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Terapias energéticas ajustam o espírito ao corpo

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Todos sabemos que uma geração supera a outra em conhecimentos e comportamento. Partindo do princípio de que estamos todos conectados entre o céu e a terra, compreendemos que não poderia ser diferente nos outros mundos paralelos porque o universo está, sempre, em completa renovação. Assim, chamo a atenção dos terapeutas holísticos, psicossomatistas e terapeutas energéticos para a nova geração de jornalistas siderais muito bem representada pelo médium Roger Bottini Paranhos, autor de diversos livros já publicados, entre eles “A história de um anjo” e “Sob o signo de aquário”. Talvez não possamos chamar de obras psicografadas, termo utilizado para a geração do nosso Chico Xavier, porque esses novos (?) médiuns não são apenas instrumentos de transmissão de dados. Eles são preparados para viajar pelos mundos paralelos para trazer a reportagem da maneira mais clara e precisa possível para que as informações sejam cada vez de mais fácil compreensão, entendimento e facilitem a tomada de consciência dos leitores.

Em “Sob o signo de aquários”, Bottini reporta encontros com outros mestres da Grande Fraternidade Branca Universal e do subgrupo Fraternidade da Cruz e do Triângulo, na qual está agrupada mentores e fundadores de obras fraternais que ainda hoje existem na terra, especialmente nos países cristãos, entre elas a católica Irmandade do Sagrado Coração de Jesus. Em todas eles hoje encontram-se mestres e orientadores com experiências no Oriente e o objetivo é juntar conhecimentos de todas as tradições, humanos e extraterrestres, com vistas ao futuro, já tão presente hoje na Nova Era. Nessa obra, o autor reporta a utilização de diversas técnicas terapeutas e seus mestres habilidosos, que vão de Terapia Floral a Reiki, passando por psicoterapia e regressões, chegando à engenharia genética – o trato com o DNA.

Logo nas primeiras páginas o leitor vai identificar o terapeuta holístico Gaijin, que carrega na bolsa essências emergenciais (florais cósmicos) e ensina como utilizá-las nos chácras para desatar laços emocionais profundos – como fazemos ao nosso modo com os florais terrenos, e facilitar o trabalho com o DNA.

Já Hermes, mestre conhecido pela sua habilidade e dedicação no aprimoramento de trabalhadores espirituais encarnados, mostra como uma técnica semelhante ao Reiki é utilizada para o encaixe de um espírito em um feto e conseqüentemente o ajuste do DNA espiritual (sutil) ao DNA genético orgânico, com o bebê já gerado na barrida da mãe terrestre.

Sem a luz, a energia universal, da qual vem o nosso alimento vital, que é a mesma fonte do Reiki e de todas as terapias energéticas, nasceríamos crianças-robôs. Hermes faz aí um alerta para as clonagens da forma que são feitas atualmente, que dão muito certo em animais, mas sem esse treinamento não chegaríamos ao que vai ser necessário no futuro.

Como terapeuta energético, é sempre feliz verificar que a imposição das mãos e a transmissão do fluido energético universal tão utilizadas pelo mestre Jesus continuem a ser uma ferramenta de cura emocional/espiritual nas esferas mais evoluídos dos mundos paralelos, do qual todos descendemos e para o qual poucos de nós voltaremos, mesmo depois de termos o cordão prateado desconectado da base da nuca.

Médiuns não apresentam doenças mentais

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Na literatura científica, muitas vezes os médiuns (que se comunicam com espíritos) são descritos como pessoas de baixa escolaridade e renda. Sua mediunidade deve ser entendida como um “mecanismo de defesa contra as opressões sociais”, ou como manifestação de algum quadro dissociativo ou psicótico. No entanto, um estudo realizado pelo psiquiatra Alexander Moreira de Almeida com médiuns espíritas da cidade de São Paulo mostrou um perfil diferente: os médiuns apresentaram um alto nível socioeducacional e uma prevalência de transtornos mentais menor do que a encontrada na população em geral. Almeida constatou que 46,5% das pessoas tinham curso superior, 76,5% eram mulheres, menos de 3% estavam desempregados, e a idade média era de 48 anos. A maioria era espírita há mais de 16 anos, vieram de famílias não-espíritas e as vivências mediúnicas começaram na infância. “Esse perfil sociodemográfico se encaixa no último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra um crescimento da proporção de espíritas conforme aumenta a escolaridade da população”, comenta o psiquiatra, que apresentou sua tese de doutorado à Faculdade de Medicina (FMUSP), com orientação do professor Francisco Lotufo Neto.

