Por: José Joacir dos Santos
Tradução livre, feita por mim, da página 70 do livro A Lei da Atração (The Law of Attraction), ditado pelo ser espiritual Abraham, Editora Hay House, Inc. California, EUA, psicografado por Esther and Jerry Hicks Basicamente o livro recomenda atenção para o que você pensa, fala e coloca a sua atenção. Ler em voz alta, sempre que possível: “Eu quero a prosperidade financeira! Existem inúmeras e maravilhosas coisas que estão disponíveis no universo e a prosperidade financeira abre as portas para muitas dessas coisas. Desde que a Lei da Atração responde para os meus pensamentos, eu decido focar predominantemente naquilo que é possível, endendendo que isso é só uma questão de tempo até que meus pensamentos de prosperidade alcancem o fluxo universal de prosperidade financeira. Uma vez que a Lei da Atração trará aquilo que é o foco da minha atenção, então eu escolho a abundância. Eu quero excelentes amizades. Eu gosto de pessoa boa, inteligente, engraçada, ativa, estimulante e eu reconheço que este tipo é abundante neste planeta. Já encontrei muitas pessoas interessantes e eu adoro descobrir as boas características delas. Quanto mais eu me sinto bem com pessoas interessantes mais elas aparecem na minha experiência de vida. Eu amo este momento de co-criação com o universo.
Eu desejo atrair aquelas pessoas que estão em harmonia física e não física comigo. Estou fascinado com a Lei da Atração e eu me sinto confortável em reconhecer que eu me sinto muito bem e assim só posso atrair aquelas que me fazem bem. Eu adoro compreender que a base das coisas não físicas é a mais pura e positiva energia. Eu adoro usar meu lado emocional equilibrado para me deliciar com a fonte universal dessa energia. Eu sou um ser em evolução e me sinto feliz assim. Eu reconheço que a expansão do meu ser é natural e inevitável. Eu adoro reconhecer que a felicidade é minha escolha. Então, se a expansão é inevitável, eu escolho todos os aspectos positivos desta expansão”.
28/12/2006 ·
16:12 ·
Veja outros textos sobre o assunto Curiosidades.
Por: José Joacir dos Santos

O astrólogo me aconselhou a ir passar meu aniversário de 2001 no Chile porque naquela data havia a mesma constelação planetária do dia do meu aniversário. Viña del Mar foi o local indicado e lá estava eu.
Logo na primeira noite havia uma aglomeração em torna de grandes lunetas, no meio da rua, e lá fui ver a minha constelação. Linda, os anéis de Saturno mais nítidos do que nunca, entre outros.
Na manhã seguinte o programa era subir o Aconcágua, o pico mais alto da Cordilheira dos Andes. Do meio para o fim o oxigênio era visivelmente rarefeito e um pássaro caiu no pára-brisa do carro.
O motorista parou e me entregou o pássaro sem palavras. Lembrei de emitir o sopro de vida sobre ele e assim o fiz até que deu sinais de vida. No pico da montanha, lerdo e meio tonto, a vista era uma das mais lindas.
Soltei o pássaro na beira do lago azul e não pensei em nada. Naquele momento senti o vento fazendo rodas ao meu redor e o Grande Espírito falou comigo. Não sei o que conversamos, mas o fato é que quando desci a montanha sabia com clareza o que iria fazer da minha vida daquele momento em diante. Aho!
20/12/2006 ·
15:04 ·
Veja outros textos sobre o assunto Xamanismo.
Por: José Joacir dos Santos
Estava na entrada da Comunhão Espírita em Brasília esperando a hora dos serviços de passe quando uma senhora cheia de pacotes me pediu ajuda. Subimos as escadas e no final ela disse, carinhosamente: volte amanhã que eu preciso de você para resolver o problema dos ingressos da peça. Olhei para ela e disse: ok! Voltei no dia seguinte e descobri que aquela senhora era Irene Carvalho, psicografa de inúmeros livros do espírito de Luis Sérgio, funcionário do Banco do Brasil que morreu em um acidente, drogado, e já ditou inúmeros livros para Dona Irene sobre suas experiências astrais. A peça em questão era sobre A Vida de Chico Xavier. Fomos ao teatro resolver o problema dos ingressos e daquele momento em diante passei a ajudar a ela na venda e controle dos ingressos, que foram todos vendidos com antecipação, para as três noites, e toda a renda doada. Na estréia marcamos para chegar juntos. Tinha que caminhar segurando no braço dela devido a idade e o teatro é cheio de escadas e degraus. Fizemos tudo o que tínhamos a fazer e sentamos para ver o show. De repente ela me olha e diz: está vendo aquilo? Os espíritos estão chegando para ver o espetáculo! Passei a anotar os nomes das entidades e dos grupos que chegavam – eu nem sabia que existiam tantos. O público estava em perfeito silêncio. Haviam dois teatros ao mesmo tempo, em três dimensões. A cor era rosa e um leve perfume enchia o ar. Todos os fundadores de Brasília, inclusive o Presidente Juscelino, e todos os funcionários que trabalharam na obra do conjunto de teatros estavam presentes. Tenho dificuldade, aqui, de descrever a cena geral porque chorava de alegria e de aprendizado. Ela mesma estava surpresa. Imagine vocês os milhares de espíritos que puderam ver aquele exemplo de vida pela transmissão da rede de televisão astral! Sim, tudo existe!
