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Gengibre combate problemas da secura ou da umidade

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DOENÇAS DO INVERNO

A grande maioria dos brasileiros não sabe conviver com as cinco estações do ano, embora elas não sejam claras em algumas regiões do país. Quem mora em país onde elas são claras sabe mais, por instinto e por esse cuidado já ser cultural, o que não ocorre no Brasil. No nosso país as famílias se desgarram cedo e os filhos não absorvem a sabedoria repassada de pai para filhos. As estações são a maneira que a Terra encontra e foi programada para se curar, se manter vida e sadia. Tudo o que existe no universo tem essa sabedoria, assim como o pássaro abre a casca do ovo para nascer e mesmo com os olhinhos fechados abre o bico para a mãe dar de comer. Então, é comum a gente ver pessoas usando roupas de inverno no verão e vice-versa. Se elas não compreendem isso e sequer sabem se vestir, imagine o que se passa na cozinha dessa pessoa. O universo interno da gente também tem as cinco estações e as temperaturas são mais altas ou mais baixas do que a temperatura externa. A pele de todo o corpo é  um grande meio de transporte e equilíbrio entre a temperatura interna e a externa, assim também como é responsável pela entrada de ar externo. Passar frio é caminho do adoecimento, assim como o é calor em excesso, ar poluído, água do banheiro cheia de cloro e ferrugem, excesso de creme de beleza, shampoos, óleos, amaciantes, roupas em excesso ou em falta.

A nível interno, o divisor de águas entre a saúde e a doença é a alimentação e a água. Engana-se plenamente quem substitui água por sucos ou refrigerantes. Tudo dentro da gente é regido pela química. A química da água é extremamente essencial para o equilíbrio interno de todos os órgãos, vísceras, criação de sangue novo, circulação, refrescamento e transporte dos alimentos e dejetos. A falta de água muda o comportamento dos órgãos e sistemas internos e isso pode afetar até o comportamento e o  humor da pessoa. Quem não toma a quantidade de água necessária diariamente tende a ser rígida, ríspida, agitada, angustiada, mal-humorado, com dificuldade de compreensão etc. A alimentação é o combustível do corpo. O desempenho do corpo depende dos nutrientes extraídos dos alimentos. O grande problema da pobreza é que uma pessoa má alimentada não pensa, não raciocina direito. Já se sabe que alimentos cultivados com adutos químicos adoecem. A planta alimentada com adubos não tem a quem reclamar. Como a natureza lhe deu a função de produzir alimentos então ela produz, embora contaminados. A boca, por si, só tem a função de verificar os sabores, não de checar se os alimentos foram cultivamos com adubos químicos.  O instinto de sobrevivência nos ensina a utilizar a inteligência para presentear o nosso corpo com o melhor e mais saudável possível, para que ele se mantenha estável e equilibrado para sustentar a chama da vida.

As cinco estações têm suas funções distintas e necessárias para completar os ciclos, assim como cada um de nós nasce, cresce,  se desenvolve, decresce e morre. Cada uma delas também tem esse movimento em si mesmas e o inverno traz o renascimento, o nascimento e a morte. Em algumas regiões do país agora é inverno mas não chove, o ar é extremamente seco, como Brasília. Outras chove mas a região é muito produtora de poluição, como São Paulo. Internamente, cada ser que vive nessas regiões tem que atentar para essas peculiaridades e adequar a alimentação. A orientação básica é: coma muita fruta e só aquelas da estação produzidas na sua região. O termômetro para saber se uma fruta está fora da estação ou vem de outra região é o preço. A natureza oferece o fruto certo para cada época do ano. Ao mesmo tempo há alimentos para cada estação, como, por exemplo, a melancia só é propícia no verão ou no clima seco. No verão do Rio de Janeiro ou Nordestino o que você não precisa comer é maçã. Já no inverno de Porto Alegre uma maçã por dia vai muito bem. O grande segredo para passar o inverno sem problema algum de saúde, quer seja úmido ou seco, é gengibre. O inimigo do inverno é cominho porque não se dá bem com as funções do fígado.

