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Ministério do Trabalho classifica Reiki e Floral como profissões

Veja nota recebida pelas Associação dos Mestres
e Terapeutas Reiki do DF e pela Associação dos
Terapeutas Florais do DF. 
Vá até o site http://www.cnae.ibge.gov.br e
faça busca com as palavras Reiki e Floral.O 
novo código é: 8690-9/01. 
“Secretaria de Políticas Públicas de Emprego 
Departamento de Emprego e Salário 
Coordenação-Geral de Estatísticas do Trabalho 

COMUNICADO -  R A I S / C A G E D  -  CNAE 
 
Senhor empregador, 
Este comunicado tem como objetivo informar 
a mudança do campo Atividade Econômica declarado
nos aplicativos da RAIS - Relação Anual de
Informações Sociais e do CAGED - Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados. A Partir de
janeiro de 2007, entrará em vigor a nova Classi-
ficação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE
2.0. Os códigos atuais serão alterados e passarão
dos atuais cinco dígitos para sete dígitos, além
de terem suas descrições modificadas. 
Os novos códigos deverão ser informados na RAIS,
ano base 2006,que Será declarada no período entre
17/01/2007 e 16/03/2007;e no CAGED, a partir da
competência de janeiro de 2007, que deve ser
enviado até 07/02/2007. Para facilitar a 
identificação do novo código correspondente à
Atividade Econômica do estabelecimento,
recomendamos a utilização do aplicativo de
consulta que estará disponível no endereço
http://www.cnae.ibge.gov.br/ 
E também no sítio do MTE http://www.mte.gov.br. 
Na oportunidade, solicitamos também o seu apoio
no sentido de preencher atentamente os campos
relacionados à raça/cor, à deficiência, ao
aprendiz e ao grau de instrução dos
trabalhadores, para que possam ser
elaborados diagnósticos mais precisos e
definidas ações eficazes de políticas
públicas de geração de emprego e renda. 
Atenciosamente, 
Maria Emília Piccinini Veras 
Coordenadora-Geral” 

 

 

 

Reiki e medicina lado a lado na UTI

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Chamado por uma amiga, fui ao Hospital Geral de San Francisco aplicar Reiki em uma senhora filipina em coma depois de uma cirurgia no cérebro. A outra senhora filipina que me acompanhava comentou, no taxi, que o trânsito não estava como haviam lhe dito que seria congestionado àquela hora. Para mim não fazia diferença porque jamais havia ido àquela parte da cidade. No hospital ninguém nos parou e na UTI apertamos a companhia da porta e ela se abriu depois de uma voz apenas perguntar meu nome.

A senhora Glória estava toda ligada a aparelhos e chamava a atenção a enorme cicurgia feita no centro de sua cabeça. Pedi a minha acompanhante que rezasse as orações que soubesse, do jeito que soubesse, enquanto eu fizesse o trabalho. Apesar de ninguém ter nos acompanhado da parte do hospital, mantive distância da paciente porque estava sem máscara. Aproximei do ouvido direito dela e comecei a falar em inglês, que ela entendia, sobre o que lhe tinha acontecido, onde estava, para não se preocupar com nada a não ser com ela mesma.

Pedi que rezasse mentalmente e que pedisse aos seus anjos-da-guarda (ela era católica) que se aproximasse dela neste momento da sua vida. Em seguida pedi a minha acompanhante que traduzisse tudo o que eu falasse para a língua-mãe da dona Glória. Utilizando a técnica de envio à distância, apliquei Reiki em todos os chácras dela com a intenção de que o espírito dela acordasse, ficasse livre dos efeitos dos anestésicos que o corpo dela estava sendo submetido. Uma médica se aproximou. Trocamos olhares. Ela aplicou mais liquido nos tubos. Percebi que a respiração e as batidas do coração da paciente haviam se alterado.

Olhei para a médica e disse a ela o que sentia. Ela me mostrou um monitou atrás de mim e disse: o monitor confirma. Trocamos um longo olhar. A médica não saiu mais de perto de mim. Olhando minhas mãos com curiosidade ela disse: ela não acorda, mas toda ajuda é válida… Naquele momento eu não sabia quem de nós dois era menos impotente como pessoas. Chegou o momento em que percebi que a minha missão tinha sido cumprida. Nos despedimos da médica e saímos para chamar o táxi.

Quando cheguei na porta de saída do hospital o mundo deu uma girada e eu reconheci as árvores no jardim do hospital. Enquanto o táxi chegava, a minha companheira filipina decidiu ir ao banheiro. A imagem da senhora Glória veio a minha cabeça como uma mensagem de que faltava alguma coisa a ser feita. O táxi chegou. A senhora que me acompanhava, chorosa, comentou que era muito estranho que não havia tráfego no nosso caminho até a UTI e que ela pensava que a gente nem pudesse entrar. Disse a ela que as vezes há outro mundo paralelo trabalhando ao mesmo tempo e facilitando o nosso trabalho porque sabe o que estamos fazendo. Naquele momento disse a ela que quando chegasse em casa eu iria continuar o trabalho que não fora possível realizar na UTI.

Eu mesmo me surpreendi com o que estava dizendo e mentalmente pedi orientação para quando chegasse em casa. Chegando em casa, veio em minha mente claramente o que deveria fazer: entregar a alma da senhora Glória ao Conselho Cármico para re-exame da situação, pedindo que fosse feito o melhor: se ele precisasse viver para realizar alguma coisa que acordasse na UTI; se ele tivesse que ir para o outro lado da vida, que fosse imediatamente. Senti muita paz nessa cerimônia e voltei a fazer as minhas coisas em casa. Hoje, ao meio-dia, recebi telefonema da minha amiga dizendo que Glória desencarnou as duas e meia da manhã de hoje.