20/12/2006 ·
13:53 ·
Veja outros textos sobre o assunto Xamanismo.
Por: José Joacir dos Santos
Não estudei este assunto profundamente, conto apenas a minha experiência. Em 1979, quando cheguei a Brasília, fui levado por uma colega de trabalho para uma sessão no Centro Espírito Cícero Pereira, uma pequena casa de madeira ao estilo dos barracões do início de Brasília. Detestava essa colega porque ela vivia puxando todo mundo para aprender inglês e insistia para que eu a acompanhasse até aquele centro. Fui, na verdade, para me livrar dela. Ao chegar a minha hora de ser atendido, várias entidades se manifestaram. Muitos deles pesadas, agressivas e com cara de inimigo. Estava muito assustado até que um deles se dizendo “Preto Velho” a mim se dirigiu e começou a descrever o meu momento e a me falar do futuro. Fiquei encantado com o tal Pai Sebastião, e surpreso por saber tanto a meu respeito sem ninguém naquela casa me conhecer tanto, inclusive a minha colega de trabalho. Sai dali leve, agradecido e, nos próximos cinco anos, nunca mais deixei de ir. La, passei por inúmeros tratamentos, regressões, puxões de orelha, aconselhamentos e, acima de tudo, me sentia amado pelas entidades. Levei muito a sério os sermões de Pai Sebastião, apesar de não gostar do seu sotaque e palavreado em português errado. Cheguei até a duvidar da médium que incorporava a entidade, achando que ela estava inventando o sotaque porque o conteúdo ela não estava. Passei a ler os livros de Chico Xavier, que eram naquela época difíceis de achar em Brasília. Ao mesmo tempo fui literalmente empurrado para uma banca de revista em um ponto de ônibus onde existiam inúmeros livros do budismo tibetano. Muitos anos depois iria descobrir que o Budismo é muito semelhante, em alguns aspectos, ao Espiritismo praticado no Brasil, com a diferença que o Budismo não é religião e sim uma filosofia de vida. Devo dizer que minha vida tomou um rumo jamais imaginado depois das minhas idas àquele lugar tão simples, gratuito, e depois que comecei a entender a minha conexão com o mundo paranormal que eu tanto temia, mas que fui inteligente o suficiente para não ignorá-lo. Rezo, do meu jeito, todas as noites e toma a “bênção” a todos os mestres e guardiões, sempre menciono alguns nomes, inclusive o de Pai Sebastião. O tempo passou e fui trabalhar em Nairobi, Quênia, no leste da África, em 2002. Um belo domingo pela manhã acordo cheio de preguiça, meio gripado e resolvo ficar na cama. De repente entra pelo quarto um homem de aparência indiana e na casa do 50 anos. Assustado, sento-me na cama e pergunto o que ele quer e como entrou na minha casa. Ele sorri, calmo e sereno. Neste momento percebo que é uma entidade espiritual. Ele diz: “você me conhece com outro nome…”. Qual? “Pai Sebastião” – responde. Fico profundamente emocionado e ele toca o meu pé direito, dizendo: “naquela época era preciso aparentar aquela forma, hoje não”. Outro olhar carinhoso e sumiu. Comecei a chorar de emoção e adormeci mais uma vez. Quando acordei estava completamente curado da gripe. Hoje compreendo que a ignorancia precisava de máscaras, mas era tudo unilateral. Salve Pai Sebastião!
20/12/2006 ·
13:52 ·
Veja outros textos sobre o assunto Xamanismo.