Gengibre é chamada cientificamente de Zingiber Officinale, da família Zingiberaceae. Há registros gregos do uso dessa maravilhosa raiz (rizoma) originária da Ásia há mais de quatro mil anos. Eles importavam do Oriente e adicionavam até em bebidas. Os espanhóis cultivaram a planta a partir do século XVI e introduziram nas Américas via Jamaica. O Brasil passou a fazer mais uso dela com a imigração de orientais desde a primeira guerra mundial. É utilizada na medicina  chinesa para estimular a circulação, equilibrar as funções estomacais, revigorar e produz uma infinidade de benefícios inclusive respiratórios. A população chinesa não vive sem gengibre e a utiliza no inverno também com a função de aquecer o corpo. O chá é bastante eficaz nas disfunções estomacais, dores de cabeça depois das refeições, mal-estar e enxaquecas. A maneira mais fácil e eficaz para toda a família se beneficiar das inúmeras propriedades curativas do gengibre é cortar em pequenos pedaços e cozinhar junto com qualquer carne, exceto peixes. A raiz é também aromática e antiviral. Então, no inverno seco e com umidade baixa quanto no inverno úmido, o gengibre melhora as funções respiratórias porque desinfecta, desinflama e melhora a imunidade. As crianças aprendem tudo com os pais. Pais cheios de quereres prejudicam o desenvolvimento equilibrado dos filhos. Quem escolheu ser pai ou mãe não pode impor os quereres aos filhos, deve ensiná-los a viver de bem com todos os alimentos. Um suco delicioso, saudável e nutritivo para climas secos ou úmidos é acerola, laranja e um pedaço de genbibre passado no liquidificador. Hummm.  José Joacir dos Santos é jornalista e fitoterapeuta. Jjoacir@yahoo.com

Fui abduzido sem violência

ufo.jpg   Por José Joacir dos Santos

         Em todos os contatos com seres de outras dimensões, desde os sete anos de idade, sempre tive que brigar para não ir com eles porque a maneira forçada como eles faziam contato parecia ser sequestro, invasão de privacidade ou qualquer outra definição parecida. Todos pareciam não ter sentimento algum e pouco ligarem para os meus protestos. Os primeiros contatos foram na Paraíba, depois em Brasilia, em Jakarta, na Indonésia, e em um quarto de hotel em São Paulo. Os seres que me apareciam era rudes, me pegavam à força, congelavam e/ou paralizavam os meus movimentos para me puxar para os seus veículos. Há uma “coincidência” estranha nisso: esses contatos agressivos sempre aconteciam em Brasilia quando havia manifestações políticas nas ruas, com quebra-quebra, envolvendo os sem-terra, e em Jakarta durante o quebra-quebra promovido por grupos islâmicos contra a independência do Timor Leste – qual seria a conexão? Seriam esses acontecimentos inspirados? Muitas vezes tive que chamar os meus mentores espirituais, guias e pedir a interferência deles porque o assédio era constante e sempre grosseiro, forçado, que me fazia perder a consciência e não registrar muitos detalhes. Alguns vezes não adiantou chamar ninguém. Na minha irfância e adolescência era horrível porque eu não tinha religião e nem a quem chamar. Certa vez toda a instalação elétrica da casa ficou em pane por horas em Jakarta, sem que o mesmo ocorresse com a vizinhança. Todos os aparelhos eletrônicos também pararam de funcionar, até o alarme da casa. Os seres são de diferentes lugares no universo e têm diferentes propósitos na nossa dimensão. Alguns deles tratam o ser humano da mesma forma que o humano trata os chipanzés nos zoológicos. Ontem, essa história mudou.