Os participantes do estudo atuam em nove centros espíritas kardecistas da Capital, pertencentes à Aliança Espírita Evangélica. O médico aplicou um questionário sóciodemográfico a 115 médiuns antes e depois das sessões espíritas. Eles também responderam a questões referentes à atividade mediúnica.

Almeida ainda utilizou os questionários SRQ (Self-Report Psychiatric Screening Questionnaire), que rastreia a presença de transtornos mentais, e o EAS (Escala de Adequação Social), que mostra como a pessoa se relaciona em sociedade. A partir dos resultados foram selecionados 24 médiuns.

Eles foram analisados pelo SCAN (Schedules for Clinical Assessment in Neuropsychiatry), um tipo de entrevista psiquiátrica padrão e pelo DDIS (Dissociative Disorders Interview Schedule), um questionário que detecta transtornos dissociativos (quando uma parte da mente funciona de forma independente).

“É nessa categoria que os transes mediúnicos são habitualmente encaixados”, explica o médico. Transes X esquizofrenia A escala DDIS investiga a presença de 11 sintomas de primeira ordem para o diagnóstico de esquizofrenia - vozes dialogando na sua cabeça, vozes comentando as suas ações, ter suas ações produzidas ou controladas por alguém ou algo fora de você, entre outros.

“Os médiuns apresentaram, em média, quatro deles, mas a presença dos sintomas não indicou a existência de nenhuma doença mental”, afirma. “Além disso, eles também apresentaram uma boa adequação social e demonstraram ter uma saúde mental melhor que a da população em geral”. Não houve correlação entre freqüência de atividade mediúnica e problemas mentais ou desajuste social.

O médico ressalva que os resultados da pesquisa se referem especificamente a médiuns em atividades regulares em centros espíritas. “Para eles trabalharem nos centros são necessários dois anos de cursos, além da participação semanal nas reuniões mediúnicas”, afirma. Almeida é membro do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos (Neper) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP. O núcleo tem como objetivo estudar as questões religiosas e espirituais segundo o enfoque científico, sem vínculo com nenhuma corrente filosófica ou religiosa. “Durante muito tempo a Psiquiatria encarou a mediunidade como um transtorno mental”, conta. “Só a partir das décadas de 50 e 60 é que houve uma mudança de mentalidade, e essas manifestações passaram a ser vistas como sendo não-patológicas quando vivenciadas dentro de uma religião.”

De acordo com Almeida, o último censo do IBGE mostrou que o espiritismo ocupa a quarta posição entre as religiões praticadas no Brasil, país com a maior população espírita do mundo. Fonte: Agência USP de Notícias Publicado em: 12/05/2006

O arco-íris brilha cada vez mais

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Embora esteja claro na minha mente que a Energia Universal canalizada pelo Reiki é por si só, costumo ficar em silêncio quando aplico em mim ou nos clientes. Nos primeiros dois níveis há a manifestação: as mãos esquentam e os órgãos físicos puxam a energia. Mas com a prática diária e a subida de nível o que há é a manifestação viva e simples da Energia Universal, fluindo com leveza e naturalidade. Ela flui pelo corpo com ares de inteligência, procurando o lugar certo onde há a necessidade de equilíbrio do fluido vital.

Certa vez,  me aplicava vendo televisão quando um ruído forte desceu até a região do fígado. Era como o início de um trovão. No começo pensava que a energia descia do infinito dos céus pelo chácra do centro da cabeça e ia de chácra a baixo passando pelos demais. Não é bem assim. Isso acontece mas não há uma regra. Há a necessidade do momento e o universo sabe disso. Hoje consigo ver o fio multicolor ou unicolor que desce delicadamente e com profunda certeza do que faz. Estava em Nairóbi, África. Aplicava Reiki duas vezes por dia. Certa vez, o espírito de uma mulher oriental se manifestou bem na minha frente para mostrar como isso acontecia. Ela mandou que eu olhasse nos corpos sutis grudados na minha pele e pude ver o arco-íris maravilhoso formando capas como uma roupa bem apertada, aderente, sobre todo o meu corpo. Não foi a primeira vez que um espírito veio falar-me sobre Reiki e aquela mulher me parecesse bem familiar…

Pude, em diferentes ocasiões, verificar a presença deles assistindo. Muitas vezes eles orientam sobre o ponto certo que a pessoa precisa. Para quem não ver espíritos ou sequer acredita que eles existam, não precisa se preocupar. Reiki não é uma religião nem depende dos espíritos para se manifestar. É conhecimento milenar passado oralmente de geração em geração até o nosso tempo e em cada pessoa a fluidez acontece de acordo com o nível de entendimento e necessidade de quem aplica ou recebe. O Universo é extremamente ético e não faria nada que violasse o desejo ou o entendimento de cada indivíduo porque Ele sabe que o progresso é individual.

