar nos dias que seguem a sua contagem regressiva. Sou um homem muito feliz e acredito, mais do que nunca, que tudo é possível ser resolvido com amor incondicional.

A origem africana do eletromagnetismo

Se não fosse a garantia da liberdade de expressão nos Estados Unidos o livro que vou indicar abaixo jamais teria sido publicado: The ANKH, African Origin of Electromagnetism, escrito por Nur Ankh Amen. Tem menos de 150 páginas e você precisa ler um pouco e parar porque não é fácil de compreender porque requer conhecimentos básicos de física. É um livro impressionante que vai fazer você repensar tudo o que você aprendeu até hoje sobre os “inventores” europeus do eletromagnetismo, da lâmpada, da bateria e, principalmente, sobre o uso do eletromagnetismo pelas antigas civilizações do Egito. Você também vai ficar indignado com as chamadas “expedições” da França e da Inglaterra nas pirâmides e sites históricos do Egito antigo. Talvez você vá começar a chamar essas “expedições” de saques, roubo de tecnologia ou coisa parecida. Não existe a tradução em Português. O livro provocou uma grande discussão nos EUA, tendo de um lado os brancos ofendidos acusando os negros de racismo e os negros fazendo a mesma coisa. Mas essas brigas não são brasileiras. Já imitamos coisas negativas estrangeiras demasiadamente, chega. O importante é ler o livro e começar a re-repensar.

A hora desmarcada

casa-nova-012-2.JPGcasa-nova-003-2.JPGcasa-nova-005-2.JPGnatal-2007-001-2.JPGA sensação era a de que um aspirador estava me sugando pelos pés. Acordei, olhei, não vi nada. Tentei voltar a dormir quando ouvi uma voz dizer, relaxe! Em segundos, chequei a energia, percebi que era amigável e relaxei. Sai do corpo imediatamente, de uma forma que jamais tinha experimentado. Estava congelado como roupas saindo da lavanderia, naqueles sacos plásticos. Fizemos uma viagem demorada, sem problemas, como se eu fosse um bebê de colo, quietinho e confortável. Percebi que o destino era o interior da Paraíba, na fronteira com Pernambuco, um local sombrio. Ao chegar, quem me conduzia deu um vôo rasante de forma que a ponta dos meus pés se arrastassem pelo chão, como um boneco de pano. O chão foi iluminado, Quando a luz clareou o chão, lá estava eu, morto, ensanguentado, em um matagal.Percebi que todo aquele cuidado, como se eu fosse um bebê, era para que a cena não me chocasse. Ao me ver no chão, morto, e ao ouvir a voz anunciar o meu nome e a data da morte, fiquei emocionado, mas não chocado: era o ano de 2003, exatamente na época da minha viagem de carro de Brasília para a Paraíba, passando pela rota chamada pela polícia de “rota da maconha”. Naquele trecho, inúmeros caminhoneiros e motoristas comuns foram assassinados por ladrões e traficantes anos atrás e eu só fui por aquela rota porque me perdi no interior da Bahia. Veja o meu texto “O sacrifício dos pássaros guardiões”, na janela de Xamanismo, e  você entenderá o que aconteceu naquele dia da viagem e naquele trecho da estrada.Naturalmente que só me foi mostrado tudo isso porque tenho condições emocionais para ver. Por que houve a interferência do universo e o adiamento da minha morte? Porque, anos anteriores àquela data, recebi uma visita espiritual me cobrando que traçasse o meu próprio caminho para realizar a minha missão aqui, e prontamente deixei o caminho que seguia para ouvir o caminho do meu coração. Se a minha morte não tivesse sido adiada, mais de cinco mil clientes não teriam sido trabalhados, mais de trezentos alunos não teriam sido iniados em Reiki, Magnified Healing e Light Healing, mais de quatrocentos artigos não teriam sido escritos. Inúmeras pessoas, de diferentes países e línguas, não teriam sido tocadas por minhas palavras e ações. Eu não teria feito duas pós-graduações, mestrado e doutorado e vários cursos de aperfeiçoamento técnico-espiritual. Agora, me responda: e se hoje fosse a sua hora?

Livros de Ramatis

ramatis1.jpgramatis221.jpg Uma das experiências que mais gosto é quando os espíritos me empurram para ler algum livro. Assim conheci Ramatis. Ele é direto, não coloca panos quentes na cabeça de ninguém e é, acima de tudo, extremamente informativo. Ele não guarda nada. Quando precisa ser de forma sutil, ele faz, assim quando escreve através do grande irmão  Roger Bottini Paranhos. Ao longo do tempo ele tem passado os seus conhecimentos através de vários médiuns. Eu tive a alegria e a emoção de ter a sua amável influência nos meus artigos também. Então, para você que é terapeuta, mestre Reiki, reikiano, psicoterapeuta, trabalha com a saúde de alguma forma ou simplesmente quer crescer espiritualmente, indico todos os livros de Ramatis, independente do médium que recebeu a psicografia. Há livros que você precisa parar no meio, dar um tempo e voltar à leitura de tão profundos e informativos que são. O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de livros espiritualistas graças a nossa feliz e multicultural sociedade.

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