 É bom esclarecer que isso não é viagem astral, não é aparição de espírito, não é sonho e nem sou esquisofrênico como a turma ortodoxa gosta de classificar as pessoas com essa habilidade. A viagem astral é um desprendimento natural do corpo, com ou sem ajuda de mentores, onde o corpo físico fica ligado ao corpo espiritual pelo cordão prateado, embora algumas pessoas não precisem mais do cordão prateado, e elas têm sempre o propósito de visitar lugares conhecidos, pessoas, fazer resgates e aprender. Servem como empurrão para pessoas que têm missões fortes a cumprir e estão paradas por alguma razão. Espírito só aparece a quem tem conexão para ajudá-los porque os obsessores nem aparecem e só atrapalham. A interferência deles é nítida e pode ser verificada por quem conhece. Há quatro estágios nos sonhos, e você pode ler sobre eles em outro artigo meu. Esses contatos com seres de outras dimensões são bem reais e envolvem o corpo físico como ele é e o contato é direto, onde se pode ouvir e ver os veículos utilizados, bem como tudo ao redor – o objetivo é quase sempre buscar cobaia para pesquisar o ser humano, física ou mentalmente. Pessoas com esquisofrenia não lidam com nenhum dos casos acima porque a doença está ligada à memória celular da própria vítima – felizmente tenho plena saúde.

 Por volta das seis da tarde, com o Sol alto no horizonte, televisão ligada, respondendo a e-mails na internete, senti forte barulho interno, no ouvido, tremores no corpo, peso físico. Já sei que isso é chamada para contato. Olhei ao redor e não vi nada, mas quando comecei a perder o interesse pelo que estava fazendo percebi que era hora de deitar – porque senão perco o controle físico. Assim que deitei senti o vidro da janela do meu quarto vibrar como um vento forte. Olhei e não vi nada, mas senti uma onda magnética pelo quarto inteiro. Quem é? Perguntei, como de costume, e nada! Fechei os olhos e vi um ser junto aos meus pés na cama, em branco prateado, luminoso. Perguntei o que queria e ele me mostrou um quadro com um programa, calendário, agenda, horas e mentalmente me disse que queria me convidar para participar daquele programa. Questionei o programa e ele me mostrou o sistema neurológico do cérebro em uma tela e perguntou se queria experimentar antes. Respondi positivamente e ele me fez entrar no meu próprio cérebro e ver as camadas cerebrais, os circuitos, as cavernas, a memória “líquida” percorrendo os neurônios parecendo estalactites. Fiquei encantado também com a cor interna do cérebro e disse que gostaria de participar. Ele me mostrou quantas pessoas participariam do programa, cerca de 20 mil, em 191 países, de diferentes raças e projetou uma espécie de contrato (só imagens) nas minhas mãos, parecendo um tábua eletrônica. Olhei o “contrato” e disse sim. Usando uma espécie de laterna manual, ele projetou sobre o meu corpo uma luz branca que dava a sensação de geléia, pegajosa. O meu corpo entrou na luz, que me levou imediatamente e numa velocidade fantástica, como se a casa não tivesse paredes, para um veículo estacionado na rua, quadrado, como uma ambulância, suspenso no ar e de uma claridade que ofuscava a minha vista.