Quando adolescente fui a uma vidente acompanhado de minha mãe biológica. Sentamos os dois em frente da velha senhora incorporada. O espírito passou a falar comigo e com minha mãe ao mesmo tempo e de tal forma que nenhum entendia o que o mesmo espírito dizia a nós dois simultaneamente. Achei aquilo fantástico. Minha mãe me levava para essas sessões mas ela mesma não acreditava numa víngula do que era dito. A vidente incorporada era como um pintor usando as duas mãos e assim expressando duas pinturas diferentes, em sincronia, com muito respeito pelo entendimento de cada um. Ao completar vinte anos de idade passei a trabalhar como passista espírita sem acreditar muito em nada daquilo, mas por insistente sugestão dos dirigentes — graças a Deus!

Ouvia ruídos e vozes mas achava que era tudo da minha própria cabeça porque a psiquiatria diagnostica isso como sendo esquizofrenia. Uma tarde chegou ao Centro Espírita uma mulher chorando com o filho nos braços, pedindo ajuda. Passaram ela na frente das outras pessoas e eu fui mandado dar passe na criança. Minha voz começou a mudar e senti vontade de mandar pôr a criança numa das mesas.

Colocaram a criança e nela pus minhas duas mãos, sem saber o que estava fazendo, mas consciente. Senti vontade de juntar as mãos sobre o plexo solar da criança e nesse instante o fio de luz multicolor materializou-se. Aquilo chamou a atenção das outras pessoas e eu me mantive quieto e paralisado, sem acreditar que eu estava vendo aquele fenômeno.

A criança chorava muito e passou a evacuar e a excretar, também pela boca, todo o antibiótico que havia sido ingerido. Só retirei as mãos quando o fio de luz sumiu. Limparam tudo. Abriram todas as janelas para que o cheiro saísse da sala. Oito dias depois a mãe estava lá sorridente e com o filho no colo, com os olhos bem abertos e parecendo saudável. Ela havia sido desenganado pelos médicos do principal hospital de Brasilia.

Aquilo foi um choque para mim. Hoje o Reiki me faz querer cantar a cada manifestação física porque não preciso ver nos outros mas em mim mesmo. Há alguma diferença? Sim, de forma, mas a fonte é a mesma: o universo divino. O Reiki não precisa da influência de espíritos para se manifestar e, mesmo assim, quando eles aparecem, eu adoro.

A sabedoria milenar de canalização de Reiki foi trabalhada para que chegássemos a ponto em que estamos hoje e nisso há a participação importante do Mestre Mikao Usui. Não há relação de poder na hierarquia das cores do arco-íris. O que há é a freqüência vibracional de cada cor.

Há ainda muitos ranços humanos na prática do Reiki, na orientação dada, por estrelismo e ignorância de alguns mestres e praticantes. A maneira de lidar com o dinheiro oriundo do Reiki pode ser controvertida porque depende do histórico individual e da relação com o pecado original implantada no inconsciente de cada um. A prosperidade não pensa assim. 

Alguns mestres e praticantes pensam mais no dinheiro do que na conexão universal que estão fazendo parte, mas isso é bem pessoal e a nível pessoal fica.  Cada um é responsável pela maneira com que usa o divino, mesmo que não tenha consciência disso. O dinheiro que é adquirido com o trabalho honesto também é divino.

A esta altura do desenvolvimento e a amplitude vivenciada pelo Reiki no Brasil, por exemplo, há quem pense que se aplica Reiki apenas lendo um livro, isto é, sem a iniciação feita por um mestre, ou fazendo “iniciação” à distância, assim como há mestres que não almoçam com os próprios estudantes para não “se misturar” — ignorância é pouco! Nada disso modifica o propósito universal porque, diante Dele, eu e qualquer um somos apenas grãos de mostarda e olha lá a qualidade desse grão. Quando mais barulho menos há a manifestação do universo divino.  Nos centros espíritas, as entidades mais barulhentas são aquelas menos evoluídas.

