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Telefone celular volta a ser alvo de acusação contra fertilidade

Pouca gente leu, e certamente que as companhias fabricantes de aparelhos de telefone celular agradecem,  um estudo publicado na edição de setembro de 2006, volume 9, número 3, do New
England Journal of Medicine (
http://content.nejm.org) sobre os efeitos colaterais do uso dos aparelhos celulares de cada dia, já objeto dessas denúncias há mais de cinco anos. A publicação mostra estudo científico realizado com 364 homens indianos submetidos a tratamento de recuperação da fertilidade  em clínicas da Índia. Entre eles, o estudo diz que aqueles que utilizavam aparelhos celulares por quarto ou mais horas por dia, ou que simplesmente carregavam o aparelho no bolso da calça, apresentavam número muito baixo de produção de espermatozóides sadios. Aqueles que utilizavam o celular apenas por duas a quatro horas por dia apresentavam um número mais elevado que o primeiro grupo, mas ainda com incidência de mortalidade. Aqueles que não utilizavam celulares tinham poucos espermatozóides mas sadios. O estudo reconhece a necessidade de estudo mais profundo no assunto e a American Society of Reproductive Medicine acrescenta que o celular pode ser um fator a mais sobre aqueles homens estressados, sedentários e que comem sanduiches, massas prontas e pizzas fáceis pela rua. O jornal trambém diz que o pouco consumo de frutas e verduras contribui para a pouca produção de esperma e de espermatozóides sadios. Laranja natural, folhas verdes, tomates e pimentões vermelhos estão associados ao aumento da fertilidade masculina. Já o Journal of Medicinal Food, de setembro de 2006, apresenta a vitamina “C” oriunda de frutos vermelhos como a acerola como  responsável por sensível aumento na produção de esperma e espermatozóides sadios. Eles não chegam a dizer claramente que a irradiação, seja de telefones celulares ou de computadores e eletrônicos interfere na saúde dos testítulos e talvez aquelas pessoas frissuradas nos aparelhinhos nem notem a falta de vontade da prática saudável do sexo. Quando a ciência vai dizer isso?

Merck adere aos fitoterápicos contra câncer

cancer-estomacal.jpg 

As crescentes denúncias, feitas por médicos nos Estados Unidos, contra medicamentos que causam mais danos do que favorecem a saúde teve outro grande aliado quando a Merck, uma dos cinco maiores laboratórios mundiais de medicamentos alopáticos, anunciou a assinatura de contrato de produção de medicamentos fitoterápicos com o também gigante produtor de medicamentos fitoterápicos da China, o laboratório Chi-Med. A Merck diz que vai largar a produção de medicamentos alopáticos para câncer para substitui-la por fitoterápicos chineses. O Chi-Med se diz detentor de um banco de 10.000 ervas medicinais e entre os seus medicamentos fitoterápicos a Merck está de olho especialmente naqueles contra câncer pulmonar e estomacal – a maior ocorrência nos Estados Unidos.  O lado ruim desta história é que a Merck e outros grande laboratórios da chamada “indústria de medicamentos” começam a olhar com olhos gordos a fitoterapia e poderão fazer com ela o que fazem hoje com os medicamentos alopáticos, os quais não têm comprometimento com a saúde pública mas sim com os lucros financeiros em cima da miséria humana. A Merck é contra as iniciativas do Brasil de quebrar a patente de medicamentos, inclusive para o tratamento de Aids (Hiv), que são caríssimos até nos EUA. Sabe por quê? Só e exclusivamente por causa do lucro financeiro, nada mais. O Brasil atual é líder na quebra de patentes e isso nos orgulha muito e beneficia uma infinidade de pessoas que recebem medicamentos gratuitos do governo brasileiro — uma iniciativa que os Estados Unidos desconhece.

Antidepressivo diminui a fertilidade masculina

O LXII Encontro Anual da Sociedade Norte-Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM), sediado em New Orleans, trouxe inúmeros assuntos polêmicos até para a classe médica, acostumada a se calar diante dos abusos da indústria farmacêutica. Entre eles, um estudo sobre a fertilidade masculina alerta aos homens que tomam antidepressivo à base de Serotonina, (“substância vasoconstritora existente no soro sanguineo e no suco gástrico”), a solicitar ao especialista, com urgência, uma reavaliação do tratamento antes que o dano na produção de esperma seja maior e leve a outras consequências não especificadas. O anúncio/estudo foi baseado na observação de pacientes medicados com citalopram (Cipramil, nos EUA) ou sertralina (Zoloft/Lustral, nos EUA). Essas drogas são acusadas de provocar “severa deterioração” na quantidade de esperma e na mortalidade de espermatozóides. O estudo acrescenta que em alguns indivíduos o processo foi alterado quando houve o corte da medicação.

Hemorróida e hipertensão não gostam do chá da folha de caqui

caqui2.jpg Caqui veio para o Brasil nas mãos dos imigrantes japoneses e todos nós adoramos essa idéia. Nada como um caqui vermelhinho, pronto para ser saboreado. É como beijar uma boca saborosa, doce. O nome científico é Persimmon plc. ou Diaspyros kaki e em japonês é Kaki. Há anos que os cientistas japoneses sabem que a folha do pé de caqui tem propriedades medicinais. O chá da folha verde pára o sangramento de hemorróida. É também antivirótico, ajuda a fechar úlcera estomacal e se tomado uma vez por dia pode controlar hipertensão. A fruta em sí já ajuda nos problemas de prisão de ventre, assim como o chá. Como toda erva medicinal, o chá precisa ser feito com a mesma quantidade de folhas, cerca de duas folhas para uma xícara grande ou um copo grande de chá e deve ser tomado morno, duas vezes ao dia e de acordo com o nível do desequilíbrio.  Colocar as folhas lavadas em um copo ou xícara grande, a água quente e abafar até a água ficar verde e morna, quase frio. Se você comer a fruta do caqui em excesso pode ter dor-de-barriga. Então, se ao tomar o chá tiver dor-de-barriga é porque a quantidade de folhas ou de chá que está tomando está excessiva. Uma boa xícara de chá de folha de caqui faz uma boa limpeza nos rins e a urina rapidamente sai limpa. Desintoxica. Pode ser tomado depois do almoço se tiver com a urina muito amarela e só precisa tomar dois dias seguidos. Você logo vai ver o resultado quando urinar. O chá da folha de caqui também pode ser colocado sobre feridas expostas, para lavá-las e apressar o saramento, mas só deve ser feito quando o chá está quase frio. Uma vez só não basta. O tratamento pode ser feito até a ferida fechar. No caso de hemorróida, o chá deve ser tomado e para lavar a região, com algodão, delicadeza e cuidado. É preciso lembrar que hemorróida, prisão-de-ventre, hipertensão e úlcera estomacal pode ter uma grande conexão com questões emocionais não-resolvidas, não-enfrentadas, evitadas. Para quem é bom na cozinha, em 1978 a editora norte-americana Bear Wallow Books publicou um livro de receitas de pudim, bolo, torta, salada, sorvete e molho, entre as muitas possibilidade, chamado Old-Fashioned Persimmon (Kaki à moda antiga).

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