 Do lado de fora havia uma mulher mais ou menos da minha estatura, oriental, falando em japonês com aquele que me guiava. Ao entrar no veículo, a luz se fundiu na própria luz do veículo e me projetou em um outro, muito grande, estacionado em uma região do deserto da Califórnia. Lá, deitado, a mesma pessoa que me conduziu reapareceu, entre outras, algumas falando japonês e outras que não falavam com a boca, apenas telepaticamente. A energia do lugar era tão forte como um calor que nos faz dormir e o meu corpo caminhava para o sono, sentindo um estranho frio interno. Percebi que eles projetavam tudo o que eu pensava em uma imensa tela e minha voz mental era audível como se um enorme autofalante estivesse ligado – adorei essa parte e se não fosse interrompido teria pensado muitas coisas para ver as imagens. Alguém me mostrava as partes do cérebro, do lado direito, onde são possíveis, segundo a orientação, desenvolver a capacidade de pensar e executar mais de uma coisa ou pensamento ou projeção de imagem ao mesmo tempo e eu adorei fazer isso (não sei se a ciência pensa assim). Fiquei meio embaraçado, mas por pouco tempo, quando vi que o telão projetava o meu corpo completamente nú (tinha pensado que estava nú) para toda a audiência mas vi que ninguém se preocupava com isso. Em certo momento, alguém disse que o meu corpo perdia muita energia e precisava ser “recarregado”. Outro alguém projetou porções de algo parecendo bolas de sorvete coloridas na frente da minha boca e me mandou morder, mastigar e engolir. Assim que comecei a fazer isso, senti a energia do meu corpo se estabilizar, o sono diminuir e o calor interno aumentar. Era gostosa a “comida”, mas não tinha sabor conhecido e se desmanchava na boca como sorvete. Muitas outras experiências foram feitas e me comprometi a não revelar, entre elas, a minha capacidade de ver sem óculos.

 Quando acabou, aquele ser inicial disse, por telepatia, que era hora de voltar e já marcou o próximo encontro. Projetou novamente a luz sobre o meu corpo e me mostou o veículo do lado de fora, pequeno, mas disse que eu tentasse caminhar sozinho até o veículo mas não entrasse, ficasse atrás. Assim o fiz. Logo que fiquei atrás o veículo desmaterializou e eu me vi só, dentro daquela bolha de luz gelatinosa e todos eles me olhando. Um deles disse: pense agora no lugar onde lhe pegamos. Pensei na minha cama e numa velocidade que jamais pensei existir fui trazido de volta para a cama. A sensação de voltar foi maravilhosa e o cobertor estava quente com a energia que eu trazia, de forma que os pelos todos se arrepiaram. Olhei imediatamente no relógio de cabeceira e haviam se passado quatro horas certinhas. A casa estava toda iluminada, o computador e a televisão ligados e os meus vizinhos devem ter estranhado o barulho já que àquela hora geralmente estou dormingo: 22:30.Andei pela casa, meio mole, desliguei tudo e estava com uma fome imensa. Foi ao banheiro e houve uma volumosa limpeza, ao ponto de ter que dar mais de uma descarga no vaso. Espantado, lembrei que sequer tinha jantado antes do acontecido e só me alimentado daquilo que foi servido no laboratório deles. Qual seria o motivo dessa que chamo de limpeza? Pensei que iria ficar a noite inteira no vaso… Abacai não comendo nada. Ao contrário do que acontece quando durmo durante o dia ou tenho visitas espirituais, voltei para a cama e dormi a noite inteira amanhecendo com uma sensação agradável de felicidade, disposição e como se a minha cabeça tivesse diminuido de tamanho. O mais interessante foi ver os carros pararem para mim quando caminhava para o ponto do ônibus, o que normalmente não acontece… Parei esperando eles passaram mas alguém parou, acenou que eu passasse e todos os outros ficaram esperando. O que estaria acontecendo? Percebi que estava com forte carga magnética, que durou o dia inteiro. Outra detalhe interessante é que tudo o que estava pendente na minha vida andou de alguma forma. Espero ter permissão para continuar narrando esses encontros. San Francisco, 25 de maio de 2007. José Joacir dos Santos é jornalista. jjoacir@yahoo.com Foto copiada da internete.

O céu é para todas as estrelas

takata2.jpg         No Oriente há um ditado segundo o qual “quando o aluno está preparado, o mestre aparece”. Isso é muito verdadeiro e obviamente serve também para aqueles que vendem e para os que compram certificados de Reiki pela internete sem saber da encrenca universal em que está se metendo e quem está por trás do “negócio”. Essas pessoas se merecem, assim como como o aluno e o mestre. Assinando em baixo o velho ditado popular, eu esperei que os alunos batessem na minha porta para começar a dar cursos de Magnified Healing e Reiki porque esse é o melhor termômetro que se pode ter. Há uma imensa diferença entre mestres orientais e ocidentais. A maioria dos orientais não precisa viver dos cursos e recusam alunos desprepados porque têm a independência da escolha. Mas os ocidentais, na maioria, são dependentes financeiramente, precisam dos cursos de Reiki para viver. Não escolhem seus alunos, tornam-se vulneráveis às mudanças energéticas naturais do tempo, do espaço, à natural saturação do “mercado” de alunos disponíveis, e acabam inundados por energias incompatíveis. 

          Não ter outra profissão e viver de cursos de Reiki pode ser um risco até para a saúde física e mental. Ativar a energia de iniciação requer muito equilíbrio emocioal e saúde física – ambas têm que ser cultivadas diariamente. Do contrário, os mestres adoecem física, mental, emocional e espiritualmente. Alguns ficam também egocêntricos, perdem a coerência e atropelam os próprios ensinamentos, isto é, falam uma coisa e fazem outra, como se eles estivessem isentos do aprendizado, da prática e da ética. Falam de libertação emocional e estão presos a suas próprias confusões mentais de todas as origens – familia, afeto, ética, finanças. Formam alunos e não querem que eles entrem no “mercado”. Alguns até nem formam mestres com medo de perder o “mercado”. A tática desses é dizer que os alunos não estão preparados para o mestrado, só eles são preparados para ensinar, esquecendo que os alunos refletem o ensinamento do mestre. Outros só formam mestres de regiões distantes para não ter que competir com eles perto de casa, esquecendo que o universo dá voltas e é muito pequeno. Todos eles esquecem a missão original dos mestres que é espalhar o conhecimento, embora o universo esteja atento a todos os nossos passos. Essa missão as vezes se confunde com restringir o “mercado” para garantir o próprio faturamento.  O desequilíbrio chega a um ponto do mestre achar que ele ou ela não precisa de Reiki, só de dar cursos e fazer dinheiro. Quem trabalha com energias pensando no mercado acaba vendo com os próprios olhos a ausência do mercado.

             A terapia Reiki foi criada vizando as necessidades da sociedade moderna, incluindo aí o lado sagrado do dinheiro como recompensa pelo trabalho, tempo e dedicação. O universo jamais pensou que o ser humano fosse se prender tanto à ganância pelo dinheiro quanto à fixação pela pobreza baseada na culpa e no medo de lidar com a vida. Portanto, é natural que o mestre cobre pelo seu trabalho mas é adoecedor quando a necessidade do dinheiro faz o mestre passar por cima da ética, da honestidade, do compreensão, do equilíbrio entre o certo e o errado, do egoismo. Há mestres capazes de calunear, mentir e chantagear pessoas quando elas se recusam a entrar nesse ciclo doentio. Conheci uma mestre que quando o aluno não queria fazer o que ela queria, ela dizia a ele em tom sombrio e ameaçador, naturalmente que chantagista: eu sou a sua mestra! Também conheci um mestre que achava que seus alunos deveriam preparar os seus cursos, seminários, divulgar o seu trabalho e estar sempre dispostos a lhe ajudar nas suas necessidades básicas de relacionamento com as pessoas e, naturalmente, repassar todo o dinheiro arrecadado. Outros organizam cursos nas não fornecem o material devido, mandam apostilas por email e não dão os certificados ao aluno no final do curso. Uma aluna do Paraná me escreveu para denunciar que sua mestre jamais lhe deu o certificado. Depois do curso “ela sumiu, sequer responde a emails e telefonemas”. Outros falam mal de outros mestres sem saber que isso é chantagem e falta de ética moral e espiritual.