No Oriente nos ensinam que se conhece um sábio pela sua conduta simples como a manifestação do Reiki, que pode ser praticado por qualquer pessoa sem a necessidade de ter dons especiais de mediunidade. Há a necessidade de se proteger o sagrado. Muito ocidentais não entendem isso e talvez só uma boa viagem ao Nepal, Tailândia, China e Japão, com o propósito de conversar com monges tibetanos e taoístas, possa desvencilhar essa dúvida, que eu não tenho. A cada dia que passa nos é dado mais conhecimento.

Muito está ainda por vir.  Quem ainda tem dúvida do arco-íris que se vê em um pinto de água caído contra a luz do Sol? As companhias de seguro norte- americanas e grandes hospitais públicos e privados não têm mais dúvida. Elas já sabem que reikianos passam a ser saudáveis, longe dos serviços médicos, e os hospitais sabem o quanto o trabalho deles torna-se eficaz quando um cliente pede que um Terapeuta Reiki dê-lhe assistência.

Nas grandes cidades brasileiras os hospitais já dão livre acesso a Terapeutas Reiki solicitados pelos parentes dos doentes, mas as companhias de seguro ainda não acordaram. Enquanto isso o arco-íris continua a brilhar com mais intensidade onde quer que seja conectado.

Segure sua própria luz

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Antigamente, no Oriente, o candidato a uma iniciação na senda dos mistérios era submetido a provas de fogo em labirintos escuros e as vezes virtuais, com direito a fundo musical dos mais estarrecedores providos por viva voz, tambores, até espíritos incorporados e animais. Coisas parecidas aconteceram no Egito antigo e até nas civilizações Inga e Maia. Dai o cuidado de mexer com rituais antigos sem saber discernir o nível de evolução desses rituais. Nem tudo o que vem do Egito antigo, assim como de Atlanta, deve ser repetido hoje. Por isso que as terapias antigas trazidas de volta para o Terceiro Milênio vem com o “carimbo” de seres espirituais evoluídos e bem atuantes na terra, como por exemplo Saint Germain, Kuan Yin, etc.

Aquele que chegasse ao final dos túneis era surpreendido pelo “mestre”, em forma de luz, que o convidaria, chamado-o de “criança”, a “segurar sua própria luz”. Neste momento ocorria, ou não, a iniciação, isto é, o reencontro com a própria luz. Aquele que vencesse os obstáculos físicos, materiais e espirituais durante o percurso e que saísse dos túneis sem ver a luz em forma de mestre teria que aprender mais, aprofundar mais os conhecimentos de si mesmo para se submeter a uma nova tentativa.

É evidente que havia casos em que o candidato passava por tudo como se fosse uma brincadeira já que a própria luz já estava presente desde o início da jornada – o sentimento de que, diante do universo, somos crianças e que por isso precisamos passar por infinitas iniciações.Não há um produto final.Até Jesus fez seu estágio na Terra física e fez questão de ser igual a todo ser humano.

A Mestra Gisele King relatou em um seminário para mestres-professores da técnica de Magnified Healing uma experiência que teve juntamente com um grupo de pessoas espiritualizadas que visitou o Egito. Foram convidadas a visitar uma parte do Rio Nilo onde havia um tempo de iniciações. Lá alguém foi intuido a citar o mantra. De repente, todo o grupo, inclusive pessoas que trabalhavam na compahia turística, ouvio gritos e lamentos vindos das profundezas do rio, onde pessoas teriam sido jogadas nos aureos tempos do Egito, para sobreviver a iniciações. Naquele momento, com um simples mantra, dezenas delas foram libertadas da escuridão.

O mestrado em Reiki não se resume à iniciação e ao certificado. Também não é o tempo entre o nível três e o mestrado que faz o mestre. O novo mestre tem que estudar sobre muita coisa, inclusive outras técnicas terapêuticas, e curar a si mesmo primeiro. Uma vez uma mestra conceituada me disse que não sentava na mesma mesa para almoçar com um aluno e eu fiquei chocado. Há muitas fantasias que precisam ser tratadas com terapia. É preciso trabalhar o próprio peso emocional e deixar que a própria luz fique leve como é a luz. Recomendo a leitura de toda a obra de Ramatis, assim como a obra de C.G. Jung, e alguns livros sobre a psicologia budista - os livros do Dalai Lama. 

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