O telefonema me deixou em profunda paz. Sei que a minha missão foi a de acordar o espírito de Glória para que partisse, soltasse todos os laços que o prendiam ao corpo doente e debilitado, já que poderia ter uma vida vegetativa por muitos anos. A senhora Gloria era empregada doméstica nos Estados Unidos, aos 67 anos. Tinha uma filha na Itália e outra nas Filipinas e ambas tiveram os pedidos de visto negados para vir visitar a mãe na UTI.

Qual é o tempo em que você está conectado?

Faltando dez horas para o ano novo de 2007, resolvi dar uma passado do supermercado chinês, não muito longe de casa porque moro em um barro de chineses em São Francisco, uma das primeiras colônias chinesas nos Estados Unidos, que daqui se espalhou pelo resto do país. Frutas e vegetais são sempre frescos e lá você encontra tudo de todos os países da ásia. A sofisticação e a expressão da cultura oriental é tanta que você compra, por exemplo, milho verde sem palha importado do Vietnã. Mesmo com toda minha experiência de vida em países asiáticos, há muita coisa aqui que nem sei como cozinhar. Este lado oriental de aproveitar tudo que a natureza oferece é uma lição que nós, brasileiros, deveríamos aprender, já que o país é rico em recursos naturais de toda espécie e populações inteiras passam fome em cima da comida porque não têm a curiosidade de experimentar o que o universo coloca em suas mãos. 

A lição de hoje, do mercado chinês, é sobre a relatividade do tempo. Enquanto que as famílias brasileiras, assim como as norte-americanas, estão neste momento apressadas nas cozinhas, nas ligações telefônicas, nas correrias de um lado para outro da cidade como se o mundo fosse acabar na passagem do ano, aqui no mercado chinês a população de origem oriental faz suas compras da semana com calma. Na mistura de línguas, a conversa deve girar em torno de quantidade e preços. As mulheres devem estar fofocando sobre as melhores receitas, embora nos restaurantes chineses, de um modo geral, homem é quem cozinha. Não há outra preocupação neste lugar, assim como não havia em Pequim, nesta época, quando lá morei. Todos sabem que faltam poucas horas para o ano novo mas este ano novo que está para chegar não é o mesmo ano novo que os orientais comemorarão em meados de fevereiro. Então, como todos os textos sagrados dizem, o tempo é uma mera ilusão, que essá na cabeça de quem pensa nele. Não é o tempo quem escolhe você, é você quem escolhe o tempo para você mesmo. Se o tempo é uma ilusão, então é besteira pura mergulhar nos calendários, agendas, relógios, assim como olhar para aquilo que não fez na vida, as pessoas que se foram, as oportunidades que deixou cair como areia das mãos, a eterna espera que a felicidade venha dos outros. Ocorre-me aqui o texto sobre a Lei da Atração, ditado por Abraham, um espírito moderninho que tenta passar um segredo antigo e pouco observado pela humanidade: focar no melhor da vida. É preciso lidar com relógios e calendários mas o foco deve ser absolutamente outro: mobilizar o tempo para que ele seja suficiente para viver a vida plenamente, com muito amor, alegria, prosperidade, felicidade, saúde, beleza e todas essas boas coisas que a gente tem hábito de enviar pelos cartões, e-mails, telefonemas mas não presta atenção e nem vivencia na plenitude do que isso significa. 

Causou furor no Brasil o conteúdo do livro sobre a Lei da Atração (The Law of Attraction, psicografado por Esther and Jerry Hicks), especialmente porque vem de fora e aqui daquele velho calo: a mania brasileira de pensar que o que vem lá de fora é o correto, o melhor, o que deve ser seguido e feito. Ledo engano! Como um aluno meu de Reiki lembrou bem, todo o conteúdo da Lei da Atração está em texto psicografados por Chico Xavier há mais de vinte anos. Quando Jesus chegava nos lugares e multiplicava pão e vinho, qual era a lição? Prosperidade, abundânica, alegria, saúde são possíveis e podem ser materializados. Não se pode viver só para a espiritualidade assim como só para o lado material da vida. É preciso juntar e usar todos esses recursos com um única finalidade: a evolução individual. Estamos aqui falando do mesmo segredo, que aquele mestre manejava tão bem e que o espírito de Abraham dá nova edição, sutil, digirida a um público que anda muito perdido – o norte-americano. Mais uma vez, comprova-se que os seres universais conectados com o amor incondicional espalham o mesmo conteúdo por diversas partes da terra, de formas diferentes, em épocas diferentes, para fazer com que a chama da evolução se espalhe de uma forma ou de outra, como quem planta vários caroços de milho na mesma cova na esperança de que pelo menos uma semente brote forte, saudável e cumpra a missão de alimentar e revigorar a vida. 

Se pesquisamos um pouco mais, vamos encontrar o conteúdo da Lei da Atração em todos os mantras e orações tibetanas que datam de tempos anteriores ao nascimento de Jesus. A lição é a mesma: viver o presente com intensidade, focando nas realizações, na limpeza emocional genética ou atual. Neste desafio que é puramente individual, pessoal, de cada um, faltam quinze minutos para o ano novo de 2007 e estou aqui escrevendo, aproveitando o tempo e comendo milho cozido produzido no Vietnã. Naruralmente que não tem o sabor daquele milho produzido nas montanhas da Paraíba, mas mesmo assim é milho e é o que tenho disponível neste momento, neste lugar no meu tempo. Viva o ano novo de cada dia! (*) José Joacir dos Santos é Psicossomatista – jjoacir@yahoo.com

 

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