            Como em todas as profissões, é preciso ter muito cuidado com a quantidade de pessoas malucas que tornam-se mestres. Em outras profissões, como jornalista ou psicanalista, há o compromisso com a ética e com o universo como um todo mas em relação à terapia Reiki o compromisso é muito maior porque se lida com a energia universal como produto do trabalho e isso não é como um artigo escrito para um jornal ou uma sessão de terapia onde o cliente paga se não aparecer e é natural cobrar. O céu é para todas as estrelas, mas há que se lembrar que algumas morrem com o tempo. Os astrônomos dizem que quando uma estrela está para morrer ela pára de emitir luz. Ao mesmo tempo ela pára de receber luz e vira um pedaço de pedra inútil no espaço. Mestre Reiki sem alunos é sinal de perda de luz. Quando isso ocorre, é preciso parar e verificar com clareza onde o universo começou a não emitir luz ou a não receber luz. As vezes é preciso ajuda externa para se perceber esse sinal e isso só é possível com terapia.  José Joacir dos Santos  é mestre Reiki.

Enfim a ciência prova: energia é transmitida à distância

lampioes3.jpg Nas primeiras iniciações que me submeti fiquei encantado com a capacitação recebida que me fazia receber e transmitir energia vital à distância. Mesmo frequentando a Comunhão Espírita por muitos anos, antes de ir para o Oriente, e tendo, com isso, acesso a toda a gama de conhecimenos na frente do tempo, questionava a possibilidade da energia ser transmitida a distância, sem interferir dos fios eletromagnéticos de quem recebe. Lembro que eu só tinha 20 anos e naquela época nao tinha internete. Quando conheci o Reiki a dúvida foi a mesma. Se a transmissão de energia efetuada através do passe magnético requer a utilização da energia (chi) do passista, como seria possível transmitir a energia universal do Reiki sem ficar esgotado? Bom, quem faltava conhecimento na época era eu. A ignorância era só minha porque o universo está além disso tudo. A minha avó morreu dizendo que o astronauta jamais pisou na Lua e quando viu o primeiro aparelho celular disse que aquilo era invenção, não era verdadeiro porque não tinha fios para receber e transmitir a conversa telefônica.

A ciência oficial e as seitas protestantes, assim como a parte radical da Igreja Católica ainda questionam muita coisa, especialmente no Brasil onde têm sempre um político no congresso para defender suas teses atrasadas, já que a Biblia fala o tempo todo de cura. O próprio Jesus curou pessoas à distância.

Sem conteúdo e nem experiência, algumas pessoas batem o martelo contra as terapias complementares, especialmente energéticas, apesar dos Ministérios do Trabalho e da Saúde terem legalizado várias terapias que já existiam antes do descobrimento do Brasil. Aos poucos as forças universais estão dobrando essa gente que retarda o crescimento das pessoas e da nação como um todo, inclusive de bons e honestos profissionais da saúde que já sabem que a espiritualidade está, como sempre esteve, à frente da ciência.

Agora é a ciência quem afirma: a energia pode ser transmitida a distância e sem fios! A notícia foi divulgada dia 08 de junho de 2007 pela agência britânica BBC, embora a experiência tenha sido nos Estados Unidos, onde a ciência oficial funciona em cartel, embora a corte suprema norte-americana, ao contrário de alguns tribunais regionais brasileiros, derrube todos os processos movidos contra as terapias holísticas. A notícia relata que “pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT)” (http://web.mit.edu) acenderam “uma lâmpada de 60W localizada a dois metros de distância da fonte de energia”, sem fios conectados entre ambos os objetos. “O sistema funciona criando um campo magnético entres duas bobinas de cobre, uma na fonte de energia e outra no aparelho eletrônico. A lâmpada foi acesa mesmo quando foram colocados objetos entre ela e a fonte de energia”. Se não fosse uma notícia da BBC poderia ser um texto psicografado por Chico Xavier, não é verdade? Mas, podem se preparar que a ciência vai ainda imitar a espiritualidade, e muito, nos próximos